Monthly Archives: April 2014

Como foi o fim de semana no Vale do Sol

E depois de um trânsito delícia pra sair de São Paulo, de um GPS doido que jogou a gente em uns lugares fora do planeta Terra e de dois celulares sem bateria (e, consequentemente, sem Waze), chegamos em Serra Negra! uhu!!

Achar o Vale do Sol é a coisa mais simples do mundo, porque assim que você entra na cidade já tem várias placas sinalizando a direção. Fizemos o check-in e, ao entrar no nosso quarto, nos deparamos com um local amplo, chão e móveis de madeira, super limpinho e aconchegante. Bem carinha de fazenda, mesmo, sabe? A vontade de se enfiar debaixo das cobertas naquele friozinho leve que estava fazendo era grande, mas a fome falava mais alto e fomos procurar o restaurante para aproveitar o jantar. Eita comidinha deliciosa! Super caseira, várias opções de saladas, sopinhas e caldos quentes, sobremesas. Era o que faltava para coroar a noite!

Mas a melhor surpresa veio no dia seguinte. Saímos do quarto de manhã para ir tomar café e demos de cara com uma vista de tirar o fôlego: sol, céu azul e a Serra da Mantiqueira se estendendo bem a nossa frente, imensa. Uau! Que paz, que tranquilidade! Queria ficar lá o resto do dia, só admirando a paisagem… Mas o dia estava tão bonito que optamos por dar uma caminhada para conhecer as dependências do hotel e, de quebra, praticar um exercício físico #projetoverão2020.

O hotel

Piscinas

O restaurante

Lá realmente tem bastante coisa pra fazer, e conseguimos aproveitar o fim de semana do jeitinho que queríamos: caminhamos, tomamos sol, relaxamos na piscina, descansamos, conversamos muito e comemos mais ainda! Além disso, sou só elogios para o Vale do Sol: comida caprichada e variada, a infra-estrutura excelente, atendimento acolhedor. Não tenho nada a reclamar, de verdade! Foi, sem dúvida nenhuma, a escolha perfeita, que se encaixava com o momento. E como fez bem, afe! Na segunda-feira éramos outras pessoas. Renovadas. Mais leves. Mais felizes. É impressionante como esse tipo de escapada e um pouco de loucurinha faz diferença na vida, né não?

Viajar, para qualquer lugar que seja e pelo tempo que for, areja a mente, distrai a cabeça, renova as energias. Pode ser um simples bate-e-volta para a praia, um fim de semana nas montanhas ou um mês na Europa. Não importa. O que vale é ir. Tem mil possibilidades para todos os gostos e bolsos. É só se jogar!

Fui!

Hotel Fazenda em Serra Negra – delícia!

 

Hotel Fazenda Vale do Sol

Decidimos que queríamos viajar para algum lugar diferente no próximo final de semana. Nada muito elaborado (e nem caro!), mas com um “quê” especial. Um local onde pudéssemos curtir, descansar e aproveitar a companhia um do outro. Sem pressa. Sem nada muito planejado. Sem obrigações ou atividades mil. Pode fazer o que der na cabeça, sabe?

As opções eram infinitas, não havíamos pensado em nada… Mas acho que o fato de ser Agosto deu aquela vontadezinha de ir para o campo, no alto das montanhas, pegar um friozinho e observar uma bela paisagem. Concluí que o que precisávamos mesmo para aqueles dois dias que se aproximavam era de um hotel fazenda. Parecia o encaixe perfeito com o que estávamos buscando! E então, comecei minhas buscas.

Encontrei várias opções, dos baratinhos aos mais caros, dos rústicos aos luxuosos. Até com campo de golfe tinha! Mas nenhum deles deu aquele “clique”, sabe? Nada me chamou tanta atenção. Eis que, depois de algum tempo, dei de cara com o Hotel Fazenda Vale do Sol. Localizado em Serra Negra, ficava a cerca de 3 ou 4 horas de São Paulo. Perfeito! Longe o suficiente da cidade grande, mas fácil e rápido de chegar. O preço? Bem compatível com o que estávamos dispostos a gastar 😉

Pelo site me pareceu tudo muito bem cuidado e com uma excelente infra-estrutura. As fotos mostravam chalés com carinha de fazenda, daqueles que você olha e já se imagina enrolado debaixo das cobertas curtindo um friozinho delícia. Fora a vista, né? Montanhas para tudo quanto é lado, uma overdose de verde.

Atividades também não faltariam. Piscinas (frias e aquecidas), lago para pesca, cavalos, pista de cooper, tabuleiro de xadrez gigante (rsrs). Café da manhã, almoço e jantar inclusos – e à vontade. #praticidades #comercomosenãohouvesseamanhã

Não tínhamos mais dúvidas de que aquele era o hotel fazenda perfeito para o fim de semana que estávamos buscando. Pelo telefone mesmo tirei algumas dúvidas e fizemos a reserva. Simples assim.

Serra Negra, nos aguarde!

Bjos,

UPDATE: clique aqui para ver como foi o fim de semana!

Porque fazer Stand Up Paddle!

Que a prática do Stand Up Paddle (ou SUP, para os íntchimos!), nunca esteve tão em alta não é novidade para ninguém, né? Basta dar uma olhadinha rápida no Instagram que você encontra um monte de gente fazendo selfie em cima de uma prancha – e sempre com um cenário de tirar o fôlego ao fundo! E essa popularidade todas tem suas razões de ser: a atividade, além de ser uma delícia de praticar, pode queimar mais de 400 calorias por hora (fonte: Terra Beleza). Ou seja, além de ser super divertida e proporcionar contato com a natureza, emagrece e tonifica a musculatura. #praquêacademia? rsrs

Stand Up Paddle 2

 

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Quem nunca fez Stand Up Paddle porque acha que é difícil, caro ou tem que ir muito longe, está redondamente enganado. O único pé-requisito básico é saber nadar, claro. Se puder fazer uma aulinha ou tiver alguém que possa te ensinar no início, melhor, mas não é algo de extrema necessidade. Existem técnicas que possibilitam um melhor aproveitamento da atividade e ajudam a evitar algum tipo de lesão, então é sempre bom tentar aprender um pouquinho.

Mas quer saber? Acho o esporte muito intuitivo! As pranchas, geralmente, são grandes e leves, o que proporciona uma boa estabilidade. O remo, além de impulsionar, também ajuda a manter o equilíbrio. E quem tiver um  bom controle de equilíbrio naturalmente já está com meio caminho andado! E oh, não que eu seja qualquer tipo de expert, mas se eu puder dar uma dica é: foca no abdômem! rsrsrs Tô parecendo minha professora de Piltaes falando, mas é bem por aí! Se você concentrar a força e o equilíbrio no abdômem, além de ter uma barriga tanquinho, – rsrs – você não machuca a coluna e consegue se manter em pé na prancha muito mais fácil. Vai por mim 😉

Quem mora em São Paulo ou próximo ao litoral paulista, pode encontrar a atividade em várias praias por aí. Um lugar que eu super recomendo é a praia das Astúrias, no Guarujá. O visual é incrível! Tem uma tendinha chamada Neno, que fica quase no cantinho, perto das pedras. Lá, eles tem vários modelos de pranchas de surf e Stand Up para alugar. Para a prática do SUP, o aluguel custa R$50 por pessoa, com direito a uma hora de remada, já incluso remo e leash (aquela tirinha que prende o pé na prancha). Eles são super atenciosos e sempre muito bem movimentados! Vale muito a pena!

Às vezes, deixamos de fazer alguma coisa pra gente porque não temos tempo, é caro ou estamos sempre correndo, cheios de compromissos. Mas é realmente tão complicado assim parar o mundo por algumas horinhas e fazer algo para nos sentirmos bem e descarregar o estresse do trabalho, de casa, dos problemas? Ah tá, o problema é dinheiro? Então, será que não dá para deixar de jantar fora uma ou duas vezes para poder praticar um esporte – ou qualquer outra coisa – que faz bem pra saúde, pro corpo e pra mente? As últimas vezes que fui para o Guarujá fazer Stand Up foi no esquema bate-e-volta mesmo, no sentido puro da palavra! Chegamos, fizemos, tomamos um banho de ma e voltamos pra casa. E quer saber? Deu T-O-D-A a diferença no meu dia e na minha semana. Tentem fazer isso de vez enquando, vocês não vão se arrepender 😉

Espero que tenham gostado da dica!! Bjos!

As melhores cidades da Inglaterra!

Eu simplesmente AMEI conhecer cada cidadezinha que passei pela minha viagem ao Reino Unido no ano passado. E quando me perguntam qual foi a que mais gostei, penso qual o aspecto que teve um maior destaque para mim e me fizesse escolher apenas uma delas, dentre as 12 que visitei. Sim, porque podemos gostar de um lugar por vários motivos. Pode ser pelas suas belezas naturais. Ou pela grandeza e organização. Ou pela segurança. Ou pela diversidade cultural. Ou porque tem gente bonita! São infinitos fatores e diferentes pontos de vista. Além disso, tem a questão da química…

Tem lugar que rola uma identificação instantânea e a gente sente que pertence àquele local. Outros, por mais incríveis que sejam, não bate aquele click, sabe? A gente até gosta e tals, mas não a ponto de pensar “meus-Deus-do-céu-que-lugar-sensacional-to-mudando-pra-cá-agora!”. Né não? hahaha Sendo assim, não consigo escolher apenas uma preferida. Mas sim, duas. Vale, né? #malandrinha 

Elegi Bath e Oxford como as melhores cidades da Inglaterra, na minha humilde opinião! Também estive na Escócia, no País de Gales e na Irlanda, mas conheci uma ou duas cidades em cada país, no máximo. Então não vale colocar todo o mundo no mesmo balaio. Acho que sobre a Inglaterra eu tenho mais propriedade pra escolher! E, dentro do que vi, esses foram os lugares que mais balançaram meu coração <3

Vamos às apresentações formais! 

BATH

Bath foi uma das cidades mais lindinhas que já vi na vida. Me apaixonei assim que descemos da estação de trem e fomos recebidas por um guardinha muito gato simpático nos oferecendo o mapa da cidade e perguntando se precisávamos de ajuda. Perguntei se ele sabia onde ficava o endereço do meu hotel e, com muita eficiência e educação, me explicou como chegar lá. Pronto, foi amor à primeira vista. Pela cidade, claro =P rsrs

Bath - Hotel

Bath - Royal CrescentÉ um lugar que quase ninguém conhece e que descobri nas minhas mil pesquisas por essa internet afora. O que mais me brilhou os olhos foi o fato de ela preservar a grande influência romana que se apoderou do país durante a expansão do Império Romano. Cada ruela, cada casinha, casa canto. A cidade inteira se parece com um cenário de filme da Roma antiga. É bem pequena, acolhedora, tranquila e muitíssimo bem conservada (o que não é nenhuma novidade em se tratando de Inglaterra). É muito gostoso se embrenhar por entre as esquinas e ir andando sem destino. Você pode dar de cara com um jardim botânico incrível ou com uma catedral enorme bem no meio da praça 😉

Bath - Bothanic Garden

Bath - Roman BathsEm termos turísticos, acho que a cidade tem dois pontos altos. As Termas Romanas, local construído para os famosos banhos públicos (oi? rsrs) e muito frequentado antigamente – é enorme e muito interessante. E um tanto quanto esquisito e assustador. rsrs Vale muito a visita e dá para aprender bastante sobre os costumes na época do Império Romano. Eu, que AMO história, me acabei lá dentro! E o Royal Crescente, uma série de casinhas construídas coladas uma à outra em formato de semi-círculo. De frente para um gramado gigante. Lindo, lindo, lindo! Rende ótimas fotos!

E acho que foi justamente esse clima antigo, acolhedor, histórico que fez Bath ficar para sempre no meu coração.

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OXFORD

A outra cidade que também fez meus olhos brilharem e querer arrumar qualquer desculpa para poder voltar com mais tempo foi Oxford. Sim, a da famosa e renomada universidade. Que lugar encantador! A cidade respira conhecimento. Estudo. Curiosidade. Tradição. Os Colleges (que são os campi pertencentes à Oxford University) ficam espalhados pela cidade e alguns são abertos para visitação. É magnífico! Vale muito à pena conhecer, sem dúvida. Tem jardins belíssimos, gramados enormes e bem cuidados. Os prédios são super antigos, clássicos e bem conservados. É uma verdadeira inspiração! Dá até para visitar os refeitórios, que são um espetáculo à parte. Só tem que ficar atento aos horários de abertura ao público, pois geralmente fecham na hora do almoço e jantar dos estudantes. 

A título de curiosidade, vale saber que o refeitório que aparece nos filmes de “Harry Potter” foi baseado no do Christ Church College, o mais famoso College da universidade. É de pirar o cabeção!!

Oxford - Refeitório

 

Oxford - Jardim CollegeApesar de ser dominada por jovens, a cidade não tem aquele agito e bagunça que imaginamos. Todo o mundo anda de bicicleta na mais perfeita ordem e paz. Tem simpáticos restaurantes, igrejas e lojinhas pela cidade toda. Dá para ficar andando por horas e horas e se perder na arquitetura antiga de cada cantinho. E isso foi o que mais gostei. Esse ar cult mas não boring. Gente do mundo inteiro em busca de conhecimento. Querendo aprender.Todos convivendo na mais perfeita harmonia. Gente nova em meio a construções tão antigas. Cada um daqueles prédios tem muito mais história para contar do que possa imaginar nossa vã filosofia 😉

Oxford - Ruas da cidade_____________

Essas foram as cidades que mais marcaram minha viagem. Cada uma com seu motivo. Sua razão. Seu jeito único. Diferente. Amei! Quero voltar. Logo! Quero viver lá! Assim como na Inglaterra toda, fomos recebidas com muito carinho, simpatia e educação. E isso faz da primeira impressão a melhor possível!

Hora marcada na balsa. Você usaria esse recurso?

Quem aí costuma fazer alguma travessia de balsa com certa regularidade sabe o quão irritante e cansativo é ter que enfrentar horas na fila somente para poder ir de um ponto ao outro. Tão perto e tãããão longe… rsrsrs. Basta um fim de semana de sol ou um feriadinho qualquer e,batata!, é fila na certa. E muita, dependendo do caso! Só para exemplificar: No dia 02 de Janeiro do ano passado, a fila da balsa para sair de Ilhabela passava de 10 horas de espera. DEZ HORAS. D-E-Z H-O-R-A-S! Haja paciência, né, minha gente? Acho que eu me jogava no mar e ia nadando! #atéparece

Para amenizar evitar esse tipo de transtorno, existe a opção de reservar sua vaga na balsa. Oi? Como assim, é só chegar e ir entrando? Tipo, “dá licença que eu tô passando!”? Basicamente, sim! Pelo site da Dersa você seleciona a travessia que deseja, registra seu veículo, escolhe o dia e horário e paga. Pronto! É só chegar lá no horário agendado e seguir as placas de Hora Marcada. A próxima balsa que chegar, você entra 🙂 Obviamente, esse tipo de “serviço” é muito mais caro que a regular. No caso de Ilhabela mesmo, enquanto uma travessia normal (ida e volta) custa cerca de R$21, a hora marcada só de IDA em um feriado ou fim de semana passa dos R$70 (!!). Dá para ver a tabela completa com todas as travessias e preços aqui.

Hora Marcada na Balsa

Apesar do precinho salgado, muita gente prefere se garantir e fazer logo sua reserva. Afinal, se você chegar lá e preferir entrar na fila convencional, dá para deixar essa hora marcada como “crédito” e utilizar em outra ocasião (mas somente para o mesmo carro e mesmo trecho, of course!).

Mas tem um outro ponto de vista que faz com que muitos sejam contrários a essa prática: beneficia somente os que tem condições de pagar. É como se fosse uma forma “dentro da lei” de furar fila, onde o dinheiro se sobrepõe ao direito dos demais. Nesse tipo de visão, quem não quer pegar fila, que busque um horário alternativo, e não passe na frente dos outros. Tem suas razões, né?

Acho polêmico e não tenho uma opinião formada… Concordo que privilegia quem consegue sair na frente e “comprar” sua vaga, mas só quem já enfrentou horas e horas de fila sabe a felicidade que é entrar direto na balsa #malandrinha #nãomejulgue

Qual sua opinião?? Você usaria a Hora Marcada na balsa?

Bjos!!

Quero morar fora do país: preparo psicológico

Continuando com a série de posts sobre morar fora do país, acho que um ponto fundamental e que, muitas vezes, as pessoas esquecem de dar a devida importância, é o preparo psicológico. Vivenciar outra rotina e estilo de vida, mudar de país, falar uma língua diferente, adaptar-se a hábitos e culturas peculiares. Simples ações do dia-a-dia, como abrir uma conta no banco, pegar um ônibus, passar pelo primeiro dia de trabalho ou fazer compras tornam-se grandes desafios! E desafio é a palavra para quem se joga nesse tipo de aventura! Não é à toa que, às vezes, bate um mini desespero e dá vontade de gritar “manhêêêêê!!!” =P

A preparação e o planejamento para esse tipo de viagem é super importante. Ter uma mínima noção do que você precisará enfrentar já vai te preparando psicologicamente e evita (ok, minimiza) que você caia em desespero. Isso ajuda os dias a passarem mais tranquilamente e os desafios a serem encarados com mais naturalidade e humor.

Tá aí, achei! A palavra-chave dessa vez é HUMOR. Quem se aventura mundo a fora vai passar por n situações, sejam elas banais, perigosas, tensas, inusitadas, bizarras, engraçadas, absurdas, horríveis, maravilhosas. Qualquer uma delas tem que ser encarada com uma dose (grande) de humor.Ria de você mesmo, pratique o auto-bullying! No fim de tudo, o que sobram são as histórias para contar 🙂

E a saudade de quem ficou? Essa vai bater mesmo, não tem jeito. Por mais incrível que esteja sendo sua experiência, mais cedo ou mais tarde a saudade aperta e vai dar aquela vontade incontrolável de voltar correndo para casa. Por isso, você deve se preparar antes para esse momento, pois é fato que ele vai chegar. Tenha bem definido na sua cabeça o que o levou a querer viver aquela experiência e atenha-se a esse objetivo sempre que rolar uma bad tripLembre-se que aquilo que você está vivendo é único e você tem que aproveitar o máximo possível, com toda a intensidade! A saudade você mata quando voltar… hehehe

Morar fora do país. Preparo Psicológico

Alie-se à tecnologia. Leve seu smartphone e compre um chip com um plano de internet adequado para você. Use e abuse das redes sociais: envie mensagens de voz regularmente, atualize seu Facebook com as principais novidades, grave vídeos, mande muitas fotos, crie um blog! Conte o que está acontecendo com você e fique por dentro do que se passa com quem ficou também. Dessa forma, a distância fica bem menor. E a saudade também 😉

Viagem para Fortaleza – Como planejei

Minha viagem para Fortaleza foi maravilhosa e pretendo, de verdade, voltar um dia para lá! A cidade e infraestrutura me surpreenderam muito – minhas experiências Brasil afora não haviam me deixado muito otimista nesse sentido, confesso!

Fortaleza - Beach Park 1Fui com meu namorado no feriado de 7 de Setembro de 2012 (que era de três dias e adicionamos um conta própria, rsrs) e, como o tempo era curto, selecionamos o que mais gostaríamos de conhecer para não perder nada que pudéssemos nos arrepender depois. Fiz muitas pesquisas na internet sobre passeios, melhores praias, programinhas noturnos e, o mais importante, li muito sobre a opinião da galera que já foi (vai ter post específico para isso!). Isso nos deu base para definirmos nossas prioridades com mais segurança.

Fortaleza - IracemaSempre falo que essa parte pré-viagem é a mais importante e deve ser feita com bastante carinho. Quando vamos para algum lugar que não conhecemos, temos, no máximo, algumas referências de pontos turísticos famosos ou indicações de conhecidos, mas não podemos ficar – jamais! – somente nisso. Temos que ler, ver fotos, depoimentos, pesquisar, se informar, se organizar, PLANEJAR! Só assim fazemos a viagem dos nossos sonhos e do jeito que mais nos agrada. Procure informações em sites de dicas, da prefeitura, em grupos de discussão, até no Wikipédia!

A cada busca você sempre vai descobrir passeios, monumentos, atividades, paisagens, cantinhos, comidinhas, lojinhas e poderá escolher, com um leque muito maior de possibilidades, aquilo que mas faz seus olhos brilharem ;). Entrei muito no Férias Brasil, que tem depoimentos sobre as mais diversas cidades e passeios do país (assunto para um outro post, também!) e no site da prefeitura da cidade para conhecer os principais pontos turísticos.

Fortaleza - CumbucoDepois de fazer todas essas pesquisas sobre Fortaleza e os arredores (que sempre escondem verdadeiros tesouros!), decidimos que gostaríamos de conhecer o Beach Park, as praias do Futuro, Iracema, Cumbuco, Canoa Quebrada, Morro Branco, das Fontes, a feirinha de artesanato do Meireles, o centro histórico e um show de humor no Lupus Bier. Para quatro dias, estava de bom tamanho!

Também li muitas sugestões para jantar no Coco Bambu e ir em algumas baladas… O restaurante ia prejudicar um pouco o orçamento rsrs. Quanto à festança, vou confessar que sou bem diurna quando viajo! Me acabo andando, comendo, tomando sol, tirando foto, turistando o dia inteiro e, 10h na noite já estou só o pó da rabiola – sim, sou velha! – então deixamos ao dois passeios para uma próxima vez 😉

Fortaleza - Morro Branco“E Jericoacoara?”, você deve estar se perguntando… O problema de visitar a famosa praia era o tempo curto que tínhamos. Todas as recomendações eram para ficar mais de um dia porque valia muito à pena, era um lugar lindo demais e um bate-e-volta não seria suficiente para conhecer tudo – fora que é longe. Quero realmente curtir o lugar direito e preferimos ir em uma outra ocasião.

Pois é… viagem sempre tem dessas coisas, nunca dá para fazer tudo! Por isso temos que nos planejar sempre para aproveitar aquilo que mais se encaixa com nossas expectativas e não deixar nenhuma boa oportunidade passar. É uma questão pessoal mesmo. Talvez, um amante da gastronomia teria eliminado um passeio de buggy para poder jantar no restaurante recomendado. Ou um aficionado por balada teria pego menos horas de praia para poder curtir a noitada. Uma mesma viagem para um mesmo lugar sempre vai ser diferente para cada pessoa, por isso bato sempre nessa tecla: informe-se e planeje-se, sempre!

Fortaleza - Canoa QuebradaNum outro post vou contar os detalhes sobre cada passeio, o que achamos de positivo e negativo em cada experiência e algumas diquinhas!

 

Até mais!

O tamanho da mala – minha experiência no Reino Unido :)

Voltando ao assunto do tamanho da mala que falamos nesse post aqui, vou contar mais sobre a experiência na minha viagem ao Reino Unido. Seriam, ao todo, 22 dias de viagem, 4 países, 12 cidades, 5 viagens de avião e 8 de trem. Pensa em duas pessoas que se deslocaram? 🙂 E como arrumar uma mala funcional para esse tempo todo e com toda essa movimentação?

Além disso, também tinha que levar em conta a questão climática: fomos em Junho, teoricamente fim da primavera e início do verão. Só que o deles né? Temperaturas muito diferentes das que temos por aqui nessas estações do ano! Houveram dias que passei um frio tremendo, quase congelei! E que tipo de roupa levar, visto esse cenário? De calor? Mas calor quanto? De frio? Mas frio quanto? Sobretudo e bota? Ou blusinha fina e jaqueta? Quem sabe um short ou vestido? Meia-calça? Sapatilha e chinelo? Cachecol, será?

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Nunca tinha ido pra Europa e, por mais que tivesse monitorado o tempo pelo Climatempo, na hora a gente nunca sabe o que vai rolar. Sendo assim, levei um pouco de tudo! HAHAHA Tenho um sério problema em ser econômica quando viajo… mas estou trabalhando nisso! 😉

O problema é que tanta roupa pra tanto dia resultou em duas malas enormes e duas mochilas(estávamos eu e minha mãe) e o excesso de peso nos atrapalhou em alguns momentos. Pra começar, fica difícil “manobrar” a mala por aí. No aeroporto, no hotel, na rua, nas estações, no trem. Levantar, então? Nem me fale! Ou contávamos com a ajuda de algum homem caridoso ou tínhamos que fazer um esforço sobrenatural – dadas as nossas proporções físicas. Foi BEM cansativo esse processo, mas muito engraçado! No fim, ríamos de nós mesmas naquela situação patética!!

Escadas eram nosso maior pesadelo! rsrs No hotel de Londres, por exemplo, tivemos que subir as malas de escada até a recepção, que ficava no 1º andar. Na estação de Stratford-upon-Avon não tinha elevador e, para atravessar a plataforma de um lado para o outro, tivemos que subir dois lances de escada e depois descer mais dois. Demoramos uma meia hora para conseguir realizar essa façanha! Fora arrastar as malas pelas ruas das cidades… Às vezes, o hotel era perto da estação e não valia à pena pagar um táxi e tínhamos que pagar esse mico. hehe

Mas para mim, o grande problema foi para subir, descer e, por vezes, permanecer nos trens. As plataformas eram mais baixas e distantes do vagão, então precisávamos erguer a mala! Só que isso com várias pessoas querendo entrar e sair ao mesmo tempo pela mesma porta. Geralmente, eu subia no vagão e minha mãe, da plataforma, me ajudava a puxar a mala pra cima. HAHAHA bizarro! O bom é que vários trens tem bagageiro, mas às vezes acontecia de eles estarem lotados ou a mala não passar pelo corredor. Tivemos que fazer duas viagens em pé, perto da porta por conta disso… sendo uma delas de 4 horas. HÁ!

E depois de passar por Primark’s, Topshop’s, H&M’s e lojinhas de souveniers? Foi uma luta fechar as malas AND as mochilas no últimos dias de viagem… #consumismos

Acho que o resumo disso tudo é que nos divertimos bastante e demos muita risada! Temos história pra contar, viu?? Mas vou levar a experiência dos perrengues para um próximo tour e fazer uma mala mais enxuta… Por isso, é muito importante se planejar bem e levar em consideração tudo o que você terá que fazer durante a viagem, desde grandes deslocamentos até o simples ato de colocar a mala no armário do quarto 😉

Quero morar no exterior. A escolha da cidade!

Para quem tem o sonho de morar no exterior e, seguindo com nosso tema do post anterior, acho que o primeiro passo, depois de definido o objetivo da viagem, é escolher que tipo de cidade você pretende morar. E não estou falando somente se vai ser grande ou pequena, se neva ou tem praia. Antes disso, descubra se prefere lugares com características (quaisquer que sejam) semelhantes ao que vive ou algo totalmente oposto. Quem está acostumado aos climas tropicais talvez se adapte mais facilmente ao Havaí do que à Suíça, por exemplo. Mas se o intuito é mudar de vida radicalmente, talvez congelar nos Alpes seja uma boa ideia! rsrs #exageros #nãoprecisadetanto

Morar no exterior

Isso é um ponto importante e que ajuda a eliminar muitas opções! Pense e analise qual estilo de vida você gostaria de ter nesse novo desafio que está por vir. O passo seguinte já é uma questão de pesquisa mesmo. E claro, de sonho. Quem sempre quis morar no exterior deve ter aquela cidade/país específico que faz o coração bater acelerado. E por que não estudar a possibilidade e colocar em prática? Mas tem que ter mente aberta e flexibilidade pois, às vezes, a imagem que fazemos de um lugar não condiz com a realidade. Pro bem e pro mal! Podemos descobrir lugares fantásticos e muito melhores, como também nos decepcionar com aquilo que sonhamos inicialmente. E isso tudo faz parte e torna a viagem mais emocionante ainda 🙂

Também é preciso levar em conta o que você pretende fazer na sua estadia no estrangeiro, como comentamos anteriormente. Pode ser que a cidade desejada não atenda às suas expectativas de emprego ou estudo, por exemplo. E aqui eu repito: FLEXIBILIDADE. Adapte, reveja, comece tudo de novo. Mude seus planos. Ou a cidade. Ou até o país! Mas escolha algo que você tem certeza que te fará feliz #poeta

 

Quero morar no exterior. Por onde começar?

Morar no exterior por um tempo é o sonho de muitos brasileiros. Segurança, qualidade de vida, oportunidade de emprego, novas experiências, mudar de vida. São muitas as razões que levam uma pessoa a querer largar tudo e viver essa aventura por alguns meses (ou anos)!

Mas por onde começar? Como escolher o lugar certo? Quanto custa? Acho que a primeira questão que quem pensa em fazer algo do tipo deve responder é qual o objetivo da viagem. Pode ser ganhar dinheiro, fazer uma faculdade, turbinar o inglês, “turistar”, enfim. Mais um monte de opções! Pense qual é o objetivo dessa sua temporada fora e comece a se organizar para isso.

aviao-decolando

Comece pesquisando sobre os países e cidades que gostaria de morar. Clima, custo, receptividade e oportunidades do local devem ser colocados na balança. Se você é uma pessoa que detesta frio, não vai gostar de viver na Escócia por muito tempo, por exemplo 😉 Escolha umas três ou quatro cidades e pesquise sobre elas: veja fotos, vídeos, depoimentos, participe de grupos de discussão na internet, informe-se! Assim você vai ter material suficiente para entender melhor cada lugar e fazer a escolha que mais combinar com seus objetivos (e couber no seu bolso!).

Descubra como são as oportunidades de empregos, de estudo, se exige visto de trabalho/estudante. Existem várias agências especializadas no assunto, como a CI, STB e Austrália Go. Cada uma tem um foco, então vale conhecer algumas e ver se o que elas oferecem se encaixa com o que você procura.

Como esse é um assunto MUITO longo, vamos quebrá-lo em vários posts para podermos nos aprofundar mais!

Bjos!!