Monthly Archives: May 2014

Dicas de Londres 3 – Abadia de Westminster e St. Paul’s Cathedral

Dando sequência ao nosso roteiro de 4 dias em Londres, o 3º dia ficou todinho somente para a Abadia de Westminster e a St. Paul’s Cathedral.

Se você está meio perdido e quer ver 8 passos para montar seu próprio roteiro para Londres, clique nesse link. Para ver dicas sobre o dia 1 (Hyde Park, troca da guarda, London Eye e passeio de barco pelo Tâmisa), clique aqui. E para saber mais sobre o dia 2 (Museu de Cera Madame Tussauds, Oxford Street e musical), clique aqui!

Logo de manhã, a fila para comprar os ingressos para entrar na Abadia de Westminster estava gigante, enorme, infindável. Mas como a possibilidade de não entrar estava descartada para mim, enfrentamos cerca de 1 hora de fila mesmo assim (ui, rimou!). O ingresso custou cerca de 22 libras por pessoa – um tanto quanto caro, mas totalmente justificável. Todas as atrações e pontos importantes lá dentro são numerados e você pode ouvir a história e explicação de cada um por meio de um áudio-guia que eles entregam logo na entrada, basta pedir (tem disponível em várias línguas, mas o Português é só o de Portugal mesmo… Mas dá para entender perfeitamente!).

Abadia de Westminster 1

Abadia de Westminster 2

 

Abadia de Westminster 3

Prepare-se para gastar metade do seu dia na Abadia. Aquela imponência toda que vemos de fora se reflete em um interior GIGANTESCO. Tem realmente muita coisa para ver! Minha dica é olhar tudo com calma, ouvir as explicações do áudio-guia, entender o que cada uma daqueles túmulos, estátuas e peças significam. É impressionante o que aquele lugar guarda de História, meu Deus! De longe, foi uma das coisas que eu mais gostei de fazer em Londres!

De lá, seguimos de metrô para a St. Paul’s Cathedral. Ela fica embrenhada em meio a prédios comerciais e avenidas super movimentadas, que contrasta com o ar antigo e imponente da catedral. O ingresso na bilheteria custa cerca de 16 libras, mas vi pelo site que dá para comprar online também. Apesar de ser bem menor do que a Abadia (o que não quer dizer muita coisa, porque dificilmente alguma coisa vai ser maio que ela!), não se iluda porque leva algumas horas para conhecer tudo com calma.

St. Paul's Cathedral

PS: não tenho muitas fotos da Catedral. Como eu disse, ela fica no meio de muitos prédio comercias e avenidas movimentadas, então não dá ângulo suficiente porque ela é muito grande! E no interior, obviamente, fotos não são permitidas.

Não deixe de descer até a cripta. Lá tem túmulos e homenagens aos ingleses mortos de diversas guerras. É bem “O Código Da Vinci” feelings, sabe? Imperdível! Olhe cada túmulo com calma e leia todas as inscrições (meio mórbido falar isso! Hahaha mas esse é o intuito no passeio!). Tem muuuuita História também!

Após conhecer toda a parte de baixo, suba até o Domo. São muitos degraus. Centenas. Vários mesmo. E cansa. Muito! Mas para quem tem algum tipo de dificuldade física, tem elevador (claro, acessibilidade sempre bombando na Inglaterra). Ao redor do domo, na parte interna mesmo, tem lugar para sentar e ouvir a parede sussurrar. É bem estranho, mas divertido! Vale demais a visita! Não deixe de ir peloamor!

Dica: tem um restaurante dentro da Catedral, na cripta. É uma boa opção para almoçar ou tomar um cafézinho!

Depois dessa overdose de Igrejas, o dia acabou e voltamos para o hotel, exaustas. Fica bem cansativo e sobrecarregado fazer esses dois passeios no mesmo dia. Evite se puder. A gente passa muito tempo em pé e andando pra lá e pra cá, fora o sobe e desce das escadarias da St. Paul’s. Acho que o melhor roteiro é realmente fazer a London Eye + passeio de barco no Tâmisa + Abadia de Westminster no mesmo dia. Fica muito mais equilibrado – e mais perto! 😉

Londres Mapa3

Sugestão de como chegar:

– A Abadia de Westminster, como mostrei nesse post aqui, fica pertinho do Big Ben e Parlamento, praticamente no mesmo quarteirão. Sendo assim, se for aproveitar para conhecer todos eles no mesmo dia, vale desce na estação Westminster (dã!). É só atravessar a rua e pronto, chegou.

– A St. Paul’s Cathedral fica bem próxima à estação St. Pau’l. Pra vocês verem como é fácil andar intuitivamente pela cidade, né? Não precisa ser muito gênio para adivinhar qual a estação mais perto de cada atração… É quase sempre o mesmo nome! hehehe Apesar de não ser muito longe, é um rolezinho ir da abadia até a Catedral, já que a primeira fica na linha verde e, a segunda, na vermelha, então precisa fazer baldeação.

Bjos!!

 

*Fotos: arquivo pessoal

O que fazer em Ilhabela em um fim de semana

Pensa só você, que decidiu passar o fim de semana em Ilhabela. Chegou na sexta-feira à noite e vai embora no Domingo à tardezinha. Bacana, tudo lindo, tudo maravilhoso. Mas e aí? O que fazer em Ilhabela? Como curtir o melhor da Ilha em tão pouco tempo?

Esse post aqui é um guia prático com duas sugestões de roteiro para um final de semana em Ilhabela. Ideias de passeios, praias e restaurantes para você aproveitar a Ilha da melhor maneira possível!

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O que fazer em Ilhabela - SextaPara abrir o fim de semana com chave de ouro, se você tiver tempo, vá jantar na orla do Perequê assim que chegar na Ilha. Tem dois restaurantes que eu super recomendo para quem não quer muita badalação ou muvuca. Um deles é o Famiglia Manzoli, famosíssimo pelo seu gigantesco bife à parmegiana. Lá é mais tradicional, luz amena, decoração rústica, de frente para a praia. E está sempre muito bem movimentado. O preço é justo, mas a comida é de excelente qualidade. Super recomendo!

Minha outra sugestão é a Creperia N’areia, bem na orla da praia. Não tem nada melhor na face da Terra (#exageros!) do que os crepes deles. Ultra recheados, divinos! Tem vários sabores de crepes doces e salgados, além de açaí, creme de frutas e sucos dos mais diferentes. Tudo muito delicioso! Vale demais ir lá! Eles também tem uma unidade na Vila, centro da cidade, mas o ambiente é diferente e acho que isso acaba alterando a “experiência” como um todo. Fortes recomendações para o do Perequê!

O que fazer em Ilhabela - Restaurantes

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O que fazer em Ilhabela - Sugestão 1

Sábado

Se você quiser passar um dia de pernas pro ar, mas adicionar uma pitadinha de aventura no seu final de semana, então faça o passeio de jipe para a Praia de Castelhanos. Ela fica do outro lado da Ilhabela, virada para o mar aberto. Para chegar lá, só de barco ou por uma estrada de terra bem roots.

Apesar de muita gente ir com o próprio carro, o mais bacana é fazer esse passeio de jipe mesmo. Dá uma graça a mais, sabe? Mesmo porque, dependendo da época do ano, a estrada pode estar cheia de buracos, lama e ser bem escorregadia, então é melhor deixar o carro em segurança e ir de jipe. Muitas empresas fazem esses serviço, e eu recomendo a Terra e Mar, que fica na praia do Perequê. Uma outra alternativa muito procurada para quem curte, é fazer o trajeto à pé.  Mas é bom se informar antes sobre as condições de segurança da estrada antes de se jogar na radicalidade, ok? 😉

O que fazer em Ilhabela - Praia dos Castelhanos

Para jantar

Já se você gosta de ver gente, movimento, olhar vitrines, vá para a Vila. É o centro histórico da cidade e muito charmoso! Tudo com cara de cidade antiga, sabe? Lembra um pouco Paraty. Tem restaurantes com todos os tipos de comida: hambúrguer, frutos do mar, japonês, massa, comida caseira, etc. Tem muita sorveteria também.  E uma mini feirinha de rua. E lojinhas, vendendo desde roupas de marca até artesanato local. É um passeio muito gostoso!

Um dos lugares que mais gosto da Vila é a pizzaria que fica no píer principal da Ilha (onde param os cruzeiros). As mesas ficam num deck sobre o mar e a gente come olhando as luzes de São Sebastião lá na frente. É uma delícia! 🙂

Domingo

Para descansar e recarregar as baterias para a semana que vai começar, passe o dia todo na Praia do Curral.

Localizada na estrada que fica à direita da balsa, é uma das praia mais lindas e com melhor infra-estrutura da Ilha. Com nem tanta sorte assim, dá até pra ver tartaruga marinha nadando por ali! Tem restaurantes com mesas, cadeiras, estacionamento, ducha e banheiros, estrutura completa para passar o dia. Quem gosta de uma atividade aquática, pode até alugar umas pranchas de Stand-up Paddle.

O que fazer em Ilhabela - Praia do Curral

A praia é relativamente pequena, mas super movimentada. Então, chegue cedo, viu? Nos finais de semana de muito sol ou feriados, a praia lota e fica difícil encontrar uma mesa vaga ou um espacinho na areia pra montar seu acampamento! hehehe E não se iluda com a faixa de areia livre que fica entre o mar e as mesas dos restaurantes, aparentemente um excelente lugar para se instalar, porque depois do almoço a maré começa a subir e você vai ter que sair de lá! rsrsrs

Posso dar uma dica na hora de ir embora? Evite sair da Ilha no fim da tarde, é o pior horário para enfrentar a fila da balsa!! 😉

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O que fazer em Ilhabela - Sugestão 2

Sábado

Se você é do tipo que gosta de fazer coisas novas e sempre procura uma emoção extra a cada viagem, que tal começar o dia fazendo um batismo de mergulho? Afinal, a Ilha é um dos melhores pontos de mergulho do Estado de São Paulo. Porque não aproveitar a oportunidade, então? O batismo, geralmente, é feito na Ilha da Cabras, que tem as condições ideais para esse tipo de atividade: profundidade, visibilidade, segurança, vida marinha. Para isso, eu indico a Narwhal , que tem sede em São Paulo e também fica na praia do Perequê, onde você recebe todas as instruções e informações necessárias para realizar o seu primeiro mergulho no mar. Um instrutor certificado da empresa mergulha com você e te auxilia o tempo todo, é muito tranquilo. Dura em média meia hora e é uma experiencia incrível! Vale muito à pena!

Já que a base na Narwhal fica no Perequê, sugiro voltar do batismo e almoçar na Creperia N’areia, caso você não tenha ido na sexta-feira, ou, se preferir uma comidinha mais leve e saudável, basta atravessar a rua e ir no por quilo Cura. Ambos são do mesmo dono, ou seja, a comida é boa com certeza!  O restaurante é super movimentado e tem várias opções, como massas montadas na hora, carnes, frutos do mar, buffet de saladas, sobremesa e etc.

O que fazer em Ilhabela - Ilha das Cabras

Aproveite para passar o resto do dia na praia do Perequê, que é mais tranquila, e, de quebra, você pode alugar um caiaque ou uma prancha de Stand-up Paddle no fim da tarde. O mar dessa praia é lisinho feito um tapete!

Para jantar

E se depois de tudo isso, você ainda tiver pique, sugiro uma ida à Vila de noite para comer alguma coisa ou, simplesmente, passear. Garanto que você vai voltar para o hotel com sensação de dever cumprido e desmaiar na cama! 🙂

Domingo

Depois de uma overdose de água salgada no dia anterior, sugiro um belo banho de cachoeira pro Domingo! Existem várias pela Ilha toda, mas as mais famosas são as da Água Branca e da Toca. A primeira é, na verdade, um conjunto de 5 cachoeiras espalhadas por uma trilha. Você deixa o carro na entrada dela e vai percorrendo o caminho à pé, seguindo as placas. É uma trilha leve, bem ok de fazer. O barato dela é, justamente, poder curtir várias cachoeiras em um único passeio.

Já a Cachoeira da Toca é famosa pelo seu “toboágua natural”. Sim, uma pedra enorme e lisa se transforma em um belo de um escorregador! Ao contrário do que parece, é bem seguro (dentro do que pode ser seguro uma pessoa escorregar em uma pedra gigante e molhada, claro rsrs). Tem um guia que fica por ali instruindo as pessoas e uma corda fixa na pedra que ajuda quem já escorregou a subir de volta. E é v-i-c-i-a-n-t-e! Uma vez que você desce, não quer mais parar! hahaha

O que fazer em Ilhabela - Cachoeiras

Se você é daqueles que tem pique, faça as duas cachoeiras no mesmo dia. Elas ficam mais ou menos no mesmo caminho e são bem tranquilas de chegar de carro, tem várias placas indicando a direção. Mas se preferir pegar mais leve no Domingo, escolha uma delas e fique por lá. A da Toca, apesar de mais divertida, não tem muito mais pra onde ir. A da Água Branca oferece mais opções, e você pode ir de uma cachoeira para a outra sempre que quiser.

E ah, palavra-chave do dia: repelente. Passe MUITO repelente. Dependendo na época do ano, aquilo fica infestado de mosquito.

Se você terminar o dia nas cachoeiras cedo e tiver tempo, dê uma esticada até o restaurante Nova Iorqui (sim, assim mesmo). Ele fica lá no final da estrada que passa pela Praia do Curral e tem uma das vistas mais bonitas de toda a Ilhabela. O preço é bem salgado, mas a experiência é fantástica. Comida de primeira, atendimento excelente e paisagem sensacional.

 

Ufa! Que post longo! Mas não podia deixar de falar tudo isso hehehe. Ilhabela tem muitas praias e várias opções de passeios, esses foram somente alguns que eu sempre faço e recomendo para quem vai lá pela primeira vez. Acho que rola um bom mix de coisas, tanto na Sugestão 1, quanto na Sugestão 2. E claro, se preferir pegar uma coisa de cada sugestão e montar seu próprio roteiro, melhor ainda!

Bjos!

Dicas de Londres 2 – Madame Tussauds, Oxford Street e “Viva Forever”

Vamos para o segundo dia em Londres, continuando nossa série sobre como montar seu próprio roteiro para a cidade e acompanhando as dicas e sugestões com base no roteiro que eu fiz por lá! E ah, para ver como foi o primeiro dia, clique aqui!

Londres Dia 2 - Madame Tussauds

Começamos o segundo dia pelo famoso Museu de Cera Madame Tussauds. Compramos o ingresso na hora, sem filas ou espera. Estava cheio de gente, o que atrapalha um pouco na hora de tirar as fotos com os “artistas”, mas nada que prejudicasse a visita. Mas prepare-se para gastar um bom tempo lá dentro, pois o museu é ENORME. Além das estátuas de cera, também tem um cinema 3D e um passeio sobre trilhos que conta a história de Londres. Essas demais atrações estão inclusas no valor do ingresso e fica tudo dentro do museu. Vale à pena! Para mais informações, clique aqui.

Madame Tussauds 1

Madame Tussauds 2

Madame Tussauds 3

De lá, fomos andando até a Oxford Street, avenida conhecida por suas inúmeras lojas – de grife e fast fashion. É uma bela caminhada do museu até lá, mas como o propósito era conhecer a cidade, foi ótimo! Para quem curte compras, é um passeio imperdível. Gigantes como Forever 21, H&M, TopShop, Zara, GAP e muitas outras estão espalhadas por toda sua extensão. Se você realmente quiser se aprofundar e entrar em todas as lojas, pode reservar um dia inteiro, viu? E não precisa se preocupar em ter que andar quilômetros com mil sacola na mão pra voltar pra casa, pois existem várias estações de metrô ao longo do caminho, muito útil quando você está só o pó de tanto andar e louco para voltar para o hotel 😉

Chegando no hotel, entrei na internet e comprei ingressos para assistir ao musical “Viva Forever” para aquela mesma noite no London’s Piccadilly Theatre. Todinho feito com as músicas mais bombadas das Spice Girls, não queria perder essa oportunidade. Chegamos ao teatro e os ingressos estavam me esperando na recepção bonitinhos, foi só dar meu nome e pronto. É uma pena que eu não tenha mais o link que usei para comprar os ingressos, pois foi muito eficiente e funcionou normalmente com meu cartão de crédito. Outra coisa… pelo que eu sei, esse musical não está mais sendo exibido no Piccadilly Theatre, mas quem tiver interesse em saber mais, é só clicar aqui 😉

Musical1

Musical2

Sugestão de como chegar:

A estação de metrô mais próxima ao Madame Tussauds é a Baker Street, mas tem a Regent’s Park também como alternativa. Não sei porque mas a gente se perdeu para chegar ao museu. E olha que a estação é do lado! rsrs

Para chegar na Oxford Street de metrô, sugiro descer na Marble Arch, que fica logo no começo da avenida e é melhor para poder andar por ela toda. Mas você também pode descer na Bond Street, Oxford Circus ou Tottenham Court Rd, que ficam ao longo dela. No nosso caso, como eu disse, fomos à pé. Apesar de longe, é um passeio muito agradável!

O London’s Piccadilly Treatre fica em Piccadilly Circus e a estação mais próxima tem esse mesmo nome. A região é uma delícia! Mesmo se você não for ao teatro, não deixa de passear por lá de noite, é lindo demais e super movimentado! Tem uma pegada mais jovem, cultural. Cheia de gente sentada conversando ou alguém tocando alguma coisa animada na calçada. É uma outra cara de Londres. Juro, é i-m-p-e-r-d-í-v-e-l!!!

Londres Mapa2

Bjos!

Dicas de Londres 1 – London Eye, Tâmisa, Troca da Guarda, Big Ben

Continuando a série de posts com dicas de como montar um roteiro para Londres, vamos seguir com o detalhamento dos passeios dia a dia. Se você estiver planejando uma viagem de 4 dias para Londres, essas sugestões podem ser bem úteis!

Só para refrescar a memória, o roteiro final ficou assim:

Dia 1: Hyde Park, troca da guarda no Palácio de Buckingham, London Eye e passeio de barco pelo rio Tâmisa

Dia 2: Museu de Cera Madame Tussauds, Oxford Street e musical “Viva Forever”

Dia 3: Abadia de Westminster e St. Paul’s Cathedral

Dia 4: Tower of London, Harrods e feirinha de Notting Hill

Mas antes de começar, claro, parada em frente ao Big Ben pra foto! 😉

Dicas de Londres - BigBen

Agora sim! Vamos ao primeiro dia em Londres!
Londres dia1

Para chegar ao Palácio de Buckingham, descemos em umas das estações de metrô atrás do Hyde Park e cruzamos ele por dentro. Assim, já aproveitamos para conhecê-lo. O parque é GIGANTESCO e vale muito à pena reservar umas boas horas do seu dia para ficar por lá, se você tiver tempo – que não foi o nosso caso, infelizmente!

Passamos pelo Green Park e chegamos ao Palácio pela lateral. A troca da guarda acontece todos os dias às 11h (para validar os dias e horários das apresentações, clique aqui!). E lota. Muito. Por isso, é bom chegar com, pelo menos, 1 hora de antecedência para pegar um lugar bem de cara no portão. Todo o “espetáculo” dura cerca de uma hora e pouco. É bem interessante! O mais legal é ver o quanto eles preservam uma tradição tão antiga e fazem dela um cartão postal da cidade. Tem que ir!

Dicas de Londres - Palácio1

Dicas de Londres - Palácio2

Dicas de Londres - Palácio3

Obs.: o Palácio também é aberto a visitações, mas não tivemos tempo de ir. Clique aqui ara saber mais detalhes!

De lá, fomos andando até a London Eye pela avenida The Mall (linda! Vale o passeio!). Havíamos comprado os ingressos para ela e o passeio de barco juntos, que sai mais barato (shame on me, mas eu não me lembro do preço! Deve ter sido algo em torno de 30 libras por pessoa). A volta na roda-gigante é simplesmente s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l. Indescritível. As cabines por dentro são incríveis, super amplas e totalmente fechadas. Quem tem medo de roda-gigante (como minha mãe! rsrs) pode ficar tranqüilo, pois é super seguro e nem dá a sensação de que estamos em movimento!

Dicas de Londres - London Eye 1

Dicas de Londres - London Eye 2

passeio de barco pelo Tâmisa estava agendado para as 14h. Sim, tem horário marcado porque é muita gente, né? Assim fica organizado e ninguém corre o risco de perder a viagem ou ficar horas na fila. A área de embarque é bem pertinho da entrada da London Eye, então eu recomendo já fazer os dois no mesmo dia, um após o outro. Assim, evita ficar indo e vindo. O barco é super seguro e limpo. Dá para sentar no andar de cima e ter uma vista privilegiada de Londres. Só de lá dá para ver o Parlamento tão de pertinho…. Maravilhoso! Ah, tem um guia que vai explicando as atrações por um microfone. É bem divertido e instrutivo, dá para aprender bastante sobre a cidade!

Dicas de Londres - Tâmisa 1

Dicas de Londres - Tâmisa 2

Sugestão de como chegar:

– O Palácio é cercado por 4 estações próximas: Hyde Park Corner, Victoria, St. James Park e Green Park. Se você gosta de caminhar por belas paisagens, desça na Hide Park Corner e ande até o Palácio por dentro do Green Park. É lindo e super arborizado!!

– Big BenParlamento e Abadia de Westminster : todos eles ficam praticamente no mesmo quarteirão, um do lado do outro. Desça na estação Westminster e você sairá de frente para o Big Ben. Não tem erro!

– London Eye: a estação mais perto é a Waterloo, mas se quiser aproveitar a caminhada para tirar muitas fotos, sugiro descer na estação Westminster mesmo. Cruze a ponte sobre o Tâmisa e você terá as melhores vistas de Londres. E as fotos mais bonitas!

Dicas de Londres - Mapa 1Para fechar o dia, nossa ideia era fazer o passeio pela Abadia de Westminster, MAS, chegando lá, demos de cara com o portão fechado e uma placa com horários e dias de visitação. Pois é, falha minha. Não imaginei que lá pudesse ter dias e horários específicos e não me preocupei em me informar sobre isso. Então, que sirva de alerta! Fiquem atentos aos horários de funcionamento de todas as atrações! Segue aqui um link com todas as informações necessárias sobre a Abadia.

Nisso, já era fim de tarde e resolvemos voltar para o hotel. A Abadia ficou para o 3º dia!

Arraial do Cabo: Dia 4 – As Prainhas

E não teria programa melhor do que ficar moscando em uma das praias mais lindas do Brasil no 4º e último dia em Arraial do Cabo. Uma excelente maneira de recarregar as baterias para encarar 9 horas de estrada para voltar pra casa no dia seguinte, né? Eu havia descido nas Prainhas em uma das paradas do passeio de barco que fizemos no segundo dia e, na hora, decidi que voltaria para aproveitar a praia com mais tempo!

O acesso

Se não for de barco, tem que ser de carro. Até arrisco a dizer que, com MUITA coragem e preparo físico, dá para ir à pé, mas não creio que seja a melhor alternativa porque é realmente bem longe. Lembra quando falei do Pontal do Atalaia aqui? Então, o caminho é o mesmo. Nos fundos da Praia dos Anjos, siga as placas para o Pontal. A entrada dele é como se fosse uma portaria, é só passar por ela e ir reto. E sobe. Sobe bem. Mais um pouco ainda…

Pronto, no meio do caminho, antes de chegar no mirante, vai ter uma placa indicando as Prainhas para a esquerda. É só seguir. Você vai cair em uma estrada de terra que contorna a montanha de cima e dá para ter uma vista linda da Praia dos Anjos lá embaixo. E vai embora. Pode ir! Em algum ponto no meio da estradinha, tem umas pessoas uniformizadas cobrando a entrada (R$10 por veículo) e dando algumas explicações. É só continuar, sempre mantendo a direita e, lá no início da escadaria que desce para As Prainhas, vai ter alguém, também uniformizado, indicando o lugar para estacionar. Aí, é só encostar o carro no canto da estrada, pegas as tralhas e descer a tal escada! Mas antes, um foto, pelamor!

As Prainhas

A infra-estrutura

A escada que dá acesso às Prainhas é muito boa. Degraus amplos e espaçosos, nada muito íngreme. Dá a impressão de ser bem nova – ou, no mínimo, muito bem cuidada. Dá para ir com crianças ou idosos tranquilamente, é bem seguro. Chegando lá, logo ao pé da escada, tem umas duas barraquinhas com comida e aluguel de cadeiras e guarda-sóis. São os únicos que tem autorização para ficar por ali. Aluguei duas cadeira e um guarda-sol por R$15 para passar o dia todo, sem obrigação de consumir na barraca – o que foi ótimo, porque tinha minhas tranqueirinhas na bolsa 🙂

Dá para ficar lá o dia inteiro, numa boa. A vida toda, se quiser! hehe A única coisa é que, como a praia é cercada por montanhas, assim que o Sol começa a baixar um pouquinho, já faz sombra na areia e, como fomos no Outono, bate aquele ventinho frio. Mas no verão isso não deve ser um problema! 🙂

As Prainhas escada e sombraSugestão para depois

Saí de lá com o Sol já querendo baixar e, como já estava no meio do caminho para o Pontal do Atalaia, resolvi parar lá para assistir ao pôr-do-sol de novo! Super recomendo emendar esses dois passeios, viu? Ambos são lindos de morrer e já fica tudo no mesmo caminho.

por-do-sol Pontal do AtalaiaO jantar

Para evitar pegar estrada em plena volta de feriado para ir jantar em Cabo Frio, decidi ficar por Arraial mesmo. Fui até a pracinha que comentei aqui para ir no mesmo restaurante da primeira noite, o St. Tropez. Contudo, porém, entretanto, todavia, chegando lá dei com a cara na porta. hehehe. Great! Como eu disse, Arraial não tem muitas opções noturnas. Ou melhor, não tem praticamente nenhuma. Voltei para o hotel e pedi sugestões aos donos da pousada. Eles falaram de uma pizzaria chamada Shan’s, que é bem famosinha e ficava em uma das principais ruas da cidade. Peguei o carro e fui até lá. Estava aberta, ainda bem!! Deu para comer bem, e por um preço bem justo. 🙂

O gasto

Entrada nas Prainhas: R$10

Aluguel de cadeiras e guarda-sol: R$15

Pizzaria Shan’s: R$40

Gasto total do Dia 4: R$65 (foi o dia mais econômico de todos! hehehe)

*Fotos: arquivo pessoal

É isso! Esse foi o resumo da viagem para Arraial do Cabo e região! Clique nos links a seguir para saber mais detalhes e dicas sobre: geral da cidade e pousada, Praia do Forno, passeio de barco, Pontal do Atalaia e o passeio de escuna em Búzios + Praia da Ferradura!!

Deixem nos comentários se gostaram desse tipo de post??

Obrigada!! 😉

 

Dica: como elaborar um roteiro de viagem para Londres

Não é novidade para ninguém que Londres é uma cidade enorme, cheia de história e infinitos pontos turísticos para conhecer, certo?Por isso, recebo muitas dúvidas sobre como montar um roteiro de viagem para Londres. Questões como quantos dias ficar na cidade, atrações imperdíveis, melhor época do ano para ir e etc são muito comuns para quem está planejando uma viagem para a terra da Rainha! Eu mesma fiquei doidinha tentando definir quantos dias ficaria por lá e o que eu deveria priorizar. Ah sim, isso é básico: priorize. Não tem como conhecer tudo de uma vez!

Pensei muito em como organizar esse post para ajudar quem está planejando uma viagem para Londres e não sabe nem por onde começar! Mas não queria chegar aqui com um roteiro programado, fechado, amarrado. Um “faça isso e pronto”. Acho que não é muito legal. Afinal, o que é interessante para mim, pode não ser para você. Fora que cada um tem um ritmo de viagem, seus gostos, preferências e prioridades. Sendo assim, escolhi a maneira que acredito que mais ser útil, de verdade, para quem precisa.

Acho que a grande questão é equilibrar o número de dias necessários para conhecer tudo o que a gente quer, mas que seja compatível com a nossa disponibilidade. Certo? Sendo assim, listei os 8 passos que segui para elaborar o melhor roteiro para mim e chegar à conclusão do número de dias ideal. Também coloquei como ficou o meu roteiro final, o que eu fiz lá na prática.

Vamos ver?

Passo-a-passo roteiro Londres

Essa planilha do “passo 8” foi muito importante. Consultei elas todos os dias durante a viagem para ver se o que eu tinha planejado para aquele dia poderia mesmo ser realizado. Afinal, nada como estar no dia-a-dia da cidade para se familiarizar com o transporte, cultura, horários e entender como as coias funcionam. Tanto que tive que reorganizar meu cronograma duas vezes lá porque, ao chegar na atração que estava programada para aquele dia, dei de cara com o portão fechado. Isso eu conto aqui!.

Por isso, é fundamental se informar. Bastante. Quanto mais, melhor. Leia, pesquise, converse, pergunte, investigue, anote. Ouça mais de uma opinião. Leia mais de um blog. Veja mais de um relato. Verifique todos os horários das principais atrações, dias de abertura ao público, restrições, exceções. 

E, ah, dica de ouro: não esqueça de considerar a época do ano que você vai viajar. Na Europa, o calendário de visitação da maioria das atrações varia muito de acordo com a estação do ano. Os melhores meses para ir à Londres são entre Maio e Outubro, já que na primavera/verão tudo funciona até mais tarde e quase todos os dias. No inverno, como escurece no fim da tarde, muita coisa não abre o fecha cedo. Não se esqueça de verificar isso!!

Segue abaixo como ficou o meu roteiro final:

Roteiro LondresParece pouca coisa por dia, né? Mas não é! heheh Eu gostei muito desse cronograma, acho que deu para equilibrar bem as coisas e vi quase tudo o que queria, mas talvez fizesse algumas alterações, como explico nesse post aqui.

Espero que tenha ajudado! Qualquer dúvida, deixem nos comentários!!

Bjos 😉

Arraial do Cabo: Dia 3 – Passeio em Búzios

No terceiro dia em Arraial do Cabo, decidi dar uma esticadinha em Búzios, que fica a cerca de 1 hora de carro. Eu já conhecia o centrinho da cidade por ter parado lá de navio duas vezes, mas queria ter mais tempo e ir para outras praias. A ideia era fazer um passeio de escuna para ter uma visão geral e, depois, escolher alguma praia para ficar o resto do dia. Cheguei lá por volta das 10h da manhã e fui para a região da Rua das Pedras, a mais badaladinha e perto do píer. Andando pela rua da praia, logo já encontrei uma loja chamada Buziana que vendia pacotes de escuna. A próxima saída seria em meia hora e o passeio tinha duração de 2h30, o que se encaixava perfeitamente nos planos!

Já no píer, informaram que deveria ir para a pracinha ali perto para dar o nome na lista. Tipo assim, as lojinhas vendem os lugares nas escunas de maneira terceirizada e meio que descontrolada. Se você não colocar o nome nessa lista, corre o risco de não poder embarcar porque está lotado, pois eles dão preferência para quem tem o nome na tal lista. Um tanto quanto estranho, mas deu tudo certo.

Passeio de escuna Buzios

Por ser feriado, a escuna nem estava tããão abarrotada, mas tinha bastante gente. Dei o azar de sentar bem na proa do barco que, justamente por proporcionar uma vista linda do passeio, é onde todo o mundo quer ir. Também tinha um fotógrafo que ficava tirando fotos de todo o mundo o tempo todo para vender depois. E, adivinha qual era o lugar que ele escolhia como background? A proa! Deu para imaginar a movimentação que ficou por ali, né? Além disso, a âncora ficava bem do nosso lado, ou seja, a cada parada tinha que levantar para os marinheiros soltarem e recolherem a âncora. Confesso que não foi uma escolha muito inteligente, deu uma certa “irritância“. hahahaha. Se puder, evite a proa do barco. Sempre!

O roteiro incluía 3 paradas onde podíamos entrar na água, mas sem nadar até a praia. As paisagens são lindas, a cor da água é maravilhosa e as praias são bem “natureza” mesmo. Muito bonito! Foi bacana fazer esse passeio porque proporcionou um panorama legal de  Búzios e tals, mas não é algo que eu faria de novo. Achei muito cheio, muito barulho, música muito alta, muita aglomeração. Além de não poder descer nas praias, que é a parte mais legal desse tipo de rolê. Mas enfim, pode ser uma boa opção dependendo do seu objetivo!

O passeio teminou às 13h30. Olhei o mapa para ver por onde tínhamos passado e definir para qual praia iria na sequencia. Eu havia lido boa referências da praia Azeda, mas acabamos passando por ela no passeio, então descartei essa opção. Do lado oposto ao que estávamos no mapa, achamos a praia da Ferradura, que eu também havia lido excelentes recomendações. Pronto, destino definido! E 10 minutos de carro, cheguei!

Praia da Ferradura - Buzios

Que praia linda! Que paisagem! Que água! Maravilhosooooo! E o melhor: tinha aluguel de prancha de Stand-up Paddle. Uhuuu!! Mas antes de fazer qualquer coisa, estendi a canga na areia e fiquei admirando aquele lugar enquanto comia um lanchinho básico (as always!). Juro, dá pra ficar lá o dia inteiro só olhando… MAS, como já estava de tarde e o Sol logo logo iria embora, tratei de alugar a prancha e sair remando!

A praia tem a forma de ferradura mesmo (por isso o nome, dã!), uma coisa meio em U. Ela é toda fechada e, lá na frente, tem uma abertura para o mar. Esse formato faz com que o mar se pareça uma piscina, lisinho e sem ondas. Perfeito para fazer SUP! Remei até a saída para o mar aberto, onde tem uma ilhota de pedras que só dá pra ver dali. Sentei na prancha no meio do mar e fiquei ali olhando, ora para a praia atrás da gente, ora para o marzão à frente. Gente, vale MUITO a pena fazer isso. É um silêncio, uma paz!

Com certeza, passar a tarde na praia da Ferradura fazendo Stand-up salvou o dia. Foi uma experiência incrível que quero repetir. Mas acho que, mesmo quando a gente se mete em uns passeios meio micados, alguma coisa sempre acaba sendo válida. Sempre tem algo bacana, algo que a gente aprende. Ou, no mínimo, pode gerar boas risadas depois! Tem que ir de mente aberta e desencanado! Assim, tudo fica legal!

No final da tarde, voltei para Arraial e fui jantar em Cabo Frio novamente 🙂 E assim acabou esse dia maravilhoso!!

 

Gastos do dia 3:

Passeio de escuna: R$60

Aluguel das pranchas de Stand-up: R$100

Jantar: R$96

Total Dia 3: R$256

 

*Fotos: arquivo pessoal

UPDATE: Veja os outros posts sobre Arraial do Cabo!

Geral sobre a cidade

Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 – Passeio de barco e Pontal do Atalaia

Dia 4 – As Prainhas

 

Arraial do Cabo: Continuação Dia 2 – Pontal do Atalaia

Já contei aqui como foi o passeio de barco no nosso segundo dia em Arraial do Cabo, mas ficou faltando falar como, por incrível que pareça, o dia ficou ainda mais incrível. Nas várias recomendações de passeios que vi sobre Arraial, uma das que SEMPRE surgia era assistir ao pôr-do-sol no Pontal do Atalaia. Ok, dica dada, dica anotada. Como sabíamos que o passeio de barco terminava cedo, tipo umas 3h ou 3h30 da tarde, combinamos de seguir direto para o Atalaia assim que desembarcássemos.

Fomos andando do píer até nossa Pousada, pegamos o carro e fomos. Na verdade, até rola ir à pé (opção que é, inclusive, sempre nossa preferência), mas é uma subida longa e puxada…. não sei se compensaria o esforço e o tempo que demoraria para chegar. Mas isso é uma questão de gosto e de perfil, né? Eu adoraria fazer isso se tivesse mais tempo para conhecer o restante das coisas, e como não era o caso, fomos de carro mesmo.

O acesso

A cidade, apesar de pequena, tem milhares de ruas e todas elas sem nenhuma ordem muito lógica de existência. Tipo, fazer um simples retorno pode te levar pra China! Não basta querer fazer um quadrado, e pronto, porque ele simplesmente não existe. hahaha  Sendo assim, nos perdemos um pouco, mas nada que algumas perguntinhas para pessoas na rua não resolvesse o problema.

A entrada ficava uns quarteirões atrás da nossa Pousada, na Praia dos Anjos. Você passa meio que por uma guarita e vai enfrente. É só subir. Sempre. Toda a vida. Vai ter uma ou outra saída para alguma praia, mas você ignora. Continua reto e subindo. Quando não der mais pra ir enfrente, significa que você chegou. Aí, é só encostar o carro, descer e esperar o sol querer baixar 🙂

A vista

No caminho você já vai tendo um aperitivo do que vai encontrar lá em cima. Mas quando chega no topo… PARA TUDO! Que lugar incrível!!! Que visual! Mesmo se não tiver tempo ou paciência para esperar o pôr-do-sol, vá lá só para admirar a paisagem: mar aberto, o verde da montanha se estendendo abaixo da gente, o horizonte delineado pelo contorno de mais montanhas lá na frente, e o Sol reinando absoluto, divando!

Pontal do Atalaia - oposto

Nessa época do ano que fomos (início de Maio), o Sol se baixava completamente por volta de umas 17h20. O bacana é que chegamos lá cerca de um hora antes, então pudemos ficar assistindo todos os momentos sem pressa, além de ter pouquíssima gente. Conforme o tempo foi passando, a galera começou a chegar. Até o jipe de passeio turístico pára por lá, então, para quem estiver interessado, pode ser uma opção! Dá uma olhada na diferença de iluminação. Parece até que o ambiente se transforma!

Pontal do Atalaia - parte1

Pontal do Atalaia - parte2

Fala sério se não é imperdível?! Para deixar tudo mais delicioso ainda (literalmente), estendemos minha canga no chão, sentamos e comemos nosso lanchinho olhando aquele espetáculo acontecer. Gordices até para ver o pôs-do-sol!! =P Depois de lá fomos para a Pousada tomar banho e fomos jantar em Cabo Frio novamente. Voltamos no mesmo lugar restaurante do dia anterior (que eu falei aqui!) porque fiquei babando no Camarão ao Catupiry deles… Aí sabe como é né? Não quis nem saber de outra opções e me acabeeeeei de comer!! Fechamos a noite com chave de ouro!

O Gasto (para o casal)

Passeio de barco: R$100

Jantar: R$98

Comprinhas e churros na feirinha de Cabo Frio: R$20

Gasto total do Dia 2: R$218

Vale muito a pena fazer os dois passeios no mesmo dia. Dá super tempo e não fica nada cansativo! Não deixe de ir!!!!

Bjos!

*Fotos: arquivo pessoal

UPDATE: Veja os outros posts sobre Arraial do Cabo!

Geral sobre a cidade

Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 – Passeio de barco

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas

Arraial do Cabo: Dia 2 – Passeio de Barco e Pontal do Atalaia

Depois de passar o dia anterior só no bem bom na Praia do Forno (como eu contei aqui) e o céu amanhecer lindo e ensolarado, decidimos que o segundo dia em Arraial do Cabo seria perfeito para fazer o passeio de barco, atividade que tanto li nas recomendações de outras pessoas.

Tanto no hotel, quanto na internet, fomos avisados de que existem mil empresas que realizam esse passeio e ficam como urubus em cima da gente oferecendo seus pacotes enquanto passamos pela orla da Praia dos Anjos. Dito e feito. O problema é que, além desse assédio encher um pouco o saco, a maioria daquelas empresas não são regulamentadas e, se der algo errado, depois não temos com quem reclamar. Muitas também cobram um valor muito abaixo do praticado pelo mercado, que é de R$50 por pessoa. Tem até uma placa na praia falando sobre isso, avisando do preço e dizendo para tomar cuidado. Então, fica a dica, tá? É melhor pagar um pouquinho mais mas ter certeza de que estamos em boas mãos. Fora que, muitas dessas empresas não regulamentadas, acabam não cumprindo o roteiro que prometem na hora da venda. Melhor evitar!

A empresa

Eu tinha lido boas referências sobre a Cavalo Marinho Turismo Náutico na internet e depois, a recepcionista da pousada me confirmou que era uma das melhores mesmo. Ela fica numa viela que dá acesso ao píer, bem perto da entrada da trilha para a Praia do Forno. Facinho, facinho de chegar. Fomos atendidos pelo dono, que foi super atencioso, nos explicou sobre essa questão das empresas não regulamentadas e nos mostrou o roteiro e as paradas do barco em um grande mapa colado na parede. O passeio começava às 11h da manhã e durava cerca de 3h. Tinha água e refrigerante à vontade. O custo? R$50 por pessoa + R$2 de taxa (que se paga separado). É meio salgado, mas o custo x benefício compensa – e muito!

Assim como a maioria dos barcos que vimos fazendo esse passeio, o da Cavalo Marinho também era pequeno, tinha cerca de 15 pessoas à bordo. Perfeito! Cada um no seu canto, sem muvuca nem gente passando por cima das suas coisas pra tirar foto (como aconteceu em Búzios!). A maior parte do trajeto é feito em águas fechadas, então é super seguro. E olha, se não tivessem as paradas nas praias, já valeria a pena só pela paisagem maravilhosa que vemos durante a navegação.

O barco

As paradas

As paradas nas praias duram meia hora, tempo suficiente para entrar na água, tirar foto, tomar sol, conhecer o local. Nenhuma delas são muito grandes, então é possível andar por toda a sua extensão numa boa. O barco para bem pertinho da areia (onde dá pé!), abaixa a escadinha e pronto, descemos com água no joelho. Tinha senhoras e uma criancinha junto com a gente, que conseguiram descer tranquilamente.

Praia do Farol

Reserva da marinha, não pode descer com comida, bebida, cigarros ou qualquer outra coisa que possa ser deixada lá. Também não podem ficar lá mais de 200 pessoas por vez. E só se chega de barco. Por todo esse cuidado é que ela é uma das praias mais limpas do Brasil! Dica: vá andando para longe de onde os barcos param para sair da galera. Nós andamos até o canto direito da praia e só tinha a gente! Parecia exclusivo, uma delícia!!

Ilha do FarolFenda de Nossa Senhora da Assumção e Gruta Azul

Depois de quase querer virar pescador e morar na Praia do Farol pra sempre, seguimos com nosso passeio. Passamos em frente à Fenda de Nossa Senhora, onde a estátua dela parece ter sido encontrada no fundo do mar e colocada ali, depois. Diz a lenda que, o casal que se beija enfrente à ela, nunca mais se separa. E aí? Vai encarar? hahaha

Um pouco mais à frente fica a Gruta Azul. A cor da água faz juz ao nome. Nunca vi um azul igual aquele, juro! O barco ficou parado ali uns 5 minutos para a galera entrar no mar. Mas tem ser no pulo e sem pensar muito, porque é ridiculamente GELADA. Mais do que todas as outras praias. Juntas. Mas estávamos lá, né? Tem que entrar!!

Fenda e Gruta Azul

As Prainhas

De acordo com o moço que aluga cadeiras e guarda-sol, As Prainhas são a 4ª praia mais bonita do Brasil. Alguém confirma? Fica ali pertinho da Praia do Farol. O nome é no plural porque, quando a maré enche, acaba dividindo ela em duas. Mas ó, tem que falar o nome certo, porque no centro da cidade existe a Prainha, no singular. Cuidado para não confundir e ir parar no lugar errado! =P

Bom, sobre ela eu vou contar mais detalhes no post do Dia 4, porque foi lá que resolvemos passar o Domingo todo. Recarregar as energias para enfrentar 9 horas de estrada no dia seguinte. Mas já adianto que é maravilhosa de gostosa! E sim, dá para chegar lá de carro. o/  Um aperitivo:

As Prainhas1Restaurante Flutuante

A última parada já é quase chegando no píer de volta. Na entrada da Praia do Forno (pelo mar), fica um restaurante flutuante onde, além de comer (dã!), você pode nadar na parte de trás dele. Nós já tínhamos optado em seguir o mesmo esquema de todos os outros dias: comer tranqueira e lanchinho durante o dia e fazer um senhor jantar de noite. Sendo assim, não pedimos nada lá.

Mas posso falar? Não curti, acho que não compensa muito. Primeiro porque o tempo de parada é relativamente curto, 40 minutos, considerando que pode demorar um pouco até encontrar uma mesa, escolher o prato, pedir, ele chegar, você comer e pagar. Acaba tendo que ser meio rápido. E comer assim é chato, né? Além disso, a maioria dos barcos de Arraial fazem o mesmíssimo trajeto, então, toda a hora fica entrando e saindo gente do restaurante. É muito muvucado! O atendimento também não é dos melhores… O tempo todo em que ficamos ali, ninguém veio ver se precisávamos de alguma coisa… Mas, pelo menos tem banheiro!

Restaurante Flutuante

E assim terminou o nosso passeio!

A conclusão

Eu super indico, sem a menor sombra de dúvida, tanto o passeio em si quanto a Cavalo Marinho. Não volte de Arraial sem fazer esse passeio! Jamais! hehe As paisagens são de tirar o fôlego, a cor da água muda a cada metro, as praias são lindíssimas! É inesquecível!!! E outra, o passeio termina cedo, tipo umas 3h da tarde, então dá tempo de fazer outras coisas no mesmo dia.

Recomendo fortemente fechar o dia assistindo ao pôr-do-sol no Pontal do Atalaia – que foi o que fizemos e eu conto como foi no próximo post, porque esse aqui já está GIGANTE!

Bjos!!!

*Fotos: arquivo pessoal

 

UPDATE: Veja os outros posts sobre Arraial do Cabo!

Geral sobre a cidade

Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 (Continuação) – Pontal do Atalaia

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas

Nosso primeiro dia em Arraial do Cabo começou com uma mudança de planos. A princípio, iríamos fazer o passeio de barco que foi super bem recomendado e é daqueles programas tem-que-ir, sabe? Entretanto, como o dia amanheceu meio nublado, preferimos deixar o passeio para um dia mais ensolarado e decidimos passar o dia todo na Praia do Forno. Tinha lido boas recomendações sobre ela, então pronto! Mudamos o roteiro e lá fomos nós.

O Acesso

A Praia do Forno fica escondida no meio de umas montanhas e só dá para chegar lá de barco ou à pé, por meio de uma trilha que sai do centrinho da cidade. Como estávamos hospedados perto da Praia dos Anjos, fomos andando até lá. É só seguir pela orla e você encontra placas indicando a entrada da trilha, além de um ponto de informações turísticas, para qualquer dúvida!

A trilha

A trilha é bem tranquila, chão de pedra e degraus demarcados. Rola uma boa subida, mas qualquer cansaço vai embora quando chegamos em um pequeno mirante no topo do caminho, de onde podemos ver a praia lá embaixo. Acho que uma imagem vale mais do que mil palavras, não? Olha só:

Praia do Forno

 

Mirante

Sonho de visual, né? Dá vontade de ficar o dia todo ali em cima, só olhando!

A água

A praia é uma delícia e, pelo menos naquele dia, estava super tranquila. Mas não se iludam com essa água limpa e cristalina, viu? rsrs O que ela tem de transparente, também tem de gelada. MUITO GELADA. A Região dos Lagos recebe uma corrente marítima que vem da Antártida, fazendo com que as águas sejam frias em qualquer época do ano. Mas posso falar? Isso não atrapalha em nada! É só sair correndo e se jogar! rsrs

O mar

A Infra-estrutura

Por ser um local de preservação, a estrutura é a mínima necessária que um turista precisa: tem 3 ou 4 quiosques na praia toda, com opções de comidinhas, porções, bebidas e, claro, banheiros. Mas aí tem um ponto…  rsrs… Como não tem encanamento de água nem de esgoto nenhum deles tem pia ou descarga. Existe um barril de água dentro de cada banheiro com um baldinho dentro. Após fazer suas… hum, necessidades, tem que pegar água com esse baldinho e jogar no vaso sanitário. Essa é a descarga! hahaha Bem roots! Mas acho que está certo, pois ajuda a preservar a natureza 😉

A Segurança

Claro que estamos no Brasil e não podemos dar bobeira em lugar nenhum, mas achei a praia bem sossegada e segura. Como o acesso por terra é feito por um único local, fica mais difícil alguém roubar alguma coisa e sair correndo depois, né? Talvez em um dia com muita gente deve ser necessário ter mais atenção com os pertences, mas nós não observamos nada de estranho e ficamos bem tranquilos! Alguém teve alguma experiência diferente dessa pra contar?

O jantar

À noite, resolvemos ir jantar em Cabo Frio, pois vimos que não teríamos muitas opções em Arraial. Depois de nos perder por pura burrice no centro da cidade, encontramos o tal do Boulevard do Canal, que tinha vários restaurantes com mesas na calçada. Adoro! Escolhemos um chamado Restaurante do Zé por causa da picanha que vimos na mesa da pessoas… HAHAHA… Até cogitamos outras opções, mas aquele cheirinho de churrasco não saiu da cabeça e resolvemos ficar por ali mesmo!

O prato era muito saboroso e bem servido para duas pessoas, sem aquele exagero típico de restaurante de praia onde dá pra comer um batalhão e sobra um monte de comida.

Restaurante do Zé

O Gasto

Um dia antes de viajar, fui no mercado e comprei, além de uma sacola térmica, várias comidinhas simples, como salgadinhos, chá gelado, garrafas de água, bolacha recheada, pão integral, frios e mais umas besteirinhas. Algumas dessas coisas eu não costumo comer no dia-a-dia, mas são práticas para levar em viagens, podem ser facilmente conservadas e ajudam a economizar uma graninha! O quarto do hotel tinha geladeira, então facilitou ainda mais a manter os frios conservados! Somando tudo o que comprei no mercado, incluindo protetor solar, gastei R$200, e as coisas duraram até o fim da viagem. Score! o/

Como estávamos munidos de um arsenal de comida, não compramos nada durante o dia na praia e gastamos apenas para jantar. O saldo do dia foi esse:

Restaurante do Zé: R$88,00

Sobremesa: R$8,00

Total de Gasto Dia 1: R$133,00

É isso! Esse foi o resumo do nosso primeiro dia em Arraial do Cabo!!

See you 🙂

*Fotos: arquivo pessoal

 

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Geral sobre a cidade

Dia 2 – Passeio de barco e Pontal do Atalaia

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas

Arraial do Cabo: Dia 1 – Praia do Forno