Monthly Archives: July 2014

Dicas para curtir os parques de Orlando


Se você vai para Orlando pela primeira vez e está procurando algumas dicas para aproveitar melhor sua experiência nos parques, continua lendo esse post. São detalhes simples e, aparentemente básicos, mas que podem fazer a diferença 😉 Dicas para curtir melhor os parques de Orlando:

Parques de Orlando - Parques

 

– Use calçado confortável

E por confortável eu quero dizer que tenha um bom amortecimento. Sério. Se você for do tipo “uhuuuuuu vamos curtir o dia como se não houvesse amanhããã!!!”, seus pés vão doer. Bastante. Tanto que você não vai conseguir andar no final do dia. Sendo assim, apele para um tênis confortável e com um bom amortecedor para minimizar os efeitos de um dia i-n-t-e-i-r-o em pé quando chegar no hotel.

PS.: Juro que essa a é a dica mais valiosa que alguém poderia ter me dado quando fui pra lá 😉

– Para economizar: compre comida no mercado Se você não quiser gastar dinheiro com almoço e jantar dentro ou fora dos parques, uma boa dica é passar em qualquer Walgreens ou Walmart e fazer umas comprinhas: pão, frios, bolachas, salgadinhos, achocolatado pronto, suco de caixinha. É tudo muito barato e você pode comprar tudo o que vai precisar para fazer seu café da manhã (caso não esteja incluso na diária do seu hotel), lanchinhos da tarde e uma refeição. Sem dúvida, vai sair MUITO mais barato do que ficar comendo fora todos os dias.

Mas claro, não deixe de comprar um pote enorme de sorvete ou comer uma tradicional turkey leg dentro dos parques de Orlando. Afinal, a experiência gastronômica também faz parte do passeio.

– Chegue cedo nos parques

Para aproveitar o dia, especialmente se você for no verão (época que a cidade mais lota), chegue cedo nos parques de Orlando. Assim você consegue curtir uma parte dos brinquedos antes de começar a encher de gente. E de esquentar demais.

– Reserve um dia para cada parque

Tem muita gente que diz que dá para conhecer dois parques da Disney em um dia só – principalmente os que preferem gastar os outros dias em outlets. Ok, pode até dar, mas com certeza você não vai aproveitar tuuuudo da melhor maneira. O barato dos parques é você poder andar sem pressa, curtir cada atração, cada personagem que perambula pelas ruas, repetir brinquedo, parar para descansar, comer com calma. Se o seu intuito é curtir MESMO a Disney, faça um parque por dia.

Para você conhecer todos os principais parques de Orlando, vai precisar de, no mínimo, 8 dias. São eles: Magic Kingdom, Animal Kingdom, Hollywood Studios e Epcot (Disney); Universal Studios e Islands of Adventure (Universal);  Sea World e Busch Gardens (que fica em Tampa, cidade próxima a Orlando).

Dica de ouro: Colocar um dia de compras entre os parques é uma boa ideia para dar uma variada. Além disso, para dar uma quebrada na correria e no cansaço, intercale os parques da Disney e Universal com o Sea World. Esse é um parque muito mais tranquilo, que tem vários espetáculos e lugares para sentar, por isso acaba sendo menos cansativo.

– Prepare-se para o dia do Magic Kingdom

Não tem como ir ao Magic Kingdom e não assistir ao tão famoso show de luzes e fogos no castelo da Cinderela. Entretanto, como o espetáculo só acontece perto do horário de fechamento do parque, por volta das 21h ou 22h (consulte aqui os horários) e você passou o dia todo andando, sem dúvida vai estar só o pó.

Dependendo de com quem você estiver viajando (crianças, idosos ou deficientes, por exemplo), talvez seja uma boa ideia chegar mais tarde no parque para aguentar ficar até o fim do show – que é imperdível. Mas caso você tenha pique e queira curtir todos os minutos do seu dia no Magic Kingdom, prepare as pernas, o pé e as costas, porque você vai cansar. Muito. Independe do que você escolher fazer (chegar mais tarde ou não), tente arrumar um lugar com uma boa vista do castelo assim que você perceber que as pessoas estão começando a fazer o mesmo. Assim, você garante seu lugar e pode aguardar sentado o espetáculo começar!

Parques de Orlando - Castelo

– Aprenda a usar o Fast Pass

Por mais que você vá para os parques da Disney no pico do verão, você não vai precisar se preocupar em gastar milhões de horas em filas intermináveis (alô Hopi Hari!). A maioria dos brinquedos dos parques da Disney tem um sistema chamado Fast Pass e pode te livrar de algumas filas enormes.

Quando eu fui ainda funcionava o sistema antigo, onde bastava colocar seu ingresso na máquina enfrente à entrada do brinquedo e ela te dava um papelzinho com o horário que você deveria retornar sem precisa pegar fila. Era só voltar no horário determinado, apresentar o papel e pronto. Brinquedo sem fila. Entretanto, o sistema mudou e ficou mais tecnológico (mas continua sendo de graça). Agora, o Fast Pass chama Fast Pass+.

Com o Fast Pass+, você pode reservar apenas 3 brinquedos por dia (e inclui as outras atrações também, como lugar privilegiado em espetáculos), e a reserva é feita de maneira digital, você não recebe nenhum papelzinho. Para entender melhor como funciona esse novo esquema, achei esse dois links (aqui e aqui) que explicam como ficou o Fast Pass depois da mudança. Na Universal, existe um esquema parecido, chamado Universal Express Pass (saiba mais aqui!).

Parques de Orlando - Universal Express Pass e FastPass+Na minha opinião, o custo x benefício não compensa tanto quanto o Fast Pass da Disney, já que você precisa pagar por esse tipo de ingresso (além do regular para entrar no parque) e não é disponível em todas as atrações. Você pode comprar esse passe para os dois parque da Universal (Universal Studios e Islands of Adventure) por cerca de US$40 ou somente para um deles (cerca de US$35 cada). Confesso que não utilizei esse sistema, então não sei dizer se compensa o valor pago.

O fato é que, mesmo estando nos parques em pleno verão americano, foram poucos os brinquedos que eu peguei uma fila interminável. Achei bem viável SEM o Universal Express Pass, mas acho que dependendo do dia e da sua disposição, talvez valha à pena.

– Assista a todas as atrações possíveis

Além dos vários brinquedos, os parques de Orlando tem muitos shows e apresentações na rua, especialmente na Disney. Veja o máximo deles que você puder, porque o conceito de cada um é super diferente, nunca vai ser o mesmo modelo de espetáculo. A produção, cenografia, coreografias, músicas são simplesmente incríveis. Tem um espetáculo da A Pequena Sereia chamado “Voyage of the Little Mermaid” no Hollywood Studios que é a coisa mais linda. Eu fui 3 vezes. T-R-Ê-S VEZES. É tão sensacional que eu fiquei super emocionada ao assistir (as três vezes). O show da Bela e a Fera (se não me engano, também é no Hollywood Studios) também é lindo, bem como o do Rei Leão (no Animal Kingdom), que é de tirar o fôlego, imperdível MESMO.

Parques de Orlando - Beauty and the Beast e Pequena Sereia

– Use roupas frescas no verão

A temperatura pode chegar perto dos 40ºC e posso te afirmar que Orlando fica extremamente quente. Além disso, não se esqueça que você vai ficar andando de um lado para o outro o dia todo. Por mais que você queria dar um de fashionistao look ideal acaba sendo o velho combo short + camiseta + tênis confortável. Não tem como fugir muito disso! Se quiser sair da monotonia, aposte em acessórios, chapéus e mochilas estilosas 🙂

– Use filtro solar

SIM!! E muito!!! No calor, o sol é bastante forte e ficar o dia todo debaixo dele definitivamente não vai se rum bom negócio para sua pele. E não se esqueça de levá-lo na bolsa com você para retocar durante o dia, já que o suor e eventuais brinquedos mais molhados podem diminuir a proteção.

– Leve água na mochila 

Não se esqueça desse item importantíssimo. O calor não é brincadeira e você vai precisar de hidratar o tempo todo.

Se você for com crianças…

– Alugue carrinhos para elas, mesmo que já sejam crescidinhas

Deu para perceber que eu frisei em vários pontos o fato de que você vai andar muito em todos os parques de Orlando, né? E se um adulto fica destruído ao final de um dia inteiro de parque, imagine uma criança. Fora que criança quando cansa, chora e dá trabalho. Por isso, para o seu bem e o dela, alugue um carrinho na entrada do parque e leve seu filho de maneira segura e muito menos cansativa.

– Fique de olho nelas. O tempo todo

Essa dica é bem batida e é válida para todos os pais em qualquer situação e lugar do mundo. Mas nunca é demais lembrar. Não deixe seus filhos saírem de perto nem por um segundo. Sei que estamos falando de um país de primeiro mundo (que a gente imagina que deve haver mais segurança) e do complexo de parques mais famoso do Planeta, mas não é só pela segurança em si.

Tenha em mente que, dependendo da época do ano que você for, os parques vão estar lotados de gente. E para uma criança se perder ali não precisa de muito. Afinal, são atrações coloridas, princesas falantes e guloseimas espalhadas por todos os lados. E isso já é suficiente para distrair uma criança e fazê-la sair andando sem que você perceba.

O que vi muito lá foram aquelas “mochilas” que as crianças vestem e os pais seguram por uma corda, sabe? Tipo uma coleira? Apesar de polêmico e controverso para muitas pessoas, esse é um artefato que pode ser bem útil em um lugar cheio de gente e onde se filho vai querer correr por todos os cantos.

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Se alguém tiver mais alguma dica ou recomendação, deixe nos comentários!

Bjos!

Lago Ness – Tudo sobre o passeio

Um dos passeios mais curiosos que fiz na minha viagem ao Reino Unido foi uma excursão até o famoso Lago Ness. Sim, aquele do monstro mesmo. Quando comecei minhas pesquisas sobre os países que iria percorrer e fui descobrindo lugares incríveis e que eu não poderia deixar de ver, me deparei com o tal lago. Pode parecer ignorância da minha parte (e sim, talvez seja!), mas eu não tinha a menor ideia de que o Lago Ness ficava na Escócia (!).

E nunca pensei nele como um simples lago de fato. Para mim, o nome Lago Ness estava naturalmente associado à palavra monstro. Tipo Monstro-do-Lago-Ness. rsrs

E posso falar? Foi um passeio muito legal e eu estava ansiosamente esperando para que esse dia chegasse! Não tinha muita ideia se realmente iria dar certo e se eu encontraria uma forma de conhecer o Lago, sabendo que eu tinha apenas 3 dias em Edimburgo. E nas minhas pesquisas, não encontrei muitos lugares que dessem informações mais concretas sobre o lugar e com chegar lá. Mas não podia perder a oportunidade de jeito nenhum! Afinal, não é todo dia que estamos na Escócia, né?

Por isso escrevi esse post, para ajudar quem está planejando uma viagem pela região e gostaria de conhecer o Lago Ness. Ou apenas para quem tem curiosidade sobre o assunto mesmo!

Lago Ness - Monstros

O Lago Ness: obviamente, você não vai dar de cara com nenhum monstro. Mas os britânicos de maneira geral sabem aproveitar muito bem cada oportunidade e cada lugarzinho para transformá-lo em atração turística (e com isso, ganhar muito dinheiro). Eles fazem muita questão de conservar a lenda do monstro, pois isso gera curiosidade. E curiosidade gera turista! Se não fosse isso, como atrairiam milhares de pessoas para conhecer um lago escuro no alto das montanhas do norte da Escócia, um lugar frio e longe para caramba?!

Sendo assim, não espere ver nada fenomenal. Sem dúvida, o Lago é muito bonito e tem uma paisagem maravilhosa, mas não deixa de ser somente um lago. De qualquer maneira, eu recomendo muito fazer o passeio! Todo o trajeto até chegar no lago tem paisagens espetaculares que parecem ter sido tiradas de filmes. É l-i-n-d-o. Maravilhoso. Deslumbrante! Fora que é diferente, pois é um tipo de cenário que não temos aqui no Brasil. E não podemos perder a oportunidade de conhecer o lendário Lago, estando tão perto. É uma chance única!

Lago Ness - Barco 1

Lago Ness - Barco 2

Lago Ness - Lago 1

Lago Ness - Lago 2

Como ir: se você estiver em Edimburgo e não quiser alugar um carro, vá até o ponto de informações turísticas no centro da cidade e pergunte sobre as excursões para o Lago Ness. Prontamente eles vão te apresentar várias empresas que fazem esse passeio. Existem os passeios estilo bate-e-volta (que foi o que eu fiz), uns que duram 3 dias, 5 dias, enfim. Para quem tiver mais tempo na Escócia, talvez seja muto interessante fazer esses passeios mais longos, já que a região das Highlands (em tradução livre: terras altas, e onde fica localizado o Lago) é extraordinariamente linda.

Em relação às excursões bate-e-volta, são apenas alguns detalhes que diferenciam uma empresa da outra: umas tem áudio-guia em Português, outras não; umas fazem paradas em certos lugares, outras em outros; em umas, o ônibus pega você no hotel, em outras, você tem que ir até a agência. Essas coisas, nada muito diferente!

Escolha a que melhor se adequa às suas necessidades. Como estava com a minha mãe, eu escolhi a empresa que fornecia áudio-guia (chamada Highland Explorer Tours). Em compensação, tínhamos que ir até a porta da agência para pegar o ônibus (ele não passava nos hotéis), mas como era bem perto ali do centro e já havíamos aprendido o caminho, não tivemos problema nenhum.

Lago Ness - Ônibus

Lago Ness - Áudio-guia

Quanto tempo dura: cerca de 11 ou 12 horas. Só para ir são umas 5 horas, aí temos mais umas 2 horas no Lago e mais umas 4 ou 5 horas para voltar. Nosso ônibus saiu umas 8h da manhã e retornamos quase 19h da noite. Portanto, não agende mais nenhum compromisso para esse dia. 

Quanto custa: o passeio de barco custou cerca de 12 libras por pessoa. A excursão em si, algo em torno de 40 libras (se não me falha a memória!).

O que levar: leve uma mochila com água e comida. Por mais que eles deem uma lanchinho para cada um, não se esqueça que o passeio dura o dia todo, e mesmo estando frio é importante se manter hidratado.

Também leve blusa! E cachecol. E luvas. E mais blusa. Gente, é ABSURDAMENTE FRIO naquele lugar. E olha que eu fui para lá no fim de Junho, início do verão europeu, hein? E foi um dos dias que mais passei frio na vida! No passeio de barco principalmente. Juro: agasalhe-se muito bem!

Como funciona o passeio: o motorista vai explicando várias curiosidades sobre a Escócia, a região e o Lago durante o percurso e faz algumas paradas estratégicas em pontos lindos para tirar foto e em uma loja de produtos tipicamente escoceses, que dá para ir ao banheiro também. Essa loja é uma graça, vende cobertores, cachecóis, blusas e afins feitos de lã escocesa e vários outros souvenirs.

Antes de chegar no Lago, eles oferecem lanche e fruta, inclusos no pacote.

Lago Ness - Paisagem 1

Lago Ness - Paisagem 3

Lago Ness - Paisagem 2

Chegando ao Lago, quem optou pelo passeio de barco que foi oferecido e pago no ônibus durante o caminho, já se direciona para a plataforma de embarque. É tudo muito bem organizado e feito no tempo previsto. O passeio deve ter durado no máximo um hora, se não me engano, e tem um guia que vai explicando as curiosidades do lago (em inglês). O barco é bem seguro e preparado para receber turistas. Fomos sentadas na parte de cima, que é aberta e dá para ver melhor (mas é muito mais frio também). A parte de baixo é fechada e tem um bar onde é possível comprar bebidas e ir ao banheiro.

Na volta, paramos em uma cidadezinha muito fofa que fica nas Highlands para ir ao banheiro, comer alguma coisa e dar uma volta. Vale à pena, é uma cidade muito fofa!

Lago Ness - Volta_______________

É isso! Espero que tenham gostado e ajudado um pouco!

Bjs!!

 

+ Mais sobre o Reino Unido:

– Stonehenge, clique aqui.

– Dicas de roteiro em Londres, clique aqui.

– Castelo de Windsor, clique aqui

– Stratford-upon-Avon, Cotswolds, clique aqui!

* Fotos: arquivo pessoal

11 dicas para enfrentar o aeroporto

Viajar é sempre uma delícia: escolher o destino, fazer as malas, conhecer lugares diferentes, tirar mil fotos incríveis (e postar todas elas no Instagram!). Mas se tem uma coisa chata no meio disso tudo é o trâmite embarque-desembarque: Fazer check-in, passar pela imigração, pegar as malas, mostrar passaporte, passar horas espremido em uma cadeira nada confortável de uma avião, esperar mais horas ainda para fazer uma conexão.

Além de chato e cansativo, o momento do aeroporto pode te trazer uma bela dor de cabeça se você não tomar alguns cuidados. Pensando nisso, separamos aqui 11 dicas para enfrentar o aeroporto numa boa e ter uma viagem tranquila do começo ao fim.

Vamos à elas!

– Faça o check-in assim que chegar ao aeroporto, antes de mais nada

Deixe para ir ao banheiro, tomar um café, olhar revistas para depois. O principal é garantir o seu assento no avião e despachar sua bagagem para não ter mais que se preocupar com ela. Ficar andando pelo aeroporto cheio de malas chama atenção de pessoas “má intencionadas”, por assim dizer.

Dicas para enfrentar o aeroporto - Bagagem de Mão

– Use um calçado fácil de tirar e colocar

Você nunca sabe quando vão pedir para você tirar o sapato para passar no raio-x. Calçados complicados demais vão te fazer perder muito tempo e você pode se atrapalhar.

– Tenha seu passaporte, passagens e cartões de embarque sempre à mão

O que não significa que você tenha que andar segurando eles, muito pelo contrário. Essas coisas são as mais importantes enquanto você está dentro de um aeroporto. Se perder qualquer uma delas, vai ter uma grande dor de cabeça. Por isso, elas devem ficar seguras mas fáceis de alcançar, já que você precisará mostrá-las o tempo todo.

– Não use bolsas ou mochilas difíceis de abrir/fechar

Pelo motivo descrito no item anterior, você precisará pegar seu passaporte e cartão de embarque várias vezes a partir do momento que você chega no aeroporto até desembarcar no próximo. Além disso, você pode ser solicitado a abrir a bolsa ou ter que tirar tablet/celular para passar no raio-x. Pense em ser o mais prático possível nessas horas!

– Preste atenção na sua bagagem de mão

Fique de olho quando estiver na sala de embarque ou for no banheiro. NUNCA deixe sua bagagem de mão sozinha ou peça para alguém tomar conta. Não tem essa de “vou ali e já volto”. Numa dessas, alguém pode colocar algo suspeito nas suas coisas e te causar um belo de um problema.

Também tente levar coisas na sua bagagem de mão que você não precisará ficar pegando durante seu voo. Abrir e fechar a mala, tirar e colocar do maleiro são coisas que podem chamar a atenção dos outros ou fazer com que você perca algum objeto.

Dicas para enfrentar o aeroporto - Etiquetas

– Identifique sua mala

Na hora de retirar sua mala da esteira rolante, é muito mais fácil e rápido se ela tiver alguma identificação. Uma fita colorida, uma etiqueta diferente ou até uma mala com cor mais chamativa. Dessa forma, evita-se confusão com a bagagem de outras pessoas também.

Ter algum tipo de identificação como nome, telefone e endereço ajuda muito caso sua mala extravie. Vale uma etiqueta colada, um crachá pendurado, qualquer coisa.

– Não aceite ajuda de estranhos

Hahaha essa dica parece àquelas que damos às crianças, né? Mas é bem isso. Tem gente se oferece para levar suas malas ou tomar conta enquanto você compra um cafezinho. Até aí, super inocente. O problema é que esse é um golpe muito utilizado onde essa “pessoa bacana e prestativa” coloca droga na sua mala, por exemplo. Por isso, fique sempre atento e não deixe ninguém mexer nas suas coisas.

– Leve sempre uma blusa extra com você

Por mais que você esteja indo para o deserto do Saara, não pense em viajar como se já estivesse no clima. Os aviões são super gelados e você vai se arrepender se não levar uma boa blusa com você.

– Em voos longos, levante a cada duas ou três horas

Dê uma volta no avião, vá ao banheiro, alongue-se. É muito importante andar de tempos em tempos, principalmente em voos muito longos. Ficar muitas horas seguidas sentado pode trazer dor muscular, dor nas costas, inchaço e até trombose. O mesmo vale para ir ao banheiro, que às vezes dá uma certa preguiça, eu sei, mas horas demais com a bexiga cheia pode causar infecção urinária. E ninguém quer isso quando estamos viajando, né?

Dicas para enfrentar o aeroporto - Necessaire

– Cuidado com líquidos e objetos cortantes na sua bagagem de mão

Ok, todo mundo sabe que não é permitido entrar no avião com nenhum objeto cortante ou mais de 100 ml de qualquer líquido por recipiente. Sendo assim, dificilmente alguém vai levar uma faca ou uma garrafa de Coca-Cola (eu espero). O problema são as coisas pequenas que a gente tem e nem se dá conta: pasta de dente, vidro de esmalte, perfume, base facial, creme facial, alicate de unha, canivete suíço, tesourinha. Dependendo da rigidez do país em relação à isso, você vai ter que deixar essas coisas pra traz.

– Não surte no primeiro free-shop que encontrar

Evite comprar mil coisas no free-shop de ida. Pense que você ainda terá vários dias de viagem pela frente e outros free-shops pelo caminho para poder se esbaldar. Comprar um monte de coisas logo no começo só vai encher ainda mais sua bagagem de mão e pode te trazer algum transtorno para entrar no avião.

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Espero que tenham gostado! São simples dicas para enfrentar o aeroporto  que podem ajudar muito a evitar problemas e desconfortos na sua sua viagem 😉

Bjos!

 

 

Trilhas em Monte Verde – Tudo sobre

As famosas trilhas em Monte Verde. Continuando o assunto do post anterior, vamos agora fazer um guia prático sobre as várias trilhas da cidade: dicas, recomendações gerais e detalhamento uma a uma. As trilhas são as atrações mais buscadas para se fazer na cidade, e continue lendo o post que você vai entender porque 🙂

Monte Verde tem 5 trilhas diferentes, cada uma com uma particularidade e um nível de dificuldade. Vou abordar as questões gerais e depois falar sobre cada uma delas, ok? Vamos lá!

Trilhas em Monte Verde - MapaComo chegar: o acesso às trilhas é feito por duas estradas de terra, ambas saindo da rua principal da cidade (Av. Monte Verde). Você verá placas indicando os nomes das trilhas. É só seguir:

Rua Mantiqueira (esquina com um Banco do Bradesco) e que dá acesso às trilhas do Chapéu do Bispo, Platô e Pico do Selado.
Avenida das Montanhas (próxima direita depois do Banco do Bradesco, um quarteirão depois da Rua Mantiqueira) que leva às trilhas Chapéu de Bispo (também), Pedra Redonda e Pedra Partida.

Como funciona: você vai ter que deixar o carro na entrada das trilhas. Na primeira existe estacionamento (R$10 o dia), mas a maioria deixa o carro na rua mesmo, sem problemas. Ambas também tem banheiro, mas a estrutura da segunda é melhor. Tem um restaurante super fofo!

Trilhas em Monte Verde - Entrada TrilhasQuanto custa: entrada gratuita para todas elas.

O que levar: é imprescindível levar uma mochila com água e comida. Apesar do frio, as caminhadas são longas e é importante se manter sempre hidratado. A partir do momento que você entra nas trilhas, não existe nenhum ponto onde possa comprar alguma coisa e, muito menos, banheiro. Por isso, prepare-se antes de começar. Além disso, pode acontecer de alguém se perder demorar mais que o previsto para voltar, por isso é muito importante ter água e comida suficientes.

Como medida de segurança, nunca é demais levar uma lanterna para o caso de você ainda estar na trilha quando escurecer.

Relógio. Pode parecer besteira mas é sempre bom monitorar a hora para evitar ficar escuro. Ah, é máquina fotográfica, claro! As paisagens são de tirar o fôlego!

Vestimenta indicada: tênis e roupa confortável. Leve pelo menos mais uma blusa com você, já que no alto das montanhas é extremamente frio. Também sugiro ir de calça comprida mesmo que esteja calor, já que as trilhas são fechadas e a gente acaba se raspando nas folhas e galhos o tempo todo. Além disso, sempre existe a chance de escorregar e cair, por isso estar com as pernas protegidas é uma boa ideia 🙂

Dica de ouro: não deixe para começar as trilhas em Monte Verde à tarde. Você pode se perder, ficar andando em círculos ou, simplesmente, não ver o tempo passar e acabar escurecendo no meio do caminho.

Dica de ouro 2: alongue-se antes de depois de fazer as trilhas. Isso fará muita diferença, acredite.

Quantas trilhas fazer no mesmo dia: olha, isso vai muito do seu preparo e condicionamento físico. Sem dúvida, as trilhas da Pedra Redonda e Pedra Partida podem ser feitas juntas, mesmo porque parte do caminho é o mesmo. Apesar de não ter feito a trilha do Chapéu de Bispo, acredito que dê para incluí-la nesse dia também, já que o nível de dificuldade dela é considerado fácil.

Trilhas em Monte Verde - Entrada Trilhas 2As trilhas do Platô e Pico do Selado tem que ser feitas juntas, já que, para chegar no Pico, você acaba passando no Platô de qualquer forma.

Se você está pensando em fazer todas as trilhas no mesmo dia, esquece hehehe. No mapa dá para ver que a Pedra Partida fica bem longe do Pico do Selado, e isso tomaria um dia inteiro. Além disso, duas trilhas juntas já é bastante cansativo, pois muitos trechos são subidas, descidas (que podem cansar tanto quanto as subidas), tem degraus, precisa se pendurar e escalar pedras.

Trilhas em Monte Verde - Entrada Trilhas 3Sugestão de roteiro: se você tiver apenas um final de semana para ficar em Monte Verde e quiser conhecer todas as trilhas e fazer a Megatirolesa (falei dela no post anterior! Clica aqui!), sugiro fazer o seguinte:

– Dia 1: Megatirolesa de manhã e depois as trilhas das Pedras Redonda, Pedra Partida e Chapéu de Bispo (se der).
– Dia 2: Platô e Pico do Selado. Você vai ficar m-o-í-d-o depois dessa maratona!

Vamos agora às trilhas de fato. Vou classificar o nível de dificuldade de acordo com a minha percepção, porque às vezes eu discordei do que eles colocaram na placa! rs Mas não é nada técnico nem científico, ok? hehe

Pedra Redonda

Nível de dificuldade: fácil

Te todas as trilhas em Monte Verde, essa é a mais tranquila. Tem um pouco de lama no começo, mas nada de mais. Existem uns trechos de subida que é preciso parar para respirar (lembra do que falei sobre o ar rarefeito no post anterior?). Na parte final tem degraus de madeira e corrimão, o que ajuda bastante.

Deixe para descansar e comer alguma coisa quando chegar lá em cima. A Pedra é enorme e você pode ficar um tempão sentado lá (se você aguentar o frio…).

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 1

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 2

Monte Verde - Pedra Redonda 3

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 4

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 5

Pedra Partida

Nível de dificuldade: cansativa!

Nessa trilha não existe nenhum degrau de madeira ou corrimão para ajudar, mas boa parte dela é tranquila. Entretanto, existem alguns trechos com degraus altos de terra onde só cabe um pé por vez, e às vezes é preciso se apoiar em alguma árvore próxima para conseguir subir. A perna cansa bem! Além disso, muitos desses trechos são de barro mole, o que dificulta um pouco e aumenta as chances de cair de bunda no chão rsrs. E claro, tudo o que sobe, desce. E descer não é, necessariamente, mais fácil.

Ao chegar no topo, é preciso “escalar” a tal da Pedra Partida. Contornando pela esquerda dela é mais fácil, apesar de não parecer! Ela não é muito grande, então não cabe tanta gente lá em cima de uma vez. Para descer, vá pelo mesmo caminho que você subiu e desça abaixado que fica melhor.

Para voltar, fique de olho em alguns pontos de referência. Nós demos umas três voltas no mesmo lugar porque erramos uma entrada e acabamos subindo de volta hahahaha. Em um determinado ponto, tem dois panos vermelho e branco pendurados em uma árvore. Marque bem essa imagem, já que os panos estarão à sua esquerda quando você estiver subindo. Sendo assim, eles devem estar à sua direita na volta (dãr). Em um dado momento, após passarmos por eles à nossa direita, passamos novamente por eles à nossa esquerda tempos depois, ou seja, estávamos subindo de novo! hahaha

Como já era fim de tarde quando estávamos voltando, já não tinha mais ninguém subindo a trilha e acabamos ficando sem referencia nenhuma, já que encontrar alguém no sentido contrário te dá mais certeza de que você está no caminho certo. Por isso, não deixe para entrar na trilha depois do meio da tarde.

Achei essa trilha MUITO LEGAL, mas bem cansativa. O sobe e desce é intenso e as pernas (e os joelhos) precisam estar preparadas!!

Trilhas em Monte Verde - Pedra Partida 1

Trilhas em Monte Verde - Pedra Partida 2

Trilhas em Monte Verde - Pedra Partida 3

Platô

Nível de dificuldade: cansativa, mas fácil

Na verdade, apenas o trecho inicial da trilha é cansativo, mas de uma maneira mais intensa rsrs. O começo dela todo tem degrau (e não os de madeira, os naturais, de terra mesmo) e agente não para de subir um minuto. Exige bastante, mas não é difícil, apenas precisa parar para respirar de vez em quando.

O Platô em si é uma pedra gigantesca e dá para ficar por ali um tempão. Ande por tudo e tire fotos de todos os ângulos!

Trilhas em Monte Verde - Platô 1

Trilhas em Monte Verde - Platô 2

Trilhas em Monte Verde - Platô 4

Trilhas em Monte Verde - Platô 3

Pico do Selado

Nível de dificuldade: fácil, mas chocante surpreendente no final

A maioria das pessoas não faz essa trilha, por ser a que tem a maior altitude (2.080 m), mais longa (são uns 40 minutos até chegar no Platô e mais 1 hora até o Pico) e uma pedra dificílima de escalar no final.

A entrada para essa trilha fica meio escondida e nós não a encontramos fácil. É preciso descer a pedra do Platô, cruzar uns matos e aí você acha uma placa velha indicando a direção do Pico do Selado. Mas como existem duas trilhas que chegam ao Platô (uma vinda da entrada principal da Rua Mantiqueira (que foi a que fizemos), e outra vinda do Chapéu de Bispo, acabamos pegando a errada e tivemos que voltar. Para quem vir da trilha da entrada principal, ao chegar no Platô, tem que seguir à direita para chegar na trilha do Pico. Se for pra esquerda, vai sair na trilha do Chapéu de Bispo.

Apesar de ser considerada de nível difícil e ser longa, a trilha em si é bem simples. Ela é plana boa parte do tempo e mais pro final começam a rolar umas subidas. Nos últimos 15 ou 20 minutos, a cada 5 você sai em uma pedra diferente com vista para toda a Serra da Mantiqueira. Vale à pena parar um pouquinho para admirar.

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 1

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 2A grande surpresa se encontra no final (e é por isso que ela é classificada como “difícil”, deduzo eu!). No topo do pico, existem duas grandes pedras uma ao lado da outra (ou será uma gigante rachada no meio? Quem sabe…) e o barato é subir nelas e assinar um livro que está preso lá em cima. Aí é que está o grande desafio: é MUUUITO difícil fazer isso.

Na pedra principal (a que tem o livro), existe uma corda fixa que serve para fazer a escalada. Sem ela, NÃO TEM COMO subir. O problema é que continua sendo bem difícil mesmo assim, e a maioria das pessoas que encontramos por lá não conseguiu subir nem mesmo com a ajuda da corda.

Como estava uma certa fila para usar essa corda e o pessoal não estava tendo muito sucesso na empreitada, decidimos tentar pela outra pedra. Aí moram mais dois problemas: Apesar de menos íngreme do que a primeira, ela não tem muito apoio que ajude a escalar, o que torna a missão praticamente impossível. Depois de um tempo tentando, cheguei em um ponto que não conseguia mais nem subir, nem descer, pois qualquer passo em falso e eu me quebrava inteira (mesmo). Tive que me apoiar de costas, fazer uns malabarismos e ser puxada pela mão de um amigo que já estava lá em cima. E olha, foi tenso, viu? Comecei a rir de desespero quando cheguei lá em cima. Quase nem acreditei que consegui!

Mas pensa que acabou por aí? Nããããão! Já que eu estava lá em cima, tinha que assinar o tal do livro, né? O problema é que o livro fica na pedra principal (a que tem a corda), e para chegar nela, o único jeito era pular uma fenda de 1 metro de largura que separa uma pedra da outra. E essa fenda dava no… abismo! É, rapaz… E o pavor medo de cair?

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 3

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 4

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 5

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 6Mas aí eu já não tinha muita opção. Não tinha como eu descer daquela pedra em que estava porque era MUITO íngreme, e a única forma era tentar descer pela corda que estava na outra pedra ou chamar os bombeiros. HAHAHA No fim das contas, me jogaram a corda da outra pedra para eu segurar e me dar mais segurança. Não pensei muito e pulei! Ufa! Cheguei viva do outro lado aeee! Aí foi a minha segunda risada de desespero. No tempo em que ficamos lá em cima, somente um casal e outro cara conseguiram assinar o livro. E nós! Uhu!!

Descer pela corda também foi uma aventura, já que foi praticamente um rapel a 2.080 m de altura. A parte final é a mais difícil, pois a inclinação é de quase 90º. Mas deu certo!

Voltei o caminho todo tremendo de adrenalina e pensando na doideira que foi aquilo. Mas posso falar? Foi INCRÍVEL e, definitivamente, faria tudo de novo!

Depois de dois dias andando em trilhas, sem dúvida nenhuma você vai estar todo quebrado. Exige bastante dos músculos e do joelho, mas compensa demais!

 

É uma pena que as fotos não consigam mostrar a beleza e a imensidão (e a altura!) de cada uma dessas paisagense trilhas em Monte Verde, só estando lá para ter total dimensão!

E sorry pelo texto gigantesco, mas tentei dar o máximo de informações que consegui 🙂

Bjos!!

O que fazer em Monte Verde


Já que está frio e não tem muito o que fazer a esse respeito, o jeito é tentar curtir o inverno no melhor estilo, né? Aí a gente já se imagina se entupindo de fondue em um final de semana nas montanhas, usando todos aqueles gorros, luvas, cachecóis e sobretudos que não usamos o ano inteiro e tirando selfies ao lado de termômetros gigantes que marcam temperaturas baixíssimas (para o nosso parâmetro, claro).

E se, além de tudo isso, você ainda quiser dar um toque de aventura e natureza para o seu final de semana gelado, recomendo fortemente que você vá para Monte Verde, cidadezinha no sul de Minas localizada na Serra da Mantiqueira.

Monte Verde vem aumentando sua relevância dentre os destinos preferidos dos endinheirados para curtir o frio. E não é para menos, já que ela oferece tudo o que se espera de uma cidade serrana turística: bons (e caros) restaurantes, lojas de chocolate, malhas, couros e afins, variedade de hotéis e muita, mas muita natureza. Fora o clima delicioso e charmoso de cidade realmente pequena, já que tudo isso fica localizado em praticamente uma única rua.

O que fazer em Monte Verde - rua principalE já deu para perceber que agito noturno não é bem o forte da cidade, né? Quem está em busca de baladas noite a dentro, talvez se fruste um pouco. Mas existem muitos restaurantes com pegada meio bar. Muitos deles tem mesas externas, música ao vivo e muita comida e bebida. No fim da tarde, vá caminhando pela rua principal e escolha um deles para sentar e tomar uma cerveja importada. É a hora de maior movimento do dia no inverno, e um jeito delicioso de passar o tempo!

O que fazer em Monte Verde - Bar

O que fazer em Monte Verde - Cerveja

O que fazer em Monte Verde

– Megatirolesa

O nome não é exagero. É uma MEGA tirolesa mesmo, pois tem 450 m para ir e 475 m para voltar a uma altura de quase 70 m. O passeio é rápido, mas é muito divertido! A gente passa no meio das árvores e por cima do vale que liga uma montanha na outra. SENSACIONAL! Essa tirolesa fica em um lugar chamado Circuito Fazenda Radical, onde é possível alugar quadriciclo também, para que gosta.

Como chegar: saindo de Monte Verde sentido Camanducaia (é a mesma estrada pela qual você chegou na cidade), ande uns 5 Km e você verá placas indicando a Megatirolesa. A Fazenda Radical fica em uma saída de terra dessa estrada principal, mas é super fácil de chegar e bem sinalizado.

Quanto custa: R$65 por pessoa (sim, é caro, mas os equipamentos são bastante seguros, a equipe é bem treinada e a empresa faz uma manutenção periódica na estrutura da tirolesa).

Pode levar celular/máquina fotográfica durante o passeio? Sim. Eles te dão um saquinho que vai preso no seu capacete e fica por dentro da sua blusa. Nele, você pode colocar um celular ou máquina para tirar foto quando chegar do outro lado (nunca no caminho!). Se você tiver uma GoPro, pode levar na mão tranquilamente.

Alerta básico: entre as tirolesas de ida e volta, você precisa andar cerca de 90 metros. Não se assuste se você ficar muito ofegante durante esse percurso – não, você não está tão fora de forma assim-, é que a grande altitude da região faz o ar ficar rarefeito e, consequentemente, mais difícil para respirar, por isso a sensação de cansaço rápido. A dica é parar no caminho sempre que preciso para recuperar o ar e andar devagar, segurando no corrimão 😉

Monte Verde - Megatirolesa 1

Monte Verde - Megatirolesa 2

Monte Verde - Megatirolesa 3

Monte Verde - Megatirolesa 4

– Trilha do Pinheiro Velho

Existe uma trilha bem fácil e tranquila no meio da cidade, com 5 entradas espalhadas pelas principais ruas. É só entrar em qualquer uma delas e seguir as placas. Não exige preparo físico e nem roupa adequada, é apenas uma maneira agradável de dar uma volta e qualquer um pode fazer.

O que ver: como “atração”, existe apenas o tal do Pinheiro (que dá nome à trilha) e uma fonte de água potável.

Quanto custa: absolutamente nada.

Quanto tempo leva: uns 15 minutos, se você andar com calma.

Monte Verde - Trilha Pinheiro Velho 1

Monte Verde - Trilha Pinheiro Velho 2

Monte Verde - Trilha Pinheiro Velho 3

Monte Verde - Trilha Pinheiro Velho 4

Monte Verde - Trilha Pinheiro Velho 5

Onde comer o melhor rodízio de fondue

Acredita que eu ainda não sei o nome do restaurante? HAHAHA pois é. Mas não tem como não encontrar. Para variar, ele fica na rua principal (Avenida Monte Verde), é aberto, tem música ao vivo (que dá para ouvir de dentro da Trilha do Pinheiro Velho, by the way) e fica enfrente a um lago artificial. Não tem como errar. De verdade. É o mais badalado, movimentado. De dia e de noite.

Quanto custa: cerca de R$60 por pessoa. O rodízio inclui os fondues de carne (na chapa), queijo e chocolate e pode comer à vontade.

Dica: nas noites geladas, mesmo que você esteja quase congelando, vale à pena ficar nas mesas externas (mesmo porque tem poucas opções dentro). Tem todo um clima de cidade serrana!

O que fazer em Monte Verde - Restaurante

O que fazer em Monte Verde - Fondue

Bem na frente desse restaurante/bar fica um outro do mesmo dono, com mesas do lado de fora também. Apesar da comida ser igualmente deliciosa, ele não é tão cheio. Sendo assim, dependendo da sua vibe da noite, pode escolher entre um e outro que você não irá se arrepender.

O que fazer em Monte Verde - Termômetro__________________

As próximas dicas são relativas as várias trilhas que Monte Verde tem. Como são várias e eu tenho muita coisa pra falar, vou deixar essa parte para o próximo post, ok (leia aqui!)? Aí conto tudo e dou todas as dicas direitinho, trilha por trilha!

Bjos!!

Dica de hotel no Guarujá


Está procurando um hotel no Guarujá com um ótimo custo x benefício? Que seja perto da praia, tenha uma boa infra-estrutura, bom café da manhã, quartos limpos e amplos e um preço super justo? Então olha essa dica!

Hotel no Guarujá - Enseada

O Guarujá Flat Hotel fica na praia da Enseada em uma rua de terra, o que nos faz olhar meio torto. Mas é só entrar na recepção que essa primeira impressão muda. Primeiro porque é bem arrumadinho lá dentro. Segundo porque, das vezes em que fui, todos os recepcionistas foram muito educados, gentis e profissionais. O quarto é ótimo, grande e espaçoso, bem como o banheiro. Tem cofre, armário, TV e frigobar (vazio, somente para que você guarde alguma coisa, se levar). O único ponto negativo é que as camas de casal são, na verdade, duas de solteiro juntas. Não sei se é assim em todos os quartos, mas nos que fiquei era.

Hotel no Guarujá - HotelO café da manhã é excelente. Tem várias opções de bolos, pães doces, normais e integrais, frutas, leite, sucos, ovos mexidos, salsicha e até uma torradeira <3! Dá para comer muito bem, isso é fato! O hotel tem um estacionamento coberto, mas não para todos os quartos. Se ele estiver cheio, é preciso parar em um estacionamento “secundário”, que fica em um terreno na mesma rua, com portão e câmera de segurança. É bem tranquilo e seguro. Também tem uma piscina, que é uma ótima alternativa quando você não está afim de muvuca na praia 😉

Mas um dos pontos que mais gostei foi que os recepcionistas tentam fazer tudo o que podem para te ajudar. Por exemplo, na primeira vez que me hospedei lá eu precisava sair do hotel depois do horário do check-out. Como todos os quartos estavam reservados, eles me deixaram guardar as malas na recepção e usar o chuveiro externo (aqueles para quem volta da praia, sabe?) na hora de ir embora. Na última vez, como o quarto em que eu estava não tinha reserva para depois do horário do meu check-out, pude ficar no quarto até bem mais tarde e sair sem pressa.

Isso é uma grande vantagem, já que a maioria dos hotéis são bem rígidos quanto aos horários de entrada e saída e, muitas vezes, queremos aproveitar o último dia e não precisar ir embora quando termina a diária, né?

Hotel no Guarujá - Quarto1

Hotel no Guarujá - Quarto2

Hotel no Guarujá - Banheiro1

Hotel no Guarujá - Banheiro2Como deu para perceber, é um hotel no Guarujá bem simples mas que atende às necessidades básicas de quem quer passar um fim de semana agradável na praia. Não tem nenhum luxo, mas o básico é muito bem feito. O preço da diária, nas vezes em que fui, variou de R$120 a R$140. Bem bom né?

Bjos!!

Dica para final de semana: Extrema (MG)


Tá procurando sugestões do que fazer no próximo final de semana? Vá para Extrema, Minas Gerais. E porque Extrema? Continue lendo que você vai descobrir 🙂

O primeiro motivo é a distância. A cidade fica na beira da Rodovia Fernão Dias e a cerca de 1h30 de São Paulo. Perto demais, não? Muita gente leva esse tempo todo só para ir trabalho todos os dias (me reconheço!!). Sendo assim, não dá para reclamar que é longe ou que demora para chegar.

Extrema - MapaSegundo: apesar da cidade ser bem pequena, é MUITO bem estruturada para receber turistas. Fico tão feliz quando vejo lugares assim! Sou a maior defensora de que o Brasil deveria apostar fortemente no turismo. Mas de verdade. Fazer um negócio direito. Infra-estrutura, transporte, pontos de informação, sinalização, guias, panfletos, pessoal treinado, banheiros. Temos tanta coisa bacana, né? E isso ajuda muito as cidades a crescerem, dá emprego para as pessoas, movimenta! Enfim, acho demais!

Extrema - EntradaE realmente me surpreendi com Extrema. A cidade toda é cheia de placas indicando principais pontos e atrações turísticas. Além disso, eles tem uma Central de Informação ao Turista bem no centro da cidade, enfrente à praça. É parada obrigatória para quem acabou de chegar na cidade. A moça que nos atendeu foi super atenciosa, nos deu vários mapas e indicações de passeios.

Por fim, Extrema tem muitas opções de atividades, das mais tranquilas até as mais radicais. Quer ver?

O que fazer

Aventura

Para quem curte atividades em meio à natureza, Extrema tem opções como trekking, rapel, rafting e outras aventuras parecidas, que podem ser realizadas por meio da Radix Aventura, umas das únicas empresas desse tipo da cidade. Ela fica bem perto do Centro de Informações ao Turista, e lá você pode reservar seus passeios. O ideal é reservar com, pelo menos, um dia de antecedência, pois eles precisam verificar a disponibilidade dos guias.

Apesar da Radix ter sido bem recomendada, não cheguei a fazer nenhum passeio com eles. Já tínhamos planejado fazer as trilhas em Monte Verde (que fica a 1 hora de Extrema e as trilhas são gratuitas), e o rafting e o rapel, que gostaríamos de ter feito, não rolaram, já que o rio estava baixo demais para a prática do rafting e os equipamentos do rapel estavam em São Paulo (?).

Como mencionei, as trilhas em Monte Verde são gratuitas e não é necessária a presença de um guia, ao contrário das trilhas de Extrema. Sendo assim, se você não se importar em dirigir uma hora até Monte Verde (a estrada é bem tranquila e muito bem sinalizada, não tem erro!), vá até lá fazer as trilhas porque são DEMAIS!! Vou fazer um post específico só para falar sobre isso! É um passeio imperdível!

As Rotas

O turismo em extrema é dividido em rotas: Rota das Águas, Rotas dos Ventos, Rota do Sol e Rota das Pedras. Trem cachoeiras, montanhas, trilhas. Dependendo da época do ano, dá para fazer uma ou outra. Também no Centro de Informações ao Turista, eles podem te indicar qual a ideal para fazer no período que você estiver lá.

Fizemos um trecho da Rotas das Águas (que é um caminho alternativo para Monte Verde e é feito quase todo por uma estrada de terra) e paramos em um lugar bem famoso chamado Prainha. O lugar pertence a um restaurante e, para entrar, é preciso colocar uma pulseirinha e pagar uma taxa de R$5. Com isso, você pode usufruir da estrutura deles (que é excelente, por sinal!). Tem várias opções de pratos, porções e sucos, os banheiros são bem limpos e tem mesas e cadeiras espalhadas pelo gramado na beira do Rio Jaguari. Uma faixa de areia às margens do rio realmente lembram uma praia 🙂 Uma delícia de lugar!! Dá para ficar uma tarde inteira, se bobear!

Extrema - Prainha1

Extrema - Prainha2

Para jantar

Não deixe de ir na Pizzaria Nápoles, também próxima ao centro. As pizzas são deliciosas e o preço é bem mais em conta do que estamos acostumados a pagar em São Paulo, por exemplo. Além disso, eles fazer até três sabores em uma mesma pizza. MUITO BOM!

Se tiver pique (e recomendo que tenha, porque é sensacional), vá ate Monte Verde comer um rodízio de fondue. A cidade tem praticamente uma rua, que é a rua principal e onde caímos vindos da estrada. Lá, tem vários bares/restaurantes com mesas ao ar livre e muita comida boa! A maioria vende o rodízio de fondue (carne, queijo e chocolate), e o preço gira em torno dos R$60 por pessoa. Sim, é caro, mas compensa pela quantidade e qualidade da comida, sem dúvida!

Onde ficar

O hotel mais em conta que achei durante minhas pesquisas foi um chamado Serras de Extrema. Ele fica na própria Fernão Dias, na entrada da cidade. No mesmo espaço que fica o hotel, também tem um restaurante (daqueles típicos de parada de viagem mesmo e do mesmo dono do hotel) e um posto de gasolina. Não tem como não achar e, apesar de ser estranho à primeira vista, o hotel e muito bom!

Os quartos são amplos e bem limpos. As janelas são anti-ruído, já que tem uma fábrica vizinha do hotel que faz barulho a noite toda, mas você não ouve absolutamente nada com as janelas fechadas. Além disso, as cortinas são daquelas black-out, sabe? Ou seja, silêncio e escurinho!

O café da manhã está incluso no valor da diária e é servido do restaurante do lado, e é preciso retirar uma fichinha na recepção do hotel e apresentar na entrada do restaurante, assim eles sabem que você é hóspede. Confesso que achei o café da manhã meio fraco. Não tem tantas opções e a reposição é lenta. Vira e mexe faltam coisas. Mas tudo bem! Achei o custo benefício bom!

Extrema - Hotel 1

Extrema - Hotel 2

Extrema - Hotel 3

Dica Extra

Caso você vá para Extrema em Junho, não deixe de ir no rodeio da cidade. É muito bem organizado, tranquilo, com shows bem legais e tudo super animado. O ingresso varia de dia para dia, mas custa algo como R$40 ou R$50. Tem um estacionamento bem grande e de fácil acesso, mas dá para deixar o carro na rua e ir andando se não quiser gastar dinheiro com isso.

Nesse ano, os shows foram do Rio Negro & Solimões, Fernando & Sorocaba e Jades & Jadson e, só para confirmar a qualidade do hotel que falei, todos eles e suas bandas ficaram hospedados lá 🙂 #aiquechiqueza

Extrema - Ônibus

Gostaram da dica? Bjos!!

Fotos: divulgação e arquivo pessoal

Orlando sem carro

Será que dá para ficar em Orlando sem carro? É REALMENTE necessário alugar um? Sem dúvida, a cidade não tem nenhum impedimento para se andar de carro: ruas largas e planas, estradas sem fim muito bem sinalizadas, estacionamentos enormes nos parques, enfim. Quem optar por alugar um carro não vai ter dificuldade nenhuma, e eu não tenho absolutamente nada contra isso.

Há aqueles que sempre vão preferir essa opção, já que ter um carro traz mais liberdade, mobilidade e certas facilidades. Outros, porém, preferem evitar se for possível, talvez pela preocupação em estacionar, de causar algum acidente, não saber ou não querer dirigir durante as férias. 

Orlando sem carro - Parques 1O fato é que eu fui para Orlando e me virei muito bem sem carro. Muito bem MESMO. A única coisa que providenciei daqui foi um transfer aeroporto/hotel e hotel/aeroporto que comprei pela CVC (também comprei as passagens e os ingressos dos parques, mas não foi pacote, ok? Fui com minha irmã totalmente à parte de qualquer tipo de excursão), mas daria perfeitamente para ter pego um táxi. De resto, não tinha a menor ideia de como faria para me deslocar por lá, como faria para ir e voltar dos parques, etc.

Mas imaginei que, por ser uma cidade totalmente construída em torno do turismo, não haveria nenhum tipo de dificuldade em arrumar uma maneira de se locomover. E não, realmente não tem nenhuma dificuldade. Nenhuminha. Zero.

Orlando sem carro - Parques 2Me informei na recepção do hotel quais as alternativas que eu tinha para ir aos parques. Para ir ao Sea World, bastava pegar um ônibus (tipo um street car) na própria International Drive – uma das principais avenidas da cidade e onde estão localizados o parque e o hotel que nos hospedamos. Sem erro. Ida e volta bem sossegadas.

Dica de ouro: se não for ficar nos hotéis dentro do complexo da Disney, a International Drive é uma excelente opção. Tem de tudo por lá, desde os restaurantes badalados até parques, lojas, mercados e outlets. Hotéis, então, nem se fala! É muito prático, vale à pena principalmente se você estiver sem carro e for visitar outros parques além dos da Disney.

Orlando sem carro - Parques 4Para ir aos parque da Disney e da Universal, a opção mais confortável seria pegar um transfer. É um ônibus de viagem que vai parando em vários hotéis pegando as pessoas e deixa todo mundo no estacionamento do parque de destino. Os próprios hotéis já tem o contato das empresas que realizam esse serviço. É só falar com eles e agendar com a empresa para o dia seguinte. Você decide para qual parque quer ir e qual horário (dentro das opções que a empresa dá, tipo, 8h, 8h30, 9h, etc). Na hora combinada, é só esperar o ônibus na recepção, mostrar seu voucher e entrar. A volta é livre, você pode pegar o ônibus no horário que preferir. É só ficar atento ao último horário para não ficar pra trás!! 😉

Esse serviço, ida e volta, custa, se não me falha a memória, algo em torno de U$10 a U$20 por pessoa. Para aqueles que não gostam muito de dirigir, o custo x benefício é bem bom.

Dica de ouro 2: dentro do complexo da Disney existem algumas formas de se deslocar entre um parque e outro, como o Monorail, que liga o Magic Kingdom ao Epcot. Usamos essa opção uma vez e é fantástico! A tecnologia do trem e das estações é impressionante, vale muito o passeio!

Orlando sem carro - Parques 3No penúltimo dia na cidade, fomos no Orlando Premium Outlet, que também fica na International Drive, e pegamos o mesmo tipo de ônibus que fomos para o Sea World, mas para o sentido contrário. Descemos quase enfrente à entrada. O único perrengue foi a volta, já que tivemos que andar até o ponto, subir no ônibus e depois andar até o hotel com milhões de sacolas enormes e abarrotadas. Fora o mico de parecermos duas sacoleiras dentro do ônibus com as sacolas espalhadas pelo chão e todo o mundo olhando. Mas tudo bem. A gente fingiu que não era com a gente, mantivemos a dignidade e deu tudo certo. HAHAHA

E foi isso! Sem dúvida ter um porta-malas teria nos ajudado a evitar o mico com as compras, rsrs, mas não foi nada muito dramático também (tá, foi sim, as sacolas estavam MUITO pesadas! hehehe). O fato é que dá para se virar tranquilamente sem carro em Orlando!

Obs.: Não fomos para o Busch Gardens, que fica em Tampa, mas a recepção do hotel nos informou que também existia ônibus para lá no mesmo esquema que para os parques da Disney. Acredito que deva ser igualmente fácil 🙂

Espero ter ajudado!

Penúltima parada da Copa: Colômbia

Mais um país para completar a nossa lista daqueles que jogaram contra o Brasil nessa Copa do Mundo: Colômbia! E aí você deve estar pensando “tá, mas o que falar da Colômbia?”. Pois é, caros amigos da Rede Globo, engana-se redondamente quem pensa que o país não tem nada de muito relevante para se falar em um blog de viagens. Porque tem.

Colômbia - BandeiraEscolhi duas atrações super curiosas e interessantíssimas para se ver na Colômbia, ambas pertinho da capital Bogotá. Quer ver?

Catedral de Sal

Localizada na cidade de Zipaquirá, a apenas 50 Km da capital, existe uma Catedral feita de Sal 180 metros abaixo da terra. Sim. Por mais estranho que pareça, é exatamente isso. Uma catedral subterrânea construída com sal. Sal mesmo! De verdade! Na verdade, a tal Catedral tem uma grande importância religiosa, já que faz parte de uma via-sacra que representa o caminho percorrido por Jesus Cristo e conta com várias representações também construídas com sal pelo percurso.

Antigamente, funcionava uma mina de escavação de sal, e antigos mineiros resolveram dar uma utilidade mais interessante para o produto: construíram uma Catedral para homenagear sua padroeira, a Virgem de Guasá. Essa mina surgiu graças à evaporação do mar que havia ali milhões de anos atrás.

Colômbia - Catedral de Sal 1

Colômbia - Catedral de Sal 2

Colômbia - Catedral de Sal 3Em uma votação realizada na Colômbia, a Catedral de Sal foi eleita como a primeira maravilha do país e é um dos principais pontos turísticos. Não é para menos, né?

Lagoa de Guatavita

Esse é um lugar um tanto quanto místico. Há cerca de 1 hora de Bogotá, fica a Lagoa de Guatavita, que atrais centenas de turistas não só pelas suas águas cor de esmeralda, mas pela famosa lenda de El Dorado. De acordo com essa lenda, a tribo indígena muisca, que vivia na região séculos atrás, tinha como ritual jogar peças feitas de ouro na Lagoa em adoração a Chie, deusa da água. O cacique recolhia essas peças e, sendo o único que tinha autorização para isso, ia com uma balsa de madeira até a parte mais funda da Lagoa e, banhado em ouro, lançava as tais peças na água.

Na ápoca da colonização, essa lenda rapidamente se espalhou entre os espanhóis e eles não perderam tempo em tentar secar a Lagoa (!!) e retirar o máximo de ouro que conseguissem. Depois de muita exploração, só foram embora porque acabaram-se seus recursos para realizar tal feito. Mas até aí, grande parte do tesouro já havia sido roubado.

Colômbia - Lagoa de Guatavita 1

Colômbia - Lagoa de Guatavita 2

Colômbia - Lagoa de Guatavita 3Hoje, a Lagoa é protegida e aberta para visitação e se tornou um importante posto turístico do país, já que retrata a História dos colombianos.

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Super interessante, né? Quantas culturas diferentes, quantas Histórias, quantos tesouros! Vale muito a pena conhecer, se você tiver oportunidade. Mesmo se você for fazer uma escala em Bogotá, por exemplo, dá para tirar algumas horas e visitar um desses lugares incríveis. Aproveite!!

Bjos,

Dicas para planejar uma viagem ao exterior

Vai começar a planejar a sua viagem de férias para o exterior? Veja aqui algumas dicas preciosas que vão te ajudar a organizar seu roteiro sem esquecer os detalhes importantes! 

Planejamento Viagem1

É fundamental pesquisar. E muito. Pesquise antes de escolher o(s) país(es) de destino, mas mais ainda depois de já ter definido. Estude sobre cada uma das cidades que deseja visitar. Aprenda sua História mais básica. Entenda quais são os pontos fortes: o que mais atrai as pessoas para lá? Templos antigos? Natureza selvagem? Construções modernas e futurísticas? Praias paradisíacas? Provavelmente, você vai encontrar mais de uma opção, o que é ótimo e vai te ajudar a selecionar os pontos que deve visitar. 😉

Leia relatos de outras pessoas que já foram. Blogs, fóruns, sites de reserva de hotéis. Veja as opiniões sobre as hospedagens, os passeios, o trajeto, os preços, t-u-d-o. Os depoimentos e dicas de quem já conhece vai te dar uma visão muito mais real do que você vai encontrar pela frente e diminui as chances de surpresas desagradáveis. Planejamento Viagem2

Tenha SEMPRE um mapa ao seu lado. Tire um print do Google Maps ou, se preferir, arrume um mapa físico mesmo (nos guias turísticos, geralmente, tem). Conforme for avançando em suas pesquisas, você vai descobrir vários pontos interessantes e cidades imperdíveis e é importante entender a localização das coisas. Marque todos os lugares pelos quais você se interessou. Todos eles.

Depois de selecionar tudo o que quer conhecer, olhe para o seu mapa e veja se você não desenhou um Frankenstein. Lugares muito distantes uns dos outros acabam fazendo você perder muito tempo se deslocando. Mesmo em um país pequeno, como a Inglaterra, ficar indo e voltando, subindo e descendo, para um lado e para o outro dá trabalho, gasta-se dinheiro e perde-se tempo. Tente organizar suas cidades-destino de modo que fique um trajeto fluido e com trechos curtos. E isso nos leva ao próximo item!Planejamento Viagem3Essa é uma parte essencial: como e quanto tempo leva para ir de um ponto ao outro, seja dentro de uma mesma cidade, país ou continente. Conforme for pesquisando e descobrindo lugares e cidades que gostaria de conhecer, procure saber quais as possibilidades que você vai ter para ir de um lugar para o outro. Se existe metrô, trens nacionais, ônibus, balsas ou qualquer outro tipo de transporte público.

Cheque os horários de funcionamento das estações, principalmente em regiões menores. Verifique se existe algum tipo de passe de trem que te permita rodar por uma determinada área, por exemplo. Precisa reservar algo com antecedência? Se estiver de carro, informe-se sobre estacionamentos, vagas em hotéis, alguma regra específica local. Também calcule o quanto terá que dirigir de um ponto ao outro e as condições das estradas. Na Europa, alguma delas possuem um tipo de pedágio que você só passa se tiver um cartão específico e não tem nenhum funcionário para te atender. Isso é importante saber para tomar suas providências ou evitar o caminho.Planejamento Viagem4Não se esqueça que os horários de check-in e check-out dos hotéis nem sempre se adequam às nossas necessidades. Geralmente, o check-in começa entre meio-dia e 14h, enquanto o check-out vai até meio-dia. E por que isso é importante? Porque de nada adianta você se planejar para madrugar e chegar o mais cedo possível no seu próximo destino se não puder se instalar no hotel. A não ser que não se importe em ficar passeando com as malas no carro…

É um quebra-cabeça, muitas vezes, trabalhoso. Você tem que encaixar o número de dias para ficar na cidade + o tempo de deslocamento até ela + os horários do hotel. Mas algo que ajuda MUITO é perguntar no hotel se você pode deixar suas bagagens na recepção após o check-out e ir buscar depois (isso pode ser cobrado pelo hotel, ou não, mas se for, é uma quantia muito baixa). Tome seu café, faça o check-out e guarde suas malas na recepção. No final do dia, antes de seguir viagem para a próxima cidade, é só passar no hotel e pegar suas coisas. Essa é uma excelente maneira de resolver o problema para quem viaja sem carro, como foi meu caso no Reino Unido ano passado.

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Parecem dicas bobas e bastante óbvias, né? Mas quando estamos organizando uma viagem, são TANTAS coisas que temos que providenciar e estamos tão animados que esses detalhes podem passar batido – e causar dor de cabeça na hora do “vamo vê”!

Espero que tenham gostado!

Bjos 🙂