Monthly Archives: August 2014

Hotel desejo: ION Luxury Adventure, Islândia

Islândia - hotelAinda no embalo do post de ontem sobre a Aurora Boreal, acabei lembrando de um hotel SENSACIONAL que fica na Islândia e é uma excelente opção para quem deseja ver a aurora boreal ou mesmo o sol da meia-noite, ambos os espetáculos comuns de acontecerem na região.

Islândia - Mapa1 islândia-mapa2

Tinha visto esse lugar numa revista e, na hora, pensei: “Na minha próxima vida, preciso nascer rica só pra poder me hospedar nesse hotel!”. Sabe assim? Desejo de consumo, mesmo? Pois é! O ION Luxury Adventure Hotel fica a cerca de uma hora de carro da capital, Reykjavík, e é puro luxo no meio da montanha. Nos ambientes comuns, as janelas de vidro vão do chão ao teto, de onde é possível observar os fenômenos da natureza e a paisagem de tirar o fôlego sem precisar sair no frio. Sempre bom, né??

Islândia - Vista do Hotel

Islândia - Janelas

Islândia - restaurante

Islândia - Quarto

Além disso, o hotel te uma área de SPA de dar inveja. Pra começo de conversa, uma piscina aquecida externa (!) de 10 metros de comprimento se torna o lugar ideal para relaxar, e de quebra, ter uma vista dessas como cenário de fundo. Outros vários tratamentos relaxantes, que incluem chás típicos da região, massagem, banho de água quente deixam o corpo, cabelo, mãos, rosto e até o espírito renovadíssimos!

Islândia - Piscina

E para quem acha que tá tudo muito calmo e relax, essa parte é pra você! Rs… Tem um monte de atividades que podem ser realizadas ao ar livre – sim, mesmo com a temperatura congelante do lado de fora! Trilhas, escaladas e rafting estão estre os programas mais “normais” que você pode encontrar por lá. Nada muito chocante – ao não ser o fato de você fazer tudo isso em uma das regiões mais geladas do planeta…

Mas o você acharia de mergulhas na Fissura de Silfra, uma fenda enorme que divide as placas tectônicas da América e Eurásia? No mínimo, um tanto quanto exótico! Imagina? Além do gelo que deve ser aquelas águas, você saber que está entre duas placas tectônicas? Definitivamente, eu PRECISO fazer isso um dia…

Pra quem curtir uma atividade mais roots, (como se já não bastasse toso o resto…) pode fazer um dos vários Glacier Tours pelas geleiras da região e ver de perto as enormes e incríveis formações de gelo.

Islândia - Glacier Tour

Islândia - Hiking

Islândia - Kayaking

Islândia - Mergulho

Islândia - Rafting

Um sonho esse hotel, gente… Quero ir!!!

Viagem dos sonhos: Aurora Boreal

Estamos inaugurando hoje uma nova sessão aqui no Blog, chamada “Viagem dos Sonhos”. Yayyyy! Uma vez por semana, vou trazer um dos lugares que eu mais gostaria de conhecer no mundo! Do tipo, se eu tivesse todo o dinheiro do mundo e pudesse ir para qualquer lugar do planeta, para onde seria? Vixe… Tenho uma lista i-n-f-i-n-d-á-v-e-l! Hahahah

Aurora Boreal

E a viagem dos sonhos que escolhi para abrir essa sessão foi… ver a Aurora Boreal! Tá, eu sei que isso não é exatamente um lugar – esse fenômeno acontece em vários países que ficam na região polar, como Islândia, Noruega, Suécia, Groelândia, Alasca, Escócia e outros mais -, mas sempre achei incrível o espetáculo e acho que deve ser uma das coisas mais bonitas que a natureza faz na Terra.

E sei lá, acho sensacional a viagem que tem que ser feita para poder ver uma Aurora Boreal…  É preciso viajar pra longe, muito longe. É sempre em regiões BEM frias. Geralmente, locais afastados e pouco habitados. E são países um tanto exóticos, também! Seria incrível poder conhecer qualquer um desses países onde a chance de ver a Aurora Boreal é maior. Mas é preciso ter paciência, pois não tem como saber dia e horários exatos, a não ser o fato de que é no inverno!

Olha só essas fotos… Parece até montagem!

Aurora Boreal - Lago aurora-boreal-vista

Aurora Boreal - hotel

Aurora Boreal - Rosa

Aurora Boreal - Casa

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E para você? Qual é SUA viagem dos sonhos?? 😉

Stonehenge, Salisbury e Old Sarum, na Inglaterra!

Stonehenge é um lugar bastante curioso. Trata-se de um círculo de pedras construído cerca de 5.000 anos atrás, pedras essas que chegam a ter 5 metros de altura e pesar 50 toneladas. Fica numa região próxima à cidade de Salisbury, na Inglaterra, e é um dos locais mais visitados do país. Afinal, não existe no mundo nada parecido com Stonehenge.

E para que serve? Quem construiu? Isso, ninguém sabe ao certo dizer. Estudiosos apontam que, provavelmente, essa construção tenha sido feita para fins astronômicos, religiosos ou até mágicos. Um dos detalhes que torna a atração famosa é o fato de que, no solstício de verão do Hemisfério Norte, o Sol fica exatamente alinhado com a pedra principal e é um espetáculo muito bonito de se ver.

Stonehenge

Eu visitei Stonehenge na minha viagem ao Reino Unido e foi super interessante de conhecer! Por ser perto de Londres, dá para fazer um bate-e-volta tranquilamente. Para quem for de carro, o trajeto leva 2 horas. Se você for de trem (como eu!), precisa descer em Salisbury e pegar um ônibus específico para Stonehenge. Ambos os trajetos são fáceis e super tranquilos. No total, contando trem + ônibus, deve dar cerca de 2h30.

Quando estávamos no trem sentido Salisbury, o mocinho que passa verificando os bilhetes e passes de trem dos usuários nos perguntou se estávamos indo visitar Stonehenge. Ele nos deu um folheto explicativo do lugar, algumas boas informações e já pudemos comprar o ticket do ônibus ali mesmo.

Stonehenge - Mapa

Ao descer na estação de Salisbury, é só perguntar onde fica o tal ônibus. E não tinha como não achar: ele estava bem na saída da estação e era todo pintado e escrito STONEHENGE em letras enormes! Hahaha não tinha como não ver!

O trajeto de ônibus dura pouco mais de 1 hora. No caminho, dá para descer em alguns pontos turísticos e depois pegar o próximo ônibus para Stonehenge que passar. Na ida, resolvemos não parar em lugar nenhum, pois preferimos não arriscar nos perder e acabar demorando muito para chegar no nosso destino.

Stonehenge - Visitando

Stonehenge - Vista de longeQuando se chega em Stonehenge, tem uma lojinha (claaaro), banheiro e áudio-guias que você pode pegar na sua língua. Tudo bem organizado e limpinho, mas cheio de gente, mesmo com o tempo horrível. Estava bastaaaante frio e garoando. Em termos de sensação de congelamento, esse dia se equiparou ao do Lago Ness (que eu contei aqui!). Sendo asism, dependendo da época que você for, leve blusa! E cachecol! E luvas! Hahaha

O círculo de pedras, propriamente dito, é bem cuidado e tem uma cerca de proteção envolta, de onde não é possível passar. Dá para rodear por toda a construção e olhar todos os detalhes. Mas o passeio em si é bem rápido, afinal, é aquilo que tem para ver. 20 ou 30 minutos são suficientes para apreciar a obra e tirar todas as fotos possíveis!

Pegamos o ônibus de volta e decidimos descer no meio do caminho para ver o Old Sarum, que são as ruínas de um antigo castelo. Como todo bom e velho castelo, esse também fica no alto de uma colina, então é preciso subir por umas trilhas até chegar na entrada. Mas o visual de lá de cima compensa: gramados imensos, a perder de vista, e a cidade de Salisbury ao fundo, bem pequena. É LINDO!

Tem uma lojinha de doces artesanais e outras coisinhas do tipo logo na entrada, onde você compra um “ingresso” para visitar as ruínas – que, na verdade, é mais como se fosse uma ajuda de custo, pois custa cerca de 2 libras.

Stonehenge - Old Sarum

Stonehenge - Old Sarum por dentro

Stonehenge - Ruínas de Old Sarum

E posso falar que a-d-o-r-e-i??? Todos os prováveis ambientes do castelo estão demarcados: sala, quartos, capela. Também há placas contando um pouco sobre a história do castelo, dos reis que por ali passaram e como começou a cidade que acabou surgindo em volta, Salisbury. Fiquei até emocionada, sabia? Acho bonito como os ingleses fazem questão de preservar sua História e mostrá-la pro mundo… #sentimentalismos

Acho que vale super a pena para no Old Sarum. É um passeio super diferente e bem curioso!! Saindo de lá, pegamos o ônibus de volta para Salisbury, almoçamos e passeamos na cidade. Não há muito o que ver por lá, mas ela é tão bonitinha que recomendo sair andando sem rumo até cansar. Aí, é só pegar o trem de volta pra Londres e pronto!

Stonehenge - Salisbury stonehenge-salisbury-2 stonehenge-salisbury-3

 

+ Mais sobre o Reino Unido:

– Para mais informações sobre Stonehenge e reserva antecipada de tickets, clique aqui.

– Dicas de roteiro em Londres, clique aqui.

– Castelo de Windsor, clique aqui

Stratford-upon-Avon, Cotswolds, clique aqui.

– Lago Ness, Escócia, clique aqui.

*Fotos: arquivo pessoal

Dica TOP – Café da manhã em SP

Nesse fim de semana, fui tomar café da manhã em SP num lugar que eu PRECISO compartilhar com o mundo! Muita gente já deve conhecer, graças às delicias caprichosas que são vendidas por lá mas, por via das dúvidas, achei melhor dividir essa experiência por aqui e intimar recomendar que você vá também.

Café da Manhã em SP

Esse tal lugar se chama Condimento e fica ali no Tatuapé, na badalada Rua Itapura. Como eles mesmos dizem, é tipo um café francês. Comidinhas diferentes e super caprichadas são o ponto alto. Panquecas americanas, macaroons, chás dos mais diferentes. A decoração retrô é a coisa mais linda. Papéis de parede floridos, vasinhos de flor na mesa, almofadas de veludo. O atendimento é espetacular, todos os funcionários são educados, prestativos e o serviço é rápido.

Sabe um lugar que dá vontade de ficar por horas e horas? Lá é assim. Você entra e já se encanta. Todos os detalhes são minimamente pensados e trabalhados. É bem acolhedor, sabe? Até o banheiro é fofo! E a mesa de doces? Logo na entrada você dá de cara com uma mesa repleta das mais variadas delícias, bolos, tortas, cupcakes. Tudo muito caprichado e com uma cara deliciosa!

Café da manhã em SP - Condimento

Eu pedi a Panqueca Americana Original, que vem 3 panquecas com maple syrup e manteiga (e a gula foi tanta que acabei nem tirando foto… hahaha). Eu sou a-p-a-i-x-o-n-a-d-a por panqueca americana! Desde que descobri essa maravilha dos deuses no meu intercâmbio para o Canadá 10 anos atrás (ai gente, tô velha!), viciei. Sempre que encontro em alguma viagem, dou um jeito de comer. Acho divino. Sensacional. Incomparável! Hahaha Então, imagina a alegria da pessoa quando viu as opções de panqueca no cardápio??? Também tem com calda de frutas vermelhas, Nutella e outras mais….

Cheguei a experimentar um dos chás mas não estava a fim de bebida quente (mas AMO chá e o de lá estava uma delícia!), então pedi o tal do suco Joy de Maçã Zero para beber. O suco vem numa garrafinha de vidro super fofa e com uma descrição super engraçadinha. Já vale pedir o suco só pela garrafa!

Café da manhã em SP - Suco Joy

De sobremesa – como se fosse preciso, depois de comer as 3 panquecas – pedi o cheesecake que fica lá naquela mesa de doces. Olha, eu recomendo fortemente, viu? Hummmm… Dá água na boca só de lembrar! Eu adoro cheesecake e o melhor que comi até hoje foi num restaurante em Paraty. Desde então, sempre que dá eu peço cheesecake para ver se consigo encontrar algum melhor. E posso falar? Esse da Condimento está dividindo o posto de 1ª posição com o de Paraty. Aleluia!!! Esse é perfeito, com a massa feita de queijo mesmo – a maioria dos lugares faz a massa com chantilly, aí ele tão fica tão bom.

Para quem gosta de uma café da manhã bem reforçado ou mesmo um brunch, tem pratos que são a pedida perfeita, já que vem ovos mexidos, panquecas, e outras coisistas mais.

A Condimento funciona de terça à domingo (dá para ver os horários que são servidas as refeições certinhos aqui), então separe um dia no seu fim de semana para ir lá tomar um café da manhã em SP ou da tarde. E volta aqui pra contar se gostou!!

*Fotos: arquivo pessoal e site

Como funciona o Airbnb

Já comentei no post anterior o que me levou a alugar um quarto em um apartamento em Nova York: o preço! Agora, vou explicar melhor como funciona o Airbnb, caso você decida testar essa opção – que é muito criativa!

Como funciona o AirbnbO que é o Airbnb?

É um site onde pessoas do mundo inteiro se cadastram oferecendo um quarto ou mesmo a casa toda para alugar

Como funciona o Airbnb?

Funciona de forma muito semelhante a esses gigantes de busca de hotéis, como Booking.com e Hoteis.com. Você seleciona a cidade, o limite do valor que você quer pagar pela diária (se quiser), a data que você estará naquela cidade e pronto. Várias opções, ao lado de um mapa mostrando as localizações de cada uma delas, vai aparecer. Se quiser aperfeiçoar mais ainda sua busca, dá para colocar mais filtros, como quantidade de banheiros na casa, bairro, e até a língua do anfitrião!

Eu coloquei a data da minha viagem, estabeleci um limite de preço e filtrei por Manhatan. Só. Aí, basta entrar em cada uma das opções para ver os detalhes do anfitrião, do apartamento, localização, valor total e, o mais importante, a avaliação de outros hóspedes que já ficaram na casa daquela pessoa.

Você pode salvar aquele apartamento na sua wish-list e depois avaliar melhor, junto com outras opções.

Como funciona o Airbnb - Busca

como-funciona-o-airbnb-filtros

No que prestar atenção?

Na descrição do quarto: quantas pessoas acomoda, quantas e qual o tipo de cama (sofá-cama, colchão de ar, cama de verdade, enfim), se tem chave, se tem roupa de cama, armário, etc.

Na descrição do apartamento/casa: geralmente, os anfitriões falam se você tem direito a usar o wi-fi, se a casa tem mais de um quarto que já está sendo alugado (ou seja, mais pessoas dividindo a casa), se a cozinha é devidamente equipada e se você vai poder utilizá-la, se o quarto tem chave, se tem animal de estimação, enfim. Detalhes importantes que podem fazer a diferença na sua experiência.

Na descrição da redondeza: veja se o apartamento tem acesso fácil ao transporte público, mercado, restaurantes, enfim, se tem aquilo que você julga que vai precisar.

No valor: confira se você colocou o número correto de hóspedes e se tem taxa de limpeza. Não que prove alguma coisa de fato, mas a chance de você ficar em um lugar limpo é maior!

Como funciona o Airbnb - Valores

Na recomendação dos outros hóspedes: isso é importantíssimo! Nada mais eficiente para formar uma impressão correta sobre um lugar do que a avaliação de quem já ficou lá. Quem já se hospedou naquela casa/apartamento vai dar um feedback bem mais sincero de como é o anfitrião, limpeza, localização e demais qualidades/defeitos do lugar. Fique atento e leia todos os comentários!

Nos possíveis horários de check-in/check-out: tem anfitrião que coloca um horário limite para chegar ou sair do apartamento, principalmente aqueles que recebem hóspedes com bastante frequência. No meu caso, não seria interessante ter horário para entrar porque meu voo chega muito cedo na cidade, então escolhi aqueles que não estabeleciam nenhum tipo de horário.

Nas fotos: veja todas as fotos que o anfitrião colocou do apartamento/quarto/casa. Com elas dá para fazer uma ideia melhor do que você vai encontrar. Quanto mais, melhor.

No mapa: lá embaixo da página, tem um papa mostrando a localização do lugar que você vai alugar. É importante ver se a localização vai ser útil pra você.

Converse com o anfitrião antes de fechar negócio

Antes de se decidir por aquele quarto/apartamento, fale com o anfitrião. Apresente-se, diga de onde você é, com quem você vai e quantos dias vai ficar na cidade dele. Explique seus horários de chegada e saída, certifique-se de que você vai receber uma chave do apto e faça outras perguntas do seu interesse. Esclareça todas as sua dúvidas antes de fazer o pagamento.

Assim que realmente optar por aquele apartamento e realizar o pagamento, avise o anfitrião que fez a reserva e confirme se está tudo ok. Mas não se esqueça: todos os contatos (e pagamento!) entre hóspede e anfitrião devem ser feitos pela ferramenta do Airbnb! Você não deve entrar em contato ou aceitar qualquer tipo de contato que seja por fora do site. Se alguma coisa der errado, o Airbnb tem como investigar.

Sobre o pagamento

Você pode pagar via cartão de crédito ou Paypal (e não se esqueça do IOF!) diretamente pelo site do Airbnb. E ah, não se esqueça de que o pagamento é feito todo de uma vez, ok?

Como método de segurança, o Airbnb só vai repassar o dinheiro ao anfitrião 24 horas de pois que o hóspede realiza o check-in.

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É muito simples a forma como funciona o Airbnb e o site é bastante intuitivo de usar. Acho que vale a experiência que, como eu disse no post anterior, tende a ser muito interessante – e mais barata!

Airbnb – Alugando um apartamento em NYC!

Inventei de última hora uma viagem de uma semana para Nova York no final de Outubro (yay!!) e tive que sair à caça de um lugar para me hospedar o quanto antes. Depois de muito pesquisar, acabei descartando definitivamente o termo “hotel” das minhas opções. Gente, vocês já viram quanto custa a diária em um hotel bem mais ou menos em NYC? O preço da hospedagem chega a ser quase um assalto! Fiquei em choque!

Airbnb

Bom, depois de passado o susto, percebi que minha única alternativa seria um hostel. Acho a ideia bem bacana e tals, mas não sou a maior fã desse tipo de acomodação, devo confessar… MAS, a essa altura do campeonato, o importante era ter um lugar apenas razoável pra dormir e tomar banho, mesmo porque a ideia é passar o dia todo fora, né?

Mas acredita que achei o preço dos hostel também muito altos? E olha que não estava sendo nem um pouco exigente, viu? Minha única restrição era ficar em Manhatan. Só. Podia ser em qualquer lugar da ilha, qualquer condição. E olha, que dificuldade achar um lugar por um preço justo! Aceitável, pelo menos, sabe?

Vi opções caríssimas, com valores equiparados ao preço de um bom hotel em outros lugares do mundo, e isso para ter que usar banheiro compartilhado! Nada contra, mas poxa, pagar uma fortuna pra ter que pegar fila pra tomar banho é f@%#! No fim das contas, acabei reservando um hostel meio longe e com uma avaliação considerada média pelos usuários do Booking.com, que foi a melhor das opções que encontrei. Escolhi um quarto que tinha a possibilidade de cancelamento grátis, caso eu encontrasse alguma coisa melhor… Apesar de já estar bem desiludida! Hahaha Cada dia que entrava no site para olhar, as opções mais “baratas”, ou melhor, menos caras, sumiam e só iam sobrando as “facadas no bolso”.

Eis que me veio uma luz divina e me lembrei do Airbnb, uma plataforma de aluguel de quartos e apartamentos com gente cadastrada no mundo inteiro. Tem muita gente que mora sozinho ou apenas em duas pessoas em um apartamento de dois ou três quartos, por exemplo. E esses cômodos que sobram ficam sem ter muita utilidade, certo? E o que fazer com eles, então? Aluga para algum viajante que quer passar uns dias na sua cidade!

Airbnb - NYC

O bacana desse esquema do Airbnb é que o hóspede acaba vivendo a cidade de uma forma muito mais intensa. Você realmente mora durante aqueles dias na casa de um local mesmo, convive com ele, conhece seus hábitos, comidas, a decoração da casa. É como se você fizesse parte da cidade por alguns dias, vivendo o dia a dia. Se tornasse um “cidadão temporário”. É uma experiência muito mais rica e pessoal do que ficar em um hotel. Já a vantagem para o dono do apartamento (além de ganhar uma grana) é a possibilidade de conhecer gente de todos os lugares do mundo (ainda mais em uma cidade como NYC) e ter contato com diversas culturas, línguas e hábitos. E tudo isso, dentro da própria casa. Não é o máximo??

Eu já conhecia o conceito e até tinha dado uma espiada no Airbnb anteriormente, mas acabei não dando muita importância na ocasião. Mas quando comecei a pesquisar por apartamentos em NYC, não é que eu achei opções interessantíssimas?

No Airbnb, você pode reservar um apartamento inteiro ou apenas um quarto em um apartamento na cidade que você deseja. Acabei alugando um dos quartos de um apartamento de 3 dormitórios a três quadras do Central Park e da 5ª Avenida, no quarteirão de uma estação de metrô. A dona do apartamento é uma japonesa muito simpática, que já aluga o terceiro quarto para outras pessoas, então terá mais gente na casa, além dela. O custo benefício é muito melhor do que o aquele hostel que eu havia reservado pelo Booking.com (o qual eu cancelei a reserva, depois de fechar o negócio no Airbnb).

Combinei com a dona do apartamento todos os detalhes de horários e outras particularidades antes de fechar o negócio (que é muito importante eu eu explico no próximo post: Como usar o Aribnb). Depois de tudo esclarecido e acordado, foi só efetuar o pagamento e pronto! Já tenho onde ficar em NYC por um preço totalmente digno!

Eu acabei pagando um pouquinho nesse quarto pelo Airbnb do que me custaria ficar as 6 noites naquele hostel, mas tinham apartamentos ainda mais baratos – só que mais longes também. Como eu já estava com aquele valor na cabeça, qualquer coisa que fosse mais barata e/ou num lugar melhor localizado seria um bom negócio para mim. Sendo assim, preferi pagar algo próximo do que eu já ia pagar para ficar no hostel, mas ficar em um lugar de mais fácil acesso e ter mais privacidade (sim, pois apesar de ser a casa de uma pessoa que eu não conheço, vou ter um quarto só para mim e ter que dividir o banheiro somente com as pessoas que já moram lá ;)).

Conclusão: achei o Airbnb muito fácil, prático, seguro e intuitivo de usar. Em relação ao valor, é infinitamente mais em conta do que ficar em um hotel ou até em um hostel em uma cidade como NYC, que tem preços super inflacionados. Pode ser que eu não goste do lugar, ou da dona da casa, mas até aí, é um risco que se corre, né? Tô super ansiosa e acho que vai ser uma experiência muito legal!

Nesse post aqui, eu explico direitinho como funciona para fazer uma busca e reservar um quarto pelo Airbnb. Dá uma olhada lá!

Bjos!!

Onde ficar e como chegar em Paraty

Agora que você já leu aqui o que fazer em Paraty, vou dar diquinhas preciosas sobre a pousada que ficamos (excelente localização e ótimo custo-benefício!) e, principalmente, como chegar em Paraty. Ou melhor, o caminho que você NÃO deve fazer para chegar em Paraty 😉

Como chegar em Paraty

Onde ficar

Reservei a pousada em Paraty dois dias antes de ir. Foi bem em cima da hora, por isso não tinha taaantas opções com um bom preço. As que eram em conta, ficavam extremamente longe e não compensava ter que pegar o carro toda vez para ir até as praias e centro da cidade. Principalmente, porque não tem onde parar, né.

Já as pousadas mais centralizadas, claro, eram caras. MAS, contudo, todavia, entretanto, acabei achando um tesouro perdido dentre as tantas opções de hospedagem do Viajanet.com, a Pousada Sonho Meu. Localizada pertinho do centro histórico, com estacionamento e café da manhã, essa pousada é excelente e atendeu 100% às expectativas e necessidades.

Pra falar a verdade, achei meio esquisito quando chegamos na rua… Já era noite (e eu acho que estava traumatizada com o episódio da estrada de Cunha, que eu conto logo abaixo!) e a rua era meio escura, meio esquisita. Mas foi só entrar pra essa primeira impressão mudar! Hehehe

A pousada em si é uma graça. Tem todo aquele ar colonial da cidade, sabe? Toda de madeira, a gente se sente em casa. O quarto era amplo, arejado, limpo e confortável. O café da manhã era super simples mas muito gostoso, tipo aquilo que você geralmente come na casa da sua avó. Em 5 minutos andando a gente estava no centro histórico ou no cais. Além disso, o caminho era bem seguro e movimentado. Perfeito!

Mas o melhor de tudo foi a recepção dos donos e funcionários. Incríveis! Uns amores! Super prestativos e solícitos, nos deram várias dicas muito preciosas que, sem sombra de dúvida, nos ajudou a aproveitar a cidade da melhor forma possível!

Recomendo de olhos fechados a Pousada dos Sonhos! A estadia maravilhosa foi crucial para fazer nossos dias em Paraty muito melhores!

Como chegar em Paraty - Pousada

Como chegar em Paraty

Para entender melhor as opções de como chegar em Paraty, dá uma olhada no mapa abaixo. Ele parece meio confuso no início, mas não é! Basicamente, ele mostra onde ficam as estradas e as cidades que vou falar abaixo, devidamente separadas por cores (tá muito profissa isso aqui!!):

Como chegar em Paraty - Mapa

Se você vem de São Paulo ou Minas:

Opção 1 (em vermelho no mapa): pegue a Dutra/Ayrton Senna sentido Rio até a região de São José dos Campos. Pegue, então, a Rodovia dos Tamoios e vá até o final dela, em Caraguatatuba. Aí é só seguir pela Rio-Santos sentido Rio e você cai em Paraty.

Obs.: a Tamoios estava em obras até o início desse ano, então estava um trânsito absurdo na região durante quase todo o ano passado (razão porque escolhemos descer por Cunha, inclusive…). Agora, a obra já terminou e a estrada já está devidamente duplicada. Ficou ótimo!

Para quem vai para Paraty ou mesmo para o litoral Norte de São Paulo (Ilhabela, São Sebastião, Caraguá, etc), a Tamoios é a melhor opção, sem dúvidas! Além da pista ser muito boa, tem várias opções de parada na estrada para ir ao banheiro ou fazer um lanchinho, como a Fazenda da Comadre, Fazendão, Vaca Preta, Ovomaltine e etc.

Opção 2 (em azul no mapa): pegue a Dutra/Ayrton Senna sentido Rio até a região de Taubaté. Pegue, então, a Rodovia Oswaldo Cruz e vá até o final dela, em Ubatuba. Aí é só seguir pela Rio-Santos e você cai em Paraty.

Opção 3 (em roxo no mapa): você pode pegar a Rodovia Rio-Santos logo ali na região de Bertioga e ir toda vida por ela até chegar em Paraty. Entretanto, esse caminho é um pouco mais demorado, já que a Rio-Santos até Caraguá é uma estrada bem chata, cheia de curvas, radares a 40 Km/h e trechos que passam dentro das cidades, com farol e lombada. Compensa mais ir por cima mesmo, não gosto muito dessa opção…

Não é uma opção (em laranja no mapa): Nunca, em hipótese alguma, utilize a estrada de Cunha. Sério. Abaixo, você vai ver porque.

Se você vem da cidade do Rio de Janeiro ou região:

Não sei como é a Rio-Santos no sentido contrário (Rio – Paraty), que é, aparentemente, o caminho mais perto. Caso não seja uma boa alternativa, talvez valha à pena pegar a Dutra sentido São Paulo e, em Taubaté, a Rodovia Oswaldo Cruz até Ubatuba. Aí, é só seguir pela Rio-Santos até Paraty. É um caminho mais longo, sem dúvida, mesmo porque teria que voltar um trecho, mas talvez compense, não sei!

Nunca vá pela estrada de Cunha. Veja porque:

Essa é uma dica preciosa que te dou: não pegue a estrada que passa por Cunha. Jamais. Never. Em hipótese alguma.

Infelizmente, seria o caminho mais prático porque, se você observar no mapa acima, basta pegar a Dutra até Guaratinguetá e cair nessa estrada (SP-171 – Rodovia Paulo Virgínio), que dá direto direto em Paraty. Seria um caminho bem fácil e rápido tanto para quem vem de São Paulo, Minas e do interior dos Estados, quanto para quem vem da região do Rio.

A estrada segue linda e bela até passar por Cunha. Aí você pensa “nossa, que caminho maravilhoso! A vista é linda, é super prático e rápido! Vou chegar em Paraty mais cedo do que imaginei! Yay!”. Não, não vai. De repente, surge uma obra na estrada que transforma todos os próximos 10 Km (DEZ quilômetros. Não são um ou dois. D-E-Z!) em um verdadeiro lamaçal. Daqueles que atola um carro muito facilmente, sabe?

A estrada é bastante sinuosa e, na maior parte desse trecho em obras, não tem guarde-reio. Quase todo o caminho é descida, e é super tenso manter o carro firme, sem escorregar. Em alguns momentos, tem uns trechos com subidas fechadas em curva que dão pro abismo, o que dificulta bastaaaante o processo.

Passar do lado de precipícios sem proteção nenhuma é bem comum. Também não é surpresa encontrar uns tratores gigantes no meio do caminho – e ainda ter que desviar deles. Olha, realmente, é uma situação meio apavorante. Foi um sufoco passar por ali! A estrada parece eterna e você fica praticamente sozinho, já que ninguém (que sabe) se arrisca a passar por lá… E para piorar, bem na hora que chegamos nesse trecho da estrada, baixou uma neblina bizarra na pista. E olha que o dia estava claro e ensolarado durante todo o percurso até ali! Parece brincadeira, né? Mas juro que não é.

Como chegar em Paraty - Cunha

Confesso que, na entrada para essa estrada em Guaratinguetá, havia uma placa avisando que a estrada estava em obras. Mas ok né? Até aí, a gente pensa que é uma coisa normal. Jamais iríamos imaginar que seria uma rally dos sertões em meio ao barro e precipícios.

E sabia que essa estrada está assim há anos? Isso dificulta muito a vida de quem mora em Cunha ou Paraty e precisa de uma emergência médica ou algo do tipo. Sério, é bizarro. Por isso, NÃO USE ESSE CAMINHO até ter certeza de que a obra já foi finalizada (que acredito que deva demorar ainda, pelo que vi no ano passado por lá).

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Bom, essa foi a situação que eu encontrei no fim do ano passado (2013). A obra continua incessantemente, e pode ser que alguns trechos já estejam prontos, mas acho melhor não arriscar até que tudo esteja completamente finalizado!

*Fotos: arquivo pessoal e divulgação

O que fazer em Paraty

Paraty é uma cidade que eu tenho uma forte ligação emocional, sabe como? Meu pai, durante alguns anos, teve uma loja de mergulho na cidade e, por conta dos negócios, e eu minha família estávamos sempre lá. Outras vezes, ia apenas eu e meu pai junto com o grupo que iria mergulhar naquele fim de semana, e era sempre super divertido!

Sempre tive muitas lembranças de Paraty… o centro velho alagado por causa da chuva, os canhões antigos que ficam na pracinha, uma casquinha de siri incrível que a gente comia em um restaurante antes da pizza e até um sapo que atravessou nosso carro por dentro assim que chegamos na cidade um belo dia! Hahaha

o-que-fazer-em-paraty

Fazia ANOS que eu não ia pra lá. Até que, no ano passado, resolvi passar 3 dias na cidade, de uma hora pra outra. Nem sabia direito o que fazer em Paraty e, muito menos como estavam as coisas por lá desde aquela época. E sabe que eu descobri uma nova Paraty, que acho que nem eu conhecia? Vamos ver?

O QUE FAZER EM PARATY

– Passeio de Escuna

Se você tem poucos dias e não sabe direito o que fazer em Paraty para conhecer um pouco de cada coisa, você não pode deixar de fazer o passeio de escuna. Para ser bem sincera, eu não sou fã de passeios de escuna, não (até contei sobre uma experiência não tão boa em Búzios aqui)… Não sei, acho sempre muito cheio, barulhento. Mal você levanta e alguém já pega o seu lugar. HAHAHA.

O que fazer em Paraty - Barquinhos

O que fazer em Paraty - Parada da Escuna

Mas esse caso foi completamente diferente. Amei e faria de novo! Escolhemos a escuna Banzay, uma das maiores e mais bem recomendadas pelo pessoal da pousada. Dá para comprar os ingressos nas lojas que ficam ali no cais. A maioria delas vende, basta comprar com um ou dois dias de antecedência, dependendo da ápoca do ano.

O passeio custa cerca de R$65 por pessoa, dura das 11h às 17h e sai do píer principal da cidade. Dá para tomar café da manhã tranquilo, curtir todo o dia e ainda aproveitar a noite. Delícia!

O que mais gostei dessa escuna foi o fato dela ser ampla e bem confortável. Pegamos uma mesa com cadeiras na parte de cima e aproveitamos toda a viagem sem nenhum incomodo. Logo depois de o barco sair, eles passam deixando um cardápio na mesa com as opções de almoço. Você precisa pedir o quanto antes para dar tempo deles prepararem tudo até a hora de comer. Não é nada sensacional, mas o prato é bem gostoso e segura pelo resto do dia!

O que fazer em Paraty - escuna

O que fazer em Paraty - Escuna Topo

O barco faz várias paradas e passa por lugares lindos, lindos! Tem pontos em que é possível pular na água, outros são apenas para olhar. E olha, como Paraty é maravilhosa! Recomendo muito esse passeio!

Dica de ouro: se possível, tente fazer o passeio em um dia em que a cidade estiver menos cheia, pois a chance de a escuna estar tranquila é maior!

– Cachoeiras com jipe

Esse é um lado de Paraty que eu não conhecia. Como tem cachoeiras lindas! Compramos o passeio de jipe na mesma loja onde compramos o de escuna e custou cerca de R$60 por pessoa. O passeio dura o dia todo também e é uma forma super diferente de conhecer a região.

O jipeiro foi nos buscar na pousada e depois passou para pegar outro casal. Na volta, deixou cada um na sua respectiva pousada também, super cômodo. Demos sorte de terem sido pessoas super agradáveis e educadas, então o passeio foi mais legal ainda!

O que fazer em Paraty - Cachoeira

O que fazer em Paraty - Cachoeira 2

O jipe vai se embrenhando nas trilhas e parando em alguns pontos estratégicos além das cachoeiras, como fazendas produtoras de cachaça. Dá para ver direitinho o processo de fabricação, os tonéis e máquinas utilizadas.

Dica de ouro: a fazenda de cachaça é interessante, mas nada muito emocionante. Nosso passeio incluía duas paradas desse tipo, mas conversamos com o jipeiro para trocar a segunda parada por uma outra cachoeira ali perto. Acho que valeu mais à pena assim 🙂

Em uma das cachoeiras, há uma corda pendurada em uma árvore onde você pode subir, dar uma de Tarzan e se jogar na água embaixo. Tem um guia que auxilia nesse processo. É super seguro e MUITO divertido! Recomendo pular!!

Em outra, há um toboágua natural, que nada mais é do que uma pedra gigante onde você desce escorregando e cai na água #esquibunda . Também tem pessoas auxiliando a descida correta para ninguém se esborrachar de cara na árvore lá embaixo. Eu desci várias vezes e achei incrível! Até pedia pra galera me ajudar com um empurrãozinho extra para dar aquele up na velocidade! Sensacional!

Há uma outra cachoeira onde é possível pular na água do alto de uma pedra. Mas é alto MESMO. Eu, que sou meio doida pra essas coisas e adoro pular de tudo quanto é lugar, achei um tanto quanto perigoso. Preferi não arriscar, sei lá. O jipeiro disse que era seguro, mas não me passou tanta confiança assim, sabe? Melhor deixar pra lá…

Nessa mesma cachoeira da pedra, tem uma ponte de madeira bem capenga que passa sobre o rio e leva a gente para o outro lado, onde tem um barzinho e por onde sobe na tal pedra. É o único jeito de chegar no outro lado, mas quem não quiser ir, não precisa. Eu atravessei sem problema nenhum, mas não é nada imperdível ou obrigatório.

O que fazer em Paraty - Ponte

E ah, mesmo que você vá no verão, não se anime em relação à temperatura da água. Como toda e qualquer cachoeira, é sempre beeem gelada. Eu mesma não conseguia ficar muito tempo dentro d’água…  ehhehe

Dica de ouro: o jipe para em um restaurante para almoçar no meio do dia. Entretanto, é o único lugar que dá para comer da região e fica LOTADO. Converse com seu jipeiro antes para você tentar parar lá mais cedo e já fazer o pedido. Caso contrário, você acaba perdendo muito tempo esperando pelo seu prato…

Resumindo: aproveite todas as cachoeiras. Se jogue, nade, pule, escorregue. Todas são bem seguras e as pessoas fazem isso lá todos os dias. Não tem perigo! É só na ser imprudente, né? Não vá onde o guia falar para não ir. Não se arrisque se não tem certeza de que vai conseguir. E, principalmente, não ultrapasse seus limites, ok? 😉

– Centro Histórico

Se você tem dúvida sobre o que fazer em Paraty de noite, seus problemas acabaram! Hahaha A noite na cidade é super agitada! É no famoso centro histórico que ficam todos os restaurantes, bares e lojinha interessantes. Todo o Planeta Terra vai para lá.

Os restaurantes mais badalados são os que ficam enfrente à praça central. Mesinhas na calçada, música ao vivo, cardápio dos mais variados. Escolha qualquer um que mais te apeteça e entre. Dá para passar horas ali sem nem perceber. Tem opções para todos os gostos: carnes, massas, comida argentina, frutos do mar.

O que fazer em Paraty - Noite

O que fazer em Paraty - Ruas de Pedra

Dica de ouro: se você passar por um dos prédios do centro histórico e estiver tendo alguma exposição, entre para ver. No dia que fui, estava tendo uma mostra de fotos retratando a pobreza nas favelas no Brasil. Lindo o trabalho e uma ótima maneira de tornar a noite ainda mais especial!

Tem muito o que fazer em Paraty e a cidade toda tem uma carga muito cultural. Acho que própria conservação das antigas construções ajudam a criar esse clima. Exposições, gente cantando e fazendo arte no meio da rua é super comum por lá. Pare para assistir algum deles, é bem legal!

Dica de ouro: mulherada, não use salto alto nem sapatos muito lisos para andar pelas ruas de Paraty. O chão é todo feito de pedrinhas, e até de rasteirinha é meio difícil de andar. O ideal mesmo seria tênis ou uma sapatilha macia, vai por mim 😉

– Trindade

Decidimos aproveitar o caminho de volta no último dia para dar uma esticadinha até Trindade. Que sonho de lugar! Mas como já escrevi uma Bíblia até aqui e ainda tem muito o que contar, resolvi deixar pra outro post 😉

Bjos!!

*Fotos: arquivo pessoal e reprodução

Cruzeiro Marítimo – O que levar na mala?

Viajar de navio é uma delícia! E isso todo mundo sabe, certo? Mas o que gera muitas dúvidas é sobre o que levar na mala para seu cruzeiro marítimo. A gente já falou por aqui sobre as 20 dicas práticas para sua viagem de navio (não leu ainda? Clica no link e resolve isso!). São dicas muito úteis e bem legais que todo marinheiro de primeira viagem deveria ler antes de embarcar.

Mas para não errar nas quantidades e levar o que de fato você vai precisar, separamos esse guia prático sobre O QUE LEVAR NA MALA NO SEU CRUZEIRO MARÍTIMO.

Cruzeiro Marítimo

Antes de falar sobre o que colocar dentro da mala, queria atentar ao TAMANHO da dita cuja. Não, você não vai precisar ficar andando com sua bagagem pelo corredores do navio, como eu já falei no post anterior. Você despacha sua mala assim que chega no porto (antes do check-in, inclusive) e depois só vai vê-la de novo na porta do seu quarto.

Mas, por mais que os cruzeiros sejam imensos e tals, ainda assim, é um navio, certo? Os espaços são compactos na medida. Sendo assim, não leve várias malas enormes porque vai faltar espaço para colocá-las dentro do quarto. 

Dito isso, agora vamos às dicas!

Cruzeiro Marítimo - NavioDe dia…

Se você estiver indo viajar no verão e, principalmente, com destino ao Nordeste, shorts, saídas de praia, biquíni/sunga, blusinhas finas, camisetas, chinelos e todo o combo que a gente costuma levar para um lugar de praia devem constar na sua mala.

Uma bolsa de praia também é uma ótima pedida, já que você vai passar boa parte do seus dias na área da piscina e vai poder curtir uma praia quando o navio parar. É bom ter onde guardar o protetor e os demais apetrechos.

Cruzeiro Marítimo - Piscina

E gente, atenção: não é permitido entrar somente com roupa de banho nos restaurantes do navio, ok? Nem mesmo durante o dia. Leve com você uma saída de praia e uma camiseta e coloque para evitar constrangimentos 😉

Dica de ouro: mulheres, evitem saias curtas e muito esvoaçantes no primeiro dia. Você vai ter que subir escadas, vai querer dar uma volta pra conhecer o navio e etc e vai pegar MUITO vento pelo caminho 😉

De noite…

Roupa de frio

Por mais que esteja um calorão do lado de fora, o navio é MUITO gelado por dentro, principalmente no teatro e nos restaurantes, que é onde você passa a maior parte da noite. Ar-condicionado bombando! Sendo assim, leve blusas leves, saias longas, lenços, leggins e até uma calça comprida. Você não vai se arrepender!

O Traje de Gala

Leve dois trajes de gala, pois em uma das noite acontece o “jantar do comandante”, que nada mais é do que uma apresentação do comandante e de toda a tripulação do navio, no teatro.

É a noite que as pessoas mais se produzem. Tem gente que vai super-hiper-mega arrumado, com vestido longo, smoking e até marca hora no salão do navio! Mas não precisa de tanto, é claro! Para as mulheres, um vestido mais arrumadinho e uma sandália descente já estão de bom tamanho; para os homens, pode ser uma camisa + calça social (ou até calça jeans, se preferir). Então, leve opções mais elegantes, mas sem exageros, ok?

A outra noite de gala é por razão nenhuma (hahaha), então, se não quiser se arrumar todo, não precisa. Geralmente, eu acabo repetindo o vestido que usei na noite de gala ou levo um outro mais simples para essa noite. Mas nada de mais. #fina #elegante #sqn  

Ocasiões especiais

Se fosse estiver indo fazer um cruzeiro marítimo de Natal ou Ano-Novo, separe uma roupa para usar nessa ocasião. Não existe um dress code muito específico. Cada um se arruma de acordo com suas tradições.

Só atente para roupas muito esvoaçantes, pois as festas de Natal e Reveillon são realizadas na área da piscina, lá em cima, na parte aberta. E o navio segue navegando a noite toda (a não ser que você vá ver os fogos em Copacabana ou algo parecido, aí ele pára), então venta muito e fica bem frio. Você não vai conseguir aproveitar se estiver preocupada em segurar a saia para não pagar calcinha no meio do povo, nem se estiver tremendo de frio. #ficacadica

Cruzeiro Marítimo - Reveillon

Fantasias!

Sempre rola uma festinha à fantasia na balada do navio, para quem quiser. Não é obrigatório, mas para os que curtem, é bom ter a opção. Mas se você for no Carnaval, levar fantasia é tão básico quanto escova de dentes! E sempre tem a noite do contrário, onde homens se vestem de mulher e vice-versa. Pense em levar roupas específicas pra essa ocasião também! Tende a ser hiper divertido!

Cuidado com o salto alto!

Se você não estiver acostumada a usar saltos muitos altos, não invente de querer aprender no navio, né? Sim, o navio é gigante. Não, ele quase não balança. QUASE. Dependendo da situação climática do lado de fora, o navio pode balançar sim, mas causa uma sensação mais parecida com tontura, na verdade, e você pode dar uma leve cambaleada de vez em quando.

Além disso, toda a parte interna do navio é de carpete, que pode não ser muito legal para saltos extremamente finos e altos. Mas tem muita gente que usa sem problemas, é mais uma dica para ficar atenta caso esse não seja muito o seu hábito!

Cruzeiroo Marítimo - Quando descer nas cidades

Conforto em 1º lugar!

#Peloamor, use roupas e calçados CONFORTÁVEIS. Não dá para ficar zanzando de salto alto, né? Tênis, chinelos, rasteiras, papetes e sapatilhas são a melhor pedida. Mulherada, deixe para desfilar em cima daquela anabela deslumbrante que você comprou para outra ocasião, tá? Areia, chão de paralelepípedo, eventuais buracos nas calçadas, degraus. Tudo isso vai pode aparecer pelo caminho, então é melhor estar adequadamente preparado!

Cruzeiro Marítimo - BúziosProteção

E não esqueça de levar chapéu ou boné e protetor solar, hein? Principalmente no Nordeste, o sol é MUITO forte e intenso, e ninguém quer estragar a viagem pegando uma insolação…

Cruzeiro Marítimo - ChapéuAquela jaquetinha básica

Se você for para o sul, como Montevidéu ou Buenos aires, por exemplo, considere que pode haver uma virada de tempo aí. No último cruzeiro marítimo que fiz com minha família durante a semana do Natal, o tempo resolveu mudar quando estávamos navegando para Buenos Aires. Caiu a maior tempestade durante a noite e o dia amanheceu friozinho e ainda chovendo… O jeito foi colocar uma calça jeans, uma sapatilha e uma blusinha para passear pela cidade. Depois acabou melhorando, mas é sempre bom estar prevenido.

Cruzeiro Marítimo - Buenos AiresNão esqueça do cartão!

Sempre que o navio parar, todos os passageiros que forem descer precisam apresentar o seu cartão-chave. Todo mundo recebe um no momento do check-in. Nele, constam seu nome, o número do seu quarto, seu turno, seu restaurante e sua mesa do jantar. Ele também é a chave que abre a porta do seu quarto. Além disso, é no cartão-chave que você vai comprar tudo o que quiser, desde a água no bar até aquela garrafa de Wisky da loja de conveniência.

Deu para perceber o quanto ele e importante, né? É como se fosse seu documento de identidade + cartão de crédito dentro do navio. Por isso, lembre-se de pegar os cartões de todo mundo que vai descer na cidade e, mais importante, tome muito, mas MUITO cuidado para não perdê-lo ou roubarem durante o seu passeio, já que sem ele, você não entra no navio de novo.

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É isso! Se alguém tiver mais alguma dúvida ou sugestão, é só deixar nos comentários!

Bjos!!

*Fotos: arquivo pessoal

Salar de Uyuni – O curioso Deserto de Sal!

Tem um lugar interessantíssimo nesse mundo que eu sou louca pra conhecer. E fica aqui pertinho, na Bolívia. Pois é, caros amigos da Rede Globo, engana-se redondamente quem pensa que o país não tem nada de muito relevante para se falar em um blog de viagens. Mas tem.

Você já ouviu falar no Salar de Uyuni? É o famoso Deserto de Sal boliviano. Sim, de sal. Sal mesmo, sabe? Não é areia, nem gelo, nem nada parecido. É um deserto de s-a-l. A estimativa é que o Salar possua mais de 64 BILHÕES de toneladas de sal. #pensanapicanha

Salar de Uyuni

São mais de 12 mil Km² de extensão que abrigam lagos, gêisers, montanhas vulcânicas e piscinas naturais de água quente a quase 5.000 m de altura. Para completar a paisagem, milhares de flamingos vivem na região e encantam os turistas que passam por ali.

E, por falar nisso, saiba que é possível atravessar todo o deserto em um 4×4 e chegar na fronteira com o Chile, na beira do Deserto do Atacama. Aí sim a coisa fica realmente interessante! Existem várias agências, inclusive em La Paz, a capital da Bolívia, que vendem esses pacotes. São passeios de 3 dias, geralmente, e com direito a paradas em locais extraordinários no meio do deserto.

O melhor esquema para quem quer se aventurar pelo deserto boliviano é comprar um desses pacotes mesmo. Apesar de não ser a situação mais incrível e confortável do planeta, é a mais segura. Se aventurar sozinho com um carro não apropriado e sem conhecer a região pode ser realmente muito perigoso.

A viagem é puro perrengue, a não ser que você se habilite a pagar alguns mil dólares para um tour privativo. Caso contrário, precisa estar preparado para tomar banho gelado, ficar sem carregar seu celular e máquina fotográfica, tomar refrigerante quente, usar um banheiro imundo e dividir o mesmo carro com pessoas que você nunca viu na vida. Mas acho que vale o sacrifício! O Salar de Uyuni proporciona imagens espetaculares e que você nunca mais vai esquecer! Dá só uma espiada…

Salar de Uyuni - Isla del Pescado

Salar de Uyuni - Laguna Verde

Salar de Uyuni - Laguna Colorada

Salar de Uyuni - Piscinas Naturais

E aí? O que acharam? Muita gente se despenca de todos os cantos do planeta para visitar esse tesouro. E a gente está aqui, tão pertinho, né? E o melhor de tudo: o dinheiro boliviano vale menos do que o nosso. Além disso, é de fato barato viajar pela Bolívia, o que torna esse roteiro bem viável!!!

Bjos!!