Monthly Archives: October 2014

Te vejo em New York City, baby!

Ai ai… Finalmente esse dia chegou! Estou de malas quase prontas e prestes a embarcar para New York! Yay! Desembarco na cidade amanhã cedinho (dia 31/10, a.k.a. Halloween!) e serão 7 dias super movimentados na badalada concret jungle com tudo a que temos direito: passeios, comidinhas gostosas, compras e muita, mas muita história – e dicas! – pra contar!

Já estou com meu roteiro prontinho e, quando eu voltar, vou dizer o que achei sobre ele, se tenho coisas a incluir ou mudar. Também vou trazer muitas fotos (aqui e na FanPage! Curte a gente lá!), vídeos e o que mais for de interessante para ajudar todo mundo a montar o seu próprio roteiro para NYC. Combinado?

Como eu comentei anteriormente, tendo em vista o alto preços das diárias em hostels e hotéis, aluguei um quarto no apartamento de uma moça muito simpática próximo ao Central Park pelo Airbnb. Conhece? Expliquei direitinho como funciona o Airbnb e como alugar um apartamento em NYC. É só clicar nos links pra ler!

Mas olha, vou te contar que essa viagem deu pano pra manga, viu? Para falar de uma maneira BEM resumida, o fato é que o plano inicial era eu fazer a Rota 66 de moto com o meu pai, de Chicago a Los Angeles. Sim. Meu pai é dessas. E eu também! Hahaha. Mas por diversas razões que eu vou explicar em um outro post, o que era para ser uma viagem de moto cruzando os EUA de cabo a rabo por 20 dias com meu pai, acabou virando uma semana em NYC com meu namorado! #coisasdavida

Essa confusão toda explica porque a frequência de posts aqui e no Facebook deu uma diminuída nos últimos dias. Viagem já é algo que exige tempo e dedicação para planejar, né? Agora, imagina com um monte de coisas mudando há poucos dias do embarque?! Ufa… Nem me fale!

Mas para compensar a ausência, começa, a partir da semana que vem, uma série de posts sobre Santiago do Chile! Uma amiga minha esteve na cidade por 5 dias e vai compartilhar com a gente todas as dicas, passeios e sugestões que ela tem pra dar! Demais, né? Por isso, a programação nos próximos dias vai ser um pouquinho diferente e super especial 😉

new York

See you in NY!

Fossa das Marianas: o lugar mais fundo da Terra!

O lugar de hoje não é nada turístico e nem mesmo “visitável”… Mas está aqui por ser, no mínimo, curioso e meio assustador! Alguém aí já ouviu falar da Fossa das Marianas? Fica no Oceano Pacífico bem na junção de duas placas tectônicas e é o local mais profundo da Terra, com mais de 11.000m de pura escuridão! Chega a ser 7 vezes o tamanho do Grand Canyon… Credo!

Fossa das Marianas

Quem primeiro chegou ao (quase) fundo da Fossa foi um batiscafo (hã?? – tradução: aparelho usado para medir a profundeza dos oceanos) americano em 1960. Atualmente, estão desenvolvendo um robô para chegar nos lugares mais hiper mega profundos da Fossa, mas isso exige uma tecnolgia ABSURDA… Dá para imaginar, neh? Em 1995, os japoneses também chegaram até esse mesmo ponto mas, em nenhuma das duas expedições, havia como tirar fotos ou observar muito bem a olho nu, já que as janelas eram do tamanho de moedas por causa da enoooorme pressão. Quem aí se arrisca a descer 11.000 metros? Hehehe

Essa imagem abaixo dá uma dimensão maior do quanto a Fossa das Marianas é profunda em comparação com o pico mais alto do Planeta, o Monte Everest. Dá só uma olhada:

Fossa das Marianas - Profundidade

Quem sabe no futuro, quando estiverem organizando excursões para lá, eu não me animo, né?

Bjooos

Viagem dos Sonhos: Bali

A Viagem dos Sonhos dessa semana é mais um desses paraísos na Terra que a gente tem vontade de ir de mala e cuia agora, já, só com passagem de ida! Estou falando de Bali, uma das ilhas mais belas e místicas da Indonésia.

Bali

Banhada pelo Oceano Índico, Bali fica logo ali, perto da Malásia, Singapura, Papua Nova Guiné… sabe? Dá para chegar lá via Europa, Austrália, África do Sul, Tailândia ou China… Fuso horário de 11h! Um tanto quanto longe, mas que vale a pena… Ah, como vale!

Bali - Onde Fica

Como a maioria dos balineses são hinduístas, há templos e oferendas espalhados pelos quatro cantos do lugar. Um dos magníficos templos fica no mar, chamado Templo Tanah Lot. Dá só uma olhadinha e pira:

Bali - Templo Tanah Lot

Para poder entrar nos locais sagrados é preciso vestir saia (os homens também, rs), mas, se por acaso você não estiver com a roupa correta, eles dão a você uma canga roxa com uma faixa laranja amarrada na cintura. Elegante, vai… Não é só a vestimenta das pessoas que tem cores berrantes, não, Bali inteira é muito colorida devido à grande adoração, devoção e rituais aos deuses. É um povo bem alegre!

Bali - Pessoas

Denpasar, a capital, é bastante… movimentada! Carro, moto, galinha, macaco, gente, enfim, todo mundo anda junto e contente por entre as ruas, que não tem farol (sim, deve ser o caos). E, por falar nisso, quem aí gosta de macaco? Lá esses animais são considerados sagrados e é normal vê-los andando pelas ruas… Mas, cuidado, eles podem roubar seu boné! 🙂

Bali - Denpasar

E a gente acha que aqui no Brasil é que vivemos um caos no trânsito! Hahhaha

Mas e as praias? Bali tem cenários azuis lindíssimos, com águas cristalinas de colocar qualquer praia do Caribe no chinelo #mentira #étãobonitoquanto. As prais são um dos principais pontos de atração da ilha. E com razão. Afinal, quem não queria estar, nesse exato momento, sentado em uma dessas cadeiras aí, hein?

Bali - Praias

Bali - Praias 2

Bali - Praias 3

Gostaram? Com certeza, é um desses destinos de se deixar ali na maga… Surgiu uma oportunidade, pá! Hehhe

Quer mais inspiração pra vida? Clica nos links a seguir e veja as outras Viagens dos Sonhos que já passaram por aqui: Aurora Boreal, Nepal, Tahiti, Mônaco, Fiordes Noruegueses, Camboja, Turks e Caios.

Dica de leitura: “Depois de Auschwitz”

Sempre que possível, gosto de trazer aqui a indicação de algum livro que li e que tenha como base um fato histórico (já viu as outras recomendação? Clica AQUI então!). Acho que viagem e História tem tudo a ver. E se tem uma parte da História que eu sou apaixonada, é o Holocausto. Calma! Não me julguem! Eu explico!

Justamente por ter sido tão terrível, monstruoso, desumano e qualquer outro adjetivo ruim que você queira acrescentar aqui, é que eu acho interessante. Mas interessante no sentido de me questionar o tempo todo COMO É que uma coisa dessas foi capaz de acontecer. O QUE passava na cabeça daqueles que entregaram, torturaram e mataram tantas pessoas. P-E-S-S-O-A-S. Seres humanos. Como eu, você, seu amigo, sua mãe, seu irmão. Como esses mesmos que entregaram, torturaram e mataram.

Sempre busco ler mais sobre o período o extermínio dos judeus na época da II Guerra Mundial. Afinal, nem faz tanto tempo assim. E, mais uma vez, eu penso… Como aquilo foi possível? Como houve coragem para tanto? Enfim.

Depois de Auschwitz

Esse livro que indico se chama “Depois de Auschwitz” e foi escrito por uma sobrevivente do tão famoso e asqueroso campo de concentração, Eva Schloss. Ela conta toda a trajetória da sua vida, desde a infância feliz com a família na Áustria até os dias de hoje. Sem mimimis, ela narra, de uma maneira bem clara e direta, o que levou a família a ter que fugir do seu país natal, os momentos de aflição enquanto eles ficaram separados, a nova vida em Amsterdã, o período em que ficaram escondidos dos nazistas em casas de famílias que eram contra o governo, o momento da captura pelos soldados da SS, a chegada e a vida em Auschwitz (com detalhes de inimagináveis) e o que aconteceu depois. A vida que segue, o trauma, a saudade dos que se foram. A reconstrução de uma história interrompida e pra sempre abalada.

Fiquei muito impressionada. Isso porque já li vários livros sobre o assunto, inclusive o famoso “O Diário de Anne Frank” – de quem Eva e sua família foram vizinhos em Amsterdã, e sua mãe, depois da temporada em Auschwitz-Birkenau, casou-se com Otto Frank, pai da menina, com quem viveu até o fim dos dias. Mas a cada livro, a cada relato, a gente descobre uma parte diferente da História. Sempre alguém conta uma experiência daqueles dias de um outro ângulo. Sempre há o que aprender, o que descobrir, o que se chocar ainda mais (mesmo quando a gente pensa que é impossível). E com “Depois de Auschwitz” não foi diferente.

Depois de Auschwitz - livros

Imagina você ter que abandonar sua casa, seus amigos, sua escola, seu país de uma hora para outra? Fugir? E por quê? Por ter uma religião que alguém disse que não prestava? Porque alguns te acham impuro e decidem que você e os demais precisam desaparecer da face da Terra? Não dá nem pra imaginar isso, né? Agora imagina como foi lidar com isso sendo apenas uma menina.

E passar parte da adolescência em um campo de concentração? Assim como Eva e Anne, milhares e milhares de meninas, meninos, senhoras, senhores, moças e rapazes inocentes tiveram essa mesma experiência. E que experiência! A gente não consegue sequer pensar em como foi ter vivido todo aquele terror. Nem mesmo lendo o relato de alguém que viveu de verdade.

Para quem gosta desse assunto, eu recomendo a leitura de “Depois de Auschwitz”. Achei a escrita muito leve (dentro do possível), sem dramalhão exagerado (apesar de a história, por si só, já ser um – e com toda a razão). Gostei demais, demais. Quero, inclusive, ler um outro livro de Eva, chamado “A história de Eva”, onde ela conta com mais detalhes sobre a vida no campo.

Gostaram da dica? Para quem curte, é uma bela leitura!

Para ver os preços e onde encontrar o livro “Depois de Auschwitz”, clique AQUI.

Para ver os preços e onde encontrar o livro “A história de Eva”, clique AQUI.

Para ver os preços e onde encontrar o livro “O Diário de Anne Frank”, clique AQUI.

Dica de coleção de souvenirs!

Uma das coisas mais divertidas de quando estamos viajando é entrar nas lojinhas de souvenirs (confessa que você também curte, vai!). São tantos chaveiros, camisetas, bonés, ímãs de geladeiras e enfeites de tudo quanto é jeito que a gente até se perde!

Trazer um souvenirs de uma viagem é uma forma de tentar levar pra casa um pouquinho daquele lugar, de não deixar que o que foi vivido naqueles dias seja esquecido. Sempre que a gente olha para aquela lembrancinha, um pouco daquela viagem nos vem à memória.

Mas o fato é que, com tanta oferta, a gente acaba comprando um monte de coisas. Quem aí nunca entrou para comprar um humilde chaveirinho e acabou saindo cheio de sacolas? #tãoeu #londonfeelings. O problema disso é que, além de gastar uma grana, depois que a gente chega em casa, não sabe muito bem o que fazer com aquelas tralhas todas. E o que acontece? Elas acabam amontoadas ou perdidas em algum canto da casa. Chato, né?

Pensando nisso, resolvi escrever esse post para dar umas ideias legais de coleção de souvenirs. Se você já tem ou está começando uma coleção, fica muito mais fácil de se concentrar em comprar exatamente – e somente! – aquilo. Dessa forma, não cai na “armadilha” de entrar em milhões de lojinhas em busca de “alguma coisa” e acabar carregado de cacarecos.

Então, está aí a regra principal: focar em um item específico. Mas tem que ser alguma coisa legal que você possa deixar exposta. Algo que complemente a decoração da sua casa. Unir o útil ao agradável. Bom assim 🙂

Aqui em casa, minha mãe tem uma coleção de pratos de vários lugares do mundo. Aqueles decorativos que podem ficar em pé em um suporte ou pendurados na parede, sabe? Eles ficam todos juntos sobre o móvel da sala de jantar. Dá só uma olhada como fica legal e deixa o ambiente bonito:

Coleção de Souvenirs

Coleção de Souvenirs - geralE posso falar? Faz o maior sucesso! Sempre que vem uma visita em casa, uma das coisas que mais chama a atenção é a tal da coleção. E o fato de ela ficar enfrente ao espelho dá a impressão de que tem mais pratos ainda. Essa é uma boa tática!

Coleção de Souvenirs - detalhes

Coleção de Souvenirs - detalhes 2

Você também pode fazer isso com canecas. Temos algumas que usamos no dia a dia mesmo, mas é possível separar um espacinho da casa e deixá-las todas juntas como decoração. Ou mesmo pendurá-las pelo cabo na parede! Fica super cool e ocupa menos espaço!

Nesse caso, as canecas ficam todas empilhadas em prateleiras. Bem bonito e diferente!

Coleção de Souvenirs - canecas

Crédito da Imagem: operarocksc.blogspot.com

Ou, quem sabe, você pode fazer uma coleção de souvenirs com os principais pontos turísticos da cidade. Por exemplo, a estátua da liberdade, o ônibus vermelho de Londres, a Torre Eiffel, o Cristo Redentor e por aí vai. Procure seguir um mesmo padrão e você terá uma coleção linda! 

Olha que bacana que ficou essa ideia: coleção de souvenirs de principais pontos e guias turísticos:

Coleção de Souvenirs - turísticos

Créditos da Imagem: www.twosisterscy.com

Também tem os famosos ímãs de geladeiras, que podem, ou não, ser colocados em uma. Olha só aqui duas ideias diferentes:

Coleção de Souvenirs - ímãs

Créditos das Imagens: www.itglamour.com e viajese.wordpress.com

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Gostaram? Tem mil ideias diferentes para fazer, basta ter criatividade! O principal ponto é tornar a compra de lembrancinhas em algo mais útil, bonito e decorativo pra sua casa 🙂

Quem tiver sugestões legais, pode deixar nos comentários!!

Visitando a fábrica da cerveja Guinness e ao bar panorâmico – Dublin

Em minha viagem ao Reino Unido no ano passado (que eu já contei várias vezes aqui), em companhia da minha ilustríssima mãe, a nossa última cidade de destino foi Dublin, na Irlanda. Durante minhas pesquisas sobre os pontos turísticos e o que ver na cidade, descobri que dava para visitar a fábrica da cerveja Guinness, a Guinness Storehouse.

(PS.: Devo confessar que eu, um ser zero ligado em bebida, nem sabia que a fábrica ficava lá… Hehehe).

Fábrica da cerveja Guinness

O fato é que fique hiper animada com a possibilidade de conhecer a fábrica por dentro, apesar de eu não ser a maior fã de cerveja. Conhecer as instalações, entender um pouco mais sobre o processo de produção da bebida e, por que não, fazer uma pequena degustação in loco. Heheheh. Mas uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse passeio à fábrica da cerveja Guinness foi o tal do Gravity Bar. Ele fica lá no alto da fábrica e oferece uma vista panorâmica da cidade por meio de suas paredes de vidro. Parecia muito promissor!

Bom, você já começa se surpreendendo antes mesmo de entrar na fábrica. Enquanto você anda e anda (e, no meu caso, se perde) e anda até a porta principal, vai passando por vários quarteirões com armazéns enormes e antigos, tudo parte da cervejaria. É realmente impressionante a enormidade daquilo, gente! Você já fica maravilhado só de ficar do lado de fora! Hahahah #mecontentocompouco # mentira

Fábrica da cerveja Guinness - quarteirões

Fábrica da cerveja Guinness - quarteirões 2

Chegando – finalmente – à recepção, compramos os ingressos por cerca de 16 euros por pessoa e entramos. (Clique aqui para mais informações sobre valores). É gigantesco lá dentro, parece um shopping! Tem vários andares e escadas rolantes, e você pode andar por tudo.

Toda a história da cervejaria e o processo de produção é contado em forma de textos, fotos e áudios por todo o espaço. Tem uma área para degustação e uma loja de souvenir com uma infinidade de itens originais da marca. Mas achei beeeem carinho, viu? Se quiser sair com uma lembrancinha de lá, prepare seus euros! 😉

O passeio é super interessante a nada boring, caso possa dar essa impressão. Se você quiser fazer um tour guiado com um especialista que te explica todos os detalhes, também existe essa possibilidade. Eu e minha mãe fizemos por conta mesmo e acho que valeu super à pena.

Fábrica da cerveja Guinness por dentro

Fábrica da cerveja Guinness - degustaçãoDepois de subir várias escadas, láááá em cima, chegamos ao famoso Gravity Bar. E estava LOTADO. Cheio de gente por todos os cantos! Nem um banquinho para sentar a gente conseguiu… Mas isso não foi um problema! Pedimos nosso copão de chopp e ficamos perambulando pelo ambiente tentando encontrar brechas entre as pessoas para conseguir ter a vista da cidade. Como o bar é redondo e é todo envidraçado, em qualquer lugar que você fique a vista é linda.

Um detalhe que achei super legal é que, olhando na direção de alguns dos pontos turísticos da cidade, há um texto colado no vidro explicando um pouco mais sobre aquele local e sua relação (se tiver) com a Guinness. Achei a ideia brilhante! Assim, fica divertido AND educativo!

Essas fotos eu peguei de alguns sites de turismo porque dá para ver melhor e entender o formato do Bar. Espia só:

Fábrica da cerveja Guinness - Gravity Bar

Fábrica da cerveja Guinness - Gravity Bar Vidro

Essa já é uma das fotos que eu tirei lá dentro:

Fábrica da cerveja Guinness - Gravity Bar cheio

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Bacana, né? Eu adorei! Alguém aí também já foi?

** A Guinness Storehouse abre todos os dias para visitação das 9h30 às 17h. Para mais informações, acesse o site oficial.

Viagem dos Sonhos: Turks e Caicos

A Viagem dos Sonhos dessa semana fica num paraíso chamado Caribe. Até aí, nada de muito exótico, né? Naturalmente, ao ouvir falar em “Caribe”, a maioria das pessoas já pensa em Bahamas ou Curaçao. Tô certa? Mas alguém aí já ouviu falar de Turks e Caicos? Não? Então vamos resolver isso JÁ!

Turks e Caicos

Primeiramente, não se considere a pessoa mais desatualizada e perdida do Planeta por nunca ter ouvido falar nesse conjunto de ilhas de nome bizarro diferente. Afinal, faz pouco tempo que o arquipélago caiu nas graças dos ricos (muito ricos!) e famosos e, consequentemente, chamou a atenção do mundo todo.

Uma pausinha para te atualizar sobre as outras Viagens dos Sonhos. Se você perdeu, é só clicar nos links: Aurora Boreal, Nepal, Tahiti, Mônaco, Fiordes Noruegueses, Camboja

Pronto! E pra matar um pouquinho a curiosidade… Dá uma espiada nesse mar:

Turks e Caicos - Vista

Demais, né? Eu me lembro de ter visto esse nome pela primeira vez faz alguns anos, em um mapa enorme que ficava pendurado na loja de mergulho do meu pai, mostrando os principais destinos para a prática do esporte para os quais a empresa organizava viagens. E lá estava Turks e Caicos. 🙂 Achei estranho, achei diferente, achei interessante. E claro, nunca mais me esqueci dele.

Mas vamos ao que interessa. Turks e Caicos fica em um lugar privilegiado no mar do Caribe. Pra começar, está a cerca de 1h30 de vôo de Miami (o que explica, também, a invasão de turistas americanos e o dólar como moeda corrente, apesar de ser território britânico); à esquerda, temos Cuba; um pouco mais pra cima, Bahamas e, logo abaixo, Haiti e República Dominicana. Só o filé, né? 😉

Turks e Caicos - mapa

O arquipélago é formado por cerca de 40 ilhas, a maioria delas com nomes nada muito criativos: North Caicos, South Caicos, East Caicos, West Caicos, Middle Caicos, Grand Turk (onde fica a capital, Cockburn Town). Entretanto, a principal, mais populosa e destino preferido dos turistas é a ilha de Providenciales (Provo, para os íntimos!).

Em Provo, as praias de Blue Hills e Grace Bay são as mais badaladas. Passeios de barco, mergulho, caiaque, stand-up paddle são algumas das atividades mais procuradas na região. E não é pra menos, né? Com esse mar… Afe!

Turks e Caicos - Esportes

Turks e Caicos - Grace BayMas se o objetivo mesmo for ter um pouco de paz, sossego e privacidade, aí o melhor é se hospedar no chiquérrimo Amanyara Villas Resort. David Beckham, Kaká, Oprah Winfrey e Bill Gates são um dos sortudos milionários que já passaram uns dias por lá. Dá pra perceber que não é pros fracos, né?

No site do hotel, a diária do quarto mais simples na baixa temporada COMEÇA em US$1.350. Achou muito? A suíte mais cara, na alta temporada, custa singelos US$30.000 por dia. T-r-i-n-t-a m-i-l DÓLARES. TRINTA MIL. DÓLARES! Por DIA! Espia só:

Turks e Caicos - Amanyara____________________

Apesar de parecer um destino inalcançável (com exceção do Amanyara, que realmente é! rsrs), cerca de 10% dos turistas que frequentam as ilhas são brasileiros. Aos poucos, Turks e Caicos vem se tornando cada vez mais uma belíssima opção para umas férias caribenhas.

E ai? Quem se anima?

*Todas as imagens foram retiradas dos sites Turks and Caicos Islands e  Amanyara Villas Resort.

Como alugar as bicicletas do Itaú

No último Domingo (o das eleições!), fui andar de bicicleta pelas ciclofaixas de São Paulo com minha família pela terceira vez! Eita passeio bom! Vou fazer um post contando mais detalhes… aguardem!

Assim como muita gente por aí, não temos bicicletas em casa, então sempre alugamos as do Itaú. E em todas as vezes que fizemos esse passeio, muita gente (até o guarda municipal que fazia a ronda na cracolândia!) nos parou para perguntar como alugar as bicicletas do Itaú, se havia custo ou onde dava para pegar uma. Percebi que essas dúvidas são muito comuns e podem estar impedindo muita gente de usufruir de uma opção de lazer super segura, barata e deliciosa!

Como alugar as bicicletas do itaú - foto

Nesse post, vou explicar como alugar as bicicletas do Itaú: aplicativo, cadastro, custos, como retirar sua bike e algumas dicas práticas. O projeto já existe em MUITAS cidades! Se na sua tiver, não perca tempo e aproveite!

Vamos lá?

Como funciona

Você pode alugar uma bicicleta do Itaú em qualquer uma das estações espalhadas pela cidade, que funcionam todos os dias da semana, das 6h às 22h. Para poder usar uma bicicleta, você precisa baixar no seu celular e realizar um cadastro no aplicativo do Bike Sampa (disponível para AndroidIOS e Windows PhoneClique aqui para acessar a página de downloads).

No cadastro, além de alguns dados pessoais, como nome, telefone e e-mail, você precisa cadastrar um cartão de crédito válido. É por ele que serão cobradas as horas extras do aluguel da bike, caso você ultrapasse o limite de tempo de uso.

Cadastro realizado com sucesso, você agora tem um passe. Cada passe te dá direito ao aluguel de uma bicicleta por vez (para habilitar mais de um passe, acesse o site do Bike Sampa clicando aqui). O próximo passo é encontrar uma das várias estações de aluguel de bicicleta do Itaú espalhadas pela cidade. Você pode retirar a bike em uma e devolver em outra, se preferir, contando que haja vaga disponível.

Como alugar as bicicletas do itaú - cadastro

Como encontrar um estação próxima

Para encontrar uma estação perto de você, basta acessar seu aplicativo do Bike Sampa e clicar em “Estações”. Lá, você vai encontrar, em forma de lista ou mapa, todas as estações próximas e qual o número de bicicletas disponíveis naquele momento.

Como alugar as bicicletas do itaú - estações

Como retirar sua bicicleta

Todas as estações são numeradas, e cada vaga daquela estação também. Sendo assim, para retirar uma bicicleta da estação que deseja, clique no seu passe disponível e, ao ser solicitado, coloque o número daquela estação. O aplicativo, então, vai mostrar as opções para retirada de acordo com o número das vagas disponíveis (1, 2, 3, 4, 5, …). Selecione a que deseja e confirme a opção. Uma luz verde vai acender ao lado da trava da bicicleta que você escolheu e, ao ouvir o som de destrave, puxe sua bicicleta e bom passeio!

Quanto custa

O cadastro é gratuito, e você pode utilizar sua bicicleta de graça por até uma hora. A partir desse período, serão cobrados R$5 por hora extra. Caso você realmente não queira pagar nada, antes de dar uma hora, devolva sua bike, aguarde 15 minutos e alugue outra. Dessa forma, o tempo vai começar no zero novamente.

Mas sinceramente? Vamos supor que você ande de bicicleta por 3 horas (o que é bastante coisa)… No total, você vai pagar R$10. D-e-z reais. Acho que compensa pela mão de obra em ter que ficar cronometrando o tempo e ficar trocando de bicicleta. Afinal, quantos programas tão divertidos podem ser feitos a um custo tão baixo? Mas enfim…

É possível cadastrar seu Bilhete Único também, e as cobranças funcionam da mesma forma que com cartão de crédito. Veja mais detalhes clicando aqui.

Dicas práticas

– As bicicletas estão, na maioria das vezes, bem conservadas e com a manutenção em dia, mas antes de pegar a sua, cheque se está tudo em ordem: pneus, regulagem do assento, guidão, pedal, marchas.

– Algumas vezes, aconteceu de o sistema acender a luz verde (significando que ele destravou a bicicleta) mas a bicicleta não destravou de fato, impossibilitando a retirada. Se isso acontecer com você, tente outras bicicletas e, se mesmo assim não funcionar, procure outra estação :/

– Ao devolver sua bicicleta, confirme se ela devidamente travada na vaga.

– Leve um tipo de cadeado que seja possível amarrar as bikes umas nas outras. Assim, você pode ir parando em pontos interessantes para dar um passeio e deixar as bicicletas seguras esperando por você. Achei esse aqui na Kanui que me parece bom…

Como alugar as bicicletas do itaú

Como alugar as bicicletas do itaú 2

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Muito bacana, né? As bicicletas do Itaú são uma ótima opções de lazer e transporte para muita gente. Eu adorei!!

 

Como tirar o visto americano: etapas, dicas e links úteis

Como eu mencionei no post “O que levar na sua entrevista de visto americano”, tirar o visto está super fácil, prático e rápido hoje em dia. Para auxiliar o processo, o site oficial contém todas as informações e links necessários para orientar como tirar o visto americano – e é em português. \o/

A ideia desse post é explicar cada uma das etapas e indicar os links que você precisa saber, além de algumas diquinhas super úteis. Vamos lá? Basicamente, tudo o que você precisa fazer é:

Como tirar o visto americano

Para ficar mais claro, vamos detalhar cada uma das etapas de como tirar o visto americano:

Como tirar o Visto Americano de Não-imigrante

Antes de tudo: tenha em mãos o seu passaporte. Não tem como dar procedimento ao preenchimento do formulário DS-160 sem ter os dados do seu passaporte.

Passo 1 >> Acesse o site oficial clicando aqui;

Navegue pelo site, leia todas as informações e documentos solicitados.

Passo 2 >> Preencha o formulário DS-160 clicando aqui;

É isso o que você tem que fazer antes de tudo. É o start do processo. Ao terminar o formulário, salve e imprima a página de confirmação (que tem o código de barras) da solicitação. Você vai precisar dela nas suas entrevistas.

Atenção: o formulário todo é em inglês, mas não é nada muito complicado. Preste atenção em cada pergunta e responda todas elas da maneira mais honesta possível.

O formulário é um pouco longo… Leva uns bons minutos aí para responder tudo. Por isso, reserve um tempinho para fazer isso. Caso você são consiga finalizar o preenchimento, não se desespere, você não vai precisar começar tudo de novo depois, rsrs… Basta salvar onde você parou e continuar depois.

Passo 3 >> Pague a taxa;

Para o visto mais simples – categoria B1/B2/J/F – que são turismo, estudante, negócios, etc., custa US$160 (clique aqui para mais informações e valores).

Opções de pagamento: via boleto, via cartão de crédito online ou via cartão de crédito por telefone.  As opções de pagamento estão muito mais amplas do que uns anos atrás, quando só era possível pagar em uma agência do Citibank.

Passo 4 >> Agende suas entrevistas

O governo americano mudou um pouquinho essa etapa de uns tempos pra cá. Antes, a única entrevista (obrigatória para todos) era no Consulado/Embaixada. Hoje, primeiro o solicitante deve marcar uma visita a um Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto* (CASV), onde vai basicamente, tirar uma foto e as impressões digitais. Só depois é que é realizada a entrevista no Consulado/Embaixada. Isso adianta o processo e serve como um filtro, pois quem está renovando, muitas vezes, nem precisa passar pela entrevista no Consulado/Embaixada.

* Clique aqui para ver os endereços e horários de funcionamentos dos CASV’s

Agendada a visita ao CASV, já agende a entrevista propriamente dita no Consulado de sua preferência. No Brasil, existem UMA Embaixada (em Brasília) e TRÊS Consulados Americanos (em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife). Clique aqui para ver os endereços e horários de funcionamento de cada Consulado/Embaixada.

No dia da entrevista, leve todos os documentos necessários (página de confirmação do envio do formulário DS-160, passaporte atual, e outros que eu comentei nesse post aqui).

Atenção: Pessoas com menos de 15 anos e mais de 66 não precisam passar pela etapa da entrevista no Consulado. Entretanto, é preciso agendar a visita ao CASV para entregar os documentos solicitados (que você pode encontrar clicando aqui!).

Fim! Ao final da sua entrevista no Consulado/Embaixada, o entrevistador te informará se seu visto foi aprovado. Você pode escolher retirar o passaporte no próprio Consulado ou pedir que enviem para o endereço de sua preferência (geralmente, demora uns 10 dias para chegar). Acho essa a opção mais prática, mesmo porque não há nenhum custo extra (já está tudo incluso na taxa que você pagou).

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Viu como tirar o visto americano é simples? E bem rápido também! Dependendo do lugar que você morar, em menos de um mês você consegue tirar seu passaporte AND o visto americano!

Qualquer dúvida, deixa nos comentários!

Viagem dos Sonhos: Camboja

Como eu expliquei no primeiro post de “Viagem dos Sonhos”, nessa sessão, uma vez por semana, eu vou escolher um (dos vários!) lugar que eu tenho muita curiosidade/vontade/tara de conhecer (clique aqui para ver os outros posts dessa sessão). E, geralmente, esses lugares são um tanto exóticos. Quero MUITO conhecer Paris, por exemplo… Claro! Mas quando penso em Viagem dos Sonhos mesmo, sempre me vem aqueles lugares mais bizarros… Hehehe #adoro

CambojaPois bem. A Viagem dos Sonhos dessa semana é para o Camboja. Conhece? Já ouviu falar? Não? Bom, o Camboja é um país relativamente grande (o 88º maior do mundo em área) localizado na Ásia, ali entre a Tailândia e o Vietnã (eu disse que era exótico! rsrs). Mas não se espante se você nunca ouviu falar dele ou soube da sua existência apenas recentemente.

Durante muitos anos, o país foi alvo de bombardeios americanos na ápoca da Guerra do Vietnã e, também, palco de um dos maiores genocídios do mundo. Assassinatos em massa, campos de concentração. Foi um verdadeiro horror. Quase metade da população foi dizimada. Por isso, o país levou um tempo para se reerguer, a população se recuperar desse trauma recente e, só então, pôde se abrir para o turismo e crescer aos olhos do mundo todo.

Camboja - mapaFaz tempo que tenho o país na cabeça, como destino dos sonhos… Acho que foi porque uma vez, conversando com um amigo na hora da aula época do colégio, ele falou para um dia a gente ir para o Camboja! Tipo, “Oi?” Hahaha. Ele, então, me mostrou algumas fotos belíssimas de praias incríveis. Pirei na hora né? Tenho quase certeza que essa foi a primeira vez que ouvi falar desse lugar, e não o tirei mais da cabeça… Hehehe. Além disso, muito anos depois (acho que em 20…10? 11?) meu pai foi pra lá também, o que atiçou ainda mais minha curiosidade 🙂

Camboja - praias

Mas vamos ao que interessa… Em minhas pesquisas sobre o Camboja, além das belas praias, o que mais me chamou a atenção (não só minha, mas de turistas do mundo todo) foram as ruínas de Angkor Wat, considerado o maior edifício religioso do mundo, reunindo mais de mil ruínas de templos. Imagina? As fotos são i-m-p-r-e-s-s-i-o-n-a-n-t-e-s. Dá só uma olhada… E vê se eu não estou certa de querer visitar o país?? 😉

Camboja - Angkor Wat

Camboja - Ruínas de Angkor Wat

Demais né? Fiquei dois pra conhecer o Angkor Wat! O único porém é que, pra ir até o Camboja são necessárias, no mínimo, duas escalas e vôos beeeem longos… Mas compensa, não? 😉