Monthly Archives: November 2014

De SP ao Pantanal de carro. E como erramos de Estado na volta!

Sim, é isso mesmo que você leu. Em algum momento da minha vida, fui com minha família para o Pantanal de carro. De carro mesmo. Numa época onde GPS era luxo e Waze (salve, salve!) ainda não era nem projeto – o que explica a segunda parte do título. #estouficandovelha #abafa

Pantanal de carro

Acho esse tipo de viagem incrível porque você conhece vários lugares diferentes de uma vez só! Obviamente, ninguém faz SP – Pantanal de carro, quase 1800km direto, sem parar, certo? Por isso é uma excelente oportunidade para conhecer aquelas cidadezinhas que, provavelmente, você nao iria parar se não estivesse passando em frente. Dá só uma olhadinha no mapa abaixo para ver o tanto de lugar que tem pelo caminho:

Pantanal de carro - mapa

Na ida, aproveitamos o caminho e paramos na Chapada dos Guimarães. A Chapada é, simplesmente, deslumbrante. Um paraíso repleto de trilhas, cachoeiras e uma paisagem de tirar o fôlego. Ficamos uns dois ou três dias por lá e deu para fazer bastante coisa. Foi um dos pontos alto da viagem, com certeza! E se tivéssemos ido de avião direto para Cárceres (no Pantanal), teríamos perdido essa oportunidade linda!

Pantanal de carro - Chapada dos Guimarães

Depois dos dias na Chapada, seguimos viagem e paramos em Cuiabá para passar a noite. No dia seguinte, chegamos a Cáceres, cidadezinha micro na beira no Pantanal, onde deixamos o carro e pegamos um barquinho até nosso hotel. Essa é uma das maneiras mais fáceis de chegar ao Pantanal. Agora não me lembro o nome do hotel que ficamos #memoryfail, mas ficava na beira do rio, no meio do nada!

É maravilhoso ficar no meio da natureza e dos animais, assim, tão pertinho. Em pleno habitat natural deles. Do jeito que é. Rústico. Onde a natureza se mostra toda plena e exuberante. Onde você é o intruso e precisa respeitar o tempo das coisas. Onde tudo tem seu tempo e momento para acontecer. Onde você reflete sobre o seu próprio ritmo de vida. Onde você anda atento para ver se não há nenhum filhote de cobra pelo caminho. Onde você fica brother de uma arara que insiste em bicar seu tênis toda vez que te vê (#fatos #aconteceucomigo #Laraeraonomedela)

Pantanal de carro - animais

Fizemos coisas que só é possível fazer num lugar como aquele. Como focar jacaré, por exemplo. Funciona assim: à noite, saíamos pelo rio em pequenos barcos, cada um com uma lanterna (e claro, essa era a ÚNICA fonte de iluminação do passeio). No local e momento certo, ao passar o facho de luz da lanterna pelas margens do rio, é possível ver os vários e vários olhinhos brilhantes do jacarés, ali, à espreita, esperando alguma coisa acontecer. É mágico! E um pouco assustador… rsrs

E pescar (de mentirinha, claro!) em pleno Pantanal? Ou dar de cara com um tuiuiú, ave-símbolo do Pantanal que, de vez enquanto, resolve dar uma passeada pelo hotel? E acordar de manhã e ver o rio, as árvores e os pássaros, bem ali, ao lado da mesa de café da manhã?

Pantanal de carro - tuiuiu

Nada disso tem preço. E posso garantir que vale. Cada centavo. Cada quilômetro percorrido. Vale. Simples assim. Recomendo muito!

** Se você curte ou tem interesse por esse tipo de viagem mais roots e mais natureza, fiz um post contando todos os detalhes e dando todas as dicas do que e como fazer uma viagem à Amazônia. Tá a coisa mais linda! Clica nesse link aqui pra ler: “Dica de viagem exótica: turismo na Amazônia.” 

Para concluir, acho que vale contar uma história bem cômica na volta para casa… Só para constar, eu era responsável por olhar o mapa (aqueles enoooormes do Guia 4 Rodas, lembram?) e acompanhar o trajeto de volta pra casa… Enfim.

Bom, saímos de Cáceres de manhã, paramos em Rondonópolis para almoçar e a ideia era chegar perto de Campo Grande à noite para, no dia seguinte, seguirmos direto até São Paulo. Pois bem. ERA. No mapa abaixo, o que deveríamos ter feito nesse primeiro dia de volta para poder seguir o cronograma.

Pantanal de carro - volta

Acontece que a noite chegou e, depois de muitas horas de estrada, àquela altura, já era para estarmos na cidade que havíamos determinado para dormir. Mas passamos horas e horas sem avistar nenhuma civilização, nenhuma placa para nos dar alguma ideia. E como não chegava nunca, começamos a ficar desconfiados… Até que meu pai viu uma placa com um nome estranho de cidade e resolveu parar para olhar onde raios ficava aquele lugar no mapa. E… Estávamos em Goiás! G-O-I-Á-S, minha gente…. Erramos de Estado!

Pantanal de carro - Goiás

O que aconteceu foi que, ao sair de Rondonópolis depois do almoço, ao invés de pegarmos sentido sul (rumo ao Mato Grosso do Sul), fomos, não sei como e nem porque, para o leste. E por isso chegamos em Goiás.

E o que fazer? Nada. Arrumar um lugar para dormir e remanejar ao trajeto no dia seguinte. O problema era ONDE parar. Estávamos em uma estrada de terra no meio do mato, totalmente esburacada e sem nenhum tipo de sinalização. A única luz era a do farol do carro. De resto, breu total. Por fim, depois de horas naquela estradinha horrorosa, achamos um hotel de beira de estrada e paramos por lá mesmo. Era á única coisa na região. Para se ter uma ideia, a cama era de alvenaria e a porta no banheiro era uma cortininha de plástico…. hahha Mas foi a salvação!!

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Acho essa história super divertida (hoje em dia né… na hora não foi nada engraçado) e ir ao Pantanal de carro nos proporcionou viver muitas aventuras, que só acontecem quando a gente se joga e faz uns passeios diferentes… ADORO viagens de carro!

🙂

Como foi alugar um apartamento em NY pelo Airbnb

Eu já contei no post “Airbnb – Alugando um apartamento em NYC!” a minha saga em busca de um lugar para me hospedar em NYC. Quando comecei a pesquisar os preços dos hotéis, quase tive um ataque cardíaco e descartei essa opção. O valor das diárias é s-u-r-r-e-a-l. Parti, então, para a busca por hostels, e os preços me assustaram da mesma forma. Acabei reservando um só para não correr o risco de ter que dormir embaixo da ponte do Brookling, mas logo comecei a pensar em outras alternativas.

Eis que me veio uma luz e me lembrei do Airbnb, uma plataforma onde pessoas do mundo inteiro cadastram suas casas, apartamentos ou apenas um quarto para alugar por uns dias para algum viajante por aí. No post “Como funciona o Airbnb”, eu expliquei detalhadamente sobre isso, as regras, segurança, pagamento e etc.

As diárias são bem mais baratas e, assim como em um hotel ou hostel, os valores variam de acordo com a localização. Apartamentos perto da Times Square, por exemplo, são mais caros. Os que ficam fora de Manhattan, são beeeem mais em conta. Aí você tem que ver o que quer.

Alugar um apartamento em NY

Depois de pesquisar várias opções, decidi por um quarto em um apartamento no East Harlem, um bairro mais afastado da muvuca – e, por isso, mais barato. Olhei todas as fotos, vi que tinha uma estação de metrô do lado, conversei com a dona do apartamento (super importante esse contato), estudei o mapa e li os comentários de quem já tinha se hospedado lá. Tudo se encaixava com o que precisávamos. E posso falar? Deu SUPER certo!

Trouxe algumas questões que mais trazem dúvidas e inseguranças na hora de alugar um apartamento em NY ou outras cidades pelo Airbnb, e acho que pode ser útil para quem está pensando na possibilidade.

>> Localização

East Harlem fica em Alugar um apartamento em NY - East HarlemManhattan, mas é um pouco longe do centro. Entretanto, como tínhamos uma estação de metrô na esquina do apartamento, a distância não atrapalhou em nada e muito menos nos impediu de fazer alguma coisa. Acho que, mais do que ficar em um bairro super central (se você não tiver orçamento para isso), o mais importante é ter fácil acesso ao metrô.

Eu olhei todos os mapas para entender onde ficavam os apartamentos que eu estava olhando. Acho bacana, pelo menos, estudar um pouco a geografia da cidade para entender onde é o point, onde ficam as principais atrações e tals, para poder escolher o bairro com consciência, já esperando o que você vai encontrar.

>> Prédio e apartamento

O edifício é bem antigo e tipicamente americano, daqueles que a gente vê nos filmes. Sabe aqueles prédios baixos e compridos, com várias entradas uma ao lado da outra? Então, daquele jeito. Não tem portaria (cada um tem a sua chave da porta da frente) e nem elevador.

Alugar um apartamento em NY - Apto

 

Alugar um apartamento em NY - Hall

O apartamento é bem pequeno. Um banheiro pequeno, uma sala/cozinha pequena e três quartos pequenos. Hehe. Duas moças já alugam dois dos quartos de forma permanente, e o outro, que nós ficamos, é alugado para a galera do Airbnb. E é bem movimentado, viu? Quando chegamos, tinha um casal saindo. No dia que fomos embora, chegou outro.

O nosso quarto era religiosamente igual às fotos. Até a cor da roupa de cama era a mesma! Estava tudo limpinho e organizado no dia que chegamos, mas ele não foi limpo nem arrumado durante nossa estadia – o que eu achei até bom, porque assim ninguém teria que entrar lá.

Alugar um apartamento em NY - quarto

Obs.: Nas minhas pesquisas pelo Airbnb, vi que alguns anfitriões cobram uma taxa de limpeza. Não sei se isso garante a limpeza durante a estadia, mas vale a pena perguntar.

À noite, o quarto era um pouco barulhento, pois passava um trem ali perto. De manhã, entrava muita claridade pela janela. Mas posso falar? Não me incomodou em nada! A gente chegava tão, mas tão cansado, que esses detalhes nem atrapalhavam. Talvez, morar em um lugar assim seja um pouco incômodo, mas para quem está viajando, tudo vale a pena!

>> Liberdade

Nós podíamos entrar e sair a hora que quiséssemos, já que tínhamos as chaves do prédio, do apartamento e do nosso quarto. Recomendo perguntar para o anfitrião, antes de fechar negócio, sobre a questão das chaves. E essa liberdade é fundamental, né? Ninguém merece você estar viajando e ter horário pra voltar pra casa. Por isso, certifique-se quanto a esse detalhe.

Também podíamos usar a cozinha e os eletrodomésticos sempre que quiséssemos, mas como comemos todos os dias fora, não foi necessário.

Já o banheiro era dividido entre todo mundo da casa, já que era um só (característica MUITO comum nos apartamentos de NY). Mas isso não foi um problema. Geralmente, levantávamos antes das meninas que moram lá, e dava para usar o banheiro tranquilamente. À noite, como chegávamos tarde, a mesma coisa. Praticamente, nem cruzávamos muito com elas pelo apê.

>> Segurança

Achei o bairro bastante seguro, tranquilo de andar mesmo tarde da noite. É claro que Nova York, apesar de mais segura, ainda assim é uma cidade grande e muito movimentada, por isso, é sempre bom ficar ligado. Mas não vimos e nem ouvimos nada de estranho pela redondeza. Ficaria novamente ali, tranquilamente.

Quanto a morar por uns dias na casa de um estranho (hahaha), também foi super tranquilo. Acho que o mais importante é ler as avaliações de quem já se hospedou lá para ter uma ideia mais real sobre as instalações, limpeza, hospitalidade, acessos, segurança e etc.

Mas no final das contas, vai na confiança mesmo. Não tem jeito. Não dá para ter certeza absoluta de que vai dar tudo certo, que todo mundo é honesto e gente boa. Mas também, não dá para entrar na paranóia e achar que mil coisas podem acontecer de errado. Na minha opinião, a gente tem que se munir de informações e procurar meios confiáveis. E se jogar.

>> A experiência

Em todos os aspectos, a experiência foi super positiva. Se recomendo? Com certeza! Se faria de novo? Sem dúvida! Além de o preço compensar, viver por uns dias numa casa de verdade em outro lugar do mundo é bastante interessante. Observar os hábitos das pessoas que moram lá, as comidas, as rotinas. Como é o banheiro, o lençol, o fogão. Tudo acaba sendo um pouco diferente, e ver isso de perto é muito legal! Conviver com outras culturas é sempre uma troca muito positiva.

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E aí, o que acharam? Ficariam na mesma casa de uma pessoa que você não conhece? Teriam coragem de alugar um apartamento em NY (ou qualquer outra cidade) pelo Airbnb? Acha que vale a experiência ou o risco é muito grande?

Bjos!!

Top of the Rock OU Empire State: Qual vale mais a pena?

Top of the Rock ou Empire State Building? O mais famoso e tradicional ponto de observação de NYC é, sem dúvida, o Empire State Building. Mas além do icônico prédio, também é possível ter uma vista panorâmica da Big Apple subindo no Top of the Rock, no Rockefeller Center – que é tão, ou mais bacana que o próprio Empire State.

Mas e aí, qual deles oferece um custo-benefício melhor? Em qual vale mais a pena apostar se você estiver sem dinheiro tempo para fazer os dois? Na minha humilde opinião (e a de alguns amigos também), é muito mais negócio subir no Top of the Rock do que no Empire State. U-hum. Verdade.

Abaixo, coloquei as minhas impressões sobre os principais aspectos dos dois edifícios, como preços, vista, organização, interatividade, os andares de observação e etc, para tentar comparar qual passeio se destaca mais em qual ponto. Vamos ver?

Top of the Rock ou Empire State

>> Preços e ingressos 

Top of the Rock:

Um único ingresso (US$29 por adulto) te dá acesso aos 3 andares de observação. Você pode passear livremente entre um e outro e ficar quanto tempo quiser.

Na bilheteria, você também pode comprar uma foto, que é feita por um fotógrafo profissional que fica lá em cima. Ele tira a sua foto e te dá um cartão. Na saída, basta apresentar o cartão no balcão de atendimento, escolher a que ficou melhor e eles enviam para o seu e-mail. Se não me engano, isso custou cerca de US$5 por pessoa…

Para visitar o site oficial do Top of the Rock, ver a tabela de preços e opões de ingressos, clique AQUI.

Empire State Building:

Existem alguns tipos de ingressos, mas basicamente, você pode subir somente até o 86º andar (US$29 por adulto), ou, também, até o 102º (US$46 por adulto). Nós compramos esse que dá direito a visitar o 102º andar, e a minha opinião é que não vale a pena, pois não existe nenhum diferencial que justifique a diferença de preço – muito pelo contrário (falo mais sobre isso no tópico abaixo).

Para visitar o site oficial do Empire State Building, ver a tabela de preços e opões de ingressos, clique AQUI.

Ambos os ingressos fazem parte do NYC Pass. Para ver os valores do passe e atrações inclusas, clique AQUI

>> Os andares de observação

Top of the Rock:

Os 3 andares de observação são abertos, sem grades ou paredes envidraçadas. Dessa forma, é possível apreciar a vista de uma forma bem mais bacana. As fotos ficam ótimas! Os 3 níveis também são bem amplos, tem lugar pra sentar, espaço para caminhar e ninguém fica apertado. Dá pra curtir o passeio com calma!

Empire State Building: 

O 86º andar é cheio de grades acima da mureta de proteção, então a vista fica um pouco prejudicada, mas nada muito grave. Como os ingressos não são controlados por horário, acaba ficando bem cheio lá em cima, o que faz com que você queira ficar menos tempo lá em cima.

Top of the Rock ou Empire State - 86 andar

Já o 102º andar é minúsculo, super apertado e inteiro fechado por janelas de vidro. Não tem graça poder apreciar a cidade de tão alto se você está enclausurado num cubículo, né? Fica todo mundo se espremendo e se revezando por um espacinho perto da janela para poder ver alguma coisa. Além disso, as fotos não ficam legais! Nós ficamos 5 minutos nesse andar e depois voltamos ao 86º…

Top of the Rock ou Empire State - 102 andar

Sinceramente, acho que ir até o 86º está de bom tamanho, mesmo porque esses 16 andares de diferença entre um e outro, àquela altura, não muda em nada a vista. Também tem a questão da fila que tem que pegar para subir ao 102º andar, pois existe apenas um único elevador que faz o trajeto entre os dois andares. Então, acaba-se perdendo um tempinho nesse deslocamento, e a vista não compensa…

>> Organização

Convenhamos que, quando americano decide fazer alguma coisa, ele faz aquilo muito bem feito. Por isso, não houve nenhum passeio que achamos bagunçado ou desorganizado. Entretanto, há alguns detalhes entre o Empire State e o Top of the Rock nesse quesito que eu achei que faz a diferença.

Top of the Rock:

Eles liberam uma quantidade x de ingressos por horário para evitar superlotação lá em cima. Nós, por exemplo, chegamos na bilheteria por volta das 17h30 e o próximo horário para subir era somente às 20h45 – 21h. E não adianta querer dar um jeitinho de subir antes. Americano é pontual. Eles não liberam nem faltando um minuto para dar o seu horário (acredite!).

O ponto negativo disso é que, às vezes, você precisa mudar seus planos de última hora, já que nem sempre vai conseguir subir no observatório no horário que você planejou. No nosso caso, a ideia era subir ao entardecer para pegar o pôr do sol, mas como só conseguimos ingressos para às 20h45, fomos fazer outros passeios e voltamos ao Top of the Rock depois. O bom é que ali perto ficam várias coisas legais, como a pista de patinação (no outono e inverno) no próprio Rockfeller Center, o MoMa, a loja da Lego, o Bryant Park, então dá para matar o tempo.

Se você faz questão de subir em algum horário específico, o ideal é que você se planeje e compre seu ingresso com antecedência.

Empire State Building:

Diferentemente do Top of the Rock, você compra os ingressos para subir na hora. O problema é que você acaba pegando uma fila muito grande e fica beeem cheio de gente lá em cima, o que acaba prejudicando um pouco o passeio. Fica um pouco cansativo perambular no meio de tanta gente, ou mesmo tirar uma foto bacana.

>> A vista

Devo confessar que as duas vistas são muito bonitas e bem parecidas, mas a do Top of the Rock ganha porque dele dá para ver o Empire State! O edifício é lindo e super icônico, e emociona vê-lo, assim, tão de pertinho e todo imponente. À noite, a vista é ainda mais bonita, pois o topo dele fica todo iluminado com as cores da bandeira americana.

Top of the Rock ou Empire State - vista do TotR

 

Top of the Rock ou Empire State - vista ESB

>> Interatividade

Top of the Rock:

O elevador toca música e o teto é tipo de uma tela LCD transparente, onde ficam passando algumas imagens e você consegue ver o poço por onde o elevador sobe. Além disso, luzes coloridas ficam iluminando o caminho. É bem legal! Confesso que dá uma mini aflição porque o elevador sobe bem rápido mesmo, e dá a impressão de que ele não vai parar a tempo e vai se esborrachar no telhado! Hahaha #atéparece

Todo o Rockfeller Center é muito interessante, tem bastante coisa rolando e eles tem um super orgulho do edifício (dá para fazer um tour pelo complexo, que deve ser bem interessante). Enquanto a gente aguarda em uma fila para pegar o elevador, uma tela de cinema fica contando a história da família Rockefeller, qual foi a sua importância, o porque da construção do edifício, enfim. É bem legal também.

Empire State Building:

Desde o andar térreo, você acompanha a história da construção do edifício por meio de imagens, textos explicativos e um áudio-guia gratuito em várias línguas (para quem quiser – e tem em português!). É muito legal ver como, quando e porque um prédio daquela imponência foi erguido, vale a pena prestar um pouquinho de atenção na história.

Top of the Rock ou Empire State - história ESB

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Acho que as principais diferenças são essas. Por isso, entre o Top of The Rock ou Empire State, eu fico com o primeiro. Alguém também acha? Ou tem uma opinião diferente? Compartilha com a gente aê!

Onde comer em NY (parte I)

Não sou nenhuma expert em gastronomia (tampouco pretendo ser). Adoro sair para comer? É claro! A-M-O uma comidinha gorda e deliciosa? Sem dúvida! Mas confesso que não sou muito antenada em quais são os restaurantes da moda ou o que é super-mega famoso em determinado lugar.

Mas quando a gente vai viajar, ter algumas cartas na manga de onde (e o que) comer pode facilitar muito a nossa vida. Saber que existe um ou outro restaurante que t-o-d-o mundo indica ou um lugarzinho bacana que vende aquele prato típico que você sempre quis provar é de grande ajuda. Por que procurar lugar pra comer em outro país é sempre uma aventura, né? Podemos nos deparar com qualquer coisa! Hahaha.

E é por isso que escrevo esse post. Para dar algumas dicas para quem está de viagem marcada para os NYC e quer aproveitar bons achados gastronômicos. Sem nenhuma pretensão, apenas quero compartilhar o que achei de mais legal e imperdível em termos “alimentícios”. E para não ficar gigantesco, dividi em dois posts. Então… Onde comer em NY? Vamos lá?

Onde comer em NY - Parte I

1. Magnolia Bakery

Tá. Clichê total. Eu sei, eu sei. Não me julguem! Mas a tal da Magnolia é realmente uma delícia. Pensa num ser humano que passou 10 horas dentro de um avião, mais 3 para se descolar do aeroporto até o apartamento e, sem ao menos trocar de roupa ou desfazer as malas, andou nada mais, nada menos do que 50 quarteirões à pé. U-hum.

E depois de toda essa peregrinação, onde chego eu? Na Magnolia! Tendo em mente que a última coisa que eu havia comido foi o café da manhã do avião (dilícia!) lá pelas 4h30 da matina, e que a essa altura já eram 11h, imagina minha euforia ao me deparar com a vitrine lotada de cheesecakes e cupcakes da badalada Magnolia? Eu era a felicidade em pessoa naquele momento.

Pedi logo um cheesecake de strawberry e um chocolate quente e fomos comer num banquinho da praça do Rockefeller Center. Hehehe.

Onde comer em NY - Magnolia Bakery

 

Onde comer em NY - Magnolia Bakery

Recomendo para: um café da manhã rápido ou aquele lanchinho no meio da tarde, quando você está morrendo de fome e procurando por alguma coisa bem gorda 😉 A unidade que eu fui  (clique aqui para ver as localizações) fica bem perto do Rockefeller Center (Avenue of the Americas x 49th St.). Uma boa pegar seu pedido pra viagem e apreciar o movimento da praça, ou enquanto você aguarda seu horário de subir no Top of The Rock! #ficaadica

2. Burger Joint

Imagina um hambúrguer apetitoso. Delicioso. Saboroso. Bem gordo mesmo. Com a carne no ponto ideal. De comer agradecendo aos céus por aquela maravilha. Imaginou? Ótimo. Agora, visualiza um lugar escondido dentro da recepção de um hotel, sem placas ou qualquer tipo de sinalização. Imagina também, um ambiente minúsculo, escuro e com as paredes todas rabiscadas. É assim o Burger Joint.

A hamburgueria fica dentro do hotel Le Parker Meridien e, de fato, não há nenhuma placa indicando absolutamente nada. Você tem que saber que existe uma hamburgueria lá dentro. Não é um lugar que você descobre passando na frente e decide entrar pra ver “qual é”, sabe?

Onde comer em NY - Burguer Joint

 

Onde comer em NY - Burguer Joint 2

Recebemos essa indicação de uma pessoa que já foi várias e várias vezes à NYC, e ela foi enfática: é o melhor hambúrguer que eu já comi na vida. Vocês não vão se arrepender. Tá bom, né! Depois de uma recomendação dessas, não poderíamos deixar de ir!

Lá dentro é realmente bem peculiar. Não se parece em nada com o hotel bacanudo onde o Burger Joint fica inserido. Na porta, tem mini cardápios em várias línguas diferentes. Você pode pegar um, marcar com uma caneta o que vai querer pedir e entregar no caixa. Isso facilita a vida do turista perdido que não consegue se comunicar direito e acelera o processo.

Onde comer em NY - Burguer Joint Cardápio

O “menu” é bem simples. Praticamente, as opções são hambúrguer, cheeseburguer ou duplo cheeseburguer; acompanhamentos e bebidas. É isso. Não tem muito o que escolher nem muita frescura. E posso falar? Às 16h de uma sexta-feira, o negócio estava bombando!

Os preços são bem bons: US$8,27 um cheeseburguer, US$3,90 a bata frita (que vem bastante!!), US$2,30 o refrigerante ou limonada. Para os níveis nova-iorquinos de valores, estava bem barato!

Onde comer em NY - Burguer Joint - hambúrguer

Recomendo para: almoço ou jantar. O Burger Joint fica nos arredores do Rockefeller Center, Top of The Rock, MoMa, St. Patrick’s Cathedral. No dia em que estiver pelas redondezas, programe-se para uma paradinha lá. Você não vai se arrepender MESMO.

 3. Dunkin’ Donuts

Ok. De novo. Sei que não é nenhum achado mágico. Clichê também, será? O fato é que o Dunkin’ Donuts nos proporcionou um café da manhã maravilho. Talvez o fato de que pegamos o pedido pra viagem e comemos sentados num banquinho dentro do Central Park, de frente para aquele lago imenso emoldurado pelos clássicos prédios de NY ao fundo tenha ajudado a causar uma boa impressão. Talvez.

Onde comer em NY - Dunkin Donuts

Existem vários Dunkin’ Donuts espalhados pela cidade. Não é difícil achar um. Nós fomos em um que fica a uma quadra do Central Park, na 730 Columbus Ave. Pedimos nossos lanchinho e voltamos para comer no parque. Que ideia genial. Juro, foi muito bacana comer no meio daquele cenário.

O cardápio tem várias opões de lanches naquelas roscas redondas, hambúrguer, diversos tipos de cafés e donuts (claro). Tudo muito saboroso! Amei!

Recomendo para: café da manhã, almoço rápido, lanche da tarde. A qualquer hora do dia, vale uma parada do Dunkin’ Donuts!

4. Wafles & Dinges (barraquinha dentro do Central Park)

Eu postei a foto do bendito wafle com nutella e morango na fanpage do blog e foi o maior sucesso! E não era pra menos… Um típico wafle americano comprado em um dos mais famosos cartões postais da Big Apple. Como se não bastasse, foi um dos melhores wafles que já comi na minha vida. Sem exageros!

Onde comer em NY - Wafle

wafle com uma cobertura custa US$6. Como eu pedi duas (espertchénha!), custou US$7. E tem muitas opções gostosas… Chocolate, banana, doce de leite, etc… Hum…. 🙂

Onde comer em NY - Wafle

Ai gente… olha isso…

Recomendo para: qualquer hora, momento ou ocasião. Se você encontrar essa barraquinha por aí, pare e coma um wafle.

5. Hot Dog de rua

E na onda das barraquinhas, vamos a um clássico americano: o bom e velho hot dog de rua! As barraquinha estão em toda a parte – e não tem erro, elas são padronizadas, iguaizinhas. O dog não tem nada de especial e nem muitas opções: trata-se de pão, salsicha e mostra/ketchup se quiser. Pronto. Perfeito, não? Americano é mesmo muito prático!

Onde comer em NY - hot dog

Além dos hot dogs, essas barraquinha também vendem lanches (se você estiver com muita fome, aposte no Philly Cheese Steak, um sanduíche bem recheado com carne e afins), pretzels, churros e bebidas, como água, chás gelados e sucos de garrafinha.

O preço do hot dog varia… Achamos entre US$1 e US$3. Já o Philly Cheese Steak custou US$7. Veja as fotos abaixo com alguns dos valores:

Onde comer em NY - preços barraquinha

Recomendo para: um almoço rápido ou como salvador da pátria para aquele momento do dia que você está morrendo de fome!

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Ufa! Gostaram da seleção? Aguardem porque tem mais!

Compras em NY: sobre a Century 21 (e porque não fui no Woodbury)

São tantas as coisas que eu quero escrever sobre NYC… Afe! Vai dar assunto até ano que vem! Mas resolvi começar por um tema que todo mundo gosta – especialmente quando se trata de EUA: compras em NY! Não tem um ser humano que não se anime em levar pelo menos um par de meias pra casa quando se depara com os preços americanos nas etiquetas, não é?

Compras em NY

Quando contei para alguns amigos que passaria uma semana em NYC, t-o-d-o-s me recomendaram fazer uma visitinha na Century 21 (loja giga onde eu encontraria de tudo e mais um pouco a preços de outlet) e no Woodbury Premium Outlet (que fica fora da cidade, na verdade, mas que é gigantesco e tudo custa uma pechincha, como todo bom e velho outlet americano).

Vou confessar que não tinha ouvido falar em nenhum deles até então (shame on me), mas me animei com a possibilidade de poder fazer boas comprinhas. Por mais que não fosse esse o foco da viagem, umas coisinhas novas nunca faz mal a ninguém, não é mesmo? 😉 #mulheres #consumismopuro Mas na hora de finalizar o roteiro de fato, acabei optando por deixar o outlet de fora. Sim. Mas antes de ser apedrejada em praça pública, deixe-me explicar.

Ir até o Woodbury envolvia 3 fatores importantes a ser considerados. Primeiro: é longe e perde-se um bom tempo entre ida e volta. Segundo: como é muito grande e com uma infinidade de lojas, para valer a pena, lá se vai quase que um dia todo. Terceiro: achei caro o transporte até lá (tem um ônibus que custa US$42 por pessoa (ida + volta)).

Compras em NY - Woodbury

O fato é que o meu objetivo era conhecer o máximo de NYC possível. Ver tudo o que eu queria e mais um pouco. E ir até o outlet significaria “perder” praticamente um dia inteiro na cidade. E vamos combinar que um dia em NYC custa caaaaaaro! Eu tinha 6 dias e meio para curtir e queria aproveitá-los da melhor forma possível – e isso significava conhecer todos os pontos turísticos, descobrir novos lugares e andar, andar e andar.

Todo mundo diz que comprar no Woodbury vale muito a pena. E deve valer mesmo. Portanto, se você quiser renovar o guarda-roupas e comprar loucamente, sugiro que você vá. Mas se a ideia não é se acabar de comprar, as lojas de departamento que você encontra em cada esquina vão servir perfeitamente. Vou confessar que não achei os preços aquela pechincha toda – muitas vezes, achei os valores bem parecidos com o que temos na C&A e Renner, por exemplo, sabe? Mas conseguir encontrar muitas coisas boas e baratas na Forever 21. Achei jaqueta por US$35, ankle boot por US$28, sutiã sem costura por US$6, top de ginástica por US$10, blusinha por US$10 e afins. Ah, inclusive, estou escrevendo esse texto usando uma calça jeans lindinha que comprei na loja pela bagatela de incríveis US$7. Sim, SETE DÓLARES. #alegrias #felicidadequeodinheirocomprasim 

Sinceramente? Na minha modestíssima opinião, se é para se acabar em compras, é mais barato planejar uma viagem para Miami e Orlando e se resolver nos vários outlets de lá. Tudo mais fácil, mais em conta e mais perto. Acredito que, numa cidade tão cheia de coisas para ver e fazer o tempo todo como NYC, cada minuto é crucial e acho um desperdício ficar enfiado em loja o dia todo. Mas essa é só a minha opinião, por isso estou expondo os fatos aqui para cada um decidir de acordo com as suas prioridades 😉

E o que eu achei da Century 21? Bom, o fato é que descobri o seguinte. Se a sua ideia é encontrar preços bem do baratex e comprar uma infinidade de coisas, a Century 21 NÃO É o seu lugar. Mas, se você está querendo marca, aí sim, a Century 21 É o seu lugar.

Compras em NY - Century 21

De fato, a loja é enorme e conta com vários andares: moda feminina, masculina, bolsas, sapatos, maquiagem e beleza, óculos de sol, relógios. Tem MUITA coisa. Mesmo. Calvin Klein e Michael Kors foram as marcas de roupa que mais vi por lá – a preços de chorar de emoção. Todas as etiquetas vem mostrando o preço original daquela peça e o preço da Century 21. A diferença é absurda! E mais ainda quando você encontra etiquetas com 25, 50% de desconto SOBRE O PREÇO DA CENTURY 21. Realmente, é um excelente negócio para quem procura marca. O mesmo acontece com a famosa e gigantesca Macy’s. Marcas incríveis a preços mais incríveis ainda.

Eu mesma comprei uma jaqueta de couro preta forrada com uma lã grossa por dentro por US$39. Achei bem bom e que valia a pena. Também arrematei uma bolsa linda-maravilhosa-sonho-de-consumo da Steve Maden por US$35. Yay! No mais, nada ali me chamou a atenção.

Compras em NY - Century 21

Eu fui na unidade perto do Lincoln Center e a na que fica no caminho para a Estátua de Liberdade, ao sul da ilha (para ver todos os endereços, clique AQUI). Confesso que gostei bem mais da segunda. Achei a seleção e disposição dos produtos melhor. Fora que a parte de cosméticos estava uma maravilha. Os preços eram iguais ao da Sephora, e acabei pegando umas coisinhas que não tinha comprar antes. O melhor? Ganhei uma necessaire LINDA com brindes da Clinique, pois todas as compras na marca acima de US$27 te davam direito a levar o mimo pra casa. E vieram coisas bem legais, viu? Nada aqueles brindes meia-tigela. Fiquei bem feliz! Hahaha

Bom, sobre compras em NY, o resumo é esse: se você quer comprar o mundo a preços de banana, vá ao Woodbury. Se não, entre nas várias lojas de departamento gigantes espelhadas pela cidade e vá procurando que você encontra ótimos preços. E se você quer comprar marca, vá na Century 21 e na Macy’s, que é GIGANTESCA (o andar térreo é um sonho… bolsas e perfumes de dezena de marca diferentes…).

Alguém aí tem opiniões diferentes e dicas pra dar? Fiquem à vontade nos comentários! 😉

5 dias em Santiago: 5° Dia – Passeios e compras em Santiago – por Camila Meister

O 5° e último dia da Camila em Santiago do Chile foi dedicado a explorar um pouco mais a cidade, com direito a visitar o Museu de Arte Pré-Colombiana, assistir a troca de guarda no Palácio de La Moneda, comidinha no Restaurante Giratório e mais. Além disso, a Cá nos deu algumas outras sugestões de passeios pela cidade e arredores e recomendações sobre onde fazer compras em Santiago – e se compensa, na opinião dela!

Vamos ao grand finale, então?? 🙂

Compras em santiago

Como todas as viagens que faço, gosto de deixar um dia livre, onde posso conhecer a cidade de uma forma mais independente, sem roteiros. Nosso último dia em Santiago foi dedicado a isso.

Saímos logo cedo e pela primeira vez, resolvemos andar de metrô. Foi uma experiência tranquila, nada diferente do que temos no Brasil. O valor é super Ok, e apresentando a carteirinha, estudantes pagam meia. Ah! E a tarifa muda de acordo com o horário, segue:

Horário de pico (7h00-08h59 e 18h00-19h59) = $660 CLP (R$2,64)

Horário normal (6h30-6h59, 09h00-18h00 e 20h00-20h44) = $600 CLP (R$2,40)

Horário baixo (6h00-6h29 e 20h45-23h00) = $550 CLP (R$2,20)

Decidimos ver a troca de guarda no Palácio de La Moneda, que acontece a cada dois dias (Programação AQUI). É bem interessante, mas para quem não curte não recomendo, pois há uma certa demora para começar e tem duração de 1 hora.

Compras em Santiago - Troca da Guarda

Enquanto esperávamos, tivemos a companhia dos lindos cães de rua que tem no Chile. Sério, todos são super bem cuidados, com coleiras e roupinhas. Adoro animais e fiquei encantada com o tratamento que eles recebem. Até ouvi de um chileno “os cães no Chile são como as vacas na Índia”. Muito amor!

Após a apresentação, resolvemos caminhar pela cidade, infelizmente era domingo e estava tudo fechado, só havia alguns desavisados como nós perambulando para encontrar algo a fazer, foi ai que decidimos conhecer o Museu de Arte Pré-Colombiana.

Não me recordo muito bem do valor, mas digo que valeu cada peso. O primeiro andar é bem interessante, com esculturas em pedras e barros e a riqueza dos tecidos feitos pelos andinos, porém é no subsolo onde encontramos toda a história do chile e os povos que ali habitam e habitaram um dia.

Compras em santiago - museu

Depois de tanta cultura, precisávamos comer e como TUDO estava fechado por ali, decidimos ir em mais um lugar turístico, o chamado “Restaurante Giratório”.

Uma delicia de lugar, ao lado da estação de metrô Los Leones, com uma vista linda e uma comida maravilhosa. Logo que fiquei sabendo do local, me interessei pelo conceito e digo, é demais! Não é possível sentir o ambiente girar, mas é uma experiência diferente você se deparar virada para uma vista totalmente diferente da de quando chegou.

Compras em Santiago - Restaurante GiratórioCompras em Santiago - Restaurante Giratório 2Como tivemos pouco tempo, não conseguimos fazer tudo que tinha pela cidade. Também há os passeios para as vinícolas próximas a capital chilena, como a famosa Concha y Toro. Não sou das maiores apreciadoras de vinho e já tinha estado em outras vinícolas, por isso optei por não incluir no roteiro.

Outro lugar interessante para conhecer, são as casas-museus de Pablo Neruda, um poeta chileno. Há três casas que podem ser visitadas, uma em Santiago no bairro Bellavista, outra em Valparaíso e a última na cidade de Isla Negra.

Para quem vai viajar para “fora”, sempre há dúvidas sobre o câmbio, quanto levar, onde trocar, entre outras perguntas. Em relação a “quanto levar” acredito que depende muito do seu interesse em compras, principalmente nos vinhos e de quantos dias irá ficar. Já a troca do câmbio, eu fiz no Brasil mesmo, mas acho interessante fazer uma pesquisa antes para descobrir o que vale mais a pena no período em que for viajar. Eu fiz isso, porém chegando lá, não achei que compensou tanto.

Sobre “compras em Santiago”, acredito que o Chile não seja o tipo de viagem para fazê-las, ainda mais quando os preços são bem próximos ao nosso. Mas como em toda viagem, gosto de trazer souvenirs e fiquei bastante interessada quando li sobre a pedra lápis-lazuli que é somente encontrada no Chile e no Afeganistão, então logo que cheguei já fui à procura da bonitinha.

Dentro do Pátio Bellavista é possível encontrar algumas lembrancinhas bacanas, porém há uma feira de artesanato na frente do Cerro de Santa Lúcia onde os preços são mais amigáveis.

Já para quem está realmente interessado em compras além das lembrancinhas, tem o Shopping Parque Arauco, onde pode ser encontrado roupas de neve da marca Columbia, botas Ugg e também tem uma Forever21. Já o Shopping Costanera Center, chama atenção por ter como vizinho a vista para as cordilheiras e também por ser atualmente a maior construção da America Latina com 64 andares. Por fim, há o shopping temático MallSport, que além das lojas, tem como entretenimento parede de escalada, pista de patinação e surf em ondas artificiais.

E para quem tiver oportunidade, há outros lugares lindos para conhecer no Chile, como: Deserto do Atacama, Vulcões e Lagos ao sul, Deserto dos Gaisers e Patagônia Chilena. Voltarei para conhecer todos, mas isto ficará para outros posts. 😉


Acho que é isso viajantes! Espero que tenham gostado e qualquer dúvida, só deixar seu comentário. 😉

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É isso gente! Chegou ao fim a viagem da Camila e, com ela, nossa série sobre 5 dias em Santiago (ahhhhhhhh). Para ler todos os outros posts e ficar por dentro das dicas e passeios, clique nos link abaixo:

Planejamento da viagem – agência, compra de tickets e companhia aérea

1° dia – Passeio pelo centro histórico, Cerro Santa Lucia, Praça da Constituição, Catedral de Santiago e Praça das Armas, Bairro Republica, Bairro Costanera e Shopping Parque Arauco

2° dia – Valle Nevado

3° dia – Viña del Mar e Valparaíso

4º dia – Valle Nevado e Estação Farellones

5 dias em Santiago: 4° Dia Valle Nevado e Farellones – por Camila Meister

Aposto que vocês, assim como eu, estão doidos para começar a programar uma viagem ao Chile, só lendo os posts da Camila! Cada lugar lindo… Afe!

E como ela não é boba nem nada, o 4° dia dela em Santiago foi, de novo, na neve! Claro né? É um dos programas mais procurados por quem está em terras chilenas – e com razão. Para curtir ao máximo esse dia, a Camila e sua amiga foram novamente para o Valle Nevado e para a estação de Farellones, num frio de rachar!

PS.: para ver os demais posts e dicas sobre os 5 dias da Camila em Santiago do Chile, clique nos links a seguir: Planejamento da viagem; 1° dia; 2° dia; 3° dia e 5º dia

Vamos ver como foi? Anotem as dicas aí!!!

Farellones

Por ser nossa primeira experiência com neve, deixamos reservado dois dias para curtir nas cordilheiras. Para essa segunda vez, reservamos um passeio onde poderíamos conhecer um pouco mais da estação Valle Nevado e a estação de Farellones, além de uma parada no meio do caminho para aproveitar os ‘esquibundas’ e a vista digna de cartões postais.

Ainda não era nem 6 horas e já estávamos de pé. Apesar da animação, confesso que tive que usar todas as minhas forças para tomar coragem de enfrentar o frio que fazia lá fora e para ajudar, a previsão nas montanhas era de -5ºC. Estava morrendo de medo, pois nunca estive a uma temperatura tão baixa.

Novamente, antes de começar nossa subida, paramos para alugar roupas e equipamentos. Já a caminho e com o clima nublado, tivemos outra perspectiva da cena. Não consigo decidir qual me deslumbrou mais: o céu azul contrastando com a neve branquinha ou o nublado tornando a vista do céu e montanha uma só.

Farellones - Cordilheira dos AndesNossa primeira parada foi de encontro aos -5ºC prometido, no meio das cordilheiras, com direito a muita neve, frio e vento. Apesar de toda dificuldade de deixar qualquer membro descoberto, era irresistível não tirar milhões de fotos daquele lugar! Foram suficientes 30 minutos de diversão e muitos tombos rs.

Farellones - Camila na CordilheiraO próximo destino era a estação de Valle Nevado. Como já háviamos passado um dia todo lá, não iriamos fazer nenhum passeio específico, decidimos apenas ficar na região dos hoteis, que não conseguimos conhecer anteriormente. Aproveitando o tempo livre, tomamos o nosso café da manhã/almoço, conhecemos alguns brasileiros e observamos as diversas pessoas que, diferente de nós, já dominavam a arte de esquiar.

Farellones - Valle NevadoChegando em Farellones, como já havíamos almoçado e nosso tubing estava marcado só para as 14h, aproveitamos para conhecer o lugar e suas variadas lojinhas. Foi possível perceber que essa estação era mais dedicada aos chilenos, não havia tantos turistas como em Valle Nevado e sim uma grande quantidade de famílias. Uma graça ver crianças que mal aprenderam a andar já esquiando perfeitamente e sem medo.

Vista de Farellones

Pista de FarellonesApós longas 3h de espera, enfim faríamos algo de diferente e divertido. O tubing, é simplesmente uma boia gigante onde você senta e é empurrado para uma pista íngreme. É S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L ! Pura adrenalina e com aquela vista das montanhas tudo fica ainda melhor. Pagamos para apenas 1 hora, mas foi suficiente, pois devido a altitude você cansa muito rápido, ainda mais tendo que carregar a boia.

Farellones - TubingDica: deixem para comer em Farellones ou coloque em seu roteiro mais algumas horas de esqui nessa estação. Há também tirolesa, para adultos e crianças, infelizmente não nos programamos para fazer, mas parece valer a pena.

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Curtiram? Bacana essa última dica que a Cá deu sobre comer em Farellones e as opções de esqui e tirolesa, né? Vale prestar atenção nelas!

5 dias em Santiago: 3º Dia Viña del Mar e Valparaíso – por Camila Meister

O 3º dia da Camila em Santiago foi bastante movimentado também! Para dar tempo de ver um pouco de tudo, ela e sua amiga dividiram o dia entre Viña del mar e Valparaíso, pontos total tem-que-ir para quem está em Santiago!

Para acompanhar as dicas e passeios de todos os dicas, clique nos links a seguir! 

Planejamento da viagem – agência, compra de tickets e companhia aérea

1° dia – Passeio pelo centro histórico, Cerro Santa Lucia, Praça da Constituição, Catedral de Santiago e Praça das Armas, Bairro Republica, Bairro Costanera e Shopping Parque Arauco

2° dia – Valle Nevado

4º dia – Valle Nevado e Estação Farellones

5º dia – Troca da guarda, Museu de Arte Pré-Colombiana, Restaurante Giratório e indicações de compras

E com a palavra, Camilinha!

Viña del Mar

Ir a Santiago e não conhecer Viña del Mar e Valparaíso é quase um crime. Ambas são cidades litorâneas, vizinhas da capital e cada uma com sua particularidade. Para chegar até elas, é possível alugar um carro e fazer o passeio por contra própria ou fechar o passeio com agências locais.

Como tínhamos apenas um dia disponível, decidimos incluir este passeio com a Turistour onde poderíamos conhecer os dois locais em um só dia.

Acordamos cedo novamente e fomos direto para Viña del Mar. A cidade é super aconchegante, com palmeiras bem altas espalhadas pelas ruas. Suas maiores atrações são os diversos castelos e a praia com a água mega gelada pertencente ao Oceano Pacífico.

Viña del Mar - cidade

Viña del Mar - cidade

Viña del Mar - cidade 3

Nossa primeira parada em Viña, foi no Parque Centro, onde está localizado o antigo Museu de Bellas Artes que após o terremoto de 2010 está inativo e um imenso auditório ao ar livre. O lugar é lindo, infelizmente os passeios neste dia são bem rápidos e não pudemos aproveitar tanto.

Viña del Mar - Parque Centro

Viña del Mar - Parque Centro Museu

Viña del Mar - Parque Centro Auditório

Próxima parada foi no Museu Fonck, onde pudemos observar no jardim a estátua de um Moai original, um dos únicos existentes fora da Ilha de Páscoa.

Viña del Mar - estátua de Moai

Almoçamos em um restaurante italiano que o guia indicou. O almoço não está incluso por isso é bom levar uns pesos extras para garantir a alimentação durante o passeio. Após, passeamos de ônibus pela cidade, onde pudemos conhecer o famoso Cassino Municipal de Viña del Mar, o Castelo de Wulff na orla da praia e fizemos uma parada rápida para tirar fotos com o Relógio de Flores.

Viña del Mar - Relógio de Flores

Viña del Mar - castelo de Wulff

Antes de partirmos para conhecer Valparaíso, paramos na praia para apreciar o mar. É engraçado, nasci e morei quase a vida toda em uma cidade do litoral, mas quando descemos em Viña parecia ser a primeira vez. Senti como aquelas tartaruguinhas que acabam de sair do ovo e correm em direção ao mar. Acredito que o fato de estar pela primeira vez diante do pacífico, das lendas e história, me deu uma certa emoçãozinha rs.

Despedimo-nos de Viña, partiu Valparaíso!

Viña del Mar - Valparaíso

Viña del Mar - Valparaíso 2

Viña del Mar - Valparaíso 3

Valparaíso é uma cidadezinha simpática rodeada de morros e para quem já foi ao Caminito em Buenos Aires, encontrará semelhanças em suas casinhas coloridas. Por ser uma cidade portuária, seu lado boêmio e hoteleiro fica de encontro ao cais.

Devido as inclinações dos morros, há regiões onde o acesso dos transportes coletivos não é possível, por isso existe pela cidade 15 funiculares, uma espécie de elevador antigo que faz o transporte nesses pontos.

Viña del Mar - Funicular Valparaíso

Como já podem imaginar, o passeio pela cidade foi um walktour, ainda bem que no nosso caso foram apenas decidas, mas fico imaginando quem precisa subir realmente aquelas ruas estreitas e íngreme todo dia. Haja perna!

Foi bem legal conhecer a cidade andando por ela, pois sua principal atração é justamente a arquitetura das casas e suas cores e dessa forma pudemos encontrar no caminho vários lugares com pinturas desenhas nas paredes, deixando a cidade com um aspecto ainda mais alegre.

Passamos por diversos mirantes e em um deles aproveitamos para conhecer e descer por um dos funiculares existentes na cidade. A experiência é diferente, senti como se tivesse voltado um pouco no tempo e fiquei imaginando se aquilo não iria parar no meio do trajeto com a gente dentro rs. Não há nada de espetacular mas vale o passeio.

Chegamos ao centro, onde havia as construções mais antigas que abriga o correio, a prefeitura e algumas grandes empresas. Logo a frente, encontra-se o porto e em suas proximidades lojas de artesanatos, souvenirs e vinho. Recomendo fazer uma parada por ali pois há bastante objetos diferentes dos encontrados na capital.

Para encerrar o tour fizemos um passeio de barco, pagamos o valor de $6.000 pesos. O bacana dele é poder andar pelas águas do pacífico e ver Viña del Mar e Valparaiso de outra perspectiva. Os sortudos ainda conseguem ver leões marinhos aproveitando o sol nas boias dos navios atracados, não foi o nosso caso.

Este foi o único dia que chegamos cedo do passeio e nada mais justo, do que curtir um pouco da noite chilena em um dos seus bairros boêmios. Fomos ao Pátio Bellavista, onde há vários restaurantes e bares, tanto dentro dele quanto pelos arredores. Depois de jantar e dar uma volta pelas lojinhas, paramos em uma Starbucks para tomar um chocolate quente, pois o tempo lá fora estava congelante.

Viña del Mar - Pátio Bellavista

Além de aquecer do frio, a parada na Starbucks foi estratégica, pois foi um dos únicos lugares que encontramos um wifi decente para nos atualizar do que acontecia no mundo. Infelizmente o Chile não é um país onde o wifi está em cada esquina, senti muita falta disso porém também foi bom para me desintoxicar um pouco.

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Sem dúvida, Viña del Mar e Valparaíso são umas das principais cidades a se visitar no Chile. aproveite as dicas e Camila e boa viagem!

5 dias em Santiago: 2º Dia Valle Nevado – por Camila Meister

Que bacana que estão sendo esses posts da Camila! Ela passou 5 dias em Santiago do Chile e nos conta, em detalhes, como foi a experiência, qual a programação que ela fez, agência de passeio, valores e todas as dicas úteis.

O segundo dia dela na cidade foi bem animado e é um dos mais esperados por todo mundo que visita o Chile: Valle Nevado. Afinal, esquiar em plena Cordilheira dos Andes é de uma emoção só, né?

Obs.: clique nos links a seguir para ver sobre o planejamento da viagem (agência, compra de tickets e companhia aérea); 1° dia (centro histórico, Cerro Santa Lucia, Praça da Constituição, Catedral de Santiago e Praça das Armas, Bairro Republica, Bairro Costanera e Shopping Parque Arauco); 3° dia (Viña del Mar e Valparaíso); 4º dia (Valle Nevado e Estação Farellones) e 5º dia (Troca da guarda, Museu de Arte Pré-Colombiana, Restaurante Giratório e indicações de compras).

Vamos ver as dicas da Cá sobre esse dia no Valle Nevado!

Valle Nevado

Enfim, o dia mais esperado da viagem. Nossa primeira experiência com a neve, com as cordilheiras e com esqui. Muita emoção para um dia só rs. O despertador ainda nem tinha tocado e já estávamos em pé. Era tanta roupa para colocar, o medo de atrasar e a ansiedade, que acordamos antes do horário previsto.

Por falar em roupas, se você sente muito frio que nem eu, é bom se proteger com as três camadas básicas para um dia de neve, formado por uma peça de roupa térmica, uma de freece e a última impermeável. Lógico, que eu coloquei muito mais roupa do que apenas essas três rs.

(Obs.: quem conhece a Camila, com certeza, riu ao ler esses dois primeiros parágrafos! Sem dúvida, imagino ela toda adiantada, organizada e encapotada! Hahaha)

Valle Nevado - saindo de Santiago

Antes de começar a aventura, paramos para alugar equipamentos e roupas de esqui no local orientado pelo guia, porém também é possível alugar dentro das estações. O valor pode variar por peça, mas o kit completo sai por volta de R$100,00. O recomendado para alugar – caso ainda não tenha – é: blusa e calça impermeável, botas para neve, luvas e óculos.

Equipados, hora de começar a subir! De início parece tudo sem graça, vegetações secas e… cadê a neve tão esperada?! Depois de uma hora, de curvas, de riachos cristalinos, de vacas se equilibrando nas montanhas íngremes, lá estava ela, arrancando os primeiros suspiros daqueles que, como eu, estavam admirando as diversas montanhas com seus picos branquinhos. E a cada nova curva, mais o branco dominava a paisagem e mais admirados ficávamos.

Porém, foi só após 60 curvas, 3 mil metros de altura e uma vista de deixar qualquer um babando, que chegamos no Valle Nevado.

Valle Nevado - caminho da estação

Valle Nevado - Vista

Primeira Impressão: Muito branco, muito frio e muita gente. Precisávamos comprar o “Ticket Day”* e tinha uma fila interminável, por sorte o guia já tinha todo o esquema e comprou o ticket para todos, já com os equipamentos de esqui e a aula inclusos, porém nossa peregrinação em fila só estava começando.

*Ticket Day Valle Nevado: Para ter acesso às pistas de esquis, é preciso comprar o Ticket Day, nome dado ao ingresso de entrada. Na estação há diversos combos que saem por um valor mais em conta do que comprar os tipos de tickets separados. Há combos para famílias, para quem vai alugar equipamento e/ou fazer aula, para quem deseja apenas utilizar a gôndola, entre outros. No site é possível encontrar algumas opções.

Para a nossa sorte, o dia estava lindo e para o nosso azar, todos de Santiago e do MUNDO pensaram como nós. A estação estava lotada, foi o dia mais cheio da temporada e todos pareciam estar na fila para pegar o equipamento. Foram três horas testando nossa paciência e algumas batatas fritas.

Problema 1: Dia de sol + última semana de férias escolares + quinta-feira dia de promoção.

Problema 2: Quantidade limitada de equipamentos para alugar. Era necessário ser liberados os equipamentos para uma nova pessoa utilizá-los.

Dica 1: Pesquise antes os dias de promoções, porque às vezes o barato sai caro.

Dica 2: Se já estiver decidido em fazer aula, alugue o equipamento na parada indicada pelo guia para alugar as roupas.

Durante a fila, conhecemos uma brasileira de Curitiba que viajava sozinha, logo a convidamos para se juntar a nós. Encontrar brasileiros nesses lugares é super comum, na verdade, foram poucos os chilenos que pude perceber no Valle Nevado. Detectei que tinham alguns australianos, argentinos, alemães e muiiiiiitos brasileiros.

Depois de todos os contratempos e longas horas em um ambiente fechado e quentinho, ir para a área aberta foi um verdadeiro choque térmico, mas no meio de tanta euforia, quem liga para isto mesmo?!

Para chegar ao local das aulas é necessário pegar a gôndola, uma espécie de bondinho pequeno. A vista lá em cima é linda, você consegue ter uma visão panorâmica de toda a estação e é ai que descobre como aquele lugar é realmente grande e ativo!

Valle Nevado - gôndola 3

Valle Nevado - gôndola

Valle Nevado - gôndola 2

Eram 15h e a nossa aula ia começar. Chegar até o local indicado foi nosso primeiro desafio, pois era beeem difícil conseguir se deslocar com aqueles calçados mas nada que a prática não resolvesse este probleminha.

As aulas duram 2h, no começo achamos super pouco ainda mais porque passamos a maior parte do tempo em uma fila e também porque a estação fecharia as 17h, não teríamos tempo para mais nada. Porém, a aula nem acaba e você já descobre que é mais do que suficiente… acreditem!

Esquiar não é difícil mas tem seus segredos e, após conseguir dominá-los, você até sente que nasceu para aquilo rsrs. Levei alguns tombos e invadi a pista alheia atropelando a todos (porquê não né?! rs) mas quando peguei o jeito já estava me achando A Profissional rsrs.

Valle Nevado - Camila

Já era hora de irmos embora, o cansaço nos dominava e o dia inesquecível ainda não tinha terminado. Lembram que eu falei que foi o dia mais cheio da temporada? Então! Nem tínhamos saído da estação e já estávamos no meio do trânsito. Apesar de não ter hora para chegar, não ligamos muito para isso, pois pudemos nos despedir daquele dia com um dos pôr de sóis mais lindos que eu já vi.

Valle Nevado - Cordilheira dos Andes

Valle Nevado - Cordilheira dos Andes 2

Valle Nevado - Cordilheira dos Andes 3

Só para conhecimento, chegamos ao hostel às 23h e paramos apenas para devolver as roupas alugadas. (UAUUUUUU !! Sim. ¬¬’)

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Ai gente! Que lugar lindo, né? Foram muito boas as dicas da Camila em relação ao ticket, tempos de espera, valores, aluguel de roupa e etc. Tudo isso ajuda muito quem está pensando em fazer esse tipo de viagem. E as fotos? Mal consegui selecionar para colocar aqui! S2

5 dias em Santiago do Chile: 1º Dia – por Camila Meister

Hoje, a Camila começa a contar, dia a dia, o roteiro e programação que ela seguiu durantes seus 5 dias em Santiago do Chile. O primeiro dia na cidade já foi bem agitado, do jeito que a gente gosta, para não perder nenhum passeio! Olha só que legal o cronograma do DIA #1 em Santiago:

Passeio pelo centro histórico, Cerro Santa Lucia, Praça da Constituição, Catedral de Santiago e Praça das Armas, Bairro Republica, Bairro Costanera e Shopping Parque Arauco. Ufa! Tá de bom tamanho, hein? Vamos o relato da Cá, então?

Obs.: Para quem perdeu o que está acontecendo, clica nesse link AQUI! E veja todos os outros posts com dicas e passeios que a Camila fez nos seus 5 dias em Santiago!

Planejamento da viagem – agência, compra de tickets e companhia aérea

2° dia – Valle Nevado

3° dia – Viña del Mar e Valparaíso

4º dia – Valle Nevado e Estação Farellones

5º dia – Troca da guarda, Museu de Arte Pré-Colombiana, Restaurante Giratório e indicações de compras

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5 dias em Santiago

Como chegaríamos às 10h em Santiago, agendamos um citytour para às 15h. Do aeroporto, fomos direto para o hostel, descansamos e um pouco antes do horário marcado o guia já estava a nossa espera.

Nosso primeiro destino foi um passeio de ônibus pelo centro histórico de Santiago, não achei muito diferente do restante da cidade, apenas mais organizado do que os ‘centros’ que vemos pelo Brasil.

5 dias em Santiago - centro histórico

Logo depois, fomos em direção ao Cerro Santa Lucia, onde após subir quase 300 degraus é possível ter uma vista panorâmica da cidade, com as Cordilheiras ao fundo e uma pracinha bem agradável para recuperar o fôlego.

5 dias em Santiago - Cerro Santa Lucia

Próxima parada foi a Praça da Constituição, onde podemos conhecer o  Palácio de La Moneda, que é o equivalente ao nosso “Palácio do Planalto”. No seu subsolo são feitos os pesos Chilenos, por isso do seu nome e da quantidade enorme de guardas por toda a sua volta. É possível agendar um tour pelo seu interior, porém decidimos não fazê-lo.

5 dias em Santiago - Praça da Constituição

5 dias em Santiago - Praça da Constituição 2

5 dias em Santiago - Praça da Constituição 3

Um pouco mais adiante, conhecemos a Catedral do Santiago, localizada na Praça de Armas. É incrível como sempre fico de boca aberta com a riqueza de detalhes composta neste tipo de construção. Acho que o mais bacana desta praça é ver prédios antigos e  modernos se misturando em um só cenário.

5 dias em Santiago - Catedral

Depois de caminhar pelo centro, hora de conhecer os demais bairros da capital chilena. Com o ônibus, conhecemos o Barrio Republica, onde estão localizadas as antigas mansões que hoje são as instalações de diversas faculdades e por isso é considerado um bairro boêmio. Também fomos no Bairro Costanera e passamos pela Av. Alonso de Cordova, considerada a “Oscar Freire” de Santiago.

Antes de encerrar o passeio, pedimos que nos deixassem no Shopping Parque Arauco. É um lugar bem bonito para se visitar, porém com lojas que não cabem em todos os bolsos. E como estávamos muito cansadas, já era tarde e no outro dia tínhamos que acordar cedo, demos apenas uma volta para conhecer e logo voltamos para nossa moradia dos próximos quatro dias.

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Esses tours guiados são sempre uma boa maneira de fazer um reconhecimento de área e pelo menos conhecer um pouco de alguns lugares que, talvez, não teria dado tempo. Quando a gente tem pouco tempo numa cidade e quer aproveitar ao máximo, acaba sendo uma boa pedida. E você viu quanta coisa a Cá e sua amiga conseguiram fazer no dia em que chegaram? Reparou que o passeio começou só às 15h e, mesmo assim, elas visitaram vários pontos interessantes? 😉

A Cá indicou a agência que ela fechou os passeios nesse post AQUI!