Monthly Archives: December 2014

Triângulo das Bermudas: fatos, mitos e curiosidades

Hummmm quem não gosta de saber curiosidades de alguns lugares estranhos, hein? Eu gosto! E, desta vez, vamos falar um pouquinho de um local bastante conhecido por seus desastres, desaparecimentos e bizarrices do gênero mas que envolve um pequena dose de “mitologia” também…

Triângulo das Bermudas

Na verdade, a região tem tudo para de PARADISÍACA, afinal, fica entre as ilhas Bahamas, Porto Rico, Fort Lauderdale (Flórida) e Bermudas…. Ahhhh acabou o mistério neh? Dei a dica! Esse lugar meio misterioso e macabro é o Triângulo das Bermudas, mundialmente conhecido por registrar altos números de sumiços de aviões, barcos ou qualquer outra coisa motora que se passe por lá…

Um dos casos mais famosos que ocorreram no Triângulo é o do voo 19, quando, em 1945, uma esquadrilha de 5 aviões norte-americanos que passavam pelo local sumiu e não se tinha notícia do que poderia ter acontecido. Para procurar os tripulantes, no mesmo dia do desaparecimento, um hidroavião (aulinha básica: avião preparado para pousar e decolar da água) foi enviado ao local e também sumiu. Até hoje, nenhuma informação foi obtida desse caso… #mistérios

Uma das teorias mais aceitas (e plausíveis) é de que há uma força magnética que atua na região e desestabiliza as bússolas e derivados, fazendo com que embarcações e aviões percam o rumo. Entretanto, as bússolas tem variações magnéticas naturais, por isso, nada de pânico! Bom, aí começam a surgir devaneios em relação a tudo isso, atribuindo esses mistérios a cristais de Atlântida, a cidade perdida, (oi?) forças de alienígenas (claro né, eles nunca podem ficar de fora de histórias como essas!), redemoinhos gigantes, enfim…. De qualquer forma, o lugar ainda provoca medo em quem precisa passar por lá e curiosidade em quem acha bizarro o fato de navios simplesmente evaporarem sem deixar vestígios….

É melhor evitar de passar por lá, não é mesmo? Não é à tôa que o lugar também é chamado de Triângulo do Diabo…. Eu hein…

Bjoooos

Praia de Serrambi – PE

Pensa num lugar paradisíaco? Então, a Praia de Serrambi, que fica pertinho de Porto de Galinhas, em PE, é assim. Com conhecimento de causa, o Serrambi Resort é um espetáculo à parte: na “ponta” do continente, vemos o mar pelos 3 canto do hotel. Águas cristalinas e (bem) quentes, piscinas naturais formadas por recifes de coral e sol, muuuuito sol! Quer combinação mais perfeira para passar uns dias com os amigos, a família, o namorado ou até sozinho?

Mas o que mais me fascinou foram os mergulhos em naufrágio. Incrível a visibilidade, a quantidade de peixes (tinha até uma araia moscando no navio) e a temperatura da água: 29ºC a 33m de profundidade… Absurdo, né?

Para quem não curte mergulhar, tem também um passeio de jet-ski SENSACIONAL que dura, mais ou menos, 1h30. Enfrentamos um mar BEM agitado e, depois de quase cair várias vezes e me afogar com a água espirrando na cara, chegamos a um rio, onde deu para dar uma aceleradinha básica! Quem ficou meio receoso, não precisa se preocupar. Um guia do resort vai na frente e não podemos ultrapassá-lo (nem se eu quisesse conseguiria!).

Outro lugar tem-que-ir é Porto de Galinhas (20 minutinhos do hotel) e fazer o passeio de jangada. Muito legal e custa apenas R$15 por pessoa (dependendo da época do ano)… O jangadeiro te leva até uma piscina natural cheeeia de peixinhos e você fica lá, curtindo um sol e jogando ração para os peixes que vem em bando!

Acho que vale bem a pena e indico com certeza esse lugar!

Mergulho com tubarões em Galápagos

Para estrear com chave de ouro as férias do blog, vamos de cara com um dica sobre mergulho com tubarões (arraias, leões marinhos e mais uma turma) em Galápagos. Exótico, não?! Vem ler que você vai curtir!

Mergulho com tubarões

Ok, imagino que a maioria das pessoas leria esse título e pensaria “cruzes, jamaaaaaaais”. Mas saiba que pode ser uma ideia muito interessante mergulhar com tubarões, araias, leões-marinhos e companhia. Quem já tem uma boa experiência com mergulho, pode se aventurar a ir para Galápagos (aquela de Darwin, sabe?), ilha localizada no meio do nada, perdida no Pacífico e a centenas de quilômetros do Equador, país ao qual pertence e é o ponto mais próximo.

O mergulho é mais” aventureiro”, por assim dizer: dependendo da época do ano, correntezas bem fortes passam pela região e causam a chamada washing machine (a.k.a. máquina de lavar), levando o mergulhador, assim que ele cai na água, rapidamente para o fundo e depois para a superfície. Isso pode assustar os menos preparados, por isso uma pesquisa antes sobre o lugar e experiência de mar podem ajudar!

Apesar de certas dificuldades em algumas ocasiões, a água é muito limpa e a vida marinha, abundante. Tubarões-baleia, leões-marinhos, focas, araias e outros peixes enormes fazem a diversão do mergulhador. Além disso, na própria capital, vários animais ficam perambulando por aí, na orla, no ponto de ônibus… Você pode estar lindo e belo sentado em um banco em alguma orla qualquer e, PÁ!, um leão marinho dormindo ao seu lado. Legal ,né?

Mergulho com tubarões - Galápagos

E aí? Quem se anima? 😉

Sobre as férias do blog e um agradecimento especial

Fim de ano, férias, Natal, Reveillon, começo de ano. A melhor época do ano chegou, minha gente! É tempo de viajar (que a gente adora, claro), descansar, comer bastante, ficar com a família, dormir, fazer absolutamente nada o dia todo. Qualquer uma dessas coisas é maravilhosa, e somente uns diazinho de férias podem nos proporcionar. E como o blog também é gente, quer dizer, quem vos escreve aqui também é gente, é merecido um período offline para colocar as ideias em ordem e buscar novos conteúdos para 2015. Isso significa que, a parti de hoje, o blog entra em férias (todo mundo: “ahhhhhhhhh…”)!  #temosdireitos #queroférias #apesardeamaroblog

Férias

Maaaas, não é por isso que ficaremos sem post durante esse período. Jamais! Prevenida como sou, separei algumas dicas e curiosidades sobre alguns lugares legais com coisas diferentes (ou não) para ver e fazer, e postarei tudo isso nessas férias do blog! Uhu! Então, não, você não vai ficar sem ler nossos posts por vários dias (todo mundo: “aêêêêêê!!!”).

E para finalizar, gostaria de agradecer a todas as pessoas que nos acompanharam aqui e no Facebook durante esse ano. Muito obrigada, de coração, a quem perdeu uns minutinhos do seu dia curtindo nossos posts na Fanpage e lendo nossos textos por aqui. O objetivo é, sempre, é acrescentar, sugerir, mostrar coisas diferentes, compartilhar tudo o que eu acho bacana nesse universo de viagens. Eu amo viajar e adoro ajudar quem me pede dicas ou conselhos. Por isso, resolvi criar esse canal, onde eu posso colocar tudo o que eu curto, na tentativa de trazer novas ideias para outras pessoas. Por isso, ver que vocês acessam, leem, curtem, comentam e compartilham o conteúdo é muito, mas muito, importante. Sem vocês, esse espaço aqui não teria o menor sentido!

Mais uma vez, obrigada pelo seu tempo. Espero poder retribuir da melhor forma possível. Sempre! Esse ano foi fundamental para o crescimento e amadurecimento do blog, tudo graças a você. 🙂

Que todo mundo tenha um Natal abençoado, cheio de amor, alegria, paz e harmonia. E que 2015 venha lindo e cheio de viagens pra gente!

Até ano que vem!!!

Passeios em Brotas: aventura pro verão!

Diquinha rápida para quem curte esportes radicais e está programando as férias de verão: Brotas, no interior de São Paulo tem muuuuitas opções dos mais diferentes esportes radicais em meio à natureza. Eu fiz alguns passeios em Brotas super legais muitos anos atrás e vim aqui indicar para quem está pensando em fazer algo do tipo. Vamos lá?
Passeios em Brotas - CidadeVocê já pensou em descer um rio cheio de quedas em um barquinho inflável??? Isso é o famoso Rafting, que pode ser feito da maneira mais leve (será que é possível?) com cerca de 3 horas de duração de percuso total (a descida do rio leva 1h30) até um programa de 6 horas de percurso (5h no rio!).

Para quem acha que isso é muito tenso, tem também o Boia-Cross (pelo que eu me lembro, é mais tranquilo do que o Rafting) que é descer o rio em uma boia grande… Muito gostoso! Apesar de ser menos radical que o Rafting, existem níveis diferentes para se praticar o esporte, como o passeio de 1h30 em um aparte mais tranquila do rio e outro de 2h de duração em um trecho intermediário. De qualquer forma, vale super à pena fazer! Total indico 🙂

Agora, para quem realmente gosta de sentir aquele medinho básico na hora de se divertir, com certeza, deve fazer Canyoning, onde você desce uma cachoeira pendurado em uma corda, tipo um rapel mesmo… É muito bom, de verdade! A pior parte é quando você está lá em cima, amarrado pela cintura a vários metros de altura e o guia fala para você “agora se joga!!” rsrsrs… É só o primeiro tranco que você tem que se “atirar” para começar a descida… Essa parte é bem tensa, viu? Mas depois, é só ir controlando a corda que você desce por dentro da queda d’água, olhando tudo de cima, em um ritmo bem tranquilo…. Nossa, SENSACIONAL… Foi um dos passeios em Brotas que mais amei! Também indico!!!

Passeios em Brotas

É claro que Brotas não é só para quem gosta de aventuras, já que tem uma natureza incrível, excelentes restaurantes e passeios super divertidos para toda a família… Com certeza tem pacotes para todos os gostos! Há várias empresas que fazem turismo por lá… Aqui vão algumas:

 www.brotasecoresort.com.br

www.ecoacao.com.br

Para conhecer mais sobra a cidade, passeios e hotéis, visite www.brotas.com.br

 

Eaí, gostaram? Deem sua opinião!!!

 

Bjos!!!

Dica de leitura: Eu sou Malala

E vamos a mais uma Dica de Leitura aqui nesse blog – já deu para perceber que eu gosto de ler, né? O livro de hoje é sobre uma história real, escrita em primeira pessoa. Aposto que muita gente conhece a protagonista que dá nome ao livro, a Malala. Ok, talvez você não reconheça assim, de cara. Talvez não pelo nome. Mas tenho certeza que todo mundo lembra da menina paquistanesa que foi baleada pelo Talibã enquanto voltava para a casa da escola, em 2012.

O livro “Eu sou Malala” começa nos inserindo no contexto de vida de Malala Yousafzai. Ela fala sobre o Vale do Swat, a escola, a família, as amigas. Até que chega no fatídico dia que mudou a sua vida. Com apenas 15 anos, ela levou um tiro no rosto a sangue frio. O atirador entrou no ônibus em que ela voltava da escola com outras alunas, perguntou quem era Malala e atirou.

Eu sou MalalaDepois disso, tem-se uma verdadeira aula de História. Malala conta a história do Paquistão e do Vale do Swat. Fala sobre a época em que o país ainda pertencia à Índia. A independência. As brigas. As mudanças políticas, econômicas e religiosas. As guerras. Mas também fala muito da paz e de como era bom morar no Swat antes do Talibã assumir o poder.

Em meio a tudo isso, ela vai explicando mais sobre a religião muçulmana, as crenças, os hábitos, os comportamentos, o modo de pensar. E é interessante porque a gente vê um outro lado da história que nos é mostrada diariamente. A gente vê que tem milhares e milhares de muçulmanos que são pessoas comuns, que só querem levar uma vida boa e tranquila. Que não querem guerras, mortes ou destruição. Que não se importam se um ou outro país fez essa ou outra coisa. Essas pessoas só querem viver. Do jeito delas, dentro dos preceitos religiosos delas. Querem criar seus filhos. Fazer compras no supermercado. Receber os vizinhos em casa. E pronto.

Hoje em dia, sempre que se fala em Oriente Médio, o assunto é sempre guerra. Explosão de carro bomba. Morte de não sei quantas pessoas. Tiroteios. Terroristas. Para quem está do outro lado do mundo, a impressão que se tem é de é só isso que esses países tem a oferecer. E não é verdade.

Uma das partes que mais me marcaram no livro foi quando, logo no começo, Malala menciona que ainda tem esperanças de que vai poder voltar pra sua terra natal um dia – desde o tiro, a menina e sua família moram na Inglaterra. Na hora, a minha primeira reação foi pensar “nossa, mas você prefere voltar para o Paquistão ao invés de ficar na Inglaterra? Jura mesmo?”. Puro preconceito, né? Uma grande ignorância e arrogância da gente pensar que um país mais desenvolvido e rico vai ser um lugar melhor do que nossa própria casa, principalmente quando a gente é forçado a sair dela.

Malala gostava de viver no Paquistão. No Vale do Swat. Gostava da sua rotina, da sua escola, dos seus livros. E ela só queria defender o direito das meninas à educação. Depois que o Talibã mandou fechar (e explodir, até) escolas femininas, ela levantou ainda mais sua voz na tentativa de mudar o rumo das coisas. Queria manter seu direito de estudar. O seu e o das demais meninas e mulheres do país. E claro, isso incomodou muita gente.

Malala e sua família

Malala e sua família

Sinceramente, eu amei o livro. Aprendi bastante sobre a história do Paquistão e de tantas e tantas famílias que tem suas rotinas alteradas drasticamente em função da decisão de outros poucos. Fiquei chocada. E emocionada. Aho que vale muito a pena a leitura. Você também vai mudar sua visão sobre certas coisas…

* Para quem tiver interesse, a Malala tem uma organização sem fins lucrativos que tem por objetivo garantir o direito de meninas e meninos terem acesso à educação (o link é esse AQUI). Você pode ajudar doando dinheiro e ajudando a espalhar a ideia pelo mundo. Também existe uma página no Facebook, que tem várias notícias e cases sobre o assunto (quem quiser acessar, clique AQUI).

Tangamandápio, do seriado Chaves, existe?

Dia desses, mais precisamente em 28/11, recebemos a triste notícia de que o nosso eterno Chaves, o ator Roberto Bolaños, faleceu aos 85 anos em Cancún, México. E eu disse “nosso” porque acho que o seriado pode ser considerado um clássico da televisão brasileira. Sim,  brasileira, mesmo. Afinal, o programa já passa no Brasil há tantos anos e cativou fãs de todas as idades e gerações, que podemos considerar Chaves um pouquinho nosso, vai… #chavestambéénosso 😉

Tá. Mas e o que Chaves tem a ver com um blog de viagens? Nada, certo? Mais ou menos. Você lembra de Tangamandápio, a lendária cidade do carteiro Jaiminho, que eternizou a frase “prefiro evitar a fadiga” e não sabia andar com sua bicicleta? Pois é! Aí é que entra a relação do seriado com esse blog. Será que Tangamandápio existe?

Tangamandápio

Para nossa alegria, Tangamandápio existe, sim. A pequena cidade, que na verdade se chama Santiago Tangamandapio, fica no estado de Michoacán e ganhou fama internacional nas décadas de 70 e 80 com a exibição do programa. Entretanto, lá não tem muito o fazer, a não ser visitar a estátua do glorioso carteiro Jaiminho que foi colocada na praça central, em 2012, como homenagem 🙂

Tangamandápio Mapa

Bjos!

Onde comer em Nova York (parte II)

A Big Apple tem milhões de coisas para ver, fazer e, claro, comer. E comer bem. E muito. No post Onde comer em Nova York – Parte I, já falei sobre alguns restaurantes/barraquinhas que adorei e não poderia deixar de compartilhar por aqui. Fomos do café da manhã, passando pelo lanche da tarde, ao jantar. Tudo muito, muito gostoso. Se você ainda não leu, clica aqui!

Mas como eram muitas dicas para um post só, acabei dividindo em duas partes 🙂 Vamos às sugestões, então?

Obs.: a ordem numérica não é ordem de preferência, tá? Fui escrevendo conforme fui lembrando (e ficando com água na boca de novo!).

Onde comer em Nova York

1. Five Guys

Esse não é nenhuma novidade. Todo mundo que eu conheço que já foi pra NY ou outros lugares dos EUA, como Orlando, me recomendou. A promessa é a de que o hambúrguer é o melhor de todos. De que a batata é surreal. E fui salivando esperando uma super experiência hamburguística.

E posso falar? É tudo isso mesmo. A carne vem num ponto perfeito, macia e saborosa, que desmancha na boca. O queijo, então, nem se fala. Delícia de tudo! A batata frita é feita na hora mesmo, não é aquela congelada. Tem até um pouco de casa. E achei diferente porque ela vem num copo, ao invés de uma travessa ou algo parecido.

Comer em Nova York - Five Guys

Tem várias unidades em Manhattan, mas eu fui na que fica na 55h Street. O local é bem simples, meio lanchonete popular mesmo, sabe? E em todas as paredes tem algum prêmio que a rede ganhou como melhor hambúrguer e afins. Não é fraco, não! Hehehe

Os preços são super em conta. O hambúrguer mais barato custa US$6,89; a batata frita pequena sai por US$2,99; um refrigerante grande (refil), custa US$2,79. Dá para come bem sem gastar tanto.

Recomendo para: almoço ou jantar, principalmente se você estiver perambulando pela região do Bryant Park (36 West 48th Street), fazendo compras na B&H (316 West 34th Street), visitando o MoMa (43 W 55th Street) ou saindo de um jogo de basquete no Madison Square Gardn (343 7th Ave.)

Para ver o menu e os demais endereços na cidade, clique AQUI.

2. Red Lobster

Famosíssimo restaurante de lagosta e frutos do mar, o Red Lobster é sempre must go quando se fala em comer bem nos EUA. Confesso que fui pela primeira vez depois de tantas recomendações – e realmente é muito gostoso, mas não sei se iria de novo.

Comer em Nova York - Red Lobster

Os pratos são grandes e variados. Tem opções com lagosta, camarão, peixes, macarrão e afins. Mas o preço é bastante salgado, viu? Especialmente na unidade da Times Square (claro né… um dos pontos mais caros do país!). Pedimos dois pratos e duas bebidas (ambas refil) e a conta deu singelos US$80. É, dá uma pesada no orçamento, mas acho que vale a experiência.

Comer em Nova York - Red Lobster Pratos

Recomendo para: acho mai bacana ir no jantar. Tem mais clima. Mas vá com fome e sem pensar em economias. A unidade da Times Squase (fora dos horários de pico) é uma excelente opção para quando você for ver as luzes da esquina mais famosa do mundo.

Para visitar o site oficial e ver as demais localizações, clique AQUI.

3. Europa Café

Tem várias unidades espalhadas pela cidade. Depois de tanto ver pelas ruas, em uma manhã onde não tínhamos um lugar planejado para tomar café, decidimos entrar pra ver qual era o esquema. Diversos tipos de cafés, croissants, sanduíches, salada de frutas, iogurtes, sobremesas e afins ficam à mostra no balcão. É só pedir e comer. Mas os meus olhos brilharam, mesmo, pela foto da panqueca que eu vi no cartaz. Foi amor à primeira vista e não tive dúvidas no meu pedido (eu AMO panqueca americana com maple syrup. Sou completamente viciada!).

Comer em Nova York - Europa Café

Comi horrores e deu pra segurar até o meio da tarde! Em um outro dia, voltamos lá à noite para comer cheesecake (que também tenho uma paixão absurda) e estava delicioso. Eles também servem almoço e comida árabe. Achei o Europa Café beeeem legal, com diversas opções para qualquer horário do dia. Indico!

Recomendo para: um café da manhã tipicamente americano, tanto para comer no local quanto para levar, ou para aquele momento de fome do rio da tarde enquanto você turista pela cidade. Existem várias unidades, mas eu fui na que fica na Times Square e em uma perto do Empire State, ótima opção de café da manhã para antes/depois de subir no edifício.

Para ver todas as localizações, clique AQUI.

4. Denny’s

Esse também não é nenhuma novidade. Mas é espetacular de maravilhoso! Meu Deus, como eu comi naquele dia… Fomos tomar café da manhã antes de atravessar a Brookling Bridge (tem uma unidade do lado da ponte, de cara no metrô!) e minha próxima refeição foi o jantar às 22h.  Pedi um prato gigantesco acompanhado de um belo chocolate quente e comi tudinho (ok, confesso que deixei um teco de panqueca… e para eu ter deixado PANQUECA, é porque não aguentava mais. Mesmo.).

Comer em Nova York - Denny's Pratos

Mas eles não servem apenas café da manhã. Tem de tudo no Denny’s, também. Almoço, jantar, sobremesa. Qualquer coisa que você quiser, a qualquer horário, tem no lá. E o preço é bom, viu? Cerca de US$10 o prato giga que pedi.

Comer em Nova York - Denny's CardápioRecomendo para: um belíssimo café da manhã, almoço ou jantar em um dia que você quer comer bastante mas sem gastar os tubos. Como o Denny`s fica na região sul da ilha (150 Nassau Street), programe-se para ir lá quando for visitar a Estátua da Liberdade, Memorial 9/11, Wall Street, Charging Bull

Para acessar o site oficial e ver mais endereços, clique AQUI.

5. 5 Napkin Burger

Esse foi um daqueles lugares que a gente acha do nada em um momento de desespero de fome e frio. Jantamos no 5 Napkin Burger no dia da Brooklin Bridge, Estátua da Liberdade e World Trade Center. Foi o dia mais frio que pegamos na viagem. Eu congelei de manhã até à noite, de verdade. Saímos no Memorial 9/11 à noite na maior friaca e fomos procurar algo para comer. Como era Domingo, muito lugar estava fechado, então andamos, e andamos, e andamos por mais de 1 hora até encontrar algo que nos apetecesse (que era hambúrguer, no caso).

Comer em Nova York - 5 Napkin Burger

Demos de cara com o 5 Napkin e estava bem badaladinho para um Domingo à noite. Independente do cardápio ou do preço, eu ficaria ali mesmo, pois já estava sem condições físicas de continuar andando.

E o achado foi uma bela surpresa! Hambúrgueres deliciosos, apetitosos, saborosos. Comi quase chorando de alegria, tomando uma belo de um chá para me esquentar (não, a cerveja da foto não era minha. E sim, eu comi hambúrguer tomando chá quente, mas estava frio demais… hehehe).

O preço eu achei justo. Nenhuma bagatela, mas nada exorbitante em se tratando de comer em Nova York. Cada lanche custou cerca de US$16. Nada mal, né?

Comer em Nova York - 5 Napkin Burger Lanche

Recomendo para: almoço ou jantar. Tem um unidade perto do museu de História Natural, o que pode ser uma boa parada para aquele almoço mais demorado depois de peregrinar pelo museu. Eu fui no da 14h Street, que pode ser uma boa opção se você estiver perto da NYU ou da Union Square. Já se você estiver na região do Rockefeller Center, dá para ir na unidade da 9th Ave.

Para mais informações e localizações, clique AQUI. Pelo site, vi que tem 3 unidades em NYC, uma em Miami e outra em Boston. 

6. Friedman’s

Esse restaurantinho fica dentro do Chelsea Market e é uma graça. Devo confessar que os pratos são um tanto quanto diferentes (no meu, por exemplo, tinha batata, pão torrado, uma mistura com ovos, mais batata, champignon e sei lá mais o que e abacate), mas super deliciosos.

Mesmo o café da manhã acaba sendo uma ultra refeição, o que é muito bom pra quem está passeando e não quer ficar parando o tempo inteiro pra comer em Nova York. Achei o lugar bem legal, super diferente e com uma comida bem boa.

Comer em Nova York - Friedman`s

Recomendo para: café da manhã, almoço ou brunch bem reforçado. É uma ótima pedida para depois caminhar por todo o High Line Park, que fica pertinho do Chelsea Market.

Para visitar o site oficial, clique AQUI.

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Gostaram? Alguém já conhece algum desses lugares ou tem outras indicações de onde comer em Nova York ? Só deixar nos comentários!