Monthly Archives: January 2015

7 dicas para visitar os museus de NY!

Tudo bem. Sei que tem muita gente que não gosta e/ou não tem paciência para conhecer museus. Acontece que tem lugares em que é obrigatório visitar um. Como no caso de Nova York, onde estive em Novembro do ano passado. Nova York tem muito museu, e obviamente, não vai dar para conhecer todos em um única viagem (arrisco a dizer que nem em uma vida inteira!), mas alguns deles são parada obrigatória para quem está turistando pela cidade.

Dos museus mais famosos de Nova York, American Museum of Natural History, Metropolitan Museum of Art (Met), Museum of Modern Art (MoMA) e Guggenheim, não fui apenas no último (que estava na minha lista) e explico porque mais pra frente. Mas, confesso que, para visitá-los, é preciso tempo, paciência, disposição e, acima de tudo, um mínimo de planejamento. Por isso, com base na minha experiência recente e no que eu já ouvi de muito amigos, resolvi reunir aqui 7 dicas para visitar os museus de NY e otimizar seu tempo e seu aproveitamento!

Obs.: para saber a programação, preços e localização dos museus de NY, clique nos link sobre o nome de cada um acima!

Obs 2.: não coloque o Memorial 9/11 como categoria museu para escrever esse post, tá? Tô falando dos museus de NY mais antigos e famosos mesmo. O memorial merece um espaço só para ele, mas com outro foco 🙂 

Vamos lá?

Museus de NY

1. Pesquise antes sobre o que se trata os museus que você gostaria de conhecer

Eu selecionei por “famosidade” mesmo, queria ir nos top of the list, sabe? Entretanto, existem museus e museus. Cada um tem um tipo de arte, de ambiente, de disposição, que pode te agradar mais ou menos. Não é vergonha nenhuma riscar um museu da sua lista porque não faz o seu estilo (mesmo que seja um dos mais famosos), mas precisamos estar sempre abertos a novas experiências quando estamos viajando, e tem certos lugares que tem que ir mesmo, não tem jeito.

Eu tinha planejado ir nos quatro museus de NY que falei acima. Mas, depois de visitar o MoMA, que é um museu de arte moderna, como o nome diz, percebi que, realmente, aquele não é meu estilo de arte. Não sei apreciar, não acho bonito, não acho legal, enfim, não curto. Meu negócio é outro. É mais história, mesmo. Coisa antiga. E isso não me faz nem melhor e nem pior do que ninguém. Nem mais ou menos culta.

Sendo assim, como vi que o Guggenheim seguia mais ou menos a mesma linha e, somado à falta de tempo para conhecer tudo o que tínhamos planejado, resolvemos tirá-lo da nossa lista de to-dos na cidade. Deixa pra uma próxima. Assim, é mais uma razão para voltar 😉

2. Prepare-se (fisica e psicologicamente) para andar

E andar muito. Muito mesmo. E ficar bastante em pé. Vá com isso pronto na sua cabeça. Quem fica com dor nas costas (como eu), está avisado. Todos os museus de NY que eu fui são enormes. Gigantescos. É quase uma mini-cidade. Por mais que você decida conhecer apenas um ou outro setor dentro de cada museu, você vai andar pra caramba (pra não dizer outra coisa!).

Museus de NY - Met

3. Evite visitar dois museus no mesmo dia

O Metropolitan, o Natural History e o Guggenheim ficam próximos uns dos outros, praticamente dentro do Central Park. Ao olhar no mapa, você pode ter a brilhante ideia de conhecer tudo num dia só e “matar” os principais museus de NY de uma vez. Genial, né? Tá, pode até ser que você curta, aguente e aproveite. Mas posso dar uma dica? Não faça isso. hehehe

Como eu já disse, nos museus de NY você anda MUITO. E cansa demais! Tem uma hora que, por mais que você esteja amando o passeio, a energia esgota, e aí você acaba não apreciando as coisas da melhor forma. Sendo assim, acho melhor equilibrar os passeios e colocar cada museu em um dia, principalmente o Metropolitan e o Natural History (que são os mais gigantescos).

4. Faça do mapa do museu o seu melhor amigo

Quando chegar, pegue o mapa do museu. Nele você vai poder entender tudo o que tem para ser visto e onde fica cada coisa (e mesmo assim, vai se perder lá dentro). Vai ser fundamental para não perder tempo rodando que nem uma barata tonta de um lugar pro outro.

5. Selecione os setores que você quer ver

A não ser que você tenha planejado passar o dia TODO dentro de um único museu, priorize somente aquilo que você mais deseja ver. O restante, dê uma breve passada. E pode ter certeza que já vai ser bastante coisa. Se você não fizer isso, seu tempo vai se esgotar, seu pique vai acabar e você não terá visto aquilo que acha mais legal. Por exemplo, no caso do American Museum Of Natural History, uma das alas mais bombadas é a dos dinossauros. E ela fica lá em cima. Então, ao invés de ficar perambulando pelo museu todo e chegar exausto nessa parte, ou pior, não dar tempo de ir, porque não priorizar e ir direto lá assim que chegar?

Quando fui ao Metropolitan, abri o mapa e vi que um dos setores do museu era sobre Egito Antigo (uma área E-N-O-R-M-E, com direito a tumbas, adereços e múmias originais!!). Eu sou louca-possuída-apaixonada por Egito Antigo. Então escolhi essa parte como prioridade, meu namorado escolheu a parte de Oriente (que ele também ama) e juntos escolhemos Grécia e Roma (que nós dois gostamos muito). E assim todo mundo saiu feliz! O museu tem muito mais partes, mas apenas demos uma passada geral nos outros setores quando eles estavam no nosso caminho, assim não saímos do planejado e vimos tudo o que queríamos. Essa lição nós aprendemos depois de visitar o Natural History… hehehe

Não tem jeito, gente. Para todo mortal que sabe que não vai ficar indo à Nova York milhões de vezes na vida, a palavra de ordem é priorizar. E isso vale para TUDO o que você for fazer na cidade. Infelizmente, não dá para ver tudo…

Museus de NY - Natural History

6. Atente-se ao tours guiados e programações especiais

No MoMA, por exemplo, estava tendo uma exposição especial do Matisse, que eu já tinha lido sobre no Blog da Julia Faria. É importante estar de olho nessas coisas para não perder a oportunidade. No balcão da recepção, pergunte por ingressos combinados com esses programas especiais. Quando fui ao museu, estava incluso no preço a visita ao Matisse, mas era preciso escolher um dos horários disponíveis (eles organizam tudo em fila e liberam uma galera por vez a cada x tempo. Fica mais organizado e todo mundo aproveita melhor).

No Metropolitan, me lembro da senhorinha na recepção nos dar um folheto com os vários tours guiados e algumas palestras que rolariam pelo museu. Me atraiu MUITO, mas não tínhamos tempo hábil…. Uma pena! Por isso, informe-se!

7. Fique de olho no preço dos ingressos

Tem horários ou dias da semana que a entrada é gratuita em alguns museus de NY. Também tem esquema de pagar o quanto quiser pelo ingresso, como no caso do Natural History, que tem o preço sugerido de US$25, mas você escolhe quanto quer pagar na bilheteria. Eu paguei esse valor. Vale cada centavo!

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É isso, gente! Espero que isso ajude quem está indo pela primeira vez para a Concret Jungle a aproveitar a visita aos museus de NY e planejar sua viagem da melhor maneira!

Posso fazer um comentário? Eu AMEI de paixão o Metropolitan e o Natural History. Juro. Foi um dos pontos altos da viagem toda. Queria morar dentro dos dois! É tanta coisa linda, incrível, fascinante que, mesmo pra quem não curte museu, tenho certeza que vai se encantar.

Quem tiver mais dicas sobre os museus de NY para compartilhar, só deixar nos comentários!

Viagem dos Sonhos: Cannes

Eu sei, eu sei. Faz tempo que não temos um post dessa sessão por aqui, né? Mas sabe como é… Correria de fim de ano, correria de começo de ano. E o tempo vai passando! Mas chega de lenga-lenga e vamos ao assunto do post: Cannes.

Cannes

Sim, estamos falando da famosa, glamurosa, chiquérrima e badaladíssima cidade que recebe o prestigiado Festival de Cinema e o Leão de Ouro – e até o nome da região francesa em que ela fica é elegância pura: Cotê d`Azur. Mas se engana quem pensa que a cidadezinha só recebe visitantes na época do festival. Durante o ano todo, turistas do mundo inteiro vão curtir suas praias no verão ou esquiar nas montanhas dos arredores, no inverno. Atividade não falta, mas mesmo que você não queria fazer absolutamente nada por lá, tudo bem, também. É só apreciar a vista deslumbrante de cada cantinho do lugar. É de tirar o fôlego.

Cannes - Mapa

Cannes - paisagem

Parênteses: Sempre achei chique essa região da França (Riviera Francesa, Provence, Cotê d`Azur). Quando penso nesses lugares, a imagem que me vem na cabeça são de milionários europeus que vão passar uns dias de férias algumas vezes por ano no sul da França. Com direito a todo luxo, requinte, comida boa e praias lindas e exclusivíssimas. Acho que é por isso que essa é uma das minha viagens dos sonhos. Afinal, quem não quer viver uns dias de magnata, né? 😉

Voltando ao assunto. Cannes realmente tem um ar de chiqueza. Diversos hotéis de luxo, lojas de marcas caríssimas, restaurantes finos estão espalhados pela cidadezinha. E além de se deliciar apreciando essa riqueza toda, é possível fazer uma passeio de barco para as Ilhas de Lérins, que pertence à cidade. Olha só que incrível:

Cannes- Ilhas de Lérins

Mas apesar de todo esse luxo, o que mais me encanta, de verdade, é realmente o cenário. Lindo de morrer. E também o fato de ser possível conhecer várias das cidadezinhas da região (isso, para mim, é fundamental. Tenho aflição de estar em um lugar legal e não poder sair para visitar os arredores. Acho um desperdício!!). Nice, Saint-Tropez, Antibes, Mônaco (que já falamos AQUI), Marselha. Ai ai ai… É muita boniteza para uma região só.

Posso falar qual é meu sonho francês mesmo? É ficar uns dias em Paris, alugar um carro e descer por todo o interior da França até chegar na região da Riviera, e ir pingando de cidade em cidade. Aí, sim, eu realmente poderia morrer tranquila, porque, de fato, teria conhecido a França dos meus sonhos. Quem sabe, né? #oremos

Cannes - Paris-Riviera

Esse seria o trajeto. Nada impossível, hein? 🙂

5 dicas para escolher um bom hotel

Hoje em dia, pesquisar e reservar um quarto de hotel em qualquer lugar do mundo é a coisa mais fácil. Dezenas de sites agrupam milhares e milhares de opções para todos os gostos, bolsos e critérios. Mas justamente pela variedade de oferta, às vezes caímos na armadilha de comprar gato por lebre, sabe? Achar que estamos fazendo um bom negócio e se arrepender no minuto em que pisar na recepção.

Quando o hotel vai fazer sua própria descrição no seu site ou site de terceiros, tudo são flores, né? A localização é sempre a melhor, o café da manhã é delicioso, os quartos são incríveis, a limpeza é extraordinária. Mas, contudo, porém, entretanto, todavia, sabemos que não é beeeem assim…. Por isso, fizemos esse post com as 5 dicas para escolher um bom hotel e tentar evitar decepção e frustração. 

Bora?

5 dicas para escolher um bom hotel

5 dicas ara escolher um bom hotel:

1. Pesquise a opinião de pessoas que já se hospedaram naquele hotel

Eu considero essa é uma das principais dicas para escolher um bom hotel. Faço isso antes de qualquer coisa! Sites como Booking.com, Hoteis.com, TripAdvisor, Mundi, entre outros oferecem um campo onde os usuários podem escrever sua opinião sobre a estadia (de bom e de ruim) e avaliar quesitos como acomodação, preço, limpeza, etc.

5 dicas para escolher um bom hotel

Fique de olho na média de notas, nas pontuações e no que as pessoas criticam e elogiam. O ideal é que você tire uma média e pondere os comentários. Da mesma forma que tem gente que enxerga um mundo cor-de-rosa, tem aquelas pessoas que só criticam e são super negativas. Então, se você vê que TODO mundo elogiou a variedade de comida no café da manhã, mas um único ser humano criticou, desconsidere. Afinal, nem Jesus agradou todo mundo, né? 🙂

Outra coisa, também, é ver se aquilo que estão elogiando ou criticando muito, é relevante para você. Se o ponto alto do hotel é a proximidade do centro de exposições da cidade, mas você não vai a nenhum evento lá, não adianta nada essa “qualidade”, né?

5 dicas para escolher um bom hotel - comentários

 

5 dicas para escolher um bom hotel - comentários opostos

2. Olhe as fotos com atenção

Repare nos detalhes do quarto, banheiro, mesas do café da manhã, roupa de cama. Preste atenção na qualidade dos móveis, espaço do quarto, limpeza do banheiro. E na quantidade de fotos, também.

Se eu entro no site ou página de um hotel e vejo que quase não tem imagens, caio fora. Parto do princípio que, se o negócio é bom, eles vão querer mostrar (afinal, quanto mais informação você der para o consumidor, mais chances dele fechar com você), portanto, se não tem fotos, ou muito poucas, entendo que nem o próprio hotel acha bom mostrar suas dependências! Hahahah

3. Olhe no mapa a localização do hotel

Mesmo que você não entenda uma vírgula sobre mapas. Porque vamos combinar que quando o hotel se descreve como ter “excelente localização” ou “localização privilegiada”, é um tanto quanto vago né? Já me ferrei uma vez por reservar um hotel tão, mas TÃO fora de mão, que a grana que eu tive que gastar com táxi, daria para ter escolhido um hotel bem melhor e mais perto.

Por isso, é fundamental ter real noção de onde fica o hotel que você está pensando em reservar, para não ter surpresas quando chegar. Por exemplo, se você vai para o litoral e gostaria de ficar mais próximo da praia, certifique-se a quantas quadras do mar fica o seu hotel. “Perto da praia” pode ser bem relativo, e só você sabe qual a distância que prefere.

Para saber se você está em uma região bacana ou muito afastada, um dica bacana é olhar a quantidade de hotéis que tem naquela região. Se houverem dezenas deles no entorno, provavelmente você está, de fato, bem localizado. Mas se você ver que só tem aquele hotel por ali, e os demais ficam afastados e aglomerados em outro ponto, pode ser que esteja afastado e meio fora de mão.

5 dicas para escolher um bom hotel - mapa

Aproveite para ver a vizinhança e a fachada do hotel no modo Street View.  O mapa é bom para você ter ideias de distâncias, mas para ver a aparência real da coisa mesmo, só por meio das fotos tiradas pelo carrinho mágico no Sr. Google! É bom para evitar surpresas desagradáveis, né? If you know what I mean…

4. Confira o que o hotel oferece

E estou falando do básico mesmo. Veja, nas descrições do quarto e do hotel, se tem aquilo que você precisa ou faz questão: estacionamento, acesso para deficientes, wi-fi (pago ou gratuito), café da manhã (incluso ou à parte), quarto para fumantes ou não, elevador, ar condicionado, banheiro dentro do quarto (sim! preste atenção à isso quando for para outros países!!).

Ninguém merece chegar no hotel cheio de malas enormes e se dar conta que não tem elevador (isso pode ser comum na Europa e nos EUA). Ou, você contar que vai trabalhar assim que se acomodar e ver que não tem internet disponível. Ou que o café da manhã é à parte (também comum em outros países). Enfim. Detalhes que fazem a diferença.

5 dicas para escolher um bom hotel - cancelamento

5. Verifique as políticas de cancelamento e reembolso

Às vezes, os planos mudam. O voo atrasa. O roteiro se altera. As datas se modificam. A viagem é cancelada. Por isso, por mais que você tenha CERTEZA ABSOLUTA de que vai estar naquele dia, naquela cidade, naquele hotel, é sempre bom contar com a possibilidade de mudanças. No Booking.com, por exemplo, a maior parte das reservas é feita com cancelamento grátis, ou seja, você reserva, paga (ou não) ou parte antecipadamente e pronto. Precisou cancelar? Só cancelar. E se você já tiver pago alguma coisa, o valor é extornado para sua conta.

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Alguém tem mais alguma dica? 🙂

Você sabe onde fica a maior piscina do mundo?

Você sabe qual é a maior piscina do mundo? Tem ideia de onde fica? vamos ver se você adivinha… Primeiramente, é bom deixar claro que, quando eu digo “maior piscina do mundo”, é para pensar em algo realmente gigante, enorme, ridiculamente grande. Tipo assim, inimaginável, sabe?

Onde fica a maior piscina do mundo?

Vamos a alguns números, então. A maior piscina do mundo tem 1Km de extensão (isso mesmo que você leu: UM Q-U-I-L-Ô-M-E-T-R-O), 250 milhões (é, MILHÕES) de litros de água e ocupa uma área de 8 hectares (OITO, gente, OITO!). Isso daria, mais ou menos, cerca de 20 piscinas olímpicas. Com essa tamanhão todo, é possível mergulhar, velejar, fazer caiaque ou, até mesmo, navegar com pequenas e médias embarcações. Tá bom, ou quer mais?

Ela foi construída em 2006 e fica bem pertinho do mar. A água é tão cristalina que a gente baba só de ver as fotos… E aí você pensa, “como abastecer um negócio desse tamanho com uma água tão bonita assim???”. Para tornar a façanha possível, foi desenvolvido um sistema super avançado que filtra a água do mar ali do lado e joga ela toda linda na piscina. Diz que o gasto para a construção dela foi de cerca de US$1 bilhão (entenda bem: um BILHÃO de DÓLARES. Bi-LHÃO), e que a manutenção anual deve ultrapassar os R$2 milhões…

Onde fica a maior piscina do mundo? - Esportes

E aí? Já consegue imaginar ONDE fica a maior piscina do mundo? Alguma ideia? Assim, num primeiro momento, eu chutaria algum lugar nas Ilhas Maldivas, Tailândia, Caribe, Emirados Árabes… Ou algum lugar bem remoto e de difícil acesso. Sabe aquelas coisas super-hiper exclusivas, que só se chega de ultraleve ou similares? Pensaria nisso.

Mas, pasmem. Acredite se quiser, esse paraíso aquático fica aqui perto… no Chile, a 90 quilômetros da capital, Santiago. U-hum. No Chile! Nosso vizinho. Chi-chi-chi le-le-le. (Temos uma série SUPER especial escrita por uma amiga minha que passou 5 dias em Santiago e deu todas a dicas do que fazer por lá nesse tempo. Clique AQUI pra ler!). Tão conhecido por suas montanhas com neve, que a gente nem iria imaginar que uma super piscina dessas ficaria lá, hein? E nem que a temperatura da água dela, no verão, gira em torno de 26ºC (9ºC a menos que nos mares da região).

Onde fica a maior piscina do mundo? - Esportes

A piscina pertence ao hotel San Alfonso del Mar (clique AQUI para visitar o site – disponível em espanhol e inglês), e para usá-la é preciso estar hospedado 🙂

Nesse calor… Que vontade que dá!!!

Como foi ver um jogo de basquete em Nova York!

Quem vai para Nova York, com certeza, já tem na cabeça, pelos menos, uma dúzia de atrações para ver na cidade. Os principais cartões postais da Big Apple, como Empire State Building (fiz post comparando a visita à ele e ao Top of The Rock! Clica AQUI para ler!), Estátua da Liberdade, Central Park e afins são parada obrigatória para todo e qualquer visitante de primeira viagem, fato. Mas sabe que, na minha viagem para lá em Novembro passado, eu acabei fazendo um passeio que não estava nos planos, super de última hora, que não tem nada a ver comigo e que…. eu amei???

A atividade em questão foi assistir a um jogo de basquete no Madison Square Garden. O jogo foi um clássico: New York Knicks x Washington Wizards. E com direito a Coca-Cola gigante e cachorro-quente para acompanhar. Ao melhor estilo americano. E eu recomendo fortemente que você inclua esse passeio na sua agenda!!

Jogo de basquete em Nova York

Mas aí, caro leitor, você me pergunta porque esse passeio não tem nada a ver comigo. Vamos aos fatos:

1- Eu detesto esportes coletivos. Futebol, vôlei, basquete, handball. Não curto assistir e, muito menos, jogar. Sabe aquela pessoa que era sempre a última das últimas a ser escolhida para os times de educação física na escola? Então. Era eu.

2 – Não sou muito chegada a grandes muvucas e multidões, o que é bem provável em se tratando de um estádio de basquete em plena Manhattan.

3 – Não sou fã de refrigerante. Menos ainda, de Coca-Cola. E menos, menos ainda, de copos gigantes de Coca-Cola. Pois bem.

E aí, caro leitor, você deve estar se perguntando então, porque raios eu gostei tanto de assistir ao jogo, a ponto de estar recomendando aqui no blog. Vamos aos fatos novamente:

1 – Acho que, quando estamos viajando, não devemos ter preconceitos com lugares e/ou atividades. Tudo é válido, tudo é novo, tudo faz parte da experiência. Sendo assim, no momento em que surgiu a oportunidade de assistir ao jogo, eu topei na hora, super animada!

2 – Pode falar o que for, mas a organização americana impressiona. Apesar da multidão (e você poderá comprovar pelas fotos logo abaixo), não houve muvuca, empurra-empurra, gente roubando seu lugar, nenhuma espera em fila maior do que 5 minutos (e olha que tem revista em tudo quanto é canto! Com direito a abrir as sacolas de compra e tirar tudo de dentro. Uma por uma.), nada. Simplesmente, correu tudo nos conformes. Todo mundo chega alguns minutos antes do jogo, passa pela revista, compra suas bugigangas para comer durante o jogo, se dirige aos seus lugares, senta e assiste ao jogo. No final, todo mundo levanta e vai embora. Simples, né? Não sei porque aqui no Brasil as coisas não podem ser assim também. Enfim.

Jogo de basquete em Nova York - Ingressos

3 – O estádio é enorme, super confortável e com cadeiras de couro. Hahaha. Ok, parece besteira eu comentar o fato de as cadeiras serem de couro. Mas fiquei pensando nos nossos bancos de praça de concreto e nas cadeiras de plástico dos estádios Brasil afora que vivem quebradas… Enfim. Além disso, a estrutura e limpeza do estádio são impressionantes. Cabe gente que não acaba mais naquele lugar e, em plena terça-feira de um mês comum de Novembro, estava tudo lotado. L-o-t-a-d-o!

4 – É incrível ver como o americano curte ver um jogo de basquete! Tipo a gente aqui, em relação ao futebol. Todo mundo torce, grita, canta. Mas ninguém desrespeita ninguém. Cada um na sua. Convivência pacífica. Como deve ser. Achei lindo!

5 – Achei o máximo em perceber que ir ao estádio assistir a um jogo de basquete é uma atividade super corriqueira, tranquila, que todo mundo faz e, o mais importante, que é simples de ser feita. Tem uma estação de metrô dentro do estádio (Pennsylvania Station). Qualquer pessoa, em qualquer canto da cidade, pode ir ao jogo numa boa, na maior facilidade do mundo. Pegou o metrô, desceu ali e pronto. Só entrar e curtir. Vi muita, mas muita gente de terno e gravata, pessoal que acabou de sair do trabalho e foi com os amigos ou a namorada ver o jogo. Sem dificuldades, sem se preocupar em onde parar o carro, ou com a facada que vai ser o preço do estacionamento, ou com o trânsito infinito que vai estar para chegar/sair do estádio. Sabe assim, quando você sai do trabalho e vai pegar um cineminha, bem de última hora? Tipo isso.

Jogo de basquete em Nova York - O Jogo!6 – Achei o jogo super legal! E não é só o jogo, pronto e acabou. Tem todo um espetáculo mesmo, com abertura, cheerleaders dançando, atividades interativas nos intervalos, músicas. O evento todo é muito divertido! E tem que ser, afinal, foram quase 3 horas de duração! Mas passou tão rápido! E eu gostei tanto!

7 – Sou fã do seriado Friends. Daquelas que sabe todas as falas, piadas, pausas e entonações. Sei tudo mesmo! E como ir ao Madison Square Garden era um dos passeios preferidos do Ross, Chandler e Joe, sempre tive curiosidade de ver como era. Só porque vi em Friends. Ok, me julguem!

8 – É um programa tipicamente americano. Faz parte da vida deles, dos hábitos, do que eles fazem no dia a dia. Para entrar de cabeça no clima da cidade, é a melhor atração!

jogo de basquete em Nova York - Final

E aí, caro leitor, você também deve estar se perguntando porque eu acabei vendo o jogo, sendo que, inicialmente, não tem nada a ver comigo. Bom, acontece que eu estava viajando com meu namorado, que é superfã de basquete. Ele jogava muito desde moleque e sabe tudo o que rola no esporte. É de acompanhar mesmo, sabe? Hoje, obviamente, com a correria do dia a dia, ele não está mais tão por dentro assim, mas a paixão ainda está lá, guardada. Quando decidimos que íamos para NY, a primeira coisa que ele comentou foi que queria MUITO ver um jogo de basquete ao vivo. Que seria a realização de um sonho. Ok, então!

Fomos pesquisar os preços na internet (você pode comprar os ingressos por AQUI, se preferir) e quase caímos para trás. O mais barato custava cerca de US$100 por pessoa. Meu namorado achou muito caro e que não valia a pena, (principalmente por minha causa, que nem curto e iria ter que gastar uma grana) e acabou desistindo. Conformados ficamos, então. Eis que, já em NY, perdidos pelas ruas, acabamos dando de cara no estádio. Pá! Achei o máximo vê-lo por fora, e meu namorado ficou emocionado. No letreiro de LED bem gigante acima da gente estava escrito que ia ter jogo naquela noite. Knicks x Wizards, às 7:30 p.m. Arrastei meu namorado para dentro do estádio (ele ainda estava relutante em relação aos valores) falando que íamos apenas ver se ainda tinha ingresso. Só por curiosidade. Vai que… né? Ao entramos na área da bilheteria, meu namorado foi ficando ainda mais emocionado. Entramos na fila para perguntar a disponibilidade de ingresso e os preços. Era aquilo mesmo, em torno de US$100 o lugar mais longe. Meu namorado perguntou o que dava para conseguir por US$115 (já se empolgou!). Tinha lugar melhor. Na lateral, mas mais perto. Ele ficou tentado. Eu incentivei! Falei que dava o ingresso dele de aniversário (que era uns dias depois). Depois de pensar e fazer as contas, decidimos comprar! Uhuuuu! Sacamos dinheiro no caixa eletrônico do Chase que tem ali dentro mesmo e pronto! Tickets na mão!!

E posso contar um segredinho? Meu namorado chorou quando pegou os ingressos 🙂 Fiquei tão feliz por ele!! E super ansiosa para chegar de noite e voltarmos lá para, enfim, ver o tal jogo.

Por isso, minha gente, eu recomendo MUITO assistir a um jogo no Madison Square! Vá, é divertido e diferente!! É um belo passeio!! 😉

Como NÃO pegar fila na balsa de Ilhabela!

Ilhabela é um paraíso. Isso é fato. Eu, particularmente, amo a Ilha e venho para cá (sim, estou escrevendo esse post depois de um bom banho de mar!!) com uma certa frequência. Adoro as praias, a cor da água, as opções de restaurantes, o centrinho histórico, a certa segurança. Amo, amo, amo.

Mas quando se fala em Ilhabela, duas coisas (não muito positivas) já vem instantaneamente na cabeça: borrachudo e fila de balsa. Quanto ao primeiro, não tem muito o que fazer mesmo… Tem que trazer repelente! Dependendo do dia, da época ou do lugar, é bem pouco o número de mosquitos e fica bem tranquilo, mas é sempre bom vir pra cá prevenido!

Balsa de Ilhabela - foto

Já quanto ao segundo probleminha… Esse sim, tem como ser resolvido! O que nem todo mundo sabe, é que tem como não pegar fila na balsa. Isso mesmo, é chegar e entrar. Direto. A DERSA (empresa que opera 8 travessias de balsa no litoral de São Paulo) tem um sistema chamado “Hora Marcada”, onde é possível agendar um dia e horário para pegar a balsa – em qualquer uma das travessias). Sem fila, sem demora. Vou explicar melhor abaixo:

Como funciona

O agendamento é 24 horas e todo feito online pelo site da DERSA (clique AQUI para acessar a página de agendamento da travessia São Sebastião – Ilhabela). O primeiro passo é fazer um cadastro. Depois, basta seguir as orientações e fazer sua reserva.

Você deve se planejar para chegar na balsa próximo ao horário que você reservou, já que o prazo de tolerância é de 30 minutos de antecedência ou de atraso. Quando você chegar, procure a fila escrito “Hora Marcada”, que é diferente da fila regular (e se você entrar nela, vai ser difícil de sair!!). Aí, é só apresentar seu comprovante de reserva e entrar na próxima balsa que chegar!

Preços e pagamento

O pagamento da Hora Marcada é feito por cartão de crédito. Existem diferentes valores para cada tipo de veículo, trecho e dia da semana. A tabela abaixo (retirada do site da DERSA no dia 08/01/2014) mostra todos os preços:

Balsa de Ilhabela

É importante ressaltar um detalhe: quando você pega a balsa normalmente, sem horário agendado, você paga somente a travessia de ida (São Sebastião – Ilhabela). A travessia de volta não é cobrada, somente uma taxa de preservação ambiental (que custa cerca de R$6,00). Já na Hora Marcada, você vai pagar um valor para cada travessia que quiser reservar (ida e/ou volta), ok? Ah, e quem é Hora Marcada não precisa pagar a taxa regular na cabine de cobrança viu? 🙂

E se eu não usar a Hora Marcada?

Pode acontecer de você chegar na balsa e não ter nenhuma fila. Ou, ter alguma fila e você preferir esperar. Pode ser, né? Nesses casos, você não precisa utilizar sua reserva de Hora Marcada. Se você optar por não utilizar, não precisa fazer nada, é só não passar na fila da Hora Marcada. Quando isso acontece, o valor que você pagou quando fez sua reserva fica de crédito para ser utilizado em uma outra ocasião. 

O reagendamento tem o prazo de 12 meses a partir da data da compra, mas só pode ser utilizado para o mesmo tipo de veículo, trecho e dia da semana, ok?

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E aí, o que acharam? Vale o preço? Vou te falar que, para determinados dias, compensa! Já vi fila de balsa de quilômetros! Eu já fiz um outro post um tempo atrás falando sobre a questão “moral” de ser possível pagar para furar a fila. Nada pretensioso, nem pra falar se está certo ou errado… é apenas com o intuito de debater! Dá uma lida clicando AQUI!

Bora Bora: é lá que eu queria estar agora!

Nessa época de começo de ano, o que a gente mais quer é tirar férias e viajar. Reveillon, férias, verão, (muito) calor, praia, sol, uma coisa leva à outra e tudo o que queremos fazer é nos teletransportar para um lugar paradisíaco cheio de sol, praia e muito calor e levar um vidão de rei durante alguns dias… Fala sério, quem não gostaria???

Bora BoraPensando nisso, o post de hoje foi escolhido à dedo e mostra um lugar que, com certeza, é um sonho de viagem para qualquer ser humano… Tahiti! Já fizemos um post sobre o Tahiti AQUI! E acho que o lugar mais conhecido do Tahiti é a Ilha de Bora Bora. Compreende o Monte Pahia e o Monte Otemanu tendo o segundo 727m de altura. Ah sim, é um vulcão extinto (ufa!).

Além de ser um lugar M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O, o turismo é muito forte e a região vive basicamente dele. Dá para fazer mergulho e alimentar raias e tubarões (eu quero!!!), visitar antigas fortificações da época da Segunda Guerra Mundial, fazer trilhas pelos montes e apreciar a vista lá de cima, enfim, atividade ao ar livre é o que não falta!

Bora Bora Paradise

Por conta da força do turismo, vários hotéis de luxo dominam a ilha. Na próxima encarnação, quando for Paris Hilton, vou passar meu aniversário em algum deles… #aloka

Esse site aqui contém uma lista com vários hotéis de Bora Bora e suas respesctivas informações. Vale super à pena conferir.

É… Agora é só esperar a próxima vida e se jogar em Bora Bora!

Bjos