Monthly Archives: February 2015

Você já ouviu falar no… Jalapão?

Jalapão. Você já ouviu falar? Sabe do que se trata? Tem ideia de onde fica? Pois bem, vamos às explicações – e ao final desse texto, você vai desejar querer fazer as malas e ir direto pro Jalapão mais rápido possível.

O Jalapão é uma paraíso natural incrustado no coração do Brasil, no Estado do Tocantins. Numa área de mudança entre a caatinga e o serrado, o Jalapão lembra uma savana. Cachoeiras, dunas de areias, rios de água cristalina e grandes chapadas e formações rochosas formam um visual deslumbrante, daqueles de tirar o fôlego e nos fazer agradecer à Deus por estar vivo! Achou exagero? Dá uma olhada nas fotos abaixo:

Jalapão

A região começou a ser explorada há não muito tempo, graças à dificuldade de acesso – o que garantiu a preservação da natureza e dos seus recursos. O Rio Novo, por exemplo, é um dos únicos rios de água potável do mundo, e é possível praticar diversas atividades radicais, como rafting, bóia-cross, canoagem e etc.

Jalapão - Natureza

O Jalapão tem MUITA coisa a ser explorada e é uma excelente opção para quem gosta de natureza e ecoturismo! Mas antes de mais informações, preciso interromper o post brevemente para explicar como e porque descobri o Jalapão. Vamos lá: esse ano, meus pais completam 30 anos de casamento e, como é de praxe, na época do aniversário (que é no mesmo dia no aniversário da minha mãe, vejam só) eles sempre viajam para algum lugar diferente. E adivinha qual será o destino desse ano? O Jalapão! Pois é, senhoras e senhores, meus pais, no alto de seus cinquenta (e muitos) anos, vão fazer um safári no interior do Tocantis, com direito a dormir em barraca, fazer trilhas, descer corredeiras e tudo mais! 

Voltando. Meu pai AMA aventura, e acabou se interessando numa forma super diferente e divertida de conhecer a região: fazendo um safári camp. Isso mesmo. A ideia é explorar a região de forma bem intensa mas sem agredir a natureza, descobrindo um pouquinho de tudo o que esse paraíso oferece – e nada mais conveniente do que ficar uns dias acampado no lugar. Meu pai descobriu uma empresa chamada Korubo, especializada nesse passeio e que tem uma proposta bem bacana. O pacote tem duração de 7 dias e inclui duas noites em Palmas (início e fim da viagem), transfer para o aeroporto, acomodação em camping no Jalapão com banheiro individual e ducha de água quente, refeições completas preparadas no local por uma equipe especializada, transporte para as atividades. Ou seja, tudo o que é necessário para conhecer a região de maneira mais roots, mas com o mínimo de conforto.

Jalapão - Camping

Nem preciso dizer o quanto fiquei #loucapossuída com a ideia, né? É uma pena que não estarei por aqui na época em que eles vão (ainda bem que por uma boa razão!!), porque senão, certeza absoluta que eu ia me enfiar o rolê. 🙂 #soudessas Mas me animei muito com a ideia e já estou com a cabeça a mil pensando quando poderei fazer essa viagem com meu namorado! hehehe

Se realmente der tudo certo, eu volto com esse assunto mais pro final do ano pra contar como foi a experiência dos meus pais. O que eles acharam do passeio, como foi o esquema, se eles recomendam, enfim, todos os detalhes. Enquanto isso, a gente fica aqui, sonhando com o Jalapão!

“Por que Alemanha?” e a cidade com nome difícil: Schwäbisch Gmünd

E aí, gente! Como foi de Carnaval? Muita festa, folia e ressaca? Ou você foi como eu, que dormiu muito, comeu muito e, depois, dormiu ainda mais? Delícia!!! 🙂

Mas, como tem que ser, o Carnaval acaba, o ano começa pra valer e a gente volta aos trabalhos. E que trabalhos!! Acho que nunca trabalhei tanto na minha vida #NãoéExagero! Mas é por uma boa causa… Causa essa que vai encher a gente de conteúdo bacana e super original! Mas é surpresa!! Conto no devido momento… #suspenses #dramas #segredo  

Mas deixa de conversa mole e vamos atualizar esse blog aqui com mais um textinho da querida Chris Rogatto, amiga super especial que escreve uma sessão semanal pra gente contando sobre as belezas e curiosidades da Alemanha, onde ela vive hoje com parte da família.

E o post de hoje é sobre um lugar com um nome absolutamente impronunciável. Bem-vindos a Schwäbisch Gmünd!

*Se você estava bêbado nesse Carnaval e não sabe do que eu tô falando, leia esse post AQUI. E se você tem curiosidade de saber como é o Carnaval na Alemanha, clica AQUI então! Ah, e pra ler sobre um lugar chamado Allgäu, clica AQUI!

Por que Alemanha? - Schwäbisch Gmünd

 

“Schwäbisch Gmünd, em Baden-Würtemberg, possui 60.892 habitantes. Qualquer pessoa que passeie pela cidade vai se defrontar com um rastro de evidências históricas que a surpreenderá com os tesouros arquitetônicos da cidade mais antiga da dinastia dos Staufer: Uma cidade fascinante com casas senhoriais. Inúmeros mosteiros e igrejas, entre vários outros pontos interessantes, que convidam os visitantes a uma viagem emocionante de descoberta.

A primeira menção registrada de Gmünd como uma cidade é datada do ano 1162 – mais cedo do que qualquer outra cidade na região do Staufer.

A cidade encanta pela sua localização em um grande vale, sua arquitetura totalmente preservada, e seu aconchego. A sua história também nos proporciona uma viagem ao tempo.

Schwäbisch Gmünd foi durante séculos uma cidade estritamente católica e, portanto também chamada muitas vezes de “Schwäbische Nazareth”.

Schwäbisch Gmünd

Schwäbisch Gmünd era conhecida como uma cidade de mosteiros. Em meados do século 13, os franciscanos se estabeleceram em Gmünd e fundaram seu mosteiro. Um pouco mais tarde, em 1284, veio o mosteiro agostiniano. O mosteiro dominicano situado no centro da cidade data de 1294, utilizado como quartel no século 19 e, desde 1973, tornou-se centro cultural. Ponto de grande interesse neste museu é uma fábrica do século 19, totalmente preservada  aonde podemos observar fornos, laminadores e martelos de potência (impulsionados por um sistema de transmissão), dispositivos tais como martelos de queda, máquinas de moagem.

Parte muito triste da história desta linda cidade, é a criação ali do primeiro campo de concentração feminino do estado, isto no início da ditadura nazista, em 1933. Ali ficavam cerca de 50 mulheres, que foram posteriormente transferidas para outros campos de concentração.

Schwäbisch Gmünd - 2

No coração de Schwäbisch Gmünd

A praça central do mercado, em Schwäbisch Gmünd é considerada uma das mais belas dentre as cidades do sul da Alemanha. Aqui as pessoas se encontram para um passeio e café. Aqui também eu descobri o Apfelstrudel mais delicioso do mundo!!!! É aqui que ocorrem também os eventos tradicionais como, por exemplo, a feira de natal, o festival da cidade e muito mais.

Obs.: Quer dar uma olhada nela?? Acesse o site, com a webcam da cidade!

Schwäbisch Gmünd - comida

Uma curiosidade: Dizem que os bonecos Smurfs são belgas, eu não concordo muito, pois é aqui na fábrica Schleich, situada em Schwäbisch Gmünd, que eles tornam-se verdadeiramente palpáveis. A Fábrica Schleich é internacionalmente conhecida e especializada na fabricação de figuras de plástico, pelas quais eu sou totalmente apaixonada… e a linha dos bonecos Smurfs é uma tentação para qualquer um, eles são lindos e muito divertidos!

Schwäbisch Gmünd - Sumpfs

Outra indústria também muito conhecida aí no Brasil, e que está situada em Schwäbisch Gmünd, é a WELEDA, especializada em produtos farmacêuticos / cosméticos naturais, de altíssima qualidade.

Seu jardim de plantas medicinais abrange uma área de cerca de 23 hectares, que desenvolve um nível muito elevado de riqueza de espécies de plantas. Cerca de 260 espécies de plantas crescem aqui em agricultura biodinâmica – cada qual em um ambiente apropriado. Cerca de 180 plantas medicinais são utilizadas para produtos, as outras espécies servem para demonstração e manutenção do equilíbrio natural.

Graças a Rudolf Steiner, fundador da antroposofia, o início da Weleda também foi o início deste maravilhoso jardim. Steiner queria proporcionar a experiência da harmonia entre o homem e a natureza: visão, olfato e tato.

Weleda proporciona também, durante o ano, vários eventos para a população, como tardes reservadas para seminários, passeio pelo jardim, finalizando com massagens e um SPA. Neste ano, o primeiro evento ocorrerá dia 07 de março, será preciso correr para se inscrever, pois estes eventos são muito conhecidos e procurados na nossa região!

Schwäbisch Gmünd - Jardim Weleda

Se você tiver um tempinho, recomendo este curto vídeo sobre o plantio e colheita da Rosa de Mosqueta, utilizada largamente pela Weleda em sua linha de produtos: https://www.youtube.com/watch?v=lmlDm4yxZ60 

Esta pequena e linda cidade é multifacetada, eu poderia escrever um longo texto mostrando todos seus aspectos, certamente eu ainda terei muito a escrever sobre ela, que cada vez me conquista mais e mais…

 >> Por que Alemanha?

– Porque aqui comemos Nutela, queijos diferentes, framboesas frescas, salmão no dia a dia, simplesmente porque é muito gostoso e barato!!!”

High Line Park – Um parque sobre trilhos em NY

Se você está planejando uma viagem a Nova York, não pode deixar de colocar o High Line Park na sua lista de locais a visitar. Devo confessar que não é nem um espetáculo à parte, tipo a vista panorâmica da Big Apple do Top of the Rock (hehehe comparação injusta, eu sei!). Mas achei a ideia super legal e acho que vale conhecer de perto.

** Para ler os demais posts sobre Nova York, clique nos links a seguir:

Onde comer em NY Parte 1 e Parte 2;

7 dicas para visitar os museus da cidade;

Como foi assistir a um jogo de basquete no Madison Square Garden;

Como funciona o Airbnb e como foi se hospedar em um apartamento alugado pelo site

Compras: Century 21 e porque não fui ao Woodbury

Top of the Rock ou Empire State Building?

O High Line Park é um projeto muito inteligente que transformou uma linha de trem suspensa desativada, ali perto do Rio Hudson, no bairro do Chelsea, em um parque. Sabe o Minhocão (a.k.a. Elevado Costa e Silva), em São Paulo? Aquele viaduto monstrengo que vai serpenteando por entre os prédios do centro velho da cidade? Agora imagina que transformassem o Minhocão em um parque? Com banquinhos, acesso a banheiro, árvores e tudo o mais? Foi isso que fizeram no High Line! #genial #adorei #inteligênciapura

High Line Park

High Line Park 2

Honestamente, eu achei brilhante. O bairro do Chelsea e região estava super desvalorizado, meio decadente até, e praticamente não era ponto de passagem de turistas (que movimentam muito dinheiro, nós bem sabemos…). E aquela linha de trem passando por entre os prédios cheia de mato e totalmente inútil, “enfeiava” ainda mais a região. Mas a ideia de transformar uma coisa abandonada em algo útil para as pessoas pessoas, mudou totalmente a cara do lugar!

Hoje, ao passar pelo parque, você vê MUITOS prédios de luxo sendo construído ao redor dele. Vários mesmo. E aqueles que já estavam lá, valorizaram pra caramba! Fora que acabou movimentando o comércio da região né, inclusive o próprio Chelsea Market, que fica ao lado de uma das escadas de acesso ao High Line.

High Line Park 3

E aí fiquei pensando aqui no nosso Brasil, né? Quanto lugar abandonado, perigoso, caindo aos pedaços a gente não tem em todas as nossas cidades. Quanto lugar poderia ser totalmente transformado em algo bonito de se ver e útil pra população. O próprio centro de São Paulo. Ou do Rio. Ou de Salvador. Tanta história, tanta riqueza cultural… E tudo jogado ao Deus dará, completamente largado. E quem sofre com tudo isso? A população, é claro. Que não tem um lugar bacana para passear, que não tem um bairro estruturado para viver e que não se beneficia com o que poderia ser (ainda mais!) arrecadado com o turismo no nosso belo país. Fico muito indignada, juro. Por isso, gostei tanto de conhecer o High Line e ver de perto que um bairro decadente e abandonado pode se transformar em uma linda atração turística e melhorar a vida de que mora no entorno. E de todo mundo. 

Enfim… Desculpa aê pelo desabafo! Hahaha Mas acho que viajar é isso mesmo… É pensar, refletir, avaliar, reavaliar, comparar e tentar buscar o melhor para a gente e onde a gente vive.

Voltando ao tema… Quer uma sugestão de roteiro para explorar a região? Comece o dia pelo Chelsea Market. Lá dentro, te vários restaurantezinhos, padariazinhas, cafezinhos e bistrôzinhos super fofos e apetitosos (mas não muito baratos, tá? Vale avisar…). É um ótimo lugar para tomar um brunch reforçado antes de iniciar a caminhada pelo parque. Nós comemos num restaurante chamado Friedman’s, super gracinha e com uma comida divina. Falei mais sobre ele e nossos pratos nesse post AQUI, onde dei todos as dicas de lugares para comer na cidade. Vale ler!

High Line Park - Chelsea Market 1

High Line Park - Chelsea Market 2

Bom, barriga cheia e o Chelsea Market devidamente explorado, é hora de seguir para o High Line Park. Saindo do mercado, você vai encontrar, ali pertinho, uma escada que dá acesso ao parque, bem o comecinho dele. Aí é só subir e sair andando. Os bancos e cadeiras são deliciosos, e vale super a pena ficar uns minutinhos sentado observando as pessoas e o lugar, principalmente em um dia de verão (eu fui no frio e fiz isso de qualquer forma!). É super diferente mesmo. Não vá esperando uma cópia do Central Park, ok? Tem outra pegada, outra vegetação, outra estrutura. Enfim. É outra coisa!

Seguindo pelo High Line até o final, você sai lá perto da B&H (na 33th com a 9th), loja gigantesca e incrível de eletrônicos e afins (eu e meu namorado compramos nossos MacBook Air lá, e o preço estava mais em conta do que na própria loja da Apple #ficaadica). Dá passar boas horas lá dentro, e se a ideia já era mesmo comprar alguns eletrônicos e apetrechos (capas para celular, cases para notebook, fones de ouvido e um infinidade de coisas), é um bom momento para aproveitar.

Saindo da B&H, se você continuar um pouco mais logo chega na 34th Street, o paraíso das compras de Nova York. É a rua que tem de tudo quanto é loja, das grandes lojas de departamento, como Zara, H&M, Forever 21, Macy’s até outras marcas mais conceituadas. Uma ótima forma de terminar o dia fazendo compras, né?

Gostaram? Alguém já foi e tem alguma recomendação? Deixa nos comments!!

O Carnaval na Alemanha – por Chris Rogatto

E é claro que não poderia ser diferente! Nessa terça-feira de Carnaval, o último (para a maioria!) dia de farra, folia e serpentina, o nosso “Por que Alemanha?” da semana mostra um pouco como é o Carnaval no país. Tá achando que não tem animação por lá, é? 😉

** Quer ver o que já foi publicado nessa série super especial? Clica aqui e aqui!

Por que Alemanha ? Carnaval na Alemanha

Com a palavra, Chris!

“O carnaval

Se você pensa que os alemães são sérios demais para brincar ao Carnaval, você está totalmente enganado!

O carnaval na Alemanha possui carros alegóricos, marchinhas de carnaval e todas as pessoas usam fantasias, independentemente de estarem ou não em uma “escola de carnaval”. A grande diferença é que o carnaval alemão é no inverno, o que faz com que as fantasias tenham que aquecer os foliões, e são distribuídos doces e balas pelos foliões. As cidades na Alemanha com um carnaval imponente são Köln, Bonn, Aachen e Mainz.

Carnaval na Alemanha

Uma particularidade que muito atrai meus olhos e minha imaginação no “Fasnet” (como é chamado o carnaval nesta região) são os personagens carnavalescos. As máscaras são geralmente feitas de madeira, tecido, papel e até mesmo de arame. Em alguns lugares, é uma tradição passar as máscaras de geração em geração. As mais antigas fantasias são as do diabo e de arlequim.

Carnaval na Alemanha - Fantasias

Mas acho que poucos aí no Brasil sabem que na Alemanha tem sim carnaval brasileiro, e não é nem um pouco pequeno ou singelo. Na cidade de Coburg, ocorre o maior festival de samba fora do Brasil! Com shows de grandes artistas, como, por exemplo, Olodum. São 3 dias de festival que terminam com o desfile das escolas de samba de todo o mundo. Samba no pé não falta por lá e também o delicioso forró pé de serra. Detalhe: devido ao frio em fevereiro, o festival de samba em Coburg ocorre em julho.

Se alguém tiver interesse em conhecer o evento, recomendo reservar hotel com muita, mas muita antecedência, a cidade é pequena e não possui grande rede hoteleira. Mais informações você acha no site oficial, porém a divulgação de quais artistas estarão presentes em 2015, saberemos somente em maio.

Em nossa região, o carnaval mais famoso é o de Donzdorf.

Donzdorf é um dos maiores centros carnavalescos da região de Göppingen. Até a quarta-feira de cinzas a cidade é marcada por muitos eventos divertidos, com figuras como bobo da corte e o destaque anual, o desfile de carnaval no domingo. Devido aos animados acontecimentos que ocorrem na cidade no carnaval e sua latitude muito próxima, Donzdorf é chamada, na época de carnaval, como “Little Paris”.

Carnaval na Alemanha - Bruxas

Donzdorf é também um delicioso destino em nossos passeios de bicicleta. Para alcançarmos a cidade, passamos por agradáveis plantações de morangos, milho, canola, etc.

Carnaval na Alemanha - Castelo de Donzdorf

O castelo de Donzdorf (atualmente, a prefeitura da cidade) e seus jardins, são maravilhosos e transformam o passeio na pequena cidade num momento muito especial, realmente com um pequeno “flair” francês no coração de Baden-Württemberg! 

Hans von Rechberg construiu em 1568, em Donzdorf, o lindo castelo em estilo renascentista. A partir desse momento, a vila tornou-se local de residência e se desenvolveu com um comércio diferenciado. Na primeira metade do século 18, o castelo de Donzdorf e seu povoado, tornou-se apenas em um local secundário de residência e parada, tendo ainda sido vendida em 1735 para o Ducado de Württemberg. Em 1745, Maria Teresa von Rechenberg comprou partes de Donzdorf de volta, bem como seu castelo e aqui se estabeleceu com seus filhos. Seu filho transformou o castelo de Donzdorf, a partir de 1768, em sua residência principal e criou então um palácio barroco com jardins em estilo francês.

Um pouco da história de Donzdorf

Donzdorf, em Baden-Würtemberg, possui 10.817 habitantes.

A área em torno Donzdorf foi povoada muito cedo. Em 1964 foi localizado e tornado público um antigo cemitério pertencente ao povo Alemanico. Lá havia mais de 100 sepulturas do período 600-700 DC. Em uma sepultura de uma mulher foram encontrados valiosos bens, que indicam um comércio com o Norte da Europa, bem como assentamento do povo Alemanico naquela região.

Carnaval na Alemanha - Plantações

A situação econômica da aldeia desenvolveu-se muito bem no século 15. A busca de arenito proveniente de Donzdorf foi enorme. Além de muitas áreas que tinham construções em curso na região. Naquela época, sua pedra foi largamente utilizada na construção da Catedral de Ulm, por ser uma pedra de fácil trabalho e muito resistente devido ao seu alto teor de ferro. Mesmo em dias nublados, sua cor amarelo dourado oferece à Catedral de Ulm a ilusão da luz do sol e luz brilhante.

Carnaval na Alemanha - Catedral de Ulm

Curiosidade: o arenito de Donzdorf, deu seu nome para a pequena cidade.

>> Por que Alemanha ?

– porque praticamente toda cidade na Alemanha tem um castelo, mesmo que nem sempre seja “mágico” como o de Neuschwanstein

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Curtiram?? Muito legal saber como é o Carnaval em outros lugares, né? Especialmente na Alemanha, país que fazemos uma ideia meio distorcida na “frieza” das pessoas…

Bjos!

Mais ideias? 12 coisas para fazer em SP (parte 2)

E vamos continuar com nossa listinha de 12 coisas para fazer em SP (parte 2). Já viu a primeira parte? Tem até visita noturna ao Jardim Zoológico… Clica AQUI para ler!

Bora?

12 coisas para fazer em sp parte 2

7. O clássico passeio no Mercadão + sanduíche de mortadela/pastel de bacalhau

É claro. O maior clichê de todos: ir ao Mercadão comer o sanduíche de mortadela e/ou o pastel de bacalhau. Mas não podia faltar aqui na nossa lista de coisas para fazer em SP, né? Portanto, chegue cedo, passeie pelo mercado, compre coisinhas diferentes e espere bater aquela fome monstra pra se jogar nas comidinhas!

coisas para fazer em sp - Mercadão

8. Assistir à um espetáculo na Sala São Paulo e no Teatro Municipal

Uma vez eu assisti à uma orquestra na Sala São Paulo. Não é nem de longe o tipo de música que eu gosto ou escuto, mas sabe que foi super legal? Só de estar em um ambiente elegante e imponente como aquele e observar todos os detalhes, do lustre ao estofado das cadeiras, já vale o passeio. Vira e mexe tem coisa legal acontecendo. E sempre tem apresentações a preços populares. Vale a pena se informar. Tem até visita guiada lá dentro!!

E o Teatro Municipal? Coisa mais linda de ver por fora, imagina por dentro? É aquele tipo de passeio que, por mais que não seja seu rolê preferido, TEM QUE fazer. Assistir a uma apresentação da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) também é algo muito rico e que tem que ser feito uma vez na vida. Você vai gostar!

coisas para fazer em sp - Osesp, Sala São Paulo e Teatro Municipal

Para ver a programação da Osesp, clique AQUI. Já para ver o que rola na Sala São Paulo, clique AQUI e, para ver o que está acontecendo no Teatro Municipal, clique AQUI.

9. Visitar o MASP, a feirinha de antiguidades e dar uma volta no Parque Trianon

Também adoro o MASP. Ok, eu adoro (quase) tudo quanto é museu, é verdade. Mas acho o MASP super gostosinho de passear… É grande a chance de estar tendo alguma exposição bacana por lá (clique AQUI para ver o que tá rolando), mas vale também ver o acervo fixo do museu. O ingresso para adulto custa R$25 e tem convênio com estacionamentos. Clique AQUI para mais informações.

Aos finais de semana, tem uma feirinha de antiguidades bem fofa no vão livre do museu, e é legal dar umas voltas, ver coisas diferentes e, quem sabe, levar alguma tranqueirinha pra casa. Atravessando a rua, um passeio no Parque Trianon é super bem-vindo! É o parque mais arborizado que conheço, sério. E sempre tem alguém cantando umas musiquinhas legais no portão de entrada.

coisas para fazer em sp - Masp

#FicaaDica: É uma ótima opção para quem está andando de bike na ciclofaixa de domingo dar uma parada por ali para fazer esses programas.

10. Bater perna pela Oscar Freire

Delícia, hein? Confesso que meu lado mulherzinha falou mais alto nesse momento. Rapazes, me desculpem, mas acho que passear pela Oscar Freire com as amigas é um super programa! Mesmo que você não vá comprar nada, só de andar pela rua e ver vitrine bonita já vale o passeio 🙂 #euacho #deixaacarteiraemcasa

11. Parque do Povo + Shopping JK Iguatemi

Tá, mais um programinha típico de mulher, eu sei. Mas só a segunda parte, vai? O Parque do Povo é uma coisa linda de viver, super espaçoso, bem cuidado e agradável. Dá para passear de bicicleta lá dentro, inclusive, a ciclofaixa passa por lá. É um ótimo lugar para fazer uma caminhada ou ficar de bobeira!

Saindo de lá, dê uma passada no Shopping JK Iguatemi para comer alguma coisa… O Shopping por si só, já vale o passeio: é super bonito, arejado, amplo e perfumado (hahaha) e tem um livraria maravilhosa! Para quem gosta, super recomendo a visita!

coisas para fazer em sp - Shopping JK e Parque do Povo

12. Passar um dia no Parque do Ibirapuera e seus museus

E para fechar a nossa lista de 12 coisas para fazer em SP, o famoso e gigantesco Parque do Ibirapuera não poderia ficar de fora. Mais um clichê? Sim, mas tem que constar, não tem jeito! Honestamente, eu acho o Ibira sempre muito cheio. Tipo, gente em excesso mesmo!! Ainda mais num domingo de sol lindo e maravilhoso… #tenso. Mas de qualquer forma, o parque é realmente lindo e tem várias coisas para fazer. Dá para praticar todo tipo de esporte, comer uma bobeiras, tomar água de côco.

E claro, fique atento às programações dos museus e espaços para exposições que tem lá dentro – que eu adoro todos! Tem o Museu de Arte Moderna (MAM), Museu de Arte Contemporânea (MAC), Museu Afro Brasil, Oca, Bienal… Vixe, um monte! E SEMPRE vai ter alguma coisa de legal rolando – às vezes, de graça! – é só se informar. Clique AQUI para ver o que tá acontecendo por lá.

Dá facilmente para passar um dia super agradável e cheio de atividades no querido Ibira

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Obs.: todos os preços e horários de funcionamento são de Fevereiro/2015. Acesse os links para ver informações atualizadas! 😉

Ufa!! Chegou ao fim nossa sugestão de 12 coisas para fazer em SP! Curtiu?? 🙂

“Por que Alemanha?” fala sobre Allgäu!

Boa hoje tem mais um post super especial da nossa séria “Por que Alemanha?”, escrita pela querida Chris Rogatto, que mora no país com a família e vem aqui toda semana contar um pouquinho desse lugar tão lindo e fascinante.

Se você perdeu o post inicial, clica AQUI e resolve isso já!

Com a palavra, Chris!

Por que Alemanha ? - Abertura

Allgäu, em Bayern e Baden – Württemberg

Allgäu é a região que abriga os Alpes e o território entre o Lago Constança e Lech, localiza-se no estado Bayern e uma pequena parte a Baden-Württemberg, isto desde a época do domínio Napoleônico na Europa. Allgäu pertence principalmente a Alemanha, porém cerca de metade de sua área fica no território austríaco. Uma área oficialmente definida para a localização do Allgäu não existe.

No Allgäu existem poucas indústrias, a região vive principalmente da pecuária e criação de gado leiteiro e – graças à bela paisagem – de turismo. Allgäu é a terra do queijo.

Allgäu

O Allgäu no passado foi uma região tradicionalmente muito pobre. A agricultura não foi muito rentável por causa da paisagem relativamente montanhosa. Devido a isto, muitos agricultores desenvolveram como atividade secundária, a cultura do linho. Esta era a matéria-prima para a produção de algodão. Suas flores azuis floresciam durante muito tempo nos campos do Allgäu e assim a região também foi chamada de “Allgäu azul”.

Foi uma feliz coincidência que cerca de 200 anos atrás, quando a produção do linho entrou em uma profunda crise, um homem na região do Allgäu, com muito vigor e convicção, promoveu a indústria do queijo. Foi então que Carl Hirnbein introduziu o primeiro queijo Limburger no Allgäu. Ele tinha encontrado este tipo de queijo na Bélgica. Ao mesmo tempo, o suíço Johann Althaus produziu alí também o primeiro Emmental. Com o início de uma tradição na produção de laticínios, o “Allgäu azul” passou então a se chamar “Allgäu verde”, isto devido ao aumento de pastagens para o gado leiteiro.

Allgäu esqui

As montanhas do Allgäu e, com elas toda a cordilheira dos Alpes, são uma consequência de um processo que começou há cerca de 200 milhões de anos, como resultado as enormes forças de placa tectônica na crosta terrestre, as montanhas dos Alpes começaram a se desdobrar e o fundo do oceano foi empurrado para cima. 

 Allgäu é uma das regiões turísticas mais populares durante todo o ano na Alemanha. A paisagem natural e cultural atrai centenas de milhares de visitantes anualmente. Em particular, a diversidade da região é valorizada. Desde esportes alpinos até desportos aquáticos, inúmeras atividades são possíveis. O Allgäu é o maior centro de esportes de inverno da Alemanha. Além do esqui alpino e de patinação no gelo, praticar esqui cross-country é possível em uma extensa rede de trilhas. 

A bela região deixa apenas a poucas horas de distância as cidades como Munique, Augsburg, Ulm e Lindau.

Especialmente para mim, ao ouvir a palavra Allgäu, o pensamento se volta imediatamente a imagens de lindas montanhas, vacas pastando, prados verdes …

Saltos de Esqui em Oberstdorf

Allgäu - Oberstdorf

O Grande Schattenbergschanze no Erdinger Arena em Oberstdorf é uma das mais importantes pistas de salto de esqui do mundo, foi construída em 2005. A cada ano atrai mais de 30.000 fãs de esqui no início do “Vierschanzentournier”. Lá o esporte de inverno está em casa. A cidade é berço de esquiadores de renome mundial.

Desde 1973, os melhores atletas de todo o mundo se reúnem para participarem do Campeonato Mundial de salto em esqui, em Oberstdorf. Se você quiser obter mais informações, sugiro navegar no site oficial http://www.erdinger-arena.de/.

Quem não pratica esqui ou o radical snowboard (que é o meu caso) pode se sentir um tanto deslocado ao visitar as regiões alpinas no inverno. Não é assim no Allgäu. Oberstdorf é um dos mais conhecidos pontos para lindas caminhadas na neve, com direito as vistas panorâmicas dos Alpes. A região do Allgäu tem 100 km de trilhas para caminhadas na neve.

Allgäu - Immenstadt

E em que época do ano recomenda-se caminhadas no Allgäu?

As montanhas, em cada estação, oferecem paisagens fascinantes, mas uma caminhada na neve é muito mais desgastante do que no verão, especialmente com crianças. Na estação fria, apenas pessoas com experiência devem aventurar-se nas altas montanhas. Em junho esta região também está aberta para caminhantes amadores. Porém, o outono é considerado como o melhor período para uma caminhada na região do Allgäu

O clima saudável no Allgäu proporciona relaxamento e bem-estar e definitivamente vale a pena uma visita.

https://www.youtube.com/watch?v=x0kD-_d850k

>> Por que Alemanha ?

–  porque aqui temos a possibilidade de conhecer outros países num piscar de olhos, já que a Alemanha faz fronteira com 9 países, o que já facilita muito as coisas…”

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Gostaram? Muito legal né? Deixe nos comentários sua opinião!

Quer ideias? 12 programas para fazer em SP (parte 1)

A cidade de São Paulo tem muita, mas MUITA coisa para fazer. Um turista que vem passear na cidade fica perdido em meio a tantas opções e não consegue dar conta de tudo. Mas mesmo quem é morador, na maioria das vezes, acaba não usufruindo muito dos programas e atrações que a terra da garoa oferece. Por isso, listamos aqui 12 programas para fazer em SP aos finais de semana (ou quando você tiver um tempinho livre). Tem desde as sugestões mais clássicas, como visitar o Mercadão, até outras mais exóticas, como fazer um passeio noturno pelo Zoológico.

Como tem muita coisa e eu não tenho o dom do resumo, decidi separar o post em duas partes, assim não fica cansativo (e eu posso escrever o quanto quiser!). Para ler a segunda parte, clique AQUI!

Vamos ver os 12 programas para fazer em SP – parte 1?

12 programas para fazer em sp parte 1

 

1. Andar de bicicleta pelas ciclofaixas aos domingos

Mesmo com tantas polêmicas na época de sua implantação, ninguém pode negar o sucesso das ciclofaixas que funcionam de domingo. As pistas são super seguras, tem funcionários em cada esquina orientando quem para e quem passa, enfim, sucesso puro.

Tem várias rotas que você pode fazer, mas tem que ser uma por vez, já que são muitos quilômetros pedalando. Dá para passear pelo centro histórico, pela Marginal Pinheiros, Parque do Ibirapuera e região, Avenida Paulista. Uma sugestão diferente? Mas prepare-se para pedalar: saia do Parque do Ibirapuera pela Av. República do Líbano, siga até o Parque do Povo, atravesse a ponte para o outro lado da Marginal e vá até o Jóquei Clube de São Paulo. Lá tem restaurantes, lugares para andar e você sempre pode ver uma corrida de cavalos. É MUITO legal e um ótimo jeito de passar o domingo 🙂

Programas para fazer em SP - ciclofaixas

Quem não tem uma bicicleta em casa, como a maioria dos paulistanos, acredito eu, pode alugar as bikes do Itaú ou do Bradesco, espalhadas em vários pontos das cidades. Já fiz um post (clique AQUI para ler!) sobre como funciona o aluguel das bicicletas do Itaú e o que achei da experiência.

Para mais detalhes, visite o site do Bike Sampa e do Ciclosampa. Para ver os circuitos das ciclofaixas e mais informações, clique AQUI.

2. Passar um dia no Zoo Safári e no Jardim Zoológico

Não, não é só coisa de criança. Um passeio pelo Zoológico e pelo Safari é super divertido e pode ser uma alternativa bem bacana para um fim de semana sem nada pra fazer. O Zoológico é um local super arborizado, cheio de banquinhos para sentar e conversar, quiosques com comidinhas, água, banheiros. Felizmente, a infraestrutura é super boa e dá para passa o dia fácil, fácil.

O zoológico fica na Av. Miguel Stefano, 4241, Bairro Água Funda. Para quem vai de carro, tem um estacionamento exclusivo logo em frente à entrada que custa R$14 para veículos de passeio, o dia todo. Já para quem vai de transporte público, existe um ônibus que sai do metrô Jabaquara e vai direto para o Zoológico. É possível comprar o ingresso combinado da entrada no Zoo + ida/volta de ônibus ainda na estação Jabaquara, e custa R$30,50. Super prático, rápido e barato!

Quem for comprar apenas o ingresso regular, custa R$25 na bilheteria. Já aqueles que são fãs de dinossauros, o Zoológico possui um espaço dedicado somente ao tema, e é possível comprar o ingresso combinado na bilheteria e que dá direito à esse setor + entrada para o Zoo (R$35) ou ainda na estação de metrô Jabaquara (R$40,50, incluindo transporte de ida/volta).

Obs.: todos os ingressos tem preços especiais para crianças, idosos e estudantes. Deficientes e menores de 5 anos, a entrada é gratuita. Para mais informações, visite o site do Zoológico.

Programas para fazer em SP - zoo

Mas se você quiser fazer seu dia render mais e aproveitar a oportunidade, logo de manhã, antes de entrar no Zoológico, dê uma passada pelo Zoo Safari (antigo Simba Safari, quem lembra?? #dasantigas #souvelhamesmo). Um é vizinho do outro, e o passeio no Safari não é demorado, portanto, dá para fazer os dois no mesmo dia numa boa.

No Zoo Safari, você pode entrar com seu próprio carro (desde que não seja van ou micro-ônibus) ou com o carro do Safari. Os preços para adultos são os mesmos, mas o demais diferem. Para ver a tabela completa, clique AQUI.

Dicas extras: o ideal é chegar cedo, ir com um sapato confortável (preferencialmente, tênis), estar preparado para andar e passar protetor solar!

3. Fazer o passeio noturno no Jardim Zoológico

Sim! Olha que divertido! Visitar o zoológico à noite é um super programa, afinal, a vida noturna dos animais é diferente da que a gente vê durante o dia. As visitas acontecem de sexta-feira e tem 3 horas de duração. Mas se você tiver planos de fazer esse passeio ainda esse ano, corra. Todas as datas para o primeiro semestre então esgotadas… E ah, prepare o bolso também: o ingresso para adultos custa R$75 – mas deve seu SUPER legal!

Clique AQUI para mais informações.

4. Fazer um piquenique no Jardim Botânico

O Jardim Botânico também fica ao lado do Zoológico (Av. Miguel Stéfano, 3031). É um lugar lindo, lindo, todo arborizado, cheio de lagos e flores. Muita gente faz corrida ou caminhada por ali de manhã. Também, pudera, né? É praticamente um oásis enfiado no meio da cidade.

O ingresso é super baratinho, R$5 para adultos, metade para estudantes e idosos. Tem um estacionamento que custa R$8 para veículos de passeio. Escolha um dia e vá dar uma volta por lá, leve umas comidinhas e passe uma tarde gostosa 🙂

Programas para fazer em SP - Jardim Botânico

5. Fazer um tour histórico-cultural na região da estação da Luz

Quem passa pela estação da Luz todos os dias para ir e vir do trabalho, tem arrepios só de imaginar passar por ali aos finais de semana também, né? Eu sei, já passei por isso… Hehehe Mas calma, de sábado e domingo a região adquire uma outra cara, outra aura. Olhando para a própria estação da Luz de um modo diferente, sem pressa e aquela correria típica, você percebe o quanto a arquitetura é bonita e imponente. Dá até a impressão de ter voltado no tempo…

Saindo dali, você tem o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca e o Parque Jardim da Luz. Dá para passar facilmente um dia explorando a região. Comece pelo Museu da Língua Portuguesa. Eu AMO. Sempre tem coisas super legais e bem feitas… Acho que é um passeio que super vale, e a gente sempre aprende alguma coisa. O ingresso custa R$6, estudantes e idosos pagam meia e crianças menores de 7 anos, professores da rede pública e deficientes tem entrada gratuita. Ah, e de sábado a entrada é free para todo mundo! Clique AQUI para saber mais.

Programas para fazer em SP - Luz

Depois, para completar a overdose cultural, vá à Pinacoteca. Também tenho amores por ela… Não é sempre que tem exposições que me agradam, mas acho o ambiente e o clima tão gostoso… Uma delícia passear pela prédio! De qualquer forma, o acervo fixo é sempre legal de ver. Para ver tudo o que está em cartaz, clique AQUI.

E para fechar o dia, ande sem pressa pelo Parque Jardim da Luz. É simplesmente a coisa mais linda do mundo. Eu mesma nunca tinha ido e fiquei chocada em ver como é bonito esse parque! Tem lago, banquinhos, muitas e muitas árvores. Ele não é tão grande, mas dá para ficar de bobeira jogando conversa fora durante horas, só vendo a paisagem e observando o movimento. Ah, e dependendo do dia que você for, quem sabe não pega alguma feirinha ou exposição na rua? Quando fui, estava tendo uma exposição de carros antigos bem na entrada do parque 🙂

6. Andar de triciclo no Parque Villa-Lobos

O Parque Villa-Lobos, perto do shopping homônimo e da Marginal Pinheiros, é gigantesco. Você anda, anda, anda e aquilo não acaba nunca. Uma opção divertida e diferente para passear o dia todo sem morrer de andar? Alugar um dos triciclos (não sei se esse é o nome certo… é um carrinho, tem na foto abaixo) que tem na entrada do parque.

Para um casal, ou casal com criança, é perfeito. Um só cabe todo mundo. É é muito bacana poder passear sem pressa e ir em cada cantinho do parque. Recomendo o rolê! E para quem gosta de outras atividades, tem espaço de sobra para andar de bicicleta, skate, patins, patinete, jogar bola…

Programas para fazer em SP - Villa-Lobos

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Obs.: todos os preços e horários de funcionamento são de Fevereiro/2015. Acesse os links para ver informações atualizadas! 😉

Gostaram? Quem faz fez algumas desses programas para fazer em SP?? Conta aí!

“Por que Alemanha?” – por Chris Rogatto

Gente, tô super contente em anunciar mais uma novidade aqui no Blog! É com imenso prazer que inauguro, hoje, a coluna “Por que Alemanha?“, escrita por Chris Rogatto, uma amiga mais do que especial! A Chris hoje mora na Alemanha com o marido e o filho mais novo, e a Bia, sua filha mais velha, é uma amiga minha muy amada da época do colégio, que também mora na Alemanha atualmente, mas numa cidade diferente (e não me peçam para escrever os nomes das cidades… Impossível! Hahah). #beijoBia! #bonstempos

Por que Alemanha ? - Abertura

Nessa coluna, semanalmente, a Chris vai dividir com a gente uma série de fotos, fatos, histórias e curiosidades sobre a Alemanha. Tudo o que chama sua atenção. Tudo sob sua própria ótica. Rico demais isso, né?? Na verdade, a Chris já escrevia sobre o assunto apenas como um hobby pessoal, MAS, porque não unir o útil ao agradável? Temos aqui um blog que tem o objetivo de dar dicas de viagem. E temos uma pessoa que mora em outro país e adora escrever sobre as curiosidades dele. Casamento perfeito, não?

E é assim que tem início a coluna semanal “Porque Alemanha?”. Esse primeiro post é uma apresentação que a própria Chris escreveu sobre ela. Um “abre-alas”. Leiam, compartilhem e nos digam o que acharam da ideia! Dicas de conteúdo também são sempre super válidas! Eu e a Chris vamos adorar! 😉

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Por que Alemanha ?

O destino me trouxe em 2012 para a Alemanha. Aqui, além de me dedicar a família, cozinhar delícias, eu consigo fazer o que realmente gosto: viajar, estudar e conhecer profundamente este país, terra de meus antepassados.

Motivos para gostar desta terra não faltam, e alguns eu vou citando, em doses homeopáticas, toda semana.

Espero que, ao seguir semanalmente os meus pequenos relatos, com uma pincelada rápida sobre a história de cada localidade, você entenderá melhor “por que Alemanha”, e espero que possa então ter também a felicidade de conhecer este país de perto!

Venha comigo nesta viagem….

>> Por que Alemanha?

– porque aqui temos as quatro estações bem definidas, quadruplicando as possibilidades de passeios, paisagens estonteantes, experiências e fotos sem fim.

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É isso!! O “Por que Alemanha?” volta semana que vem!

E ah, não perca os outros posts com participações especiais que já rolaram por aqui:

– para ver t-o-d-a-s as dicas da minha irmã sobre intercâmbio na Austrália, visto, moradia, valores, trabalho e etc, clique AQUI.

– para ler o relato da Camila falando sobre dicas e passeios em Santiago do Chile, clique AQUI!

Bjos!!