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4 motivos para visitar Inhotim

Porque visitar Inhotim

Visitar Inhotim vai trazer muito mais do que conhecimento.

Engana-se quem pensa que esses motivos a que me referi no título desse texto se tratam de obras de arte, o principal atrativo de Inhotim. Localizado no município de Brumadinho, a 60 Km da capital mineira, o maior museu a céu aberto do mundo abriga verdadeiras surpresas para os olhos, a mente e alma. Ao visitar Inhotim, você vai se deparar com 140 hectares. 23 galerias de arte. 23 obras expostas ao ar livre. 7 jardins temáticos. 30 destaques botânicos. E um número infinito de sentimentos.

4 motivos para visitar Inhotim - Paisagem

Em todos os sites e blogs que eu li sobre Inhotim, a recomendação geral era sempre a mesma: vá, é imperdível! Então, eu já estava com as expectativas altas de que seria um passeio super legal e que valeria à pena se deslocar de SP para coração de Minas Gerais para visitar Inhotim. Mas não imaginei que ainda assim seria possível me surpreender mais!

Vou tentar descrever em palavras os 4 motivos para visitar Inhotim e se apaixonar:

A Paisagem

Acho que poucas vezes na vida vi um lugar com uma natureza tão linda e bem cuidada. São 140 hectares de uma vegetação exuberante e impecável. Não há uma folha fora do lugar. Vermelho, rosa, amarelo, roxo, laranja, marrom se misturam ao mar de verde da vegetação. Orquídeas, bromélias, palmeiras, cactos, ipês-amarelos e uma infinidade de plantas que a gente nem sabe que existe convivem em harmonia e enchem os olhos e o coração de quem passeia por lá. Cada esquina, uma surpresa. Cada viela, um encanto. Cada lago com a paisagem refletida na água é inspirador. Mesmo se você não é uma pessoa ligada em arte, a beleza do lugar vale o ingresso!

 

 

4 motivos para visitar Inhotim - Paisagem

 

4 motivos para visitar Inhotim - Paisagem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As Obras de Arte

Confesso que sou zero entendedora de arte contemporânea. Adoro um museu, de verdade, mas sou mais da turma das coisas antigas, sabe? Não sou muito fã daquele tipo de arte muito doidona, quando uma bola no meio de uma sala branca é a obra. Pois é. Mas é exatamente isso que você vai encontrar no Inhotim. E vai ser incrível.

Ao visitar Inhotim você vai encontrar muitas obras de arte a céu aberto e mais outras tantas dentro de galerias. E se você pensa que arte são apenas quadros e esculturas, está redondamente enganado! Uma sala com as paredes e teto tomadas por uma cerca de arame são uma obra de arte. Uma sala vazia, redonda e envidraçada com um barulho esquisito é uma obra de arte. Uma sala onde todos os móveis e objetos, sem nenhuma exceção, são vermelhos é uma obra de arte. Lá, experiências sensoriais e sonoras também se transformam em exposição e é preciso algum esforço para tentar entender o que tudo aquilo quer dizer.

4 motivos para visitar Inhotim - Paisagem

Posso filosofar um pouco? Obrigada, de nada. Eu acho que quando a gente viaja, especialmente se for para fazer algo diferente do que estamos acostumados, temos que ir com a mente o mais aberta possível. Vi algumas pessoas entrando nas galerias do Inhotim, colocando um pé dentro da sala, olhando em volta e falando: “ah, vamos, aqui não tem nada”. Viravam as costas e iam embora. “Como assim não tem nada, amigo? Dê uma chance!”, era o que eu pensava.

Eu não estou aqui pra ditar regra de forma alguma, muito menos para criticar o comportamento alheio, afinal, cada um faz o que bem entender. Mas na minha concepção, se você vai em um lugar como esse, onde o diferencial são as obras de arte diferentonas espalhadas pelo parque, você tem que abraçar a causa e se jogar. Não precisa se tornar um expert no assunto se esse não é seu interesse. Mas cada obra, cada galeria, cada jardim possui uma placa com um texto explicativo sobre a ideia do artista por trás daquilo – e o número de gente que passa batido por eles é enorme. Acho que ler esses descritivos e dedicar alguns minutinhos para olhar a obra com mais carinho é fundamental e de extrema importância para TENTAR captar, pelo menos um pouquinho, a ideia do artista. É o mínimo que você precisa fazer para viver a experiência de visitar Inhotim de forma única. Porque vamos combinar, é realmente difícil entrar numa sala escura com algumas mesas cheias de material de marcenaria (pó, martelo, vasilhas) espalhados sobre elas onde a única luz que entra no recinto vem de uma fina fresta na parede, chamar isso de obra de arte e ficar lá meia hora admirando a criação, no maior estilo cult hahahha. Porém, quando você lê o texto e despende 5 minutos para tentar olhar pelo viés do artista, você percebe que a arte contemporânea pode ser, no mínimo, muito criativa!

4 motivos para visitar Inhotim - Paisagem

Deu pra entender o que eu quis dizer? O Inhotim é, de fato, um passeio incrível para qualquer pessoa, e não somente para entendedores e apreciadores de arte, mas é claro que esse é o atrativo do local e o mais bacana disso tudo é entrar no clima e embarcar nas ideias inusitadas dos artistas! Se você se deixar levar, é uma experiência que abre a cabeça mesmo, te faz sair do quadrado. E pode ser bastante divertido!

As Pessoas

Ah, as pessoas… Se teve uma coisa que me encantou demais nessa vigem foi a simpatia, cordialidade, educação e o sorriso das pessoas que cruzaram nosso caminho. Se você ler um pouco mais sobre o Instituto no site, vê que há uma grande preocupação com o desenvolvimento das pessoas e da comunidade ao redor. A intenção é que todo mundo participe, aprenda e ganhe com o museu, e a gente sente essa positividade e carinho emanando de todos os lados quando está lá. Cada funcionário que vimos (e são muitos mesmo, espalhados em todo o canto) é de uma simpatia sem tamanho. Qualquer pergunta que você faça a eles, a resposta vem sempre com um sorriso no rosto. É nítido que o Inhotim se preocupa em tratar bem seus colaboradores, incentivá-los e treiná-los. É possível sentir isso a todo momento, pois cada hectare é tomado de energia positiva.

Pode parecer bobagem para alguns, mas eu acredito que as pessoas com quem cruzamos a cada momento trazem uma energia para a gente. Pode ser o cobrador de ônibus, o porteiro do prédio, seu chefe, namorado, filhos, marido, a caixa do supermercado. Basta um sorriso e um bom dia inesperados que a gente já se sente mais feliz, não é?  Pode reparar. Ao passo que uma cara emburrada e um atendimento com má vontade nos deixa numa bad trip. Por isso que, especialmente quando estamos viajando, fora do nosso porto seguro e soltos no mundo, a energia das pessoas que nos cercam faz toda a diferença na sensação que você fica durante e depois da viagem. Aprendi isso fortemente durante meu intercâmbio na Austrália e isso só vem se confirmando a cada passeio. Inhotim, muito amor por você! S2

As Sensações

Sensações. Essa é a palavra que acho que resume bem a experiência como um todo. Falando em energia, como aquele lugar é contagiante! Você sai de lá com uma sensação de paz, de positividade, de felicidade, de orgulho por ter algo tão bem feito e tão bacana assim no nosso país, e ainda fora do eixo Rio-São Paulo. A natureza, as inspirações, o cuidado, a infraestrutura e as pessoas transformam o Inhotim em uma experiência única. 

Como eu disse em algum lugar lá em cima, esse não é o tipo de arte que eu mais gosto, especialmente porque não sei apreciar. Mas foi a primeira vez que eu compreendi o significado de quando as pessoas falam que a arte desperta sentimentos. E aí, entendi que a proposta do Inhotim é essa. Muito mais do que entender e compreender a arte contemporânea em si, se você se deixar levar pela obra e pela ideia do artista, isso provoca pensamentos, reflexões, ideias e sentimentos novos e únicos.

 

Depois de tudo isso, só tenho a dizer pra você: vá, é imperdível!

O melhor rodízio de fondue do mundo!

O melhor rodízio de fondue do mundo!

Eu AMO fondue. Aliás, amo comer, de modo geral. Mas acho inadmissível que só tenhamos essa iguaria no inverno (ou o que chamamos de inverno por aqui). O tempo começa a esfriar eu já vou ficando ansiosa pra comer o primeiro rodízio de fondue do ano. Mas pra mim tem que ser pacote completo. Não me venha com restaurante que eu tenho que escolher qual sabor eu quero e pagar pelo prato. Meu negócio é RO-DÍ-ZIO! Carne, queijo e chocolate. À vontade. “Manda mais carne, por favor?”. “Dá pra trazer mais pão? Ah, e queijo também!”. “Pode ver mais morango. E uva. E banana. Chocolate? Pode trazer mais uma porção, sim!”. 

Moro em Santo André e aqui pelo ABC Paulista não tem muitas opções de fondue, não – para minha tristeza. Em São Paulo, já fui no famoso Hanover (honestamente? Acho caro demais pro que entregam. A comida é uma delícia e tals, muito bem feito e bem servido, o ambiente é lindo e romântico, mas acho que não vale o preço – nem comprando com Groupon!), no Empório Gaúcho, em Moema (achei uma delícia as primeiras vezes, mas depois o fondue de queijo começou a vir muito estranho, meio rançoso, sabe?), no Konstanz, em Moema também (fui uma vez e achei bem gostoso), no Bistrô Faria Lima (o fondue de queijo deixou mmmmuito a desejar!), e alguns outros. Mas não foram nenhum desses que fez meu coração disparar.

Uma certa vez, estava passando um fim de semana em Campos do Jordão com meu noivo e queríamos muito um rodízio de fondue. A cidade é bastante conhecida por seu “ar europeu” e comidinhas invernais deliciosas, né? Passeando no centro passamos por um monte de restaurantes que serviam essa opção, mas como saber qual deles era o melhor? Qual valia cada centavo?

Procuramos por indicações no FourSquare e lá achamos uma dica de ouro: a diferença entre festival e rodízio de fondue. Pois é, rapaz! Você também achava que era a mesma coisa? Tamo junto… Estávamos quase entrando em um dos restaurantes que servia FESTIVAL quando…. Santo FourSquare! Descobrimos que festival não é à vontade. Vem aquelas quantidades de cada fondue e é isso. Já o rodízio é aquele que você come até ter que desabotoar a calça jeans (quem nunca? hehehe), sabe como? E era exatamente ISSO que estávamos buscando (sempre!).

Aí que encontramos muitas recomendações de um lugar chamado Krokodillo. Lemos que era o top das galáxias mas que a espera poderia ser longa. Fechou! Ficamos cerca de 1h na fila de espera mas compensou cada minuto… O rodízio de fondue é SENSACIONAL! As carnes são macias e variadas, os molhinhos que acompanham são super saborosos e também tem várias opções; o pão é fresco, o queijo é indescritível de tão gostoso (sério, como até morrer esse fondue de queijo…), o chocolate é doce na medida e as frutinhas super gostosas! Ai ai ai…

Rodízio de Fondue Rodízio de Fondue Rodízio de Fondue

>> Para se apaixonar:

  • Como não poderia deixar de ser, a comida é impecável. Bastante fartura, os garçons não ficam “regulando” quando você pede pra repor algum item;
  • O ambiente é lindo e aconchegante! Feito todo em madeira e vidro, de praticamente todas as mesas você tem uma vista linda e cheia de árvores. Dica: no fim da tarde a luz alaranjada do sol deixa o visual ainda mais bonito!;
  • Quem não é tão fã de fondue pode aproveitar o restaurante de qualquer maneira. O cardápio deles é extenso e tem até buffet na hora do almoço (em alguns dias na semana);
  • O restaurante tem 4 unidades, três em Campos e uma em Santo Antônio do Pinhal, cidade vizinha;
  • A simpatia do dono. Numa das vezes que fomos lá, chegamos na porta e descobrimos que a unidade estava fechada pra um evento. Um dos funcionários rapidamente se prontificou a nos levar e buscar com o carro dele na outra unidade, próxima dali. No caminho, descobrimos que ele era um dos donos do restaurante. Uma educação e humildade sem tamanho!

>> Para se ligar:

  • Não aceita cartão de crédito, só cheque (se não me engano) ou dinheiro. Então, se você for como a maioria da humanidade hoje em dia que nunca tem dinheiro na carteira ou usa cheque, passe num caixa eletrônico antes de ir. Uma das vezes que fomos estávamos sem dinheiro e conseguimos pagar via transferência bancária pelo aplicativo do celular na hora mesmo (Itaú), super tranquilo;
  • Quando está muito frio, é BEM gelado lá dentro, mesmo com as lareiras ligadas. Leve blusa!;
  • A fila de espera é uma questão, né? Mas faz parte de qualquer lugar minimamente badalado. Basta se programar pra não morrer de fome na fila! Hehehe

>> Localização

Krokodillo I: Av. Sen. Roberto Simonsen, 1350 – Capivari, Campos do Jordão

Krokodillo II: Av. Pedro Paulo, 21 (caminho do Horto Florestal) – Campos do Jordão

Krokodillo III: Av. Silvio da Costa Rios, 133, Vila Capivari, Campos do Jordão, SP (esse é o que sempre vamos pela praticidade, já que fica ao lado do calçadão de Capivari)

Krokodillo IV: Av. Ministro Nelson Hungria, 731 – Centro – Santo Antônio do Pinhal – SP

>> Preço

O valor gira em torno de R$60 – R$70 por pessoa. É barato? Não. É caro? Não acho. Nenhum rodízio de fondue vai ser uma pechincha, né? Mas por ser na turística Campos do Jordão e rodízio à vontade, acho um ótimo custo-benefício!

 

O lugar ideal para um fim de semana romântico inesquecível!

Se você tem um namorado(a)/marido/mulher/peguete/rolo/enrosco/ficante e gostaria de passar um fim de semana romântico inesquecível, continue lendo esse post. Se esse não for o seu caso, leia mesmo assim, porque você pode indicar pra alguém 😉

Uma grande amiga minha (beijos, Andy!) veio toda empolgada no WhatsApp contar como o fim de semana romântico dela tinha sido incrível, maravilhoso, inesquecível, perfeito, o máximo, sensacional. A história é mais ou menos a seguinte: o namorado dela (beijos, João!) faz aniversário mês que vem e ela queria dar um presente especial. Fugir do convencional, sabe? Então ela pensou em uma viagem. Mas tinha que ser “A” viagem. E não “A” viagem em termos de distância ou preço, mas no sentido de ser algo especial mesmo, romântico, que eles pudessem curtir um ao outro e relaxar. Nada mais justo, afinal ambos tem a rotina bem corrida – como a maioria de nós, reles assalariados.

Depois de muitas pesquisas nessa internet de meu Deus, ela finalmente encontrou o que procurava. Um hotel aconchegante, luxuoso (porque de vez em quando pode, né?), perto e por um preço acessível, perfeito para o fim de semana romântico que ela estava querendo. E o post de hoje é sobre esse achado, já aproveitando o gancho do Dia dos Namorados! S2

Geralmente, eu escrevo sobre as minhas próprias experiências quando vou indicar um lugar. Mas confio muito no bom gosto das minhas amigas (ouuunnn, como sou fofa!) e sei que uma recomendação delas deve ser compartilhada. Ainda mais quando feita com tanto ênfase! Hehehe Se vocês vissem a empolgação com que a Andy falou sobre esse hotel, iam entender porque resolvi trazer essa dica aqui! Fiquei tão animada para ir também que, se não estivesse do outro lado do mundo, já estaria fazendo check-in a-go-ra! #fato

Mas chega de blábláblá e vamos ao que interessa. O hotel se chama Mirante da Colyna e fica na linda cidadezinha de Monte Verde – MG. Monte Verde é tipo o Campos do Jordão mineiro, sabe? Fica até mais perto da capital paulista do que Campos.

Abre parênteses: inclusive, eu estive em Monte Verde no ano passado e escrevi dois posts, um com todas as dicas sobre as diversas trilhas da cidade e outro com o que tem para fazer por lá. Também dei dicas do que fazer em Extrema, cidade vizinha e que pode ser uma boa opção para se hospedar e passear! Clica nos links porque vale a pena! Fecha parênteses!

Além do pacote de hospedagem em si (eles ficaram duas diárias), ela resolveu ousar e comprar também um pacote do Spa. O tratamento que fizeram foi o Coklat (Terapia do Cacau) que… gente, o que é isso?!?!?!?! Leia você mesmo a descrição na página do hotel e pira:

“Função: relaxante e altamente hidratante, trás brilho e vitalidade a pele.
Um delicioso Banho de Ofurô a base de cacau, com óleo de amêndoas e hortelã pimenta, para preparar a pele, e onde será degustado frutas com chocolate. Seguimos para uma esfoliação corporal com cristais de quartzo. E para finalizar uma Massagem Relaxante com um creme nutritivo, preparado com óleos essenciais.”

Não é chique demais isso? E você não queria estar nesse ofurô comendo fondue de chocolate nesse exato momento? Lembra que tudo isso é feito em casal, então pensa em um programa romântico? Não dá para ser mais romântico do que isso, não dá!

Fim de semana romântico - Spa 01

Fim de semana romântico - Spa 02

Spa!

Ela também disse que a comida do hotel é fantástica, tanto o café da manhã (nas palavras dela: “o café mais top da vida”) quanto o jantar que eles pediram no quarto. E a vista… Ah, essa vista…

Fuçando no site do hotel, dá para ver que eles tem uma infraestrutura bem completa. Além do Spa, que tem várias opções de massagens, banhos e tratamentos (clica AQUI para ver tudo), o hotel Mirante da Colyna conta com piscina aquecida, saunas, deck, quadra de tênis, trilha ecológica, salão de jogos, sala de cinema, sala de games e área fitness. Tá bom ou quer mais? 😉

Fim de semana romântico - Lazer

Infraestrutura completa.

Os quartos também são incríveis. Minha amiga reservou a opção mais simples porque o hotel já tem bastante coisa nas áreas comuns, não precisava de mais nada no quarto! E se isso aqui é o mais simples… Olha só que chiqueza o Chalé Luxo:

Fim de semana romântico - Chalé Luxo

Chalé Luxo

Deu para entender porque ela ficou tão enlouquecida com esse fim de semana romântico, né?

Achei esse hotel a alternativa perfeita para curtir um fim de semana romântico e comemorar uma data especial, como aniversário de namoro, casamento, lua-de-mel… #FicaADica

Enfim, gente. Acho que é isso! Eu só sei que fiquei completamente apaixonada por esse hotel e quero MUITO conhecer quando voltar para o Brasil. Quem sabe não faço como a Andy e preparo uma surpresa para o meu namorado? 😉

Ah, queria deixar claro que isso NÃO é jabá, ok? Estou dando essa dica porque achei boa de verdade!

*Imagens: divulgação

O que mostrar para um gringo no Brasil

Já comentei aqui no blog que a minha irmã está morando na Austrália desde Fevereiro de 2014 – inclusive, foi ela quem nos concedeu uma entrevista completa com t-u-d-o o que você precisa saber sobre intercâmbio no país (se você ainda não leu, clica AQUI! Tem muita informação!).

Pois bem. Eis que ela arrumou um namorado na terra dos cangurus e resolveu trazer o gringo para passar uma férias em terras tupiniquins. Sim, minha gente, estamos hospedando um australiano (na verdade verdadeira, ele nasceu na África do Sul mas se mudou para a Austrália ainda criança) em casa, e eles vão ficar um mês por aqui. Mas aí, você pensa: o que mostrar para um gringo ? Como entreter?

O que mostrar para um gringo

Nessas quase duas semanas que eles estão aqui em casa, observei e pensei em algumas considerações:

1. “Gringo” não é tudo igual

Não significa que só porque a pessoa vem de outro país que absolutamente tudo vai ser novidade para ela – depende muito qual país ela veio. Em se tratando de questões alimentícias e climáticas, o Brasil e a Austrália são muito parecidos (com excessão de comidas genuinamente típicas que temos por aqui, como pastel de feira ou coxinha de frango). Em alguns casos, o que muda é o modo de preparo dos alimentos. Por exemplo, mandioquinha pode não ser novidade, mas o purê de mandioquinha, é. Já se você estiver recebendo um escocês, aí tudo pode ser um novo mundo! 😉

2. Respeite o estilo e o tempo do gringo

Eu sou uma pessoa louca-possuída por viajar e conhecer lugares novos. Mas tem gente que não é assim. Por isso, antes de colocar seu gringo em uma maratona alucinante de atividades, passeios e viagens, entenda qual o ritmo e preferências dele.

3. Para o gringo, mesmo uma atividade banal pode ser interessante

Mesmo uma ida ao banco super normal que você faz com aquela preguiça monstruosa pode ser um passeio interessante para ele. Poder observar as pessoas nas ruas, as casas, tipos de lojas, tradições e etc pode ser, no mínimo, curioso. Mas aí voltamos novamente aos itens 1 e 2 dessa lista: ele pode não se deslumbrar com tudo o que vê pela frente ou, simplesmente, não se empolgar em ficar zanzando para lá e para cá. Portanto, conheça melhor seu gringo antes de arrastar ele pela cidade! 😉

4. Se você vai receber um gringo em casa, não se preocupe tanto em adaptar sua rotina à dele

Nós, brasileiros, temos a cultura de ser muito hospitaleiros. Mas para tudo na vida é preciso equilíbrio. Não precisa mudar todos os seus hábitos, rotinas e comidas por causa do gringo. Quando vamos para outros países, é bacana ver como é o dia a dia real das pessoas, o que elas comem, que horas saem para trabalhar, como é a relação entre a família. E ele também deve querer ter essa percepção daqui. Por isso, tente fazer o gringo se sentir o mais confortável possível, mas mantenha a “vida como ela é”, sabe?

Tendo tudo isso em mente, vamos a algumas sugestões do que mostrar para um gringo no Brasil:

– Comidas típicas: é o maior clichê de todos, mas eles ficam encantados quando se deparam com um brigadeiro de panela. Caldo de cana, pastel, coxinha, macarrão pizza, tapioca, cervejas nacionais, arroz doce, arroz e feijão, empada, queijo com goiabada, mortadela e até um café puro podem fazer a felicidade do seu gringo.

Feira de rua/padaria/supermercado/açougue: pode parecer um passeio super chato e corriqueiro, mas se você notar que seu gringo topa qualquer parada e gosta de conhecer coisas tradicionais nossas, leve-o para fazer essas coisas com você. A forma como nos organizamos chama atenção!

– Pontos turísticos da sua cidade: não tem jeito, os clichês tem que fazer parte da programação! Leve seu gringo para todos os cartões-postais da região (pelo menos, vai render boas #selfies!). Se você mora em São Paulo e quiser dicas de passeios, listamos 12 programas imperdíveis para fazer na cidade. Clique AQUI e AQUI.

– Transporte público: dependendo da cidade o região que você mora, levar o gringo para andar de busão pode ser um experiência divertida – pra você, pra ele e para as pessoas ao redor!

– Televisão: assistir tv é algo que faz parte da nossa cultura, especialmente novelas e telejornais. Coloque o gringo para assistir uns minutinhos da novela das 9!

– Praias: se o seu gringo for europeu ou americano, a chance dele pirar nas nossas praias – qualquer um delas – é grande. No caso do namorado da minha irmã, esse não é um grande trunfo, já que ele mora em Gold Coast (clica aqui para ver um vídeo da cidade e entender o porque!).

– Viagens: o Rio de Janeiro e a Amazônia são os lugares mais conhecidos lá fora e que os gringos sempre querem visitar. Se você também nunca foi, aproveite a oportunidade para conhecer melhor o nosso país (nesse post AQUI tem dicas bem legais sobre o que fazer em Manaus, cruzeiro pelos Rios Negro e Solimões e hospedagem em hotel de selva. Imperdível!). Mas não se esqueça que temos muitos outros lugares lindos, como Salvador, Recife, Florianópolis, Brasília, Natal, Pantanal, Lençóis Maranhenses <3, Fortaleza, Bonito, Jalapão, São Paulo

Gostaram das sugestões, gente? Alguém tem mais dicas? Deixe nos comentários!! 🙂

 

Saint Decor Café: o que achei sobre o lugar

Como eu a-d-o-r-o café da manhã. É a melhor refeição do dia para mim! Por isso eu tenho uma queda enorme por brunchs. Sabe aquela refeição poderosa que você faz no meio/fim da manhã e tem que ser bem reforçada porque a próxima vai ser só no fim do dia? Que é um café da manhã meio almoço? Onde você toma chá comendo omelete? Então. Amo.

E vamos combinar que não tem coisa com mais cara de final de semana do que um belo brunch. Com tudo o que tem direito. Ja falei nesse post AQUI sobre a Condimento, um bistrôzinho muito do fofo e elegante que fica no Tatuapé, em São Paulo, e serve as comidinhas mais gostosas de todos os tempos. Sou fá número 1 de panqueca americana com maple syrup, e a Condimento serve umas como ninguém aqui no Brasil. #recomendo. Sendo assim, num belo domingo de sol eu e meu namorado acordamos na vibe do brunch e fomos direto na Condimento. E PÁ! Decepção. Eles não abrem mais aos domingos. Meu mundo caiu, fiquei sem chão, perdida na vida, triste e com fome, então acabamos indo parar em uma padaria qualquer.

Em outro domingo qualquer, no mesmo momento em que surgiu novamente a vontade de um delicioso brunch, veio junto a tristeza de que a Condimento estaria fechada. Aí, me lembrei que uma amiga minha (thanks, Mari!) havia comentado sobre um outro bistrôzinho fofo e gostoso que ficava no Anália Franco, também em SP. Depois de umas Googladas, encontramos o endereço do Saint Decor Café e pensamos “por que não?”. E #partiubrunch!

Saint Decor

Confesso que fomos um pouco receosos. Apesar da boa recomendação da minha amiga, havíamos tido uma experiência um tanto quanto ruim em outro desses bistrôs. O lugar era super bonitinho e com cara de bistrô francês, e parecia que iria atender nossas expectativas. Entretanto, o cardápio era mega sem graça e com um preço super abusivo para o que era servido. Sabe um pão de queijo custar tipo uns R$8? Caso típico do famoso “raio gourmetizador“, onde eles colocam um nome todo requintado, servem coisas totalmente básicas e comuns e cobram os olhos da cara. Ficamos bem decepcionados e saímos de lá antes mesmo de fazer o pedido.

Pois bem. Chegamos ao Saint Decor Café um tanto desconfiados. Havíamos lido algumas reclamações na internet sobre o atendimento, que era meio demorado e ruim, mas decidimos ir ver “qual era”. Ja gostei do lugar logo de cara. Decoração mais fofa ever, tudo bonitinho, arrumadinho, bem aconchegante. Ao passar os olhos pelo cardápio, vimos bastante potencial. Várias opções de chás e cafés, um mais diferente que o outro, waffles, lanches, pães e até massas e pratos mais almoço mesmo. Fiquei perdida com tanta opção e demorei para decidir o que pedir. Acabei optando por um chá todo diferente, um panini de queijo brie, geléia de damasco e macadâmia e um waffle de chocolate com morango para sobremesa. Meu namorado foi de um mocaccino com lascas de côco (uma delícia!), um lanche de mortadela com rúcula e uma mostarda diferentona e dividiu o waffle comigo.

Saint Decor - Pratos

De fato, as opções de lanches e sanduíches não são aquela coisa mega inovadora. Nem muito grandes. Mas gostosos. Sofreram um pouco com o “raio gourmetizador” também (nossa conta de R$100), mas nada que não fosse esperado. Atendeu às nossas expectativas. Sabe aquela coisa de “não é um fenômeno, mas é bom?”. Tipo isso. Voltaríamos lá sem sombra de dúvidas (só não o fizemos ainda por falta de tempo). Não é um lugar barato, mas nenhum desses bistrôs são. Então estava de acordo.

Saint Decor - conta

Sobre o atendimento? Realmente, é um pouco demorado, mesmo com poucas mesas ocupadas. Reparamos que o próprio garçon preparava também os pratos na cozinha. Acho que por isso a demora. Acredito que quando está mais cheio, deve demorar bastaaaante. Mas como era domingo e estávamos sem pressa, não nos importamos muito 🙂

Conclusão: para mim, a Condimento continua sendo imbatível, mas recomendo o Saint Decor Café como uma boa opção para um brunch, café da manhã, da tarde ou até mesmo um almoço gostoso, apesar de não ter provado os pratos. A vantagem é que eles não tem horário específico para cada refeição, como acontece na Condimento, ou seja, você pode pedir o que quiser a qualquer hora. Mas vá sem pressa e preparado para gastar um dinheirinho. Também vi que lá eles tem locais específicos para um reunião ou um encontro entre amigos, é só conversar com o responsável. Acho uma opção super bacana e diferente para um fim de semana tranquilo!

Quem for, conta se gostou!

Endereço: Rua Padre Landell de Moura, 152, Vila Formosa, São Paulo.

Pousada Corujas em Itu: como foi a experiência!

Antes de mais nada, não, eu não estou recebendo jabá para falar sobre a Pousada Corujas. Estou falando porque gostei tanto, mas tanto, que me sinto no dever de compartilhar com a mundo! Hahaha

Pois bem. Sabe quando você tem vontade de ir para um lugar para não fazer absolutamente nada? Ficar no meio da natureza, sem ter horários, nenhuma programação, compromisso? Eu sei que isso pode parecer pavoroso para muita gente, e eu mesma, assim como a maioria das pessoas que moram em cidades grandes, tenho um ritmo de vida um tanto quando acelerado (apesar de eu trabalhar em casa!). E quando chega o fim de semana, parece que queremos abraçar o mundo e fazer tudo o que não pudemos fazer de segunda à sexta em apenas dois dias. E de repente, já é domingo à noite, o fim de semana voou e você nem percebeu.

E eu estava cansada justamente dessa sensação. De estar sempre correndo, fazendo mil coisas, encaixando o máximo de atividades possíveis para poder “aproveitar” o fim de semana. E aí que, semana passada, resolvi que ia enfiar eu e meu namorado em uma pousadinha bem simples, no meio do nada, pra não precisar fazer nada. Queria um hotel-fazenda com pensão completa, onde não é preciso sair nem pra comer (dica: conhece o hotel-fazenda Vale do Sol, em Serra Negra? Fiz post sobre ele AQUI!). Mas como essa opção é um pouco mais cara do que a verba que tínhamos disponível, acabei pensando em outras alternativas. E nas minhas buscas no Booking.com, encontrei a Pousada Corujas. Gostei das fotos, do descritivo, do local (fica em Itu, cerca de 1h30 de Santo André) e do preço: R$340 o fim de semana para o casal em um chalé (vale ressaltar que foi um preço promocional, ok?).

Hum. Bem interessante. Ainda por cima, o horário do check-out era às 17h (perfeito! Não me conformo como hotéis que recebem turistas de fim de semana inda tem check-out ao meio-dia…), ou seja, daria para curtir o domingo todo e era permitido levar comida e até carne para churrasco. Não, infelizmente a Pousada Corujas não oferece pensão completa, mas os chalés são equipados com fogão, pia, frigobar e alguns apetrechos de cozinha para cada um poder fazer aquilo que quiser. E achei isso muito bom, porque dá pra economizar! Sai bem mais em conta comprar uns lanchinho e comidinhas no mercado do que almoçar e jantar fora todos os dias. Então pronto. A Pousada Corujas ganhou meu coração.

O atendimento foi bastante elogiado na avaliação dos hóspedes no Booking.com. E pudemos comprovar de perto. A própria dona me ligou na sexta-feira perguntando se eu sabia chegar e se tinha alguma dúvida. E depois, mandou um e-mail com algumas “dicas” do que levar. Achei muito bacana essa atenção e, com certeza, é um super diferencial!

E a Pousada era exatamente aquilo que estávamos procurando (e precisando!). Muito verde, café da manhã gostoso, um chalé aconchegante, ninguém para encher o saco, nada para fazer. A área da Pousada é extremamente bem cuidada, a grama perfeitamente aparada, as piscinas (aberta e aquecida) com água cristalina, tudo muito limpo, bonito e organizado. Pronto. Estávamos no paraíso!

Pousada Corujas - Chalé

 

Pousada Corujas - Chalés

Lá não tem mesmo muitas atividades, e se o tempo estiver meio ruim, só vai te sobrar a piscina aquecida (que estava com problema nesse fim de semana, mas a dona ficou tão chateada com o imprevisto e quis nos compensar de todas as formas, mas nem nos importamos :). A piscina aberta é enorme e linda de viver. Passamos boas horas esparramados nos colchões ao redor dela lendo, entrando na água vez ou outra, batendo papo, olhando pro céu. Perfeito.

Pousada Corujas - piscina aberta

Pousada Corujas - piscina aquecidaPara quem curte uma atividade física, espaço é o que não falta. Além dos gramados impecáveis que dá para fazer caminhada, tem quadra e campo de futebol. Na descrição do site, vi que tem uma trilha, mas acabamos não indo atrás para saber se tem mesmo e como é. Disse que a ideia era não fazer NADA, né? Então. hehehe. Também tem um ou outro brinquedo para criança e uma piscina pequena para elas também. E os chalés acomodam, pelo menos, 4 pessoas, sendo uma cama de casal embaixo e duas de solteiro no andar de cima. Perfeito para casais e famílias. Mas acredito que dê para modificar conforme a necessidade.

Pousada Corujas - campo e quadra

O local é bem silencioso, tranquilo e privado. E por isso mesmo, é longe da cidade. No sábado e domingo à noite, fomos jantar no recomendado Bar do Alemão, no centro de Itu (o parmegiana é o carro-chefe e super indico!). Leva uma boa meia hora para chegar lá, mas é super fácil e tranquilo.

Pousada Corujas - gramado

Posso dizer que foi o fim de semana que estávamos querendo. E adoramos tanto o lugar que queremos voltar muito em breve! Recomendo 😉

DICAS

Como chegar

É bem fácil! No Km 85 da Rodovia Castello Branco, para quem sai de São Paulo, você vai encontrar uma placa escrito Jockey Club Sorocaba, à direita. É só entrar nessa placa e seguir as indicações para a Pousada Corujas. A partir daí, a estrada é de terra, mas bem cuidada e sem grandes problemas.

Se você chegar à noite, não vai ver nenhuma placa dizendo que você chegou na pousada (nós, pelo menos, não vimos). Mas não tem como errar. É o único lugar iluminado desde que você sai da Castello!

Pousada Corujas - Mapa

O que levar

– Repelente e inseticida. Não tem muito pernilongo ou outros bichinhos que ficam picando loucamente, apenas insetos típicos de quando se está no meio do mato. Mas pode acontecer de algum pernilongo perdido entrar no seu chalé à noite e atrapalhar seu sono de beleza. Por isso, é sempre bom estar prevenido.

– Tênis. Para fazer uma caminhada, trilha ou mesmo andar à cavalo (ofereceram essa opção no domingo, mas acabamos não indo).

– Comidas e bebidas. A Pousada só oferece café da manhã, então é bom você ter, pelo menos, umas comidinhas para enganar a fome até você sair para almoçar/jantar (se for o caso). Se quiser fazer churrasco, leve carvão, álcool e tudo o mais que for necessário.

– Toalhas de piscina. No quarto tem roupa de cama, travesseiros e toalhas de banho e rosto, mas para usar na área da piscina, você deve levar a sua.

– Um livro. Para quem gosta de ler, é uma boa opção para passar o tempo!

 O que esperar

Não conte com sinal de telefone e internet. Ora pega, ora não pega. Então, se você tiver trabalho para fazer que dependa de conexão ou for viciado em Facebook, cuidado. Não dá para contar com acesso por lá.

– Sossego. Como eu disse, lá não tem NADA para fazer. É o local perfeito para curtir a companhia da família/namorado (a), jogar conversa fora, dormir, respirar ar puro. Não adianta ir pra lá e ficar entediado! 😉

– Tem gente que se hospeda lá para saltar de paraquedas em Boituva. Fica perto, então vale a dica também!

Você já ouviu falar no… Jalapão?

Jalapão. Você já ouviu falar? Sabe do que se trata? Tem ideia de onde fica? Pois bem, vamos às explicações – e ao final desse texto, você vai desejar querer fazer as malas e ir direto pro Jalapão mais rápido possível.

O Jalapão é uma paraíso natural incrustado no coração do Brasil, no Estado do Tocantins. Numa área de mudança entre a caatinga e o serrado, o Jalapão lembra uma savana. Cachoeiras, dunas de areias, rios de água cristalina e grandes chapadas e formações rochosas formam um visual deslumbrante, daqueles de tirar o fôlego e nos fazer agradecer à Deus por estar vivo! Achou exagero? Dá uma olhada nas fotos abaixo:

Jalapão

A região começou a ser explorada há não muito tempo, graças à dificuldade de acesso – o que garantiu a preservação da natureza e dos seus recursos. O Rio Novo, por exemplo, é um dos únicos rios de água potável do mundo, e é possível praticar diversas atividades radicais, como rafting, bóia-cross, canoagem e etc.

Jalapão - Natureza

O Jalapão tem MUITA coisa a ser explorada e é uma excelente opção para quem gosta de natureza e ecoturismo! Mas antes de mais informações, preciso interromper o post brevemente para explicar como e porque descobri o Jalapão. Vamos lá: esse ano, meus pais completam 30 anos de casamento e, como é de praxe, na época do aniversário (que é no mesmo dia no aniversário da minha mãe, vejam só) eles sempre viajam para algum lugar diferente. E adivinha qual será o destino desse ano? O Jalapão! Pois é, senhoras e senhores, meus pais, no alto de seus cinquenta (e muitos) anos, vão fazer um safári no interior do Tocantis, com direito a dormir em barraca, fazer trilhas, descer corredeiras e tudo mais! 

Voltando. Meu pai AMA aventura, e acabou se interessando numa forma super diferente e divertida de conhecer a região: fazendo um safári camp. Isso mesmo. A ideia é explorar a região de forma bem intensa mas sem agredir a natureza, descobrindo um pouquinho de tudo o que esse paraíso oferece – e nada mais conveniente do que ficar uns dias acampado no lugar. Meu pai descobriu uma empresa chamada Korubo, especializada nesse passeio e que tem uma proposta bem bacana. O pacote tem duração de 7 dias e inclui duas noites em Palmas (início e fim da viagem), transfer para o aeroporto, acomodação em camping no Jalapão com banheiro individual e ducha de água quente, refeições completas preparadas no local por uma equipe especializada, transporte para as atividades. Ou seja, tudo o que é necessário para conhecer a região de maneira mais roots, mas com o mínimo de conforto.

Jalapão - Camping

Nem preciso dizer o quanto fiquei #loucapossuída com a ideia, né? É uma pena que não estarei por aqui na época em que eles vão (ainda bem que por uma boa razão!!), porque senão, certeza absoluta que eu ia me enfiar o rolê. 🙂 #soudessas Mas me animei muito com a ideia e já estou com a cabeça a mil pensando quando poderei fazer essa viagem com meu namorado! hehehe

Se realmente der tudo certo, eu volto com esse assunto mais pro final do ano pra contar como foi a experiência dos meus pais. O que eles acharam do passeio, como foi o esquema, se eles recomendam, enfim, todos os detalhes. Enquanto isso, a gente fica aqui, sonhando com o Jalapão!

Mais ideias? 12 coisas para fazer em SP (parte 2)

E vamos continuar com nossa listinha de 12 coisas para fazer em SP (parte 2). Já viu a primeira parte? Tem até visita noturna ao Jardim Zoológico… Clica AQUI para ler!

Bora?

12 coisas para fazer em sp parte 2

7. O clássico passeio no Mercadão + sanduíche de mortadela/pastel de bacalhau

É claro. O maior clichê de todos: ir ao Mercadão comer o sanduíche de mortadela e/ou o pastel de bacalhau. Mas não podia faltar aqui na nossa lista de coisas para fazer em SP, né? Portanto, chegue cedo, passeie pelo mercado, compre coisinhas diferentes e espere bater aquela fome monstra pra se jogar nas comidinhas!

coisas para fazer em sp - Mercadão

8. Assistir à um espetáculo na Sala São Paulo e no Teatro Municipal

Uma vez eu assisti à uma orquestra na Sala São Paulo. Não é nem de longe o tipo de música que eu gosto ou escuto, mas sabe que foi super legal? Só de estar em um ambiente elegante e imponente como aquele e observar todos os detalhes, do lustre ao estofado das cadeiras, já vale o passeio. Vira e mexe tem coisa legal acontecendo. E sempre tem apresentações a preços populares. Vale a pena se informar. Tem até visita guiada lá dentro!!

E o Teatro Municipal? Coisa mais linda de ver por fora, imagina por dentro? É aquele tipo de passeio que, por mais que não seja seu rolê preferido, TEM QUE fazer. Assistir a uma apresentação da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) também é algo muito rico e que tem que ser feito uma vez na vida. Você vai gostar!

coisas para fazer em sp - Osesp, Sala São Paulo e Teatro Municipal

Para ver a programação da Osesp, clique AQUI. Já para ver o que rola na Sala São Paulo, clique AQUI e, para ver o que está acontecendo no Teatro Municipal, clique AQUI.

9. Visitar o MASP, a feirinha de antiguidades e dar uma volta no Parque Trianon

Também adoro o MASP. Ok, eu adoro (quase) tudo quanto é museu, é verdade. Mas acho o MASP super gostosinho de passear… É grande a chance de estar tendo alguma exposição bacana por lá (clique AQUI para ver o que tá rolando), mas vale também ver o acervo fixo do museu. O ingresso para adulto custa R$25 e tem convênio com estacionamentos. Clique AQUI para mais informações.

Aos finais de semana, tem uma feirinha de antiguidades bem fofa no vão livre do museu, e é legal dar umas voltas, ver coisas diferentes e, quem sabe, levar alguma tranqueirinha pra casa. Atravessando a rua, um passeio no Parque Trianon é super bem-vindo! É o parque mais arborizado que conheço, sério. E sempre tem alguém cantando umas musiquinhas legais no portão de entrada.

coisas para fazer em sp - Masp

#FicaaDica: É uma ótima opção para quem está andando de bike na ciclofaixa de domingo dar uma parada por ali para fazer esses programas.

10. Bater perna pela Oscar Freire

Delícia, hein? Confesso que meu lado mulherzinha falou mais alto nesse momento. Rapazes, me desculpem, mas acho que passear pela Oscar Freire com as amigas é um super programa! Mesmo que você não vá comprar nada, só de andar pela rua e ver vitrine bonita já vale o passeio 🙂 #euacho #deixaacarteiraemcasa

11. Parque do Povo + Shopping JK Iguatemi

Tá, mais um programinha típico de mulher, eu sei. Mas só a segunda parte, vai? O Parque do Povo é uma coisa linda de viver, super espaçoso, bem cuidado e agradável. Dá para passear de bicicleta lá dentro, inclusive, a ciclofaixa passa por lá. É um ótimo lugar para fazer uma caminhada ou ficar de bobeira!

Saindo de lá, dê uma passada no Shopping JK Iguatemi para comer alguma coisa… O Shopping por si só, já vale o passeio: é super bonito, arejado, amplo e perfumado (hahaha) e tem um livraria maravilhosa! Para quem gosta, super recomendo a visita!

coisas para fazer em sp - Shopping JK e Parque do Povo

12. Passar um dia no Parque do Ibirapuera e seus museus

E para fechar a nossa lista de 12 coisas para fazer em SP, o famoso e gigantesco Parque do Ibirapuera não poderia ficar de fora. Mais um clichê? Sim, mas tem que constar, não tem jeito! Honestamente, eu acho o Ibira sempre muito cheio. Tipo, gente em excesso mesmo!! Ainda mais num domingo de sol lindo e maravilhoso… #tenso. Mas de qualquer forma, o parque é realmente lindo e tem várias coisas para fazer. Dá para praticar todo tipo de esporte, comer uma bobeiras, tomar água de côco.

E claro, fique atento às programações dos museus e espaços para exposições que tem lá dentro – que eu adoro todos! Tem o Museu de Arte Moderna (MAM), Museu de Arte Contemporânea (MAC), Museu Afro Brasil, Oca, Bienal… Vixe, um monte! E SEMPRE vai ter alguma coisa de legal rolando – às vezes, de graça! – é só se informar. Clique AQUI para ver o que tá acontecendo por lá.

Dá facilmente para passar um dia super agradável e cheio de atividades no querido Ibira

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Obs.: todos os preços e horários de funcionamento são de Fevereiro/2015. Acesse os links para ver informações atualizadas! 😉

Ufa!! Chegou ao fim nossa sugestão de 12 coisas para fazer em SP! Curtiu?? 🙂

Quer ideias? 12 programas para fazer em SP (parte 1)

A cidade de São Paulo tem muita, mas MUITA coisa para fazer. Um turista que vem passear na cidade fica perdido em meio a tantas opções e não consegue dar conta de tudo. Mas mesmo quem é morador, na maioria das vezes, acaba não usufruindo muito dos programas e atrações que a terra da garoa oferece. Por isso, listamos aqui 12 programas para fazer em SP aos finais de semana (ou quando você tiver um tempinho livre). Tem desde as sugestões mais clássicas, como visitar o Mercadão, até outras mais exóticas, como fazer um passeio noturno pelo Zoológico.

Como tem muita coisa e eu não tenho o dom do resumo, decidi separar o post em duas partes, assim não fica cansativo (e eu posso escrever o quanto quiser!). Para ler a segunda parte, clique AQUI!

Vamos ver os 12 programas para fazer em SP – parte 1?

12 programas para fazer em sp parte 1

 

1. Andar de bicicleta pelas ciclofaixas aos domingos

Mesmo com tantas polêmicas na época de sua implantação, ninguém pode negar o sucesso das ciclofaixas que funcionam de domingo. As pistas são super seguras, tem funcionários em cada esquina orientando quem para e quem passa, enfim, sucesso puro.

Tem várias rotas que você pode fazer, mas tem que ser uma por vez, já que são muitos quilômetros pedalando. Dá para passear pelo centro histórico, pela Marginal Pinheiros, Parque do Ibirapuera e região, Avenida Paulista. Uma sugestão diferente? Mas prepare-se para pedalar: saia do Parque do Ibirapuera pela Av. República do Líbano, siga até o Parque do Povo, atravesse a ponte para o outro lado da Marginal e vá até o Jóquei Clube de São Paulo. Lá tem restaurantes, lugares para andar e você sempre pode ver uma corrida de cavalos. É MUITO legal e um ótimo jeito de passar o domingo 🙂

Programas para fazer em SP - ciclofaixas

Quem não tem uma bicicleta em casa, como a maioria dos paulistanos, acredito eu, pode alugar as bikes do Itaú ou do Bradesco, espalhadas em vários pontos das cidades. Já fiz um post (clique AQUI para ler!) sobre como funciona o aluguel das bicicletas do Itaú e o que achei da experiência.

Para mais detalhes, visite o site do Bike Sampa e do Ciclosampa. Para ver os circuitos das ciclofaixas e mais informações, clique AQUI.

2. Passar um dia no Zoo Safári e no Jardim Zoológico

Não, não é só coisa de criança. Um passeio pelo Zoológico e pelo Safari é super divertido e pode ser uma alternativa bem bacana para um fim de semana sem nada pra fazer. O Zoológico é um local super arborizado, cheio de banquinhos para sentar e conversar, quiosques com comidinhas, água, banheiros. Felizmente, a infraestrutura é super boa e dá para passa o dia fácil, fácil.

O zoológico fica na Av. Miguel Stefano, 4241, Bairro Água Funda. Para quem vai de carro, tem um estacionamento exclusivo logo em frente à entrada que custa R$14 para veículos de passeio, o dia todo. Já para quem vai de transporte público, existe um ônibus que sai do metrô Jabaquara e vai direto para o Zoológico. É possível comprar o ingresso combinado da entrada no Zoo + ida/volta de ônibus ainda na estação Jabaquara, e custa R$30,50. Super prático, rápido e barato!

Quem for comprar apenas o ingresso regular, custa R$25 na bilheteria. Já aqueles que são fãs de dinossauros, o Zoológico possui um espaço dedicado somente ao tema, e é possível comprar o ingresso combinado na bilheteria e que dá direito à esse setor + entrada para o Zoo (R$35) ou ainda na estação de metrô Jabaquara (R$40,50, incluindo transporte de ida/volta).

Obs.: todos os ingressos tem preços especiais para crianças, idosos e estudantes. Deficientes e menores de 5 anos, a entrada é gratuita. Para mais informações, visite o site do Zoológico.

Programas para fazer em SP - zoo

Mas se você quiser fazer seu dia render mais e aproveitar a oportunidade, logo de manhã, antes de entrar no Zoológico, dê uma passada pelo Zoo Safari (antigo Simba Safari, quem lembra?? #dasantigas #souvelhamesmo). Um é vizinho do outro, e o passeio no Safari não é demorado, portanto, dá para fazer os dois no mesmo dia numa boa.

No Zoo Safari, você pode entrar com seu próprio carro (desde que não seja van ou micro-ônibus) ou com o carro do Safari. Os preços para adultos são os mesmos, mas o demais diferem. Para ver a tabela completa, clique AQUI.

Dicas extras: o ideal é chegar cedo, ir com um sapato confortável (preferencialmente, tênis), estar preparado para andar e passar protetor solar!

3. Fazer o passeio noturno no Jardim Zoológico

Sim! Olha que divertido! Visitar o zoológico à noite é um super programa, afinal, a vida noturna dos animais é diferente da que a gente vê durante o dia. As visitas acontecem de sexta-feira e tem 3 horas de duração. Mas se você tiver planos de fazer esse passeio ainda esse ano, corra. Todas as datas para o primeiro semestre então esgotadas… E ah, prepare o bolso também: o ingresso para adultos custa R$75 – mas deve seu SUPER legal!

Clique AQUI para mais informações.

4. Fazer um piquenique no Jardim Botânico

O Jardim Botânico também fica ao lado do Zoológico (Av. Miguel Stéfano, 3031). É um lugar lindo, lindo, todo arborizado, cheio de lagos e flores. Muita gente faz corrida ou caminhada por ali de manhã. Também, pudera, né? É praticamente um oásis enfiado no meio da cidade.

O ingresso é super baratinho, R$5 para adultos, metade para estudantes e idosos. Tem um estacionamento que custa R$8 para veículos de passeio. Escolha um dia e vá dar uma volta por lá, leve umas comidinhas e passe uma tarde gostosa 🙂

Programas para fazer em SP - Jardim Botânico

5. Fazer um tour histórico-cultural na região da estação da Luz

Quem passa pela estação da Luz todos os dias para ir e vir do trabalho, tem arrepios só de imaginar passar por ali aos finais de semana também, né? Eu sei, já passei por isso… Hehehe Mas calma, de sábado e domingo a região adquire uma outra cara, outra aura. Olhando para a própria estação da Luz de um modo diferente, sem pressa e aquela correria típica, você percebe o quanto a arquitetura é bonita e imponente. Dá até a impressão de ter voltado no tempo…

Saindo dali, você tem o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca e o Parque Jardim da Luz. Dá para passar facilmente um dia explorando a região. Comece pelo Museu da Língua Portuguesa. Eu AMO. Sempre tem coisas super legais e bem feitas… Acho que é um passeio que super vale, e a gente sempre aprende alguma coisa. O ingresso custa R$6, estudantes e idosos pagam meia e crianças menores de 7 anos, professores da rede pública e deficientes tem entrada gratuita. Ah, e de sábado a entrada é free para todo mundo! Clique AQUI para saber mais.

Programas para fazer em SP - Luz

Depois, para completar a overdose cultural, vá à Pinacoteca. Também tenho amores por ela… Não é sempre que tem exposições que me agradam, mas acho o ambiente e o clima tão gostoso… Uma delícia passear pela prédio! De qualquer forma, o acervo fixo é sempre legal de ver. Para ver tudo o que está em cartaz, clique AQUI.

E para fechar o dia, ande sem pressa pelo Parque Jardim da Luz. É simplesmente a coisa mais linda do mundo. Eu mesma nunca tinha ido e fiquei chocada em ver como é bonito esse parque! Tem lago, banquinhos, muitas e muitas árvores. Ele não é tão grande, mas dá para ficar de bobeira jogando conversa fora durante horas, só vendo a paisagem e observando o movimento. Ah, e dependendo do dia que você for, quem sabe não pega alguma feirinha ou exposição na rua? Quando fui, estava tendo uma exposição de carros antigos bem na entrada do parque 🙂

6. Andar de triciclo no Parque Villa-Lobos

O Parque Villa-Lobos, perto do shopping homônimo e da Marginal Pinheiros, é gigantesco. Você anda, anda, anda e aquilo não acaba nunca. Uma opção divertida e diferente para passear o dia todo sem morrer de andar? Alugar um dos triciclos (não sei se esse é o nome certo… é um carrinho, tem na foto abaixo) que tem na entrada do parque.

Para um casal, ou casal com criança, é perfeito. Um só cabe todo mundo. É é muito bacana poder passear sem pressa e ir em cada cantinho do parque. Recomendo o rolê! E para quem gosta de outras atividades, tem espaço de sobra para andar de bicicleta, skate, patins, patinete, jogar bola…

Programas para fazer em SP - Villa-Lobos

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Obs.: todos os preços e horários de funcionamento são de Fevereiro/2015. Acesse os links para ver informações atualizadas! 😉

Gostaram? Quem faz fez algumas desses programas para fazer em SP?? Conta aí!

Como NÃO pegar fila na balsa de Ilhabela!

Ilhabela é um paraíso. Isso é fato. Eu, particularmente, amo a Ilha e venho para cá (sim, estou escrevendo esse post depois de um bom banho de mar!!) com uma certa frequência. Adoro as praias, a cor da água, as opções de restaurantes, o centrinho histórico, a certa segurança. Amo, amo, amo.

Mas quando se fala em Ilhabela, duas coisas (não muito positivas) já vem instantaneamente na cabeça: borrachudo e fila de balsa. Quanto ao primeiro, não tem muito o que fazer mesmo… Tem que trazer repelente! Dependendo do dia, da época ou do lugar, é bem pouco o número de mosquitos e fica bem tranquilo, mas é sempre bom vir pra cá prevenido!

Balsa de Ilhabela - foto

Já quanto ao segundo probleminha… Esse sim, tem como ser resolvido! O que nem todo mundo sabe, é que tem como não pegar fila na balsa. Isso mesmo, é chegar e entrar. Direto. A DERSA (empresa que opera 8 travessias de balsa no litoral de São Paulo) tem um sistema chamado “Hora Marcada”, onde é possível agendar um dia e horário para pegar a balsa – em qualquer uma das travessias). Sem fila, sem demora. Vou explicar melhor abaixo:

Como funciona

O agendamento é 24 horas e todo feito online pelo site da DERSA (clique AQUI para acessar a página de agendamento da travessia São Sebastião – Ilhabela). O primeiro passo é fazer um cadastro. Depois, basta seguir as orientações e fazer sua reserva.

Você deve se planejar para chegar na balsa próximo ao horário que você reservou, já que o prazo de tolerância é de 30 minutos de antecedência ou de atraso. Quando você chegar, procure a fila escrito “Hora Marcada”, que é diferente da fila regular (e se você entrar nela, vai ser difícil de sair!!). Aí, é só apresentar seu comprovante de reserva e entrar na próxima balsa que chegar!

Preços e pagamento

O pagamento da Hora Marcada é feito por cartão de crédito. Existem diferentes valores para cada tipo de veículo, trecho e dia da semana. A tabela abaixo (retirada do site da DERSA no dia 08/01/2014) mostra todos os preços:

Balsa de Ilhabela

É importante ressaltar um detalhe: quando você pega a balsa normalmente, sem horário agendado, você paga somente a travessia de ida (São Sebastião – Ilhabela). A travessia de volta não é cobrada, somente uma taxa de preservação ambiental (que custa cerca de R$6,00). Já na Hora Marcada, você vai pagar um valor para cada travessia que quiser reservar (ida e/ou volta), ok? Ah, e quem é Hora Marcada não precisa pagar a taxa regular na cabine de cobrança viu? 🙂

E se eu não usar a Hora Marcada?

Pode acontecer de você chegar na balsa e não ter nenhuma fila. Ou, ter alguma fila e você preferir esperar. Pode ser, né? Nesses casos, você não precisa utilizar sua reserva de Hora Marcada. Se você optar por não utilizar, não precisa fazer nada, é só não passar na fila da Hora Marcada. Quando isso acontece, o valor que você pagou quando fez sua reserva fica de crédito para ser utilizado em uma outra ocasião. 

O reagendamento tem o prazo de 12 meses a partir da data da compra, mas só pode ser utilizado para o mesmo tipo de veículo, trecho e dia da semana, ok?

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E aí, o que acharam? Vale o preço? Vou te falar que, para determinados dias, compensa! Já vi fila de balsa de quilômetros! Eu já fiz um outro post um tempo atrás falando sobre a questão “moral” de ser possível pagar para furar a fila. Nada pretensioso, nem pra falar se está certo ou errado… é apenas com o intuito de debater! Dá uma lida clicando AQUI!