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Arraial do Cabo: Dia 4 – As Prainhas

E não teria programa melhor do que ficar moscando em uma das praias mais lindas do Brasil no 4º e último dia em Arraial do Cabo. Uma excelente maneira de recarregar as baterias para encarar 9 horas de estrada para voltar pra casa no dia seguinte, né? Eu havia descido nas Prainhas em uma das paradas do passeio de barco que fizemos no segundo dia e, na hora, decidi que voltaria para aproveitar a praia com mais tempo!

O acesso

Se não for de barco, tem que ser de carro. Até arrisco a dizer que, com MUITA coragem e preparo físico, dá para ir à pé, mas não creio que seja a melhor alternativa porque é realmente bem longe. Lembra quando falei do Pontal do Atalaia aqui? Então, o caminho é o mesmo. Nos fundos da Praia dos Anjos, siga as placas para o Pontal. A entrada dele é como se fosse uma portaria, é só passar por ela e ir reto. E sobe. Sobe bem. Mais um pouco ainda…

Pronto, no meio do caminho, antes de chegar no mirante, vai ter uma placa indicando as Prainhas para a esquerda. É só seguir. Você vai cair em uma estrada de terra que contorna a montanha de cima e dá para ter uma vista linda da Praia dos Anjos lá embaixo. E vai embora. Pode ir! Em algum ponto no meio da estradinha, tem umas pessoas uniformizadas cobrando a entrada (R$10 por veículo) e dando algumas explicações. É só continuar, sempre mantendo a direita e, lá no início da escadaria que desce para As Prainhas, vai ter alguém, também uniformizado, indicando o lugar para estacionar. Aí, é só encostar o carro no canto da estrada, pegas as tralhas e descer a tal escada! Mas antes, um foto, pelamor!

As Prainhas

A infra-estrutura

A escada que dá acesso às Prainhas é muito boa. Degraus amplos e espaçosos, nada muito íngreme. Dá a impressão de ser bem nova – ou, no mínimo, muito bem cuidada. Dá para ir com crianças ou idosos tranquilamente, é bem seguro. Chegando lá, logo ao pé da escada, tem umas duas barraquinhas com comida e aluguel de cadeiras e guarda-sóis. São os únicos que tem autorização para ficar por ali. Aluguei duas cadeira e um guarda-sol por R$15 para passar o dia todo, sem obrigação de consumir na barraca – o que foi ótimo, porque tinha minhas tranqueirinhas na bolsa 🙂

Dá para ficar lá o dia inteiro, numa boa. A vida toda, se quiser! hehe A única coisa é que, como a praia é cercada por montanhas, assim que o Sol começa a baixar um pouquinho, já faz sombra na areia e, como fomos no Outono, bate aquele ventinho frio. Mas no verão isso não deve ser um problema! 🙂

As Prainhas escada e sombraSugestão para depois

Saí de lá com o Sol já querendo baixar e, como já estava no meio do caminho para o Pontal do Atalaia, resolvi parar lá para assistir ao pôr-do-sol de novo! Super recomendo emendar esses dois passeios, viu? Ambos são lindos de morrer e já fica tudo no mesmo caminho.

por-do-sol Pontal do AtalaiaO jantar

Para evitar pegar estrada em plena volta de feriado para ir jantar em Cabo Frio, decidi ficar por Arraial mesmo. Fui até a pracinha que comentei aqui para ir no mesmo restaurante da primeira noite, o St. Tropez. Contudo, porém, entretanto, todavia, chegando lá dei com a cara na porta. hehehe. Great! Como eu disse, Arraial não tem muitas opções noturnas. Ou melhor, não tem praticamente nenhuma. Voltei para o hotel e pedi sugestões aos donos da pousada. Eles falaram de uma pizzaria chamada Shan’s, que é bem famosinha e ficava em uma das principais ruas da cidade. Peguei o carro e fui até lá. Estava aberta, ainda bem!! Deu para comer bem, e por um preço bem justo. 🙂

O gasto

Entrada nas Prainhas: R$10

Aluguel de cadeiras e guarda-sol: R$15

Pizzaria Shan’s: R$40

Gasto total do Dia 4: R$65 (foi o dia mais econômico de todos! hehehe)

*Fotos: arquivo pessoal

É isso! Esse foi o resumo da viagem para Arraial do Cabo e região! Clique nos links a seguir para saber mais detalhes e dicas sobre: geral da cidade e pousada, Praia do Forno, passeio de barco, Pontal do Atalaia e o passeio de escuna em Búzios + Praia da Ferradura!!

Deixem nos comentários se gostaram desse tipo de post??

Obrigada!! 😉

 

Arraial do Cabo: Dia 3 – Passeio em Búzios

No terceiro dia em Arraial do Cabo, decidi dar uma esticadinha em Búzios, que fica a cerca de 1 hora de carro. Eu já conhecia o centrinho da cidade por ter parado lá de navio duas vezes, mas queria ter mais tempo e ir para outras praias. A ideia era fazer um passeio de escuna para ter uma visão geral e, depois, escolher alguma praia para ficar o resto do dia. Cheguei lá por volta das 10h da manhã e fui para a região da Rua das Pedras, a mais badaladinha e perto do píer. Andando pela rua da praia, logo já encontrei uma loja chamada Buziana que vendia pacotes de escuna. A próxima saída seria em meia hora e o passeio tinha duração de 2h30, o que se encaixava perfeitamente nos planos!

Já no píer, informaram que deveria ir para a pracinha ali perto para dar o nome na lista. Tipo assim, as lojinhas vendem os lugares nas escunas de maneira terceirizada e meio que descontrolada. Se você não colocar o nome nessa lista, corre o risco de não poder embarcar porque está lotado, pois eles dão preferência para quem tem o nome na tal lista. Um tanto quanto estranho, mas deu tudo certo.

Passeio de escuna Buzios

Por ser feriado, a escuna nem estava tããão abarrotada, mas tinha bastante gente. Dei o azar de sentar bem na proa do barco que, justamente por proporcionar uma vista linda do passeio, é onde todo o mundo quer ir. Também tinha um fotógrafo que ficava tirando fotos de todo o mundo o tempo todo para vender depois. E, adivinha qual era o lugar que ele escolhia como background? A proa! Deu para imaginar a movimentação que ficou por ali, né? Além disso, a âncora ficava bem do nosso lado, ou seja, a cada parada tinha que levantar para os marinheiros soltarem e recolherem a âncora. Confesso que não foi uma escolha muito inteligente, deu uma certa “irritância“. hahahaha. Se puder, evite a proa do barco. Sempre!

O roteiro incluía 3 paradas onde podíamos entrar na água, mas sem nadar até a praia. As paisagens são lindas, a cor da água é maravilhosa e as praias são bem “natureza” mesmo. Muito bonito! Foi bacana fazer esse passeio porque proporcionou um panorama legal de  Búzios e tals, mas não é algo que eu faria de novo. Achei muito cheio, muito barulho, música muito alta, muita aglomeração. Além de não poder descer nas praias, que é a parte mais legal desse tipo de rolê. Mas enfim, pode ser uma boa opção dependendo do seu objetivo!

O passeio teminou às 13h30. Olhei o mapa para ver por onde tínhamos passado e definir para qual praia iria na sequencia. Eu havia lido boa referências da praia Azeda, mas acabamos passando por ela no passeio, então descartei essa opção. Do lado oposto ao que estávamos no mapa, achamos a praia da Ferradura, que eu também havia lido excelentes recomendações. Pronto, destino definido! E 10 minutos de carro, cheguei!

Praia da Ferradura - Buzios

Que praia linda! Que paisagem! Que água! Maravilhosooooo! E o melhor: tinha aluguel de prancha de Stand-up Paddle. Uhuuu!! Mas antes de fazer qualquer coisa, estendi a canga na areia e fiquei admirando aquele lugar enquanto comia um lanchinho básico (as always!). Juro, dá pra ficar lá o dia inteiro só olhando… MAS, como já estava de tarde e o Sol logo logo iria embora, tratei de alugar a prancha e sair remando!

A praia tem a forma de ferradura mesmo (por isso o nome, dã!), uma coisa meio em U. Ela é toda fechada e, lá na frente, tem uma abertura para o mar. Esse formato faz com que o mar se pareça uma piscina, lisinho e sem ondas. Perfeito para fazer SUP! Remei até a saída para o mar aberto, onde tem uma ilhota de pedras que só dá pra ver dali. Sentei na prancha no meio do mar e fiquei ali olhando, ora para a praia atrás da gente, ora para o marzão à frente. Gente, vale MUITO a pena fazer isso. É um silêncio, uma paz!

Com certeza, passar a tarde na praia da Ferradura fazendo Stand-up salvou o dia. Foi uma experiência incrível que quero repetir. Mas acho que, mesmo quando a gente se mete em uns passeios meio micados, alguma coisa sempre acaba sendo válida. Sempre tem algo bacana, algo que a gente aprende. Ou, no mínimo, pode gerar boas risadas depois! Tem que ir de mente aberta e desencanado! Assim, tudo fica legal!

No final da tarde, voltei para Arraial e fui jantar em Cabo Frio novamente 🙂 E assim acabou esse dia maravilhoso!!

 

Gastos do dia 3:

Passeio de escuna: R$60

Aluguel das pranchas de Stand-up: R$100

Jantar: R$96

Total Dia 3: R$256

 

*Fotos: arquivo pessoal

UPDATE: Veja os outros posts sobre Arraial do Cabo!

Geral sobre a cidade

Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 – Passeio de barco e Pontal do Atalaia

Dia 4 – As Prainhas

 

Arraial do Cabo: Continuação Dia 2 – Pontal do Atalaia

Já contei aqui como foi o passeio de barco no nosso segundo dia em Arraial do Cabo, mas ficou faltando falar como, por incrível que pareça, o dia ficou ainda mais incrível. Nas várias recomendações de passeios que vi sobre Arraial, uma das que SEMPRE surgia era assistir ao pôr-do-sol no Pontal do Atalaia. Ok, dica dada, dica anotada. Como sabíamos que o passeio de barco terminava cedo, tipo umas 3h ou 3h30 da tarde, combinamos de seguir direto para o Atalaia assim que desembarcássemos.

Fomos andando do píer até nossa Pousada, pegamos o carro e fomos. Na verdade, até rola ir à pé (opção que é, inclusive, sempre nossa preferência), mas é uma subida longa e puxada…. não sei se compensaria o esforço e o tempo que demoraria para chegar. Mas isso é uma questão de gosto e de perfil, né? Eu adoraria fazer isso se tivesse mais tempo para conhecer o restante das coisas, e como não era o caso, fomos de carro mesmo.

O acesso

A cidade, apesar de pequena, tem milhares de ruas e todas elas sem nenhuma ordem muito lógica de existência. Tipo, fazer um simples retorno pode te levar pra China! Não basta querer fazer um quadrado, e pronto, porque ele simplesmente não existe. hahaha  Sendo assim, nos perdemos um pouco, mas nada que algumas perguntinhas para pessoas na rua não resolvesse o problema.

A entrada ficava uns quarteirões atrás da nossa Pousada, na Praia dos Anjos. Você passa meio que por uma guarita e vai enfrente. É só subir. Sempre. Toda a vida. Vai ter uma ou outra saída para alguma praia, mas você ignora. Continua reto e subindo. Quando não der mais pra ir enfrente, significa que você chegou. Aí, é só encostar o carro, descer e esperar o sol querer baixar 🙂

A vista

No caminho você já vai tendo um aperitivo do que vai encontrar lá em cima. Mas quando chega no topo… PARA TUDO! Que lugar incrível!!! Que visual! Mesmo se não tiver tempo ou paciência para esperar o pôr-do-sol, vá lá só para admirar a paisagem: mar aberto, o verde da montanha se estendendo abaixo da gente, o horizonte delineado pelo contorno de mais montanhas lá na frente, e o Sol reinando absoluto, divando!

Pontal do Atalaia - oposto

Nessa época do ano que fomos (início de Maio), o Sol se baixava completamente por volta de umas 17h20. O bacana é que chegamos lá cerca de um hora antes, então pudemos ficar assistindo todos os momentos sem pressa, além de ter pouquíssima gente. Conforme o tempo foi passando, a galera começou a chegar. Até o jipe de passeio turístico pára por lá, então, para quem estiver interessado, pode ser uma opção! Dá uma olhada na diferença de iluminação. Parece até que o ambiente se transforma!

Pontal do Atalaia - parte1

Pontal do Atalaia - parte2

Fala sério se não é imperdível?! Para deixar tudo mais delicioso ainda (literalmente), estendemos minha canga no chão, sentamos e comemos nosso lanchinho olhando aquele espetáculo acontecer. Gordices até para ver o pôs-do-sol!! =P Depois de lá fomos para a Pousada tomar banho e fomos jantar em Cabo Frio novamente. Voltamos no mesmo lugar restaurante do dia anterior (que eu falei aqui!) porque fiquei babando no Camarão ao Catupiry deles… Aí sabe como é né? Não quis nem saber de outra opções e me acabeeeeei de comer!! Fechamos a noite com chave de ouro!

O Gasto (para o casal)

Passeio de barco: R$100

Jantar: R$98

Comprinhas e churros na feirinha de Cabo Frio: R$20

Gasto total do Dia 2: R$218

Vale muito a pena fazer os dois passeios no mesmo dia. Dá super tempo e não fica nada cansativo! Não deixe de ir!!!!

Bjos!

*Fotos: arquivo pessoal

UPDATE: Veja os outros posts sobre Arraial do Cabo!

Geral sobre a cidade

Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 – Passeio de barco

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas

Arraial do Cabo: Dia 2 – Passeio de Barco e Pontal do Atalaia

Depois de passar o dia anterior só no bem bom na Praia do Forno (como eu contei aqui) e o céu amanhecer lindo e ensolarado, decidimos que o segundo dia em Arraial do Cabo seria perfeito para fazer o passeio de barco, atividade que tanto li nas recomendações de outras pessoas.

Tanto no hotel, quanto na internet, fomos avisados de que existem mil empresas que realizam esse passeio e ficam como urubus em cima da gente oferecendo seus pacotes enquanto passamos pela orla da Praia dos Anjos. Dito e feito. O problema é que, além desse assédio encher um pouco o saco, a maioria daquelas empresas não são regulamentadas e, se der algo errado, depois não temos com quem reclamar. Muitas também cobram um valor muito abaixo do praticado pelo mercado, que é de R$50 por pessoa. Tem até uma placa na praia falando sobre isso, avisando do preço e dizendo para tomar cuidado. Então, fica a dica, tá? É melhor pagar um pouquinho mais mas ter certeza de que estamos em boas mãos. Fora que, muitas dessas empresas não regulamentadas, acabam não cumprindo o roteiro que prometem na hora da venda. Melhor evitar!

A empresa

Eu tinha lido boas referências sobre a Cavalo Marinho Turismo Náutico na internet e depois, a recepcionista da pousada me confirmou que era uma das melhores mesmo. Ela fica numa viela que dá acesso ao píer, bem perto da entrada da trilha para a Praia do Forno. Facinho, facinho de chegar. Fomos atendidos pelo dono, que foi super atencioso, nos explicou sobre essa questão das empresas não regulamentadas e nos mostrou o roteiro e as paradas do barco em um grande mapa colado na parede. O passeio começava às 11h da manhã e durava cerca de 3h. Tinha água e refrigerante à vontade. O custo? R$50 por pessoa + R$2 de taxa (que se paga separado). É meio salgado, mas o custo x benefício compensa – e muito!

Assim como a maioria dos barcos que vimos fazendo esse passeio, o da Cavalo Marinho também era pequeno, tinha cerca de 15 pessoas à bordo. Perfeito! Cada um no seu canto, sem muvuca nem gente passando por cima das suas coisas pra tirar foto (como aconteceu em Búzios!). A maior parte do trajeto é feito em águas fechadas, então é super seguro. E olha, se não tivessem as paradas nas praias, já valeria a pena só pela paisagem maravilhosa que vemos durante a navegação.

O barco

As paradas

As paradas nas praias duram meia hora, tempo suficiente para entrar na água, tirar foto, tomar sol, conhecer o local. Nenhuma delas são muito grandes, então é possível andar por toda a sua extensão numa boa. O barco para bem pertinho da areia (onde dá pé!), abaixa a escadinha e pronto, descemos com água no joelho. Tinha senhoras e uma criancinha junto com a gente, que conseguiram descer tranquilamente.

Praia do Farol

Reserva da marinha, não pode descer com comida, bebida, cigarros ou qualquer outra coisa que possa ser deixada lá. Também não podem ficar lá mais de 200 pessoas por vez. E só se chega de barco. Por todo esse cuidado é que ela é uma das praias mais limpas do Brasil! Dica: vá andando para longe de onde os barcos param para sair da galera. Nós andamos até o canto direito da praia e só tinha a gente! Parecia exclusivo, uma delícia!!

Ilha do FarolFenda de Nossa Senhora da Assumção e Gruta Azul

Depois de quase querer virar pescador e morar na Praia do Farol pra sempre, seguimos com nosso passeio. Passamos em frente à Fenda de Nossa Senhora, onde a estátua dela parece ter sido encontrada no fundo do mar e colocada ali, depois. Diz a lenda que, o casal que se beija enfrente à ela, nunca mais se separa. E aí? Vai encarar? hahaha

Um pouco mais à frente fica a Gruta Azul. A cor da água faz juz ao nome. Nunca vi um azul igual aquele, juro! O barco ficou parado ali uns 5 minutos para a galera entrar no mar. Mas tem ser no pulo e sem pensar muito, porque é ridiculamente GELADA. Mais do que todas as outras praias. Juntas. Mas estávamos lá, né? Tem que entrar!!

Fenda e Gruta Azul

As Prainhas

De acordo com o moço que aluga cadeiras e guarda-sol, As Prainhas são a 4ª praia mais bonita do Brasil. Alguém confirma? Fica ali pertinho da Praia do Farol. O nome é no plural porque, quando a maré enche, acaba dividindo ela em duas. Mas ó, tem que falar o nome certo, porque no centro da cidade existe a Prainha, no singular. Cuidado para não confundir e ir parar no lugar errado! =P

Bom, sobre ela eu vou contar mais detalhes no post do Dia 4, porque foi lá que resolvemos passar o Domingo todo. Recarregar as energias para enfrentar 9 horas de estrada no dia seguinte. Mas já adianto que é maravilhosa de gostosa! E sim, dá para chegar lá de carro. o/  Um aperitivo:

As Prainhas1Restaurante Flutuante

A última parada já é quase chegando no píer de volta. Na entrada da Praia do Forno (pelo mar), fica um restaurante flutuante onde, além de comer (dã!), você pode nadar na parte de trás dele. Nós já tínhamos optado em seguir o mesmo esquema de todos os outros dias: comer tranqueira e lanchinho durante o dia e fazer um senhor jantar de noite. Sendo assim, não pedimos nada lá.

Mas posso falar? Não curti, acho que não compensa muito. Primeiro porque o tempo de parada é relativamente curto, 40 minutos, considerando que pode demorar um pouco até encontrar uma mesa, escolher o prato, pedir, ele chegar, você comer e pagar. Acaba tendo que ser meio rápido. E comer assim é chato, né? Além disso, a maioria dos barcos de Arraial fazem o mesmíssimo trajeto, então, toda a hora fica entrando e saindo gente do restaurante. É muito muvucado! O atendimento também não é dos melhores… O tempo todo em que ficamos ali, ninguém veio ver se precisávamos de alguma coisa… Mas, pelo menos tem banheiro!

Restaurante Flutuante

E assim terminou o nosso passeio!

A conclusão

Eu super indico, sem a menor sombra de dúvida, tanto o passeio em si quanto a Cavalo Marinho. Não volte de Arraial sem fazer esse passeio! Jamais! hehe As paisagens são de tirar o fôlego, a cor da água muda a cada metro, as praias são lindíssimas! É inesquecível!!! E outra, o passeio termina cedo, tipo umas 3h da tarde, então dá tempo de fazer outras coisas no mesmo dia.

Recomendo fortemente fechar o dia assistindo ao pôr-do-sol no Pontal do Atalaia – que foi o que fizemos e eu conto como foi no próximo post, porque esse aqui já está GIGANTE!

Bjos!!!

*Fotos: arquivo pessoal

 

UPDATE: Veja os outros posts sobre Arraial do Cabo!

Geral sobre a cidade

Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 (Continuação) – Pontal do Atalaia

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas

Nosso primeiro dia em Arraial do Cabo começou com uma mudança de planos. A princípio, iríamos fazer o passeio de barco que foi super bem recomendado e é daqueles programas tem-que-ir, sabe? Entretanto, como o dia amanheceu meio nublado, preferimos deixar o passeio para um dia mais ensolarado e decidimos passar o dia todo na Praia do Forno. Tinha lido boas recomendações sobre ela, então pronto! Mudamos o roteiro e lá fomos nós.

O Acesso

A Praia do Forno fica escondida no meio de umas montanhas e só dá para chegar lá de barco ou à pé, por meio de uma trilha que sai do centrinho da cidade. Como estávamos hospedados perto da Praia dos Anjos, fomos andando até lá. É só seguir pela orla e você encontra placas indicando a entrada da trilha, além de um ponto de informações turísticas, para qualquer dúvida!

A trilha

A trilha é bem tranquila, chão de pedra e degraus demarcados. Rola uma boa subida, mas qualquer cansaço vai embora quando chegamos em um pequeno mirante no topo do caminho, de onde podemos ver a praia lá embaixo. Acho que uma imagem vale mais do que mil palavras, não? Olha só:

Praia do Forno

 

Mirante

Sonho de visual, né? Dá vontade de ficar o dia todo ali em cima, só olhando!

A água

A praia é uma delícia e, pelo menos naquele dia, estava super tranquila. Mas não se iludam com essa água limpa e cristalina, viu? rsrs O que ela tem de transparente, também tem de gelada. MUITO GELADA. A Região dos Lagos recebe uma corrente marítima que vem da Antártida, fazendo com que as águas sejam frias em qualquer época do ano. Mas posso falar? Isso não atrapalha em nada! É só sair correndo e se jogar! rsrs

O mar

A Infra-estrutura

Por ser um local de preservação, a estrutura é a mínima necessária que um turista precisa: tem 3 ou 4 quiosques na praia toda, com opções de comidinhas, porções, bebidas e, claro, banheiros. Mas aí tem um ponto…  rsrs… Como não tem encanamento de água nem de esgoto nenhum deles tem pia ou descarga. Existe um barril de água dentro de cada banheiro com um baldinho dentro. Após fazer suas… hum, necessidades, tem que pegar água com esse baldinho e jogar no vaso sanitário. Essa é a descarga! hahaha Bem roots! Mas acho que está certo, pois ajuda a preservar a natureza 😉

A Segurança

Claro que estamos no Brasil e não podemos dar bobeira em lugar nenhum, mas achei a praia bem sossegada e segura. Como o acesso por terra é feito por um único local, fica mais difícil alguém roubar alguma coisa e sair correndo depois, né? Talvez em um dia com muita gente deve ser necessário ter mais atenção com os pertences, mas nós não observamos nada de estranho e ficamos bem tranquilos! Alguém teve alguma experiência diferente dessa pra contar?

O jantar

À noite, resolvemos ir jantar em Cabo Frio, pois vimos que não teríamos muitas opções em Arraial. Depois de nos perder por pura burrice no centro da cidade, encontramos o tal do Boulevard do Canal, que tinha vários restaurantes com mesas na calçada. Adoro! Escolhemos um chamado Restaurante do Zé por causa da picanha que vimos na mesa da pessoas… HAHAHA… Até cogitamos outras opções, mas aquele cheirinho de churrasco não saiu da cabeça e resolvemos ficar por ali mesmo!

O prato era muito saboroso e bem servido para duas pessoas, sem aquele exagero típico de restaurante de praia onde dá pra comer um batalhão e sobra um monte de comida.

Restaurante do Zé

O Gasto

Um dia antes de viajar, fui no mercado e comprei, além de uma sacola térmica, várias comidinhas simples, como salgadinhos, chá gelado, garrafas de água, bolacha recheada, pão integral, frios e mais umas besteirinhas. Algumas dessas coisas eu não costumo comer no dia-a-dia, mas são práticas para levar em viagens, podem ser facilmente conservadas e ajudam a economizar uma graninha! O quarto do hotel tinha geladeira, então facilitou ainda mais a manter os frios conservados! Somando tudo o que comprei no mercado, incluindo protetor solar, gastei R$200, e as coisas duraram até o fim da viagem. Score! o/

Como estávamos munidos de um arsenal de comida, não compramos nada durante o dia na praia e gastamos apenas para jantar. O saldo do dia foi esse:

Restaurante do Zé: R$88,00

Sobremesa: R$8,00

Total de Gasto Dia 1: R$133,00

É isso! Esse foi o resumo do nosso primeiro dia em Arraial do Cabo!!

See you 🙂

*Fotos: arquivo pessoal

 

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Geral sobre a cidade

Dia 2 – Passeio de barco e Pontal do Atalaia

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas

Arraial do Cabo: Dia 1 – Praia do Forno

Arraial do Cabo – Sobre a Cidade e a Pousada

Em um dos feriados que tiveram por aí, fui para Arraial do Cabo, que fica na Região dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro. Tenho tanta coisa pra contar, afe! Muitas dicas de passeios, o que vale a pena fazer, fotos mil, sugestões e impressões sobre a cidade. Vou dividir esse assunto em vários posts pra poder detalhar bonitinho o que fizemos em cada dia, ok? Assim não perdemos nada!

A viagem toda foi bem sossegada. Saímos de São Paulo às 8h20 e chegamos na nossa pousada em Arraial às 16h45. Isso porque fizemos uma parada de mais de uma hora em um Carrefour em São Gonçalo para almoçar e abastecer o carro (essas redes de supermercado são sempre uma ótima opção para colocar combustível, já que é um lugar confiável e o preço, geralmente, é menor). O dia estava maravilhoso, com sol e céu azul o tempo todo. E vamos combinar que atravessar a Ponte Rio-Niterói e ter a Baía de Guanabara como pano de fundo dá toda uma graça especial à viagem, né não? 😉 Que lugar lindo!! Queríamos muito ter entrado no Rio para tomar uma água de coco em Copacabana, mas o tempo que levaríamos para chegar até lá e o trânsito que poderíamos pegar para seguir viagem depois nos fez mudar de ideia rapidinho!

A cidade

Ficamos chocados ao chegar em Arraial do Cabo por dois motivos bem diferentes. O primeiro são as paisagens absurdas de bonitas logo na entrada da cidade: um marzão azul que se estende por quilômetros rodeado por muitas montanhas verdinhas. É uma vista de tirar o fôlego! Já o segundo choque vem quase que no mesmo instante quando vemos a cidade surgindo a nossa frente, e é inversamente proporcional ao primeiro baque: Arraial claramente teve um crescimento rápido e desorganizado, fazendo com que toda ela seja uma grande periferia. Muitas casinhas amontoadas sobre morros que um dia também foram montanhas repletas de árvores.

Arraial do Cabo1

Arraial do Cabo2

Arraial é uma cidade muito “dia”. O objetivo lá é curtir as praias. E ponto. Quem estiver procurando alguma badalaçãozinha, pode esquecer. Tem um ou outro lugar para jantar, e só. Se quiser mais do que isso, tem que ir para Cabo Frio, que fica há uns 25 minutos de carro – e a estrada é ótima! Lá, vá para o Boulevard do Canal, onde você vai encontrar vários bares e restaurantes ao redor do canal que corta a cidade. É super charmoso e com opções deliciosas de pratos. Vale a pena!

A pousada

Ficamos hospedados na Pousada Paraíso dos Corais, localizada a uns 500 metros da Praia dos Anjos. Os donos são marido e mulher e estão começando agora, por isso, fazem questão de agradar e atender da melhor maneira possível, sempre tentando colher feedbacks e se prontificando a melhorar o que não estiver bom. São muito simpáticos, solícitos e gentis. A gente se sente na casa de um parente, sabe? Isso torna toda a viagem mais gostosa ainda.

A pousada é bem simples e super agradável. Uma gracinha! Tudo novo e limpinho. O nosso quarto era amplo e muito aconchegante, perfeito para descansar e recarregar as baterias entre um dia e outro! Só o banheiro que achei um tanto pequeno, mas nada que chegasse a incomodar!

Nosso Quarto

O café da manhã é servido das 8h às 10h. A princípio, achei meio tarde o horário de início, mas depois vi que dá tempo suficiente para fazer qualquer programação pela cidade, então ok! Tudo muito simples, mas muito gostoso! Comíamos bem nessa hora para poder aguentar o dia!

Café da Manhã

 

Bom, esse foi só um overview geral sobre a viagem. Nos próximos posts vou detalhar dia a dia nossas atividades e sugestões!

Bjos!!!

*Fotos: arquivo pessoal

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Dia 1 – Praia do Forno

Dia 2 – Passeio de barco e Pontal do Atalaia

Dia 3 – Búzios: passeio de escuna e Praia da Ferradura

Dia 4 – As Prainhas