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O melhor rodízio de fondue do mundo!

O melhor rodízio de fondue do mundo!

Eu AMO fondue. Aliás, amo comer, de modo geral. Mas acho inadmissível que só tenhamos essa iguaria no inverno (ou o que chamamos de inverno por aqui). O tempo começa a esfriar eu já vou ficando ansiosa pra comer o primeiro rodízio de fondue do ano. Mas pra mim tem que ser pacote completo. Não me venha com restaurante que eu tenho que escolher qual sabor eu quero e pagar pelo prato. Meu negócio é RO-DÍ-ZIO! Carne, queijo e chocolate. À vontade. “Manda mais carne, por favor?”. “Dá pra trazer mais pão? Ah, e queijo também!”. “Pode ver mais morango. E uva. E banana. Chocolate? Pode trazer mais uma porção, sim!”. 

Moro em Santo André e aqui pelo ABC Paulista não tem muitas opções de fondue, não – para minha tristeza. Em São Paulo, já fui no famoso Hanover (honestamente? Acho caro demais pro que entregam. A comida é uma delícia e tals, muito bem feito e bem servido, o ambiente é lindo e romântico, mas acho que não vale o preço – nem comprando com Groupon!), no Empório Gaúcho, em Moema (achei uma delícia as primeiras vezes, mas depois o fondue de queijo começou a vir muito estranho, meio rançoso, sabe?), no Konstanz, em Moema também (fui uma vez e achei bem gostoso), no Bistrô Faria Lima (o fondue de queijo deixou mmmmuito a desejar!), e alguns outros. Mas não foram nenhum desses que fez meu coração disparar.

Uma certa vez, estava passando um fim de semana em Campos do Jordão com meu noivo e queríamos muito um rodízio de fondue. A cidade é bastante conhecida por seu “ar europeu” e comidinhas invernais deliciosas, né? Passeando no centro passamos por um monte de restaurantes que serviam essa opção, mas como saber qual deles era o melhor? Qual valia cada centavo?

Procuramos por indicações no FourSquare e lá achamos uma dica de ouro: a diferença entre festival e rodízio de fondue. Pois é, rapaz! Você também achava que era a mesma coisa? Tamo junto… Estávamos quase entrando em um dos restaurantes que servia FESTIVAL quando…. Santo FourSquare! Descobrimos que festival não é à vontade. Vem aquelas quantidades de cada fondue e é isso. Já o rodízio é aquele que você come até ter que desabotoar a calça jeans (quem nunca? hehehe), sabe como? E era exatamente ISSO que estávamos buscando (sempre!).

Aí que encontramos muitas recomendações de um lugar chamado Krokodillo. Lemos que era o top das galáxias mas que a espera poderia ser longa. Fechou! Ficamos cerca de 1h na fila de espera mas compensou cada minuto… O rodízio de fondue é SENSACIONAL! As carnes são macias e variadas, os molhinhos que acompanham são super saborosos e também tem várias opções; o pão é fresco, o queijo é indescritível de tão gostoso (sério, como até morrer esse fondue de queijo…), o chocolate é doce na medida e as frutinhas super gostosas! Ai ai ai…

Rodízio de Fondue Rodízio de Fondue Rodízio de Fondue

>> Para se apaixonar:

  • Como não poderia deixar de ser, a comida é impecável. Bastante fartura, os garçons não ficam “regulando” quando você pede pra repor algum item;
  • O ambiente é lindo e aconchegante! Feito todo em madeira e vidro, de praticamente todas as mesas você tem uma vista linda e cheia de árvores. Dica: no fim da tarde a luz alaranjada do sol deixa o visual ainda mais bonito!;
  • Quem não é tão fã de fondue pode aproveitar o restaurante de qualquer maneira. O cardápio deles é extenso e tem até buffet na hora do almoço (em alguns dias na semana);
  • O restaurante tem 4 unidades, três em Campos e uma em Santo Antônio do Pinhal, cidade vizinha;
  • A simpatia do dono. Numa das vezes que fomos lá, chegamos na porta e descobrimos que a unidade estava fechada pra um evento. Um dos funcionários rapidamente se prontificou a nos levar e buscar com o carro dele na outra unidade, próxima dali. No caminho, descobrimos que ele era um dos donos do restaurante. Uma educação e humildade sem tamanho!

>> Para se ligar:

  • Não aceita cartão de crédito, só cheque (se não me engano) ou dinheiro. Então, se você for como a maioria da humanidade hoje em dia que nunca tem dinheiro na carteira ou usa cheque, passe num caixa eletrônico antes de ir. Uma das vezes que fomos estávamos sem dinheiro e conseguimos pagar via transferência bancária pelo aplicativo do celular na hora mesmo (Itaú), super tranquilo;
  • Quando está muito frio, é BEM gelado lá dentro, mesmo com as lareiras ligadas. Leve blusa!;
  • A fila de espera é uma questão, né? Mas faz parte de qualquer lugar minimamente badalado. Basta se programar pra não morrer de fome na fila! Hehehe

>> Localização

Krokodillo I: Av. Sen. Roberto Simonsen, 1350 – Capivari, Campos do Jordão

Krokodillo II: Av. Pedro Paulo, 21 (caminho do Horto Florestal) – Campos do Jordão

Krokodillo III: Av. Silvio da Costa Rios, 133, Vila Capivari, Campos do Jordão, SP (esse é o que sempre vamos pela praticidade, já que fica ao lado do calçadão de Capivari)

Krokodillo IV: Av. Ministro Nelson Hungria, 731 – Centro – Santo Antônio do Pinhal – SP

>> Preço

O valor gira em torno de R$60 – R$70 por pessoa. É barato? Não. É caro? Não acho. Nenhum rodízio de fondue vai ser uma pechincha, né? Mas por ser na turística Campos do Jordão e rodízio à vontade, acho um ótimo custo-benefício!

 

Saint Decor Café: o que achei sobre o lugar

Como eu a-d-o-r-o café da manhã. É a melhor refeição do dia para mim! Por isso eu tenho uma queda enorme por brunchs. Sabe aquela refeição poderosa que você faz no meio/fim da manhã e tem que ser bem reforçada porque a próxima vai ser só no fim do dia? Que é um café da manhã meio almoço? Onde você toma chá comendo omelete? Então. Amo.

E vamos combinar que não tem coisa com mais cara de final de semana do que um belo brunch. Com tudo o que tem direito. Ja falei nesse post AQUI sobre a Condimento, um bistrôzinho muito do fofo e elegante que fica no Tatuapé, em São Paulo, e serve as comidinhas mais gostosas de todos os tempos. Sou fá número 1 de panqueca americana com maple syrup, e a Condimento serve umas como ninguém aqui no Brasil. #recomendo. Sendo assim, num belo domingo de sol eu e meu namorado acordamos na vibe do brunch e fomos direto na Condimento. E PÁ! Decepção. Eles não abrem mais aos domingos. Meu mundo caiu, fiquei sem chão, perdida na vida, triste e com fome, então acabamos indo parar em uma padaria qualquer.

Em outro domingo qualquer, no mesmo momento em que surgiu novamente a vontade de um delicioso brunch, veio junto a tristeza de que a Condimento estaria fechada. Aí, me lembrei que uma amiga minha (thanks, Mari!) havia comentado sobre um outro bistrôzinho fofo e gostoso que ficava no Anália Franco, também em SP. Depois de umas Googladas, encontramos o endereço do Saint Decor Café e pensamos “por que não?”. E #partiubrunch!

Saint Decor

Confesso que fomos um pouco receosos. Apesar da boa recomendação da minha amiga, havíamos tido uma experiência um tanto quanto ruim em outro desses bistrôs. O lugar era super bonitinho e com cara de bistrô francês, e parecia que iria atender nossas expectativas. Entretanto, o cardápio era mega sem graça e com um preço super abusivo para o que era servido. Sabe um pão de queijo custar tipo uns R$8? Caso típico do famoso “raio gourmetizador“, onde eles colocam um nome todo requintado, servem coisas totalmente básicas e comuns e cobram os olhos da cara. Ficamos bem decepcionados e saímos de lá antes mesmo de fazer o pedido.

Pois bem. Chegamos ao Saint Decor Café um tanto desconfiados. Havíamos lido algumas reclamações na internet sobre o atendimento, que era meio demorado e ruim, mas decidimos ir ver “qual era”. Ja gostei do lugar logo de cara. Decoração mais fofa ever, tudo bonitinho, arrumadinho, bem aconchegante. Ao passar os olhos pelo cardápio, vimos bastante potencial. Várias opções de chás e cafés, um mais diferente que o outro, waffles, lanches, pães e até massas e pratos mais almoço mesmo. Fiquei perdida com tanta opção e demorei para decidir o que pedir. Acabei optando por um chá todo diferente, um panini de queijo brie, geléia de damasco e macadâmia e um waffle de chocolate com morango para sobremesa. Meu namorado foi de um mocaccino com lascas de côco (uma delícia!), um lanche de mortadela com rúcula e uma mostarda diferentona e dividiu o waffle comigo.

Saint Decor - Pratos

De fato, as opções de lanches e sanduíches não são aquela coisa mega inovadora. Nem muito grandes. Mas gostosos. Sofreram um pouco com o “raio gourmetizador” também (nossa conta de R$100), mas nada que não fosse esperado. Atendeu às nossas expectativas. Sabe aquela coisa de “não é um fenômeno, mas é bom?”. Tipo isso. Voltaríamos lá sem sombra de dúvidas (só não o fizemos ainda por falta de tempo). Não é um lugar barato, mas nenhum desses bistrôs são. Então estava de acordo.

Saint Decor - conta

Sobre o atendimento? Realmente, é um pouco demorado, mesmo com poucas mesas ocupadas. Reparamos que o próprio garçon preparava também os pratos na cozinha. Acho que por isso a demora. Acredito que quando está mais cheio, deve demorar bastaaaante. Mas como era domingo e estávamos sem pressa, não nos importamos muito 🙂

Conclusão: para mim, a Condimento continua sendo imbatível, mas recomendo o Saint Decor Café como uma boa opção para um brunch, café da manhã, da tarde ou até mesmo um almoço gostoso, apesar de não ter provado os pratos. A vantagem é que eles não tem horário específico para cada refeição, como acontece na Condimento, ou seja, você pode pedir o que quiser a qualquer hora. Mas vá sem pressa e preparado para gastar um dinheirinho. Também vi que lá eles tem locais específicos para um reunião ou um encontro entre amigos, é só conversar com o responsável. Acho uma opção super bacana e diferente para um fim de semana tranquilo!

Quem for, conta se gostou!

Endereço: Rua Padre Landell de Moura, 152, Vila Formosa, São Paulo.

Pousada Corujas em Itu: como foi a experiência!

Antes de mais nada, não, eu não estou recebendo jabá para falar sobre a Pousada Corujas. Estou falando porque gostei tanto, mas tanto, que me sinto no dever de compartilhar com a mundo! Hahaha

Pois bem. Sabe quando você tem vontade de ir para um lugar para não fazer absolutamente nada? Ficar no meio da natureza, sem ter horários, nenhuma programação, compromisso? Eu sei que isso pode parecer pavoroso para muita gente, e eu mesma, assim como a maioria das pessoas que moram em cidades grandes, tenho um ritmo de vida um tanto quando acelerado (apesar de eu trabalhar em casa!). E quando chega o fim de semana, parece que queremos abraçar o mundo e fazer tudo o que não pudemos fazer de segunda à sexta em apenas dois dias. E de repente, já é domingo à noite, o fim de semana voou e você nem percebeu.

E eu estava cansada justamente dessa sensação. De estar sempre correndo, fazendo mil coisas, encaixando o máximo de atividades possíveis para poder “aproveitar” o fim de semana. E aí que, semana passada, resolvi que ia enfiar eu e meu namorado em uma pousadinha bem simples, no meio do nada, pra não precisar fazer nada. Queria um hotel-fazenda com pensão completa, onde não é preciso sair nem pra comer (dica: conhece o hotel-fazenda Vale do Sol, em Serra Negra? Fiz post sobre ele AQUI!). Mas como essa opção é um pouco mais cara do que a verba que tínhamos disponível, acabei pensando em outras alternativas. E nas minhas buscas no Booking.com, encontrei a Pousada Corujas. Gostei das fotos, do descritivo, do local (fica em Itu, cerca de 1h30 de Santo André) e do preço: R$340 o fim de semana para o casal em um chalé (vale ressaltar que foi um preço promocional, ok?).

Hum. Bem interessante. Ainda por cima, o horário do check-out era às 17h (perfeito! Não me conformo como hotéis que recebem turistas de fim de semana inda tem check-out ao meio-dia…), ou seja, daria para curtir o domingo todo e era permitido levar comida e até carne para churrasco. Não, infelizmente a Pousada Corujas não oferece pensão completa, mas os chalés são equipados com fogão, pia, frigobar e alguns apetrechos de cozinha para cada um poder fazer aquilo que quiser. E achei isso muito bom, porque dá pra economizar! Sai bem mais em conta comprar uns lanchinho e comidinhas no mercado do que almoçar e jantar fora todos os dias. Então pronto. A Pousada Corujas ganhou meu coração.

O atendimento foi bastante elogiado na avaliação dos hóspedes no Booking.com. E pudemos comprovar de perto. A própria dona me ligou na sexta-feira perguntando se eu sabia chegar e se tinha alguma dúvida. E depois, mandou um e-mail com algumas “dicas” do que levar. Achei muito bacana essa atenção e, com certeza, é um super diferencial!

E a Pousada era exatamente aquilo que estávamos procurando (e precisando!). Muito verde, café da manhã gostoso, um chalé aconchegante, ninguém para encher o saco, nada para fazer. A área da Pousada é extremamente bem cuidada, a grama perfeitamente aparada, as piscinas (aberta e aquecida) com água cristalina, tudo muito limpo, bonito e organizado. Pronto. Estávamos no paraíso!

Pousada Corujas - Chalé

 

Pousada Corujas - Chalés

Lá não tem mesmo muitas atividades, e se o tempo estiver meio ruim, só vai te sobrar a piscina aquecida (que estava com problema nesse fim de semana, mas a dona ficou tão chateada com o imprevisto e quis nos compensar de todas as formas, mas nem nos importamos :). A piscina aberta é enorme e linda de viver. Passamos boas horas esparramados nos colchões ao redor dela lendo, entrando na água vez ou outra, batendo papo, olhando pro céu. Perfeito.

Pousada Corujas - piscina aberta

Pousada Corujas - piscina aquecidaPara quem curte uma atividade física, espaço é o que não falta. Além dos gramados impecáveis que dá para fazer caminhada, tem quadra e campo de futebol. Na descrição do site, vi que tem uma trilha, mas acabamos não indo atrás para saber se tem mesmo e como é. Disse que a ideia era não fazer NADA, né? Então. hehehe. Também tem um ou outro brinquedo para criança e uma piscina pequena para elas também. E os chalés acomodam, pelo menos, 4 pessoas, sendo uma cama de casal embaixo e duas de solteiro no andar de cima. Perfeito para casais e famílias. Mas acredito que dê para modificar conforme a necessidade.

Pousada Corujas - campo e quadra

O local é bem silencioso, tranquilo e privado. E por isso mesmo, é longe da cidade. No sábado e domingo à noite, fomos jantar no recomendado Bar do Alemão, no centro de Itu (o parmegiana é o carro-chefe e super indico!). Leva uma boa meia hora para chegar lá, mas é super fácil e tranquilo.

Pousada Corujas - gramado

Posso dizer que foi o fim de semana que estávamos querendo. E adoramos tanto o lugar que queremos voltar muito em breve! Recomendo 😉

DICAS

Como chegar

É bem fácil! No Km 85 da Rodovia Castello Branco, para quem sai de São Paulo, você vai encontrar uma placa escrito Jockey Club Sorocaba, à direita. É só entrar nessa placa e seguir as indicações para a Pousada Corujas. A partir daí, a estrada é de terra, mas bem cuidada e sem grandes problemas.

Se você chegar à noite, não vai ver nenhuma placa dizendo que você chegou na pousada (nós, pelo menos, não vimos). Mas não tem como errar. É o único lugar iluminado desde que você sai da Castello!

Pousada Corujas - Mapa

O que levar

– Repelente e inseticida. Não tem muito pernilongo ou outros bichinhos que ficam picando loucamente, apenas insetos típicos de quando se está no meio do mato. Mas pode acontecer de algum pernilongo perdido entrar no seu chalé à noite e atrapalhar seu sono de beleza. Por isso, é sempre bom estar prevenido.

– Tênis. Para fazer uma caminhada, trilha ou mesmo andar à cavalo (ofereceram essa opção no domingo, mas acabamos não indo).

– Comidas e bebidas. A Pousada só oferece café da manhã, então é bom você ter, pelo menos, umas comidinhas para enganar a fome até você sair para almoçar/jantar (se for o caso). Se quiser fazer churrasco, leve carvão, álcool e tudo o mais que for necessário.

– Toalhas de piscina. No quarto tem roupa de cama, travesseiros e toalhas de banho e rosto, mas para usar na área da piscina, você deve levar a sua.

– Um livro. Para quem gosta de ler, é uma boa opção para passar o tempo!

 O que esperar

Não conte com sinal de telefone e internet. Ora pega, ora não pega. Então, se você tiver trabalho para fazer que dependa de conexão ou for viciado em Facebook, cuidado. Não dá para contar com acesso por lá.

– Sossego. Como eu disse, lá não tem NADA para fazer. É o local perfeito para curtir a companhia da família/namorado (a), jogar conversa fora, dormir, respirar ar puro. Não adianta ir pra lá e ficar entediado! 😉

– Tem gente que se hospeda lá para saltar de paraquedas em Boituva. Fica perto, então vale a dica também!

Mais ideias? 12 coisas para fazer em SP (parte 2)

E vamos continuar com nossa listinha de 12 coisas para fazer em SP (parte 2). Já viu a primeira parte? Tem até visita noturna ao Jardim Zoológico… Clica AQUI para ler!

Bora?

12 coisas para fazer em sp parte 2

7. O clássico passeio no Mercadão + sanduíche de mortadela/pastel de bacalhau

É claro. O maior clichê de todos: ir ao Mercadão comer o sanduíche de mortadela e/ou o pastel de bacalhau. Mas não podia faltar aqui na nossa lista de coisas para fazer em SP, né? Portanto, chegue cedo, passeie pelo mercado, compre coisinhas diferentes e espere bater aquela fome monstra pra se jogar nas comidinhas!

coisas para fazer em sp - Mercadão

8. Assistir à um espetáculo na Sala São Paulo e no Teatro Municipal

Uma vez eu assisti à uma orquestra na Sala São Paulo. Não é nem de longe o tipo de música que eu gosto ou escuto, mas sabe que foi super legal? Só de estar em um ambiente elegante e imponente como aquele e observar todos os detalhes, do lustre ao estofado das cadeiras, já vale o passeio. Vira e mexe tem coisa legal acontecendo. E sempre tem apresentações a preços populares. Vale a pena se informar. Tem até visita guiada lá dentro!!

E o Teatro Municipal? Coisa mais linda de ver por fora, imagina por dentro? É aquele tipo de passeio que, por mais que não seja seu rolê preferido, TEM QUE fazer. Assistir a uma apresentação da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) também é algo muito rico e que tem que ser feito uma vez na vida. Você vai gostar!

coisas para fazer em sp - Osesp, Sala São Paulo e Teatro Municipal

Para ver a programação da Osesp, clique AQUI. Já para ver o que rola na Sala São Paulo, clique AQUI e, para ver o que está acontecendo no Teatro Municipal, clique AQUI.

9. Visitar o MASP, a feirinha de antiguidades e dar uma volta no Parque Trianon

Também adoro o MASP. Ok, eu adoro (quase) tudo quanto é museu, é verdade. Mas acho o MASP super gostosinho de passear… É grande a chance de estar tendo alguma exposição bacana por lá (clique AQUI para ver o que tá rolando), mas vale também ver o acervo fixo do museu. O ingresso para adulto custa R$25 e tem convênio com estacionamentos. Clique AQUI para mais informações.

Aos finais de semana, tem uma feirinha de antiguidades bem fofa no vão livre do museu, e é legal dar umas voltas, ver coisas diferentes e, quem sabe, levar alguma tranqueirinha pra casa. Atravessando a rua, um passeio no Parque Trianon é super bem-vindo! É o parque mais arborizado que conheço, sério. E sempre tem alguém cantando umas musiquinhas legais no portão de entrada.

coisas para fazer em sp - Masp

#FicaaDica: É uma ótima opção para quem está andando de bike na ciclofaixa de domingo dar uma parada por ali para fazer esses programas.

10. Bater perna pela Oscar Freire

Delícia, hein? Confesso que meu lado mulherzinha falou mais alto nesse momento. Rapazes, me desculpem, mas acho que passear pela Oscar Freire com as amigas é um super programa! Mesmo que você não vá comprar nada, só de andar pela rua e ver vitrine bonita já vale o passeio 🙂 #euacho #deixaacarteiraemcasa

11. Parque do Povo + Shopping JK Iguatemi

Tá, mais um programinha típico de mulher, eu sei. Mas só a segunda parte, vai? O Parque do Povo é uma coisa linda de viver, super espaçoso, bem cuidado e agradável. Dá para passear de bicicleta lá dentro, inclusive, a ciclofaixa passa por lá. É um ótimo lugar para fazer uma caminhada ou ficar de bobeira!

Saindo de lá, dê uma passada no Shopping JK Iguatemi para comer alguma coisa… O Shopping por si só, já vale o passeio: é super bonito, arejado, amplo e perfumado (hahaha) e tem um livraria maravilhosa! Para quem gosta, super recomendo a visita!

coisas para fazer em sp - Shopping JK e Parque do Povo

12. Passar um dia no Parque do Ibirapuera e seus museus

E para fechar a nossa lista de 12 coisas para fazer em SP, o famoso e gigantesco Parque do Ibirapuera não poderia ficar de fora. Mais um clichê? Sim, mas tem que constar, não tem jeito! Honestamente, eu acho o Ibira sempre muito cheio. Tipo, gente em excesso mesmo!! Ainda mais num domingo de sol lindo e maravilhoso… #tenso. Mas de qualquer forma, o parque é realmente lindo e tem várias coisas para fazer. Dá para praticar todo tipo de esporte, comer uma bobeiras, tomar água de côco.

E claro, fique atento às programações dos museus e espaços para exposições que tem lá dentro – que eu adoro todos! Tem o Museu de Arte Moderna (MAM), Museu de Arte Contemporânea (MAC), Museu Afro Brasil, Oca, Bienal… Vixe, um monte! E SEMPRE vai ter alguma coisa de legal rolando – às vezes, de graça! – é só se informar. Clique AQUI para ver o que tá acontecendo por lá.

Dá facilmente para passar um dia super agradável e cheio de atividades no querido Ibira

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Obs.: todos os preços e horários de funcionamento são de Fevereiro/2015. Acesse os links para ver informações atualizadas! 😉

Ufa!! Chegou ao fim nossa sugestão de 12 coisas para fazer em SP! Curtiu?? 🙂

Quer ideias? 12 programas para fazer em SP (parte 1)

A cidade de São Paulo tem muita, mas MUITA coisa para fazer. Um turista que vem passear na cidade fica perdido em meio a tantas opções e não consegue dar conta de tudo. Mas mesmo quem é morador, na maioria das vezes, acaba não usufruindo muito dos programas e atrações que a terra da garoa oferece. Por isso, listamos aqui 12 programas para fazer em SP aos finais de semana (ou quando você tiver um tempinho livre). Tem desde as sugestões mais clássicas, como visitar o Mercadão, até outras mais exóticas, como fazer um passeio noturno pelo Zoológico.

Como tem muita coisa e eu não tenho o dom do resumo, decidi separar o post em duas partes, assim não fica cansativo (e eu posso escrever o quanto quiser!). Para ler a segunda parte, clique AQUI!

Vamos ver os 12 programas para fazer em SP – parte 1?

12 programas para fazer em sp parte 1

 

1. Andar de bicicleta pelas ciclofaixas aos domingos

Mesmo com tantas polêmicas na época de sua implantação, ninguém pode negar o sucesso das ciclofaixas que funcionam de domingo. As pistas são super seguras, tem funcionários em cada esquina orientando quem para e quem passa, enfim, sucesso puro.

Tem várias rotas que você pode fazer, mas tem que ser uma por vez, já que são muitos quilômetros pedalando. Dá para passear pelo centro histórico, pela Marginal Pinheiros, Parque do Ibirapuera e região, Avenida Paulista. Uma sugestão diferente? Mas prepare-se para pedalar: saia do Parque do Ibirapuera pela Av. República do Líbano, siga até o Parque do Povo, atravesse a ponte para o outro lado da Marginal e vá até o Jóquei Clube de São Paulo. Lá tem restaurantes, lugares para andar e você sempre pode ver uma corrida de cavalos. É MUITO legal e um ótimo jeito de passar o domingo 🙂

Programas para fazer em SP - ciclofaixas

Quem não tem uma bicicleta em casa, como a maioria dos paulistanos, acredito eu, pode alugar as bikes do Itaú ou do Bradesco, espalhadas em vários pontos das cidades. Já fiz um post (clique AQUI para ler!) sobre como funciona o aluguel das bicicletas do Itaú e o que achei da experiência.

Para mais detalhes, visite o site do Bike Sampa e do Ciclosampa. Para ver os circuitos das ciclofaixas e mais informações, clique AQUI.

2. Passar um dia no Zoo Safári e no Jardim Zoológico

Não, não é só coisa de criança. Um passeio pelo Zoológico e pelo Safari é super divertido e pode ser uma alternativa bem bacana para um fim de semana sem nada pra fazer. O Zoológico é um local super arborizado, cheio de banquinhos para sentar e conversar, quiosques com comidinhas, água, banheiros. Felizmente, a infraestrutura é super boa e dá para passa o dia fácil, fácil.

O zoológico fica na Av. Miguel Stefano, 4241, Bairro Água Funda. Para quem vai de carro, tem um estacionamento exclusivo logo em frente à entrada que custa R$14 para veículos de passeio, o dia todo. Já para quem vai de transporte público, existe um ônibus que sai do metrô Jabaquara e vai direto para o Zoológico. É possível comprar o ingresso combinado da entrada no Zoo + ida/volta de ônibus ainda na estação Jabaquara, e custa R$30,50. Super prático, rápido e barato!

Quem for comprar apenas o ingresso regular, custa R$25 na bilheteria. Já aqueles que são fãs de dinossauros, o Zoológico possui um espaço dedicado somente ao tema, e é possível comprar o ingresso combinado na bilheteria e que dá direito à esse setor + entrada para o Zoo (R$35) ou ainda na estação de metrô Jabaquara (R$40,50, incluindo transporte de ida/volta).

Obs.: todos os ingressos tem preços especiais para crianças, idosos e estudantes. Deficientes e menores de 5 anos, a entrada é gratuita. Para mais informações, visite o site do Zoológico.

Programas para fazer em SP - zoo

Mas se você quiser fazer seu dia render mais e aproveitar a oportunidade, logo de manhã, antes de entrar no Zoológico, dê uma passada pelo Zoo Safari (antigo Simba Safari, quem lembra?? #dasantigas #souvelhamesmo). Um é vizinho do outro, e o passeio no Safari não é demorado, portanto, dá para fazer os dois no mesmo dia numa boa.

No Zoo Safari, você pode entrar com seu próprio carro (desde que não seja van ou micro-ônibus) ou com o carro do Safari. Os preços para adultos são os mesmos, mas o demais diferem. Para ver a tabela completa, clique AQUI.

Dicas extras: o ideal é chegar cedo, ir com um sapato confortável (preferencialmente, tênis), estar preparado para andar e passar protetor solar!

3. Fazer o passeio noturno no Jardim Zoológico

Sim! Olha que divertido! Visitar o zoológico à noite é um super programa, afinal, a vida noturna dos animais é diferente da que a gente vê durante o dia. As visitas acontecem de sexta-feira e tem 3 horas de duração. Mas se você tiver planos de fazer esse passeio ainda esse ano, corra. Todas as datas para o primeiro semestre então esgotadas… E ah, prepare o bolso também: o ingresso para adultos custa R$75 – mas deve seu SUPER legal!

Clique AQUI para mais informações.

4. Fazer um piquenique no Jardim Botânico

O Jardim Botânico também fica ao lado do Zoológico (Av. Miguel Stéfano, 3031). É um lugar lindo, lindo, todo arborizado, cheio de lagos e flores. Muita gente faz corrida ou caminhada por ali de manhã. Também, pudera, né? É praticamente um oásis enfiado no meio da cidade.

O ingresso é super baratinho, R$5 para adultos, metade para estudantes e idosos. Tem um estacionamento que custa R$8 para veículos de passeio. Escolha um dia e vá dar uma volta por lá, leve umas comidinhas e passe uma tarde gostosa 🙂

Programas para fazer em SP - Jardim Botânico

5. Fazer um tour histórico-cultural na região da estação da Luz

Quem passa pela estação da Luz todos os dias para ir e vir do trabalho, tem arrepios só de imaginar passar por ali aos finais de semana também, né? Eu sei, já passei por isso… Hehehe Mas calma, de sábado e domingo a região adquire uma outra cara, outra aura. Olhando para a própria estação da Luz de um modo diferente, sem pressa e aquela correria típica, você percebe o quanto a arquitetura é bonita e imponente. Dá até a impressão de ter voltado no tempo…

Saindo dali, você tem o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca e o Parque Jardim da Luz. Dá para passar facilmente um dia explorando a região. Comece pelo Museu da Língua Portuguesa. Eu AMO. Sempre tem coisas super legais e bem feitas… Acho que é um passeio que super vale, e a gente sempre aprende alguma coisa. O ingresso custa R$6, estudantes e idosos pagam meia e crianças menores de 7 anos, professores da rede pública e deficientes tem entrada gratuita. Ah, e de sábado a entrada é free para todo mundo! Clique AQUI para saber mais.

Programas para fazer em SP - Luz

Depois, para completar a overdose cultural, vá à Pinacoteca. Também tenho amores por ela… Não é sempre que tem exposições que me agradam, mas acho o ambiente e o clima tão gostoso… Uma delícia passear pela prédio! De qualquer forma, o acervo fixo é sempre legal de ver. Para ver tudo o que está em cartaz, clique AQUI.

E para fechar o dia, ande sem pressa pelo Parque Jardim da Luz. É simplesmente a coisa mais linda do mundo. Eu mesma nunca tinha ido e fiquei chocada em ver como é bonito esse parque! Tem lago, banquinhos, muitas e muitas árvores. Ele não é tão grande, mas dá para ficar de bobeira jogando conversa fora durante horas, só vendo a paisagem e observando o movimento. Ah, e dependendo do dia que você for, quem sabe não pega alguma feirinha ou exposição na rua? Quando fui, estava tendo uma exposição de carros antigos bem na entrada do parque 🙂

6. Andar de triciclo no Parque Villa-Lobos

O Parque Villa-Lobos, perto do shopping homônimo e da Marginal Pinheiros, é gigantesco. Você anda, anda, anda e aquilo não acaba nunca. Uma opção divertida e diferente para passear o dia todo sem morrer de andar? Alugar um dos triciclos (não sei se esse é o nome certo… é um carrinho, tem na foto abaixo) que tem na entrada do parque.

Para um casal, ou casal com criança, é perfeito. Um só cabe todo mundo. É é muito bacana poder passear sem pressa e ir em cada cantinho do parque. Recomendo o rolê! E para quem gosta de outras atividades, tem espaço de sobra para andar de bicicleta, skate, patins, patinete, jogar bola…

Programas para fazer em SP - Villa-Lobos

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Obs.: todos os preços e horários de funcionamento são de Fevereiro/2015. Acesse os links para ver informações atualizadas! 😉

Gostaram? Quem faz fez algumas desses programas para fazer em SP?? Conta aí!

Como alugar as bicicletas do Itaú

No último Domingo (o das eleições!), fui andar de bicicleta pelas ciclofaixas de São Paulo com minha família pela terceira vez! Eita passeio bom! Vou fazer um post contando mais detalhes… aguardem!

Assim como muita gente por aí, não temos bicicletas em casa, então sempre alugamos as do Itaú. E em todas as vezes que fizemos esse passeio, muita gente (até o guarda municipal que fazia a ronda na cracolândia!) nos parou para perguntar como alugar as bicicletas do Itaú, se havia custo ou onde dava para pegar uma. Percebi que essas dúvidas são muito comuns e podem estar impedindo muita gente de usufruir de uma opção de lazer super segura, barata e deliciosa!

Como alugar as bicicletas do itaú - foto

Nesse post, vou explicar como alugar as bicicletas do Itaú: aplicativo, cadastro, custos, como retirar sua bike e algumas dicas práticas. O projeto já existe em MUITAS cidades! Se na sua tiver, não perca tempo e aproveite!

Vamos lá?

Como funciona

Você pode alugar uma bicicleta do Itaú em qualquer uma das estações espalhadas pela cidade, que funcionam todos os dias da semana, das 6h às 22h. Para poder usar uma bicicleta, você precisa baixar no seu celular e realizar um cadastro no aplicativo do Bike Sampa (disponível para AndroidIOS e Windows PhoneClique aqui para acessar a página de downloads).

No cadastro, além de alguns dados pessoais, como nome, telefone e e-mail, você precisa cadastrar um cartão de crédito válido. É por ele que serão cobradas as horas extras do aluguel da bike, caso você ultrapasse o limite de tempo de uso.

Cadastro realizado com sucesso, você agora tem um passe. Cada passe te dá direito ao aluguel de uma bicicleta por vez (para habilitar mais de um passe, acesse o site do Bike Sampa clicando aqui). O próximo passo é encontrar uma das várias estações de aluguel de bicicleta do Itaú espalhadas pela cidade. Você pode retirar a bike em uma e devolver em outra, se preferir, contando que haja vaga disponível.

Como alugar as bicicletas do itaú - cadastro

Como encontrar um estação próxima

Para encontrar uma estação perto de você, basta acessar seu aplicativo do Bike Sampa e clicar em “Estações”. Lá, você vai encontrar, em forma de lista ou mapa, todas as estações próximas e qual o número de bicicletas disponíveis naquele momento.

Como alugar as bicicletas do itaú - estações

Como retirar sua bicicleta

Todas as estações são numeradas, e cada vaga daquela estação também. Sendo assim, para retirar uma bicicleta da estação que deseja, clique no seu passe disponível e, ao ser solicitado, coloque o número daquela estação. O aplicativo, então, vai mostrar as opções para retirada de acordo com o número das vagas disponíveis (1, 2, 3, 4, 5, …). Selecione a que deseja e confirme a opção. Uma luz verde vai acender ao lado da trava da bicicleta que você escolheu e, ao ouvir o som de destrave, puxe sua bicicleta e bom passeio!

Quanto custa

O cadastro é gratuito, e você pode utilizar sua bicicleta de graça por até uma hora. A partir desse período, serão cobrados R$5 por hora extra. Caso você realmente não queira pagar nada, antes de dar uma hora, devolva sua bike, aguarde 15 minutos e alugue outra. Dessa forma, o tempo vai começar no zero novamente.

Mas sinceramente? Vamos supor que você ande de bicicleta por 3 horas (o que é bastante coisa)… No total, você vai pagar R$10. D-e-z reais. Acho que compensa pela mão de obra em ter que ficar cronometrando o tempo e ficar trocando de bicicleta. Afinal, quantos programas tão divertidos podem ser feitos a um custo tão baixo? Mas enfim…

É possível cadastrar seu Bilhete Único também, e as cobranças funcionam da mesma forma que com cartão de crédito. Veja mais detalhes clicando aqui.

Dicas práticas

– As bicicletas estão, na maioria das vezes, bem conservadas e com a manutenção em dia, mas antes de pegar a sua, cheque se está tudo em ordem: pneus, regulagem do assento, guidão, pedal, marchas.

– Algumas vezes, aconteceu de o sistema acender a luz verde (significando que ele destravou a bicicleta) mas a bicicleta não destravou de fato, impossibilitando a retirada. Se isso acontecer com você, tente outras bicicletas e, se mesmo assim não funcionar, procure outra estação :/

– Ao devolver sua bicicleta, confirme se ela devidamente travada na vaga.

– Leve um tipo de cadeado que seja possível amarrar as bikes umas nas outras. Assim, você pode ir parando em pontos interessantes para dar um passeio e deixar as bicicletas seguras esperando por você. Achei esse aqui na Kanui que me parece bom…

Como alugar as bicicletas do itaú

Como alugar as bicicletas do itaú 2

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Muito bacana, né? As bicicletas do Itaú são uma ótima opções de lazer e transporte para muita gente. Eu adorei!!

 

Dica TOP – Café da manhã em SP

Nesse fim de semana, fui tomar café da manhã em SP num lugar que eu PRECISO compartilhar com o mundo! Muita gente já deve conhecer, graças às delicias caprichosas que são vendidas por lá mas, por via das dúvidas, achei melhor dividir essa experiência por aqui e intimar recomendar que você vá também.

Café da Manhã em SP

Esse tal lugar se chama Condimento e fica ali no Tatuapé, na badalada Rua Itapura. Como eles mesmos dizem, é tipo um café francês. Comidinhas diferentes e super caprichadas são o ponto alto. Panquecas americanas, macaroons, chás dos mais diferentes. A decoração retrô é a coisa mais linda. Papéis de parede floridos, vasinhos de flor na mesa, almofadas de veludo. O atendimento é espetacular, todos os funcionários são educados, prestativos e o serviço é rápido.

Sabe um lugar que dá vontade de ficar por horas e horas? Lá é assim. Você entra e já se encanta. Todos os detalhes são minimamente pensados e trabalhados. É bem acolhedor, sabe? Até o banheiro é fofo! E a mesa de doces? Logo na entrada você dá de cara com uma mesa repleta das mais variadas delícias, bolos, tortas, cupcakes. Tudo muito caprichado e com uma cara deliciosa!

Café da manhã em SP - Condimento

Eu pedi a Panqueca Americana Original, que vem 3 panquecas com maple syrup e manteiga (e a gula foi tanta que acabei nem tirando foto… hahaha). Eu sou a-p-a-i-x-o-n-a-d-a por panqueca americana! Desde que descobri essa maravilha dos deuses no meu intercâmbio para o Canadá 10 anos atrás (ai gente, tô velha!), viciei. Sempre que encontro em alguma viagem, dou um jeito de comer. Acho divino. Sensacional. Incomparável! Hahaha Então, imagina a alegria da pessoa quando viu as opções de panqueca no cardápio??? Também tem com calda de frutas vermelhas, Nutella e outras mais….

Cheguei a experimentar um dos chás mas não estava a fim de bebida quente (mas AMO chá e o de lá estava uma delícia!), então pedi o tal do suco Joy de Maçã Zero para beber. O suco vem numa garrafinha de vidro super fofa e com uma descrição super engraçadinha. Já vale pedir o suco só pela garrafa!

Café da manhã em SP - Suco Joy

De sobremesa – como se fosse preciso, depois de comer as 3 panquecas – pedi o cheesecake que fica lá naquela mesa de doces. Olha, eu recomendo fortemente, viu? Hummmm… Dá água na boca só de lembrar! Eu adoro cheesecake e o melhor que comi até hoje foi num restaurante em Paraty. Desde então, sempre que dá eu peço cheesecake para ver se consigo encontrar algum melhor. E posso falar? Esse da Condimento está dividindo o posto de 1ª posição com o de Paraty. Aleluia!!! Esse é perfeito, com a massa feita de queijo mesmo – a maioria dos lugares faz a massa com chantilly, aí ele tão fica tão bom.

Para quem gosta de uma café da manhã bem reforçado ou mesmo um brunch, tem pratos que são a pedida perfeita, já que vem ovos mexidos, panquecas, e outras coisistas mais.

A Condimento funciona de terça à domingo (dá para ver os horários que são servidas as refeições certinhos aqui), então separe um dia no seu fim de semana para ir lá tomar um café da manhã em SP ou da tarde. E volta aqui pra contar se gostou!!

*Fotos: arquivo pessoal e site

Trilhas em Monte Verde – Tudo sobre

As famosas trilhas em Monte Verde. Continuando o assunto do post anterior, vamos agora fazer um guia prático sobre as várias trilhas da cidade: dicas, recomendações gerais e detalhamento uma a uma. As trilhas são as atrações mais buscadas para se fazer na cidade, e continue lendo o post que você vai entender porque 🙂

Monte Verde tem 5 trilhas diferentes, cada uma com uma particularidade e um nível de dificuldade. Vou abordar as questões gerais e depois falar sobre cada uma delas, ok? Vamos lá!

Trilhas em Monte Verde - MapaComo chegar: o acesso às trilhas é feito por duas estradas de terra, ambas saindo da rua principal da cidade (Av. Monte Verde). Você verá placas indicando os nomes das trilhas. É só seguir:

Rua Mantiqueira (esquina com um Banco do Bradesco) e que dá acesso às trilhas do Chapéu do Bispo, Platô e Pico do Selado.
Avenida das Montanhas (próxima direita depois do Banco do Bradesco, um quarteirão depois da Rua Mantiqueira) que leva às trilhas Chapéu de Bispo (também), Pedra Redonda e Pedra Partida.

Como funciona: você vai ter que deixar o carro na entrada das trilhas. Na primeira existe estacionamento (R$10 o dia), mas a maioria deixa o carro na rua mesmo, sem problemas. Ambas também tem banheiro, mas a estrutura da segunda é melhor. Tem um restaurante super fofo!

Trilhas em Monte Verde - Entrada TrilhasQuanto custa: entrada gratuita para todas elas.

O que levar: é imprescindível levar uma mochila com água e comida. Apesar do frio, as caminhadas são longas e é importante se manter sempre hidratado. A partir do momento que você entra nas trilhas, não existe nenhum ponto onde possa comprar alguma coisa e, muito menos, banheiro. Por isso, prepare-se antes de começar. Além disso, pode acontecer de alguém se perder demorar mais que o previsto para voltar, por isso é muito importante ter água e comida suficientes.

Como medida de segurança, nunca é demais levar uma lanterna para o caso de você ainda estar na trilha quando escurecer.

Relógio. Pode parecer besteira mas é sempre bom monitorar a hora para evitar ficar escuro. Ah, é máquina fotográfica, claro! As paisagens são de tirar o fôlego!

Vestimenta indicada: tênis e roupa confortável. Leve pelo menos mais uma blusa com você, já que no alto das montanhas é extremamente frio. Também sugiro ir de calça comprida mesmo que esteja calor, já que as trilhas são fechadas e a gente acaba se raspando nas folhas e galhos o tempo todo. Além disso, sempre existe a chance de escorregar e cair, por isso estar com as pernas protegidas é uma boa ideia 🙂

Dica de ouro: não deixe para começar as trilhas em Monte Verde à tarde. Você pode se perder, ficar andando em círculos ou, simplesmente, não ver o tempo passar e acabar escurecendo no meio do caminho.

Dica de ouro 2: alongue-se antes de depois de fazer as trilhas. Isso fará muita diferença, acredite.

Quantas trilhas fazer no mesmo dia: olha, isso vai muito do seu preparo e condicionamento físico. Sem dúvida, as trilhas da Pedra Redonda e Pedra Partida podem ser feitas juntas, mesmo porque parte do caminho é o mesmo. Apesar de não ter feito a trilha do Chapéu de Bispo, acredito que dê para incluí-la nesse dia também, já que o nível de dificuldade dela é considerado fácil.

Trilhas em Monte Verde - Entrada Trilhas 2As trilhas do Platô e Pico do Selado tem que ser feitas juntas, já que, para chegar no Pico, você acaba passando no Platô de qualquer forma.

Se você está pensando em fazer todas as trilhas no mesmo dia, esquece hehehe. No mapa dá para ver que a Pedra Partida fica bem longe do Pico do Selado, e isso tomaria um dia inteiro. Além disso, duas trilhas juntas já é bastante cansativo, pois muitos trechos são subidas, descidas (que podem cansar tanto quanto as subidas), tem degraus, precisa se pendurar e escalar pedras.

Trilhas em Monte Verde - Entrada Trilhas 3Sugestão de roteiro: se você tiver apenas um final de semana para ficar em Monte Verde e quiser conhecer todas as trilhas e fazer a Megatirolesa (falei dela no post anterior! Clica aqui!), sugiro fazer o seguinte:

– Dia 1: Megatirolesa de manhã e depois as trilhas das Pedras Redonda, Pedra Partida e Chapéu de Bispo (se der).
– Dia 2: Platô e Pico do Selado. Você vai ficar m-o-í-d-o depois dessa maratona!

Vamos agora às trilhas de fato. Vou classificar o nível de dificuldade de acordo com a minha percepção, porque às vezes eu discordei do que eles colocaram na placa! rs Mas não é nada técnico nem científico, ok? hehe

Pedra Redonda

Nível de dificuldade: fácil

Te todas as trilhas em Monte Verde, essa é a mais tranquila. Tem um pouco de lama no começo, mas nada de mais. Existem uns trechos de subida que é preciso parar para respirar (lembra do que falei sobre o ar rarefeito no post anterior?). Na parte final tem degraus de madeira e corrimão, o que ajuda bastante.

Deixe para descansar e comer alguma coisa quando chegar lá em cima. A Pedra é enorme e você pode ficar um tempão sentado lá (se você aguentar o frio…).

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 1

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 2

Monte Verde - Pedra Redonda 3

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 4

Trilhas em Monte Verde - Pedra Redonda 5

Pedra Partida

Nível de dificuldade: cansativa!

Nessa trilha não existe nenhum degrau de madeira ou corrimão para ajudar, mas boa parte dela é tranquila. Entretanto, existem alguns trechos com degraus altos de terra onde só cabe um pé por vez, e às vezes é preciso se apoiar em alguma árvore próxima para conseguir subir. A perna cansa bem! Além disso, muitos desses trechos são de barro mole, o que dificulta um pouco e aumenta as chances de cair de bunda no chão rsrs. E claro, tudo o que sobe, desce. E descer não é, necessariamente, mais fácil.

Ao chegar no topo, é preciso “escalar” a tal da Pedra Partida. Contornando pela esquerda dela é mais fácil, apesar de não parecer! Ela não é muito grande, então não cabe tanta gente lá em cima de uma vez. Para descer, vá pelo mesmo caminho que você subiu e desça abaixado que fica melhor.

Para voltar, fique de olho em alguns pontos de referência. Nós demos umas três voltas no mesmo lugar porque erramos uma entrada e acabamos subindo de volta hahahaha. Em um determinado ponto, tem dois panos vermelho e branco pendurados em uma árvore. Marque bem essa imagem, já que os panos estarão à sua esquerda quando você estiver subindo. Sendo assim, eles devem estar à sua direita na volta (dãr). Em um dado momento, após passarmos por eles à nossa direita, passamos novamente por eles à nossa esquerda tempos depois, ou seja, estávamos subindo de novo! hahaha

Como já era fim de tarde quando estávamos voltando, já não tinha mais ninguém subindo a trilha e acabamos ficando sem referencia nenhuma, já que encontrar alguém no sentido contrário te dá mais certeza de que você está no caminho certo. Por isso, não deixe para entrar na trilha depois do meio da tarde.

Achei essa trilha MUITO LEGAL, mas bem cansativa. O sobe e desce é intenso e as pernas (e os joelhos) precisam estar preparadas!!

Trilhas em Monte Verde - Pedra Partida 1

Trilhas em Monte Verde - Pedra Partida 2

Trilhas em Monte Verde - Pedra Partida 3

Platô

Nível de dificuldade: cansativa, mas fácil

Na verdade, apenas o trecho inicial da trilha é cansativo, mas de uma maneira mais intensa rsrs. O começo dela todo tem degrau (e não os de madeira, os naturais, de terra mesmo) e agente não para de subir um minuto. Exige bastante, mas não é difícil, apenas precisa parar para respirar de vez em quando.

O Platô em si é uma pedra gigantesca e dá para ficar por ali um tempão. Ande por tudo e tire fotos de todos os ângulos!

Trilhas em Monte Verde - Platô 1

Trilhas em Monte Verde - Platô 2

Trilhas em Monte Verde - Platô 4

Trilhas em Monte Verde - Platô 3

Pico do Selado

Nível de dificuldade: fácil, mas chocante surpreendente no final

A maioria das pessoas não faz essa trilha, por ser a que tem a maior altitude (2.080 m), mais longa (são uns 40 minutos até chegar no Platô e mais 1 hora até o Pico) e uma pedra dificílima de escalar no final.

A entrada para essa trilha fica meio escondida e nós não a encontramos fácil. É preciso descer a pedra do Platô, cruzar uns matos e aí você acha uma placa velha indicando a direção do Pico do Selado. Mas como existem duas trilhas que chegam ao Platô (uma vinda da entrada principal da Rua Mantiqueira (que foi a que fizemos), e outra vinda do Chapéu de Bispo, acabamos pegando a errada e tivemos que voltar. Para quem vir da trilha da entrada principal, ao chegar no Platô, tem que seguir à direita para chegar na trilha do Pico. Se for pra esquerda, vai sair na trilha do Chapéu de Bispo.

Apesar de ser considerada de nível difícil e ser longa, a trilha em si é bem simples. Ela é plana boa parte do tempo e mais pro final começam a rolar umas subidas. Nos últimos 15 ou 20 minutos, a cada 5 você sai em uma pedra diferente com vista para toda a Serra da Mantiqueira. Vale à pena parar um pouquinho para admirar.

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 1

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 2A grande surpresa se encontra no final (e é por isso que ela é classificada como “difícil”, deduzo eu!). No topo do pico, existem duas grandes pedras uma ao lado da outra (ou será uma gigante rachada no meio? Quem sabe…) e o barato é subir nelas e assinar um livro que está preso lá em cima. Aí é que está o grande desafio: é MUUUITO difícil fazer isso.

Na pedra principal (a que tem o livro), existe uma corda fixa que serve para fazer a escalada. Sem ela, NÃO TEM COMO subir. O problema é que continua sendo bem difícil mesmo assim, e a maioria das pessoas que encontramos por lá não conseguiu subir nem mesmo com a ajuda da corda.

Como estava uma certa fila para usar essa corda e o pessoal não estava tendo muito sucesso na empreitada, decidimos tentar pela outra pedra. Aí moram mais dois problemas: Apesar de menos íngreme do que a primeira, ela não tem muito apoio que ajude a escalar, o que torna a missão praticamente impossível. Depois de um tempo tentando, cheguei em um ponto que não conseguia mais nem subir, nem descer, pois qualquer passo em falso e eu me quebrava inteira (mesmo). Tive que me apoiar de costas, fazer uns malabarismos e ser puxada pela mão de um amigo que já estava lá em cima. E olha, foi tenso, viu? Comecei a rir de desespero quando cheguei lá em cima. Quase nem acreditei que consegui!

Mas pensa que acabou por aí? Nããããão! Já que eu estava lá em cima, tinha que assinar o tal do livro, né? O problema é que o livro fica na pedra principal (a que tem a corda), e para chegar nela, o único jeito era pular uma fenda de 1 metro de largura que separa uma pedra da outra. E essa fenda dava no… abismo! É, rapaz… E o pavor medo de cair?

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 3

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 4

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 5

Trilhas em Monte Verde - Pico do Selado 6Mas aí eu já não tinha muita opção. Não tinha como eu descer daquela pedra em que estava porque era MUITO íngreme, e a única forma era tentar descer pela corda que estava na outra pedra ou chamar os bombeiros. HAHAHA No fim das contas, me jogaram a corda da outra pedra para eu segurar e me dar mais segurança. Não pensei muito e pulei! Ufa! Cheguei viva do outro lado aeee! Aí foi a minha segunda risada de desespero. No tempo em que ficamos lá em cima, somente um casal e outro cara conseguiram assinar o livro. E nós! Uhu!!

Descer pela corda também foi uma aventura, já que foi praticamente um rapel a 2.080 m de altura. A parte final é a mais difícil, pois a inclinação é de quase 90º. Mas deu certo!

Voltei o caminho todo tremendo de adrenalina e pensando na doideira que foi aquilo. Mas posso falar? Foi INCRÍVEL e, definitivamente, faria tudo de novo!

Depois de dois dias andando em trilhas, sem dúvida nenhuma você vai estar todo quebrado. Exige bastante dos músculos e do joelho, mas compensa demais!

 

É uma pena que as fotos não consigam mostrar a beleza e a imensidão (e a altura!) de cada uma dessas paisagense trilhas em Monte Verde, só estando lá para ter total dimensão!

E sorry pelo texto gigantesco, mas tentei dar o máximo de informações que consegui 🙂

Bjos!!

Dica de hotel no Guarujá


Está procurando um hotel no Guarujá com um ótimo custo x benefício? Que seja perto da praia, tenha uma boa infra-estrutura, bom café da manhã, quartos limpos e amplos e um preço super justo? Então olha essa dica!

Hotel no Guarujá - Enseada

O Guarujá Flat Hotel fica na praia da Enseada em uma rua de terra, o que nos faz olhar meio torto. Mas é só entrar na recepção que essa primeira impressão muda. Primeiro porque é bem arrumadinho lá dentro. Segundo porque, das vezes em que fui, todos os recepcionistas foram muito educados, gentis e profissionais. O quarto é ótimo, grande e espaçoso, bem como o banheiro. Tem cofre, armário, TV e frigobar (vazio, somente para que você guarde alguma coisa, se levar). O único ponto negativo é que as camas de casal são, na verdade, duas de solteiro juntas. Não sei se é assim em todos os quartos, mas nos que fiquei era.

Hotel no Guarujá - HotelO café da manhã é excelente. Tem várias opções de bolos, pães doces, normais e integrais, frutas, leite, sucos, ovos mexidos, salsicha e até uma torradeira <3! Dá para comer muito bem, isso é fato! O hotel tem um estacionamento coberto, mas não para todos os quartos. Se ele estiver cheio, é preciso parar em um estacionamento “secundário”, que fica em um terreno na mesma rua, com portão e câmera de segurança. É bem tranquilo e seguro. Também tem uma piscina, que é uma ótima alternativa quando você não está afim de muvuca na praia 😉

Mas um dos pontos que mais gostei foi que os recepcionistas tentam fazer tudo o que podem para te ajudar. Por exemplo, na primeira vez que me hospedei lá eu precisava sair do hotel depois do horário do check-out. Como todos os quartos estavam reservados, eles me deixaram guardar as malas na recepção e usar o chuveiro externo (aqueles para quem volta da praia, sabe?) na hora de ir embora. Na última vez, como o quarto em que eu estava não tinha reserva para depois do horário do meu check-out, pude ficar no quarto até bem mais tarde e sair sem pressa.

Isso é uma grande vantagem, já que a maioria dos hotéis são bem rígidos quanto aos horários de entrada e saída e, muitas vezes, queremos aproveitar o último dia e não precisar ir embora quando termina a diária, né?

Hotel no Guarujá - Quarto1

Hotel no Guarujá - Quarto2

Hotel no Guarujá - Banheiro1

Hotel no Guarujá - Banheiro2Como deu para perceber, é um hotel no Guarujá bem simples mas que atende às necessidades básicas de quem quer passar um fim de semana agradável na praia. Não tem nenhum luxo, mas o básico é muito bem feito. O preço da diária, nas vezes em que fui, variou de R$120 a R$140. Bem bom né?

Bjos!!

Dica para final de semana: Extrema (MG)


Tá procurando sugestões do que fazer no próximo final de semana? Vá para Extrema, Minas Gerais. E porque Extrema? Continue lendo que você vai descobrir 🙂

O primeiro motivo é a distância. A cidade fica na beira da Rodovia Fernão Dias e a cerca de 1h30 de São Paulo. Perto demais, não? Muita gente leva esse tempo todo só para ir trabalho todos os dias (me reconheço!!). Sendo assim, não dá para reclamar que é longe ou que demora para chegar.

Extrema - MapaSegundo: apesar da cidade ser bem pequena, é MUITO bem estruturada para receber turistas. Fico tão feliz quando vejo lugares assim! Sou a maior defensora de que o Brasil deveria apostar fortemente no turismo. Mas de verdade. Fazer um negócio direito. Infra-estrutura, transporte, pontos de informação, sinalização, guias, panfletos, pessoal treinado, banheiros. Temos tanta coisa bacana, né? E isso ajuda muito as cidades a crescerem, dá emprego para as pessoas, movimenta! Enfim, acho demais!

Extrema - EntradaE realmente me surpreendi com Extrema. A cidade toda é cheia de placas indicando principais pontos e atrações turísticas. Além disso, eles tem uma Central de Informação ao Turista bem no centro da cidade, enfrente à praça. É parada obrigatória para quem acabou de chegar na cidade. A moça que nos atendeu foi super atenciosa, nos deu vários mapas e indicações de passeios.

Por fim, Extrema tem muitas opções de atividades, das mais tranquilas até as mais radicais. Quer ver?

O que fazer

Aventura

Para quem curte atividades em meio à natureza, Extrema tem opções como trekking, rapel, rafting e outras aventuras parecidas, que podem ser realizadas por meio da Radix Aventura, umas das únicas empresas desse tipo da cidade. Ela fica bem perto do Centro de Informações ao Turista, e lá você pode reservar seus passeios. O ideal é reservar com, pelo menos, um dia de antecedência, pois eles precisam verificar a disponibilidade dos guias.

Apesar da Radix ter sido bem recomendada, não cheguei a fazer nenhum passeio com eles. Já tínhamos planejado fazer as trilhas em Monte Verde (que fica a 1 hora de Extrema e as trilhas são gratuitas), e o rafting e o rapel, que gostaríamos de ter feito, não rolaram, já que o rio estava baixo demais para a prática do rafting e os equipamentos do rapel estavam em São Paulo (?).

Como mencionei, as trilhas em Monte Verde são gratuitas e não é necessária a presença de um guia, ao contrário das trilhas de Extrema. Sendo assim, se você não se importar em dirigir uma hora até Monte Verde (a estrada é bem tranquila e muito bem sinalizada, não tem erro!), vá até lá fazer as trilhas porque são DEMAIS!! Vou fazer um post específico só para falar sobre isso! É um passeio imperdível!

As Rotas

O turismo em extrema é dividido em rotas: Rota das Águas, Rotas dos Ventos, Rota do Sol e Rota das Pedras. Trem cachoeiras, montanhas, trilhas. Dependendo da época do ano, dá para fazer uma ou outra. Também no Centro de Informações ao Turista, eles podem te indicar qual a ideal para fazer no período que você estiver lá.

Fizemos um trecho da Rotas das Águas (que é um caminho alternativo para Monte Verde e é feito quase todo por uma estrada de terra) e paramos em um lugar bem famoso chamado Prainha. O lugar pertence a um restaurante e, para entrar, é preciso colocar uma pulseirinha e pagar uma taxa de R$5. Com isso, você pode usufruir da estrutura deles (que é excelente, por sinal!). Tem várias opções de pratos, porções e sucos, os banheiros são bem limpos e tem mesas e cadeiras espalhadas pelo gramado na beira do Rio Jaguari. Uma faixa de areia às margens do rio realmente lembram uma praia 🙂 Uma delícia de lugar!! Dá para ficar uma tarde inteira, se bobear!

Extrema - Prainha1

Extrema - Prainha2

Para jantar

Não deixe de ir na Pizzaria Nápoles, também próxima ao centro. As pizzas são deliciosas e o preço é bem mais em conta do que estamos acostumados a pagar em São Paulo, por exemplo. Além disso, eles fazer até três sabores em uma mesma pizza. MUITO BOM!

Se tiver pique (e recomendo que tenha, porque é sensacional), vá ate Monte Verde comer um rodízio de fondue. A cidade tem praticamente uma rua, que é a rua principal e onde caímos vindos da estrada. Lá, tem vários bares/restaurantes com mesas ao ar livre e muita comida boa! A maioria vende o rodízio de fondue (carne, queijo e chocolate), e o preço gira em torno dos R$60 por pessoa. Sim, é caro, mas compensa pela quantidade e qualidade da comida, sem dúvida!

Onde ficar

O hotel mais em conta que achei durante minhas pesquisas foi um chamado Serras de Extrema. Ele fica na própria Fernão Dias, na entrada da cidade. No mesmo espaço que fica o hotel, também tem um restaurante (daqueles típicos de parada de viagem mesmo e do mesmo dono do hotel) e um posto de gasolina. Não tem como não achar e, apesar de ser estranho à primeira vista, o hotel e muito bom!

Os quartos são amplos e bem limpos. As janelas são anti-ruído, já que tem uma fábrica vizinha do hotel que faz barulho a noite toda, mas você não ouve absolutamente nada com as janelas fechadas. Além disso, as cortinas são daquelas black-out, sabe? Ou seja, silêncio e escurinho!

O café da manhã está incluso no valor da diária e é servido do restaurante do lado, e é preciso retirar uma fichinha na recepção do hotel e apresentar na entrada do restaurante, assim eles sabem que você é hóspede. Confesso que achei o café da manhã meio fraco. Não tem tantas opções e a reposição é lenta. Vira e mexe faltam coisas. Mas tudo bem! Achei o custo benefício bom!

Extrema - Hotel 1

Extrema - Hotel 2

Extrema - Hotel 3

Dica Extra

Caso você vá para Extrema em Junho, não deixe de ir no rodeio da cidade. É muito bem organizado, tranquilo, com shows bem legais e tudo super animado. O ingresso varia de dia para dia, mas custa algo como R$40 ou R$50. Tem um estacionamento bem grande e de fácil acesso, mas dá para deixar o carro na rua e ir andando se não quiser gastar dinheiro com isso.

Nesse ano, os shows foram do Rio Negro & Solimões, Fernando & Sorocaba e Jades & Jadson e, só para confirmar a qualidade do hotel que falei, todos eles e suas bandas ficaram hospedados lá 🙂 #aiquechiqueza

Extrema - Ônibus

Gostaram da dica? Bjos!!

Fotos: divulgação e arquivo pessoal