Category Archives: Planejamento

TAG Viagens! (parte 1)

Ebaaaaa tem vídeo de TAG no canal! Vocês estão acompanhando lá, gente? Clica AQUI ó, e vê os vídeos já publicados (e por favor, relevem o amadorismo, ok? A pessoa tá se aventurando agora nesse universo!).

TAG Viagens - parte 1

O fato é que eu ADORO vídeo de TAG! Assito vários e sobre diversos assuntos, pois acho uma forma divertida e diferente de conhecer aquela pessoa que a gente segue. Concordam? E para estrear no universo das TAGs com o pé direito, eu não poderia começar por outra que não fosse a TAG Viagens! Afinal, isso aqui é um blog de viagens e nada mais justo começar pelo começo!

Eu achei a TAG Viagens em vários blogs brasileiros por aí, mas com perguntas diferentes dessas que eu respondi. No blog fashionarttravel.com, eu encontrei a TAG completa, com 30 perguntas, e selecionei as que achei mais interessantes e que não tinham na primeira versão que achei. Por isso disse lá no título que essa é a parte 1, que é a TAG Viagens com as perguntas que eu selecionei da lista que creio ser a original. Depois, vou responder as perguntas da forma que encontrei nos blogs brasileiros, que será a parte 2. Deu pra entender? Não né… Acho que nem eu entendi direito o que escrevi! Hahaha

Anyway… Vamos ao vídeo? Não se esqueça de curtir a gente lá no canal do Youtube clicando AQUI e no Facebook clicando AQUI!

Para quem quiser dar uma lida nas perguntas e responder também, segue listado abaixo:

TAG Viagens (parte 1)

1. De onde você é?

2. Você prefere verão ou inverno? Por que?

3. Para onde você adoraria viajar?

4. Atualmente, você está guardando dinheiro para viajar?

5. Um país onde você adoraria fazer compras.

6. Qual língua/sotaque você mais gosta de ouvir?

7. Quantos países você já visitou?

8. Por que você viaja?

9. País ou cidade favorita.

10. Experiência no exterior mais marcante.

11. Melhor compra feita no exterior.

12. Conselho para quem gostaria de viajar mas acha que não consegue.

13. Item de viagem que você sempre leva.

14. Ponto turístico favorito que já visitou.

15. Viajar é…

Como planejar os gastos de uma viagem?

Que viajar é tudo de bom, nós sabemos. Mas aquela viagem dos sonhos pode virar um pesadelo se você não organizar o orçamento direito e voltar devendo as calças. Mas como planejar os gastos de uma viagem? Vem ver nossas dicas!

Como planejar os gastos de uma viagem ?

COMO PLANEJAR OS GASTOS DE UMA VIAGEM

Primeiramente, é preciso definir o quanto você está disposto a gastar. Tá, eu sei que parece uma dica óbvia, mas justamente por isso a gente acaba se esquecendo dela e extrapolando (hehehe). Defina um limite e fique dentro dele!

Segundo ponto é montar um fluxo de caixa. Não tem como planejar os gastos de uma viagem sem ter noção do quanto vai gastar antes, durante e depois da viagem – e se organizar financeiramente para isso, porque a vida não para só porque você decidiu viajar! #QuemDera Por exemplo, a passagem aérea pode ser parcelada e, dependendo da antecedência com que você comprá-la, dá para quitar antes mesmo de embarcar (e viajar sem dívidas é lindo!). Outras despesas como alimentação, passeios e compras serão feitas durante a viagem. Já a hospedagem, aí depende: em alguns lugares você paga uma parte (ou tudo) no ato da reserva, em outros, na hora do check-in/check-out ou mesmo no cartão de crédito.

Finalmente, é hora de tentar fazer a matemática fechar e juntar duas duras realidades: quanto você tem disponível para gastar versus quanto as coisas custam de fato. É nesse momento que você chora, se deprime, entra em desespero e decide se trancar em casa. Certo? NÃÃÃÃO! É agora que você precisa aprender como planejar os gastos de uma viagem e adequar os custos reais no seu orçamento. Pronto, o sol brilhou outra vez e a vida é bela de novo. 🙂

Para essa segunda etapa do processo, você deve começar separando os 6 principais grandes custos de uma viagem e planejar/calcular um por um. São eles: passagem aérea, hospedagem, transporte, alimentação, passeios e compras, que abordaremos em detalhes abaixo.

Você vai ver que o segredo da coisa toda é pesquisar. Sempre falo isso aqui e não canso de repetir. Pesquise MUITO. E depois, pesquise mais um pouco! Busque dicas e informações sobre t-u-d-o relacionado ao seu destino, especialmente os 6 tópicos que listei acima. Procure em blogs, sites, revistas, comunidades, redes sociais, converse com amigos que já foram, enfim, junte o máximo de informações possível. Só assim você vai saber como planejar os gastos de uma viagem !

Vamos ver então como planejar os gastos de uma viagem, parte por parte!

Como planejar os gastos de uma viagem - passagem1. [Passagem Aérea]

Faça muitas (mas muitas MESMO) pesquisas sobre passagens aéreas. Os preços mudam de uma hora pra outra de uma forma incompreensível para nós humanos, por isso é essencial que você esteja o tempo todo antenado (ai, que brega!) no que tá rolando.

Minha dica é dar uma olhada todo dia, ou dia sim, dia não, sabe? Isso te ajudará a ter uma ideia bem real dos preços antes de comprar e faça realmente um bom negócio. Afinal, quem tem informação, tem tudo, né? Se você sabe a média de preços, vai conseguir perceber se determinado valor vale a pena de verdade. Além disso, as companhias aéreas fazem promoções de repente, e se você não comprar naquela hora, perdeu. Por isso, é bom estar sempre ligado!

Se você tem flexibilidade de datas, faça várias simulações de ida e volta. Muitas vezes, ir/voltar um dia antes/depois pode te fazer economizar umas boas dilmas e você pode encontrar boas promoções.

Outra coisa que pode te ajudar a economizar é procurar por passagens partindo de aeroportos e cidades alternativas. Pense como exemplo a cidade de São Paulo. Provavelmente, vai ser mais mais barato encontrar passagens que cheguem em Campinas do que em Guarulhos. É uma questão de oferta e demanda. Abra o mapa e analise o custo x benefício de escolher outra cidade como destino e verifique a possibilidade de transporte para aquela que você quer ir de fato.

Como planejar os gastos de uma viagem - hotel2. [Hospedagem]

Copie e cole praticamente as mesmas dicas de cima! Hehehe

Antes de definir o seu destino, faça muitas pesquisas sobre o preço médio de hospedagem. Se a ideia for alugar uma casa, ficar em um hostel, hotel, pousada, camping ou qualquer outra coisa, não importa, quanto mais antecedência você começar a pesquisar, mais vai formando na sua cabeça a média de preços das diárias e vai conseguir definir melhor o que cabe no seu bolso. Abaixo, os sites que eu mais costumo entrar para fazer minhas pesquisas:

+ AirBnb – Aluguel de casas e apartamentos (falei nesse post AQUI sobre como funciona o site, AQUI sobre a minha experiência alugando um apartamento em Nova York e AQUI explicando o porque preferi optar por esse esquema)

+ Hostels.com – hostels e albergues no mundo todo

+ Hoteis.com – hotéis e hostels

+ Booking.com – hotéis e hostels

+ TripAdvisor – para saber a opinião das pessoas sobre hotéis e passeios

Também é válido dar uma olhada na tarifa pela internet e ligar no hotel para perguntar o preço. Às vezes, comprando direto da fonte pode ser mais barato!

Outra coisa a se levar em conta é a localização. Obviamente, as regiões mais centrais são mais caras, mas a análise não pode parar por aí. Se a diferença de tarifa entre um hotel mais bem localizado e outro afastado não for tão expressiva assim, considere. Pense que, quanto mais longe você ficar, mais vai ter que gastar com deslocamento. É nessas horas que o barato pode sair caro – e não só financeiramente falando. Você pode perder tempo e energia preciosos dentro de um ônibus ao invés de curtir a cidade em troca de economizar uma graninha. Faça as contas e veja o que vale mais a pena.

+ Nesse post AQUI, falamos sobre 5 dicas para escolher um bom hotel e evitar roubadas!

Como planejar os gastos de uma viagem - transporte3. [Transporte]

Muita gente esquece de colocar o meio de transporte que será usado durante a viagem na conta e acaba se ferrando depois (desculpe o termo… mas é bem por aí! hehehe). Tão importante quanto saber para onde você vai, é saber como você vai chegar lá. Quando estiver montando o seu roteiro (temos um post AQUI dando dicas para pl
anejar sua viagem para o exterior e outro AQUI ensinando como montar um roteiro!), não se esqueça de pesquisar também qual o melhor meio de transporte naquela cidade ou país.

Se a ideia for alugar um carro ou trailer (motorhome), faça diversos orçamentos e considere, além da diária e combustível, também pedágios, estacionamentos, segundo motorista, quilometragem, seguro e fique atento às políticas de cada empresa para não ser pego de surpresa quando a conta chegar.

Se você não quiser se aventurar a dirigir em outro país, pesquise sobre trens, ônibus, balsas e afins. Na Europa, principalmente, a oferta de transporte é alta e é fácil ir de um lugar pro outro (na maioria das vezes, claro). Fiz uma viagem de trem pelo Reino Unido e conto nesse post AQUI como foi a experiência, custos e dicas! Vale a pena ler! AQUI também falei sobre como foi usar o confuso metrô de Londres 😉

Mas não pense que estamos falando somente de deslocamentos entre cidades ou países. Você já pensou como fazer e quanto custa o trajeto entre passeios e atrações? Sabe quanto vai pagar para ir do Central Park à Estátua da Liberdade? Ou da London Eye para Notting Hill? Ou do Magic Kingdom para o Epcot? Pois é, meu bem, tudo isso precisa estar nos cálculos! (Fiz um post sobre usar transporte público em viagens que está bem bacana. Clica AQUI pra ler!)

Nessa etapa, é bacana pesquisar também sobre os ônibus hop on hop off (aqueles turísticos que ficam dando volta na cidade e, por um valor fixo, você sobre e desce onde quiser), tarifas especiais em determinados horários, cartões de metrô/ônibus semanais/mensais onde as passagens ficam mais baratas do que comprando unitário (em NY tem e você compra em qualquer estação de metrô). Enfim. Pesquise todas as opções e coloque na conta!

Como planejar os gastos de uma viagem - alimentação4. [Alimentação]

Calcular o quanto você vai gastar com comida não é da tarefa mais fácil do mundo (eu não acho, pelo menos). É tudo muito relativo, né? Sempre vai ter opções e valores para todos os gostos e bolsos, desde aqueles que comem hot-dog todos os dias até os que fazem reservas em restaurantes badalados (eu sou mais pra primeira opção… Hehehe). Mas o fato é que existe uma média geral de valores em cada lugar, e é isso que importa saber.

Minha recomendação é que você leia em sites e blogs por essa internet a fora o que as pessoas falam sobre a média de preços. Se você tiver alguns nomes de restaurantes em mente, entre nos sites e veja se eles tem os valores no menu. Aí, já dá para calcular, mais ou menos, quanto vai sair aquela refeição. Ah, e não se esqueça de considerar o café da manhã na conta também, viu? Tem países onde essa refeição não está inclusa no valor da diária e você precisa pagar à parte se quiser.

Dependendo do lugar onde você for se hospedar, uma boa ideia pode ser fazer umas comprinhas no mercado, preparar uns lanchinhos e belisques para levar na bolsa e ir comendo durante o dia. Bolachas, sucos de garrafa, água, frios, pão e etc são opções práticas de levar e fáceis de encontrar. Assim, você não fica tão dependente de achar restaurantes pelo caminho (porque nem sempre é fácil), gasta menos e ainda conhece a comida local!

No mais, acho que a sacada é entender qual a média de preços geral mesmo, fazer as contas dos restaurantes onde você quer ir e calcular uma média diária sua, um valor que está dentro do seu orçamento, adequado ao que/quanto você gosta de comer e que seja compatível com a realidade. Sempre arredondando pra cima, para não ter surpresas depois. E não se esqueça das gorjetas!

+ Nesses posts AQUI e AQUI tem várias sugestões de restaurantes em NY!

Como planejar os gastos de uma viagem - passeios5. [Passeios]

Mais uma vez, a palavra de ordem é PESQUISAR. Entre em todos os sites, blogs e portais para entender quais são as atividades e atrações da cidade e quais você quer fazer. Depois, procure pelos sites oficiais dessas atrações e descubra os preços, formas de pagamento, tarifas especiais para idosos, grupos, crianças ou estudantes.

Obs.: muito blogs e outros sites dão essas informações, mas preste atenção na data daquela publicação. Não adianta muito saber qual era o preço do ingresso em 2011…

Dica 1: em muitos lugares, sai mais barato comprar o ingresso online do que na bilheteria.

Dica 2: dependendo da atração, pode haver dias em que o ingresso é mais barato ou mesmo gratuito. Por isso é importante olhar o site oficial e as dicas das pessoas em blogs por aí!

Depois disso feito, você vai saber exatamente quanto vai custar cada passeio, mas é sempre importante colocar uma quantia extra para eventuais imprevistos, como descobrir uma coisa nova pra fazer, por exemplo!

Como planejar os gastos de uma viagem - compras5. [Compras]

Dessa vez, a palavra de ordem é FOCO (e AUTOCONTROLE). É fato que, dependendo do seu destino, vale muito a pena renovar o guarda-roupas e se jogar nos eletrônicos. E aí que mora o perigo. A gente se empolga com os preços baixos e queremos trazer o mundo, mas depois que você volta pra casa, a empolgação passa e a fatura do cartão chega. PÁ!

Pense bem no que você quer comprar e faça uma listinha ANTES de ir (e claro, tente se ater ao que consta nela…). Pesquise as lojas com os melhores preços, calcule quanto você estima gastar com essas compras e separe um orçamento somente para isso. E mantenha o foco. F-O-C-O! Se acabar, acabou (aí que entra o AUTOCONTROLE).

Se comprar não for a prioridade da sua viagem, tente separar apenas os últimos dias para fazer suas compras. Se você se empolgar muito logo que chegar, corre o risco de gastar mais que o previsto e depois ter que economizar em coisas mais legais, como passeios, por exemplo.

___________

Depois de ter tudo isso calculado, dá para ter uma boa noção de quanto você vai gastar para fazer sua viagem! No próximo post, vamos falar sobre como controlar os gastos que você planejou DURANTE a viagem! 🙂

Comentem o que acharam das dicas e contem como planejar os gastos de uma viagem do seu jeito! 😉

A cidade alemã de Ulm e suas atrações imperdíveis!

E o “Por que Alemanha?” continua! Essa semana, a Chris fala sobre a cidadezinha de Ulm, lugar que não pode ficar de fora do seu roteiro em visita ao país. A famosa Catedral, o bairro dos pescadores, o hotel mais torto (ainda funcionando!!) do mundo são algumas das atrações que vai ver por lá. Bora?

Para ver todos os posts da série “Por que Alemanha?”, clica AQUI. Tem muita cidade incrível e super diferente que você não encontra informação por aí, viu? Vale a pena o clique! 😉

Por que Alemanha - Ulm

Alemanha – Ulm 

Possui 170.000 habitantes e está a 478m de altitude.

Ulm é uma cidade universitária situada às margens do Rio Danúbio, na divisa com o estado de Bayern. É uma das oito maiores cidades no sul da Alemanha.

Devido à sua localização no cruzamento de várias rotas comerciais e rotas de peregrinação por terra e água, Ulm se desenvolveu durante a Idade Média como uma cidade imperial livre em um importante centro comercial e cultural no sul da Alemanha. No final da Idade Média comerciantes encontravam-se em Ulm formando uma densa rede de contatos comerciais, que ia desde a Escandinávia até a África do Norte, da Síria para a Irlanda e mais além. Foi também uma das mais importantes rotas de séculos de peregrinação para Santiago de Compostela.

Ulm - Pintura

A cidade é famosa pela sua catedral gótica a Catedral de Ulm, cujo campanário possui 161,53 m e 768 degraus, é considerada a mais alta do mundo, subir a escadaria da torre é uma experiência incrível. Felizmente a sua torre não foi destruída durante a segunda guerra, já que aproximadamente 80% do centro histórico da cidade foi bombardeado em 1944.

A vista da cidade, o Danúbio, enfim, todo o ambiente, é particularmente bonito. Veja quanta coisa legal tem para a gente ver por lá…

Vista da cidade de Ulm

A Catedral

Mesmo sendo chamada de Catedral por seu grande tamanho, ela nunca foi sede de um bispo. Assim como a famosa Catedral de Colônia, a Catedral de Ulm permaneceu incompleta até o século XIX. Sua construção, em estilo gótico, iniciada com o lançamento da pedra fundamental em 1377, foi concluída apenas 513 anos depois, com a colocação final da torre em 1890 e é hoje símbolo da cidade.

Catedral de Ulm

Durante todo este ano ocorrem comemorações dos 125 da catedral, e uma das atrações mais interessantes é a instalação “Solar Equation”. Elaborada pelo artista mexicano Rafael Lozano-Hemmer, e localizada no hall de entrada da catedral. Ali flutua um sol artificial, 200 milhões de vezes menor que a estrela. Através de projeções na bola, vemos simulações dos raios solares, que foram produzidas através de complexas equações matemáticas e representam uma simulação totalmente real. ADOREI!!!!

Ulm - Sol da Catedral

O Ulmer Spatz (o Pardal de Ulm)

Acredite, uma simples história fez do pardal símbolo da cidade, o encontramos por todos os cantos. Até um asteroide (8345) recebeu em 1987 o nome de “UlmerSpatz” – incrível!

Pardal de Ulm (Ulmer Spatz)

A lenda nos conta que enormes vigas de madeira vinham de longe para a construção da catedral, porém, devido ao seu tamanho, não passavam pelo portão da cidade. Já prestes a arrombarem a porta, foi visto um pardal, que carregava uma longa palha em seu bico, para construir seu ninho. Este pardal voou com o ramo através do portão em sentido longitudinal o que repentinamente trouxe a solução para os trabalhadores entrarem com as vigas, pois insistiam entrar com elas no sentido transversal (rsrsrsrs…). E como forma de gratidão eles ergueram um pequeno monumento no telhado da Catedral com a forma do pardal segurando o galho de trigo.

Relógio astronômico na Prefeitura de Ulm

O relógio astronômico localizado no prédio da prefeitura de Ulm é uma obra-prima da relojoaria medieval, construído em 1581, pelas mãos do relojoeiro mais importante da época, Isaac Habrecht. O relógio realmente impressiona pelo seu design externo, com seus mostradores e símbolos do zodíaco. No entanto, ele fascina também pelo seu funcionamento e a variedade de informações que oferece. Pelo menos 15 diferentes dados e eventos astronômicos podem ser lidos – isto se você souber como interpretar a posição do ponteiro e o anel do zodíaco corretamente.

Ulm - Relógio Astronômico

Se você se quiser aprender a arte de interpretar a leitura deste relógio, encontrará para isto aqui um link recente com a versão virtual do Astro-relógio de Ulm, tudo em real-time.

Fischer Viertel (bairro dos pescadores)

Ulm - Bairro dos Pescadores

Bairro dos Pescadores

Em um passeio pelo bairro de pescadores, nos deparamos com construções típicas e muito antigas, porém uma delas é especial e catalogada no Guiness Book, como o hotel mais torto ainda em funcionamento do mundo, o “schiefes Haus”.

Ulm - Schiefes Haus

Ulm sempre é um destino muito interessante quando se quer assistir a Open Airs, grandes artistas internacionais passam por ali todos os anos. Se você estiver por aqui neste ano eu recomendo estes 2 eventos, quem sabe você também consegue programar sua ida e nos encontramos por lá….

– Joan Baez em 12/07

– Andreas Bourani em 10/07 (lembra-se da música tocada qdo Alemanha venceu a copa?)

>> Por que Alemanha ?

– Porque aqui é terra natal de Einstein, o filho mais famoso de Ulm. Você sabia que no dia de seu aniversário, 14 de março, comemora-se também o dia do \pi (pi)?”

 

Roteiro de 5 dias em Miami e Orlando – por Camila Meister

Gente, a Camilinha voltou! \o/ \o/ \o/ Quem lembra da nossa série de posts super especiais onde ela contou suas aventuras, passeios e dicas em 5 dias em Santiago do Chile? Ainda não viu? Clica AQUI então e resolve isso já!

Dessa vez, minha amiga querida/linda/gata vai para mais longe, lá pra bandas da terra do Tio Sam. Ela preparou esse post detalhando como ficou o planejamento da viagem e o roteiro de 5 dias em Miami e Orlando que ela pretende seguir. Quando ela voltar, teremos mais posts (né Cá??? 😉 falando como foi e se as coisas saíram de acordo com o planejado.

Leia mais:

+ Orlando sem carro

+ Dicas para curtir os parques de Orlando

Agora, chega de enrolação e vamos às dicas da Cá!

roteiro de 5 dias em miami - Abertura

O que fazer: Miami e Orlando

Novo destino, data escolhida, então mãos a obra, é ai que começa a minha viagem! Nada melhor do que ter o gostinho de pesquisar, entender… virar a cidade de cabeça para baixo para encontrar tudo que tem para conhecer.

Não podia ser diferente quando ENFIM irei para a Disney World ! Cresci ouvindo, vendo e lendo histórias desse sonho, como grande parte das crianças da minha geração e para ajudar, sou dessas com síndrome de Peter Pan rs, então imaginem a minha expectativa. De quebra, como todo bom brasileiro, passarei antes por Miami. Opa! Mais uma cidade para desbravar \o/.

Ficarei poucos dias em cada local, foi ai que começou a surgir meu primeiro dilema, como adequar meus dias em todos os pontos turísticos, parques e outlets que estava louca para conhecer?! Infelizmente não dá para ter tudo…

Depois de passar hooooooras em frente ao computador pesquisando em blogs, sites, foruns, grupos e afins, consegui listar as paradas obrigatórias das duas cidades (e não são poucas). Confiram:

roteiro de 5 dias em miami

Como podem perceber, não irei fazer metade do que tem em cada uma, por isso foi necessário definir o que eu tinha como prioridade x gastos x localização, para assim ter o meu roteiro de 5 dias em Miami e Orlando aproveitado da melhor forma.

O hotel em Miami escolhido foi o Surfcomber, que fica em SoBe de frente para Ocean Drive e bem próximo a Linconl Road, o que acredito que vá facilitar e MUITO a minha vida para conhecer a região mais “pop” da cidade e adiantar algumas comprinhas também. Segue o que defini para meus dias na cidade das compras:

roteiro de 5 dias em miami - Miami

Para Orlando, minha prioridade era conhecer os parques, por isso nem me preocupei com outlet, compras e em me hospedar no centro da cidade. Meu desejo era conhecer o maior número de parques no curto tempo que ficarei por lá.

A escolha dos parques fica a critério de cada um, pois vai de gosto e de adequar ao cansaço também. Preferi dividir em “um dia mais agitado, para um dia mais calmo”. Além dos parques, tiver sorte, pois no mês que vem irá inaugurar três novas atrações na cidade e já garanti a minha entrada!

    • Orlando Eye: Roda gigante do estilo da “London eye”, com as cabines toda em vidro, ar-condicionado e o passeio dura em média 20 min.
    • Madame Tussauds Orlando: O famoso museu de cera, com imagens das celebridades.
    • SeaLife Aquarium Orlando

roteiro de 5 dias em miami - OrlandoDicas:

  • Há um grupo bem bacana no facebook que dá para tirar várias dúvidas: “Coisas de Orlando
  • No site dos shoppings e outlets é possível encontrar cupons de desconto
  • Alguns restaurantes nos parques é necessário agendamento prévio
  • Confira o horário que abre e fecha de todos os locais que deseja visitar
  • Para ter acesso aos dois parques em um único dia da Universal Studios é preciso comprar o ingresso no formato “Park to Park”, o mesmo vale para quem quer andar no Expresso Hogwarts
  • Evite finais de semana em outlets e no Magic Kingdom, são os dias mais movimentados
  • Restaurantes com comida brasileira: Camila’s; Vittorios
  • Não esquecer do adaptador de tomadas

___________________

High Line Park – Um parque sobre trilhos em NY

Se você está planejando uma viagem a Nova York, não pode deixar de colocar o High Line Park na sua lista de locais a visitar. Devo confessar que não é nem um espetáculo à parte, tipo a vista panorâmica da Big Apple do Top of the Rock (hehehe comparação injusta, eu sei!). Mas achei a ideia super legal e acho que vale conhecer de perto.

** Para ler os demais posts sobre Nova York, clique nos links a seguir:

Onde comer em NY Parte 1 e Parte 2;

7 dicas para visitar os museus da cidade;

Como foi assistir a um jogo de basquete no Madison Square Garden;

Como funciona o Airbnb e como foi se hospedar em um apartamento alugado pelo site

Compras: Century 21 e porque não fui ao Woodbury

Top of the Rock ou Empire State Building?

O High Line Park é um projeto muito inteligente que transformou uma linha de trem suspensa desativada, ali perto do Rio Hudson, no bairro do Chelsea, em um parque. Sabe o Minhocão (a.k.a. Elevado Costa e Silva), em São Paulo? Aquele viaduto monstrengo que vai serpenteando por entre os prédios do centro velho da cidade? Agora imagina que transformassem o Minhocão em um parque? Com banquinhos, acesso a banheiro, árvores e tudo o mais? Foi isso que fizeram no High Line! #genial #adorei #inteligênciapura

High Line Park

High Line Park 2

Honestamente, eu achei brilhante. O bairro do Chelsea e região estava super desvalorizado, meio decadente até, e praticamente não era ponto de passagem de turistas (que movimentam muito dinheiro, nós bem sabemos…). E aquela linha de trem passando por entre os prédios cheia de mato e totalmente inútil, “enfeiava” ainda mais a região. Mas a ideia de transformar uma coisa abandonada em algo útil para as pessoas pessoas, mudou totalmente a cara do lugar!

Hoje, ao passar pelo parque, você vê MUITOS prédios de luxo sendo construído ao redor dele. Vários mesmo. E aqueles que já estavam lá, valorizaram pra caramba! Fora que acabou movimentando o comércio da região né, inclusive o próprio Chelsea Market, que fica ao lado de uma das escadas de acesso ao High Line.

High Line Park 3

E aí fiquei pensando aqui no nosso Brasil, né? Quanto lugar abandonado, perigoso, caindo aos pedaços a gente não tem em todas as nossas cidades. Quanto lugar poderia ser totalmente transformado em algo bonito de se ver e útil pra população. O próprio centro de São Paulo. Ou do Rio. Ou de Salvador. Tanta história, tanta riqueza cultural… E tudo jogado ao Deus dará, completamente largado. E quem sofre com tudo isso? A população, é claro. Que não tem um lugar bacana para passear, que não tem um bairro estruturado para viver e que não se beneficia com o que poderia ser (ainda mais!) arrecadado com o turismo no nosso belo país. Fico muito indignada, juro. Por isso, gostei tanto de conhecer o High Line e ver de perto que um bairro decadente e abandonado pode se transformar em uma linda atração turística e melhorar a vida de que mora no entorno. E de todo mundo. 

Enfim… Desculpa aê pelo desabafo! Hahaha Mas acho que viajar é isso mesmo… É pensar, refletir, avaliar, reavaliar, comparar e tentar buscar o melhor para a gente e onde a gente vive.

Voltando ao tema… Quer uma sugestão de roteiro para explorar a região? Comece o dia pelo Chelsea Market. Lá dentro, te vários restaurantezinhos, padariazinhas, cafezinhos e bistrôzinhos super fofos e apetitosos (mas não muito baratos, tá? Vale avisar…). É um ótimo lugar para tomar um brunch reforçado antes de iniciar a caminhada pelo parque. Nós comemos num restaurante chamado Friedman’s, super gracinha e com uma comida divina. Falei mais sobre ele e nossos pratos nesse post AQUI, onde dei todos as dicas de lugares para comer na cidade. Vale ler!

High Line Park - Chelsea Market 1

High Line Park - Chelsea Market 2

Bom, barriga cheia e o Chelsea Market devidamente explorado, é hora de seguir para o High Line Park. Saindo do mercado, você vai encontrar, ali pertinho, uma escada que dá acesso ao parque, bem o comecinho dele. Aí é só subir e sair andando. Os bancos e cadeiras são deliciosos, e vale super a pena ficar uns minutinhos sentado observando as pessoas e o lugar, principalmente em um dia de verão (eu fui no frio e fiz isso de qualquer forma!). É super diferente mesmo. Não vá esperando uma cópia do Central Park, ok? Tem outra pegada, outra vegetação, outra estrutura. Enfim. É outra coisa!

Seguindo pelo High Line até o final, você sai lá perto da B&H (na 33th com a 9th), loja gigantesca e incrível de eletrônicos e afins (eu e meu namorado compramos nossos MacBook Air lá, e o preço estava mais em conta do que na própria loja da Apple #ficaadica). Dá passar boas horas lá dentro, e se a ideia já era mesmo comprar alguns eletrônicos e apetrechos (capas para celular, cases para notebook, fones de ouvido e um infinidade de coisas), é um bom momento para aproveitar.

Saindo da B&H, se você continuar um pouco mais logo chega na 34th Street, o paraíso das compras de Nova York. É a rua que tem de tudo quanto é loja, das grandes lojas de departamento, como Zara, H&M, Forever 21, Macy’s até outras marcas mais conceituadas. Uma ótima forma de terminar o dia fazendo compras, né?

Gostaram? Alguém já foi e tem alguma recomendação? Deixa nos comments!!

7 dicas para visitar os museus de NY!

Tudo bem. Sei que tem muita gente que não gosta e/ou não tem paciência para conhecer museus. Acontece que tem lugares em que é obrigatório visitar um. Como no caso de Nova York, onde estive em Novembro do ano passado. Nova York tem muito museu, e obviamente, não vai dar para conhecer todos em um única viagem (arrisco a dizer que nem em uma vida inteira!), mas alguns deles são parada obrigatória para quem está turistando pela cidade.

Dos museus mais famosos de Nova York, American Museum of Natural History, Metropolitan Museum of Art (Met), Museum of Modern Art (MoMA) e Guggenheim, não fui apenas no último (que estava na minha lista) e explico porque mais pra frente. Mas, confesso que, para visitá-los, é preciso tempo, paciência, disposição e, acima de tudo, um mínimo de planejamento. Por isso, com base na minha experiência recente e no que eu já ouvi de muito amigos, resolvi reunir aqui 7 dicas para visitar os museus de NY e otimizar seu tempo e seu aproveitamento!

Obs.: para saber a programação, preços e localização dos museus de NY, clique nos link sobre o nome de cada um acima!

Obs 2.: não coloque o Memorial 9/11 como categoria museu para escrever esse post, tá? Tô falando dos museus de NY mais antigos e famosos mesmo. O memorial merece um espaço só para ele, mas com outro foco 🙂 

Vamos lá?

Museus de NY

1. Pesquise antes sobre o que se trata os museus que você gostaria de conhecer

Eu selecionei por “famosidade” mesmo, queria ir nos top of the list, sabe? Entretanto, existem museus e museus. Cada um tem um tipo de arte, de ambiente, de disposição, que pode te agradar mais ou menos. Não é vergonha nenhuma riscar um museu da sua lista porque não faz o seu estilo (mesmo que seja um dos mais famosos), mas precisamos estar sempre abertos a novas experiências quando estamos viajando, e tem certos lugares que tem que ir mesmo, não tem jeito.

Eu tinha planejado ir nos quatro museus de NY que falei acima. Mas, depois de visitar o MoMA, que é um museu de arte moderna, como o nome diz, percebi que, realmente, aquele não é meu estilo de arte. Não sei apreciar, não acho bonito, não acho legal, enfim, não curto. Meu negócio é outro. É mais história, mesmo. Coisa antiga. E isso não me faz nem melhor e nem pior do que ninguém. Nem mais ou menos culta.

Sendo assim, como vi que o Guggenheim seguia mais ou menos a mesma linha e, somado à falta de tempo para conhecer tudo o que tínhamos planejado, resolvemos tirá-lo da nossa lista de to-dos na cidade. Deixa pra uma próxima. Assim, é mais uma razão para voltar 😉

2. Prepare-se (fisica e psicologicamente) para andar

E andar muito. Muito mesmo. E ficar bastante em pé. Vá com isso pronto na sua cabeça. Quem fica com dor nas costas (como eu), está avisado. Todos os museus de NY que eu fui são enormes. Gigantescos. É quase uma mini-cidade. Por mais que você decida conhecer apenas um ou outro setor dentro de cada museu, você vai andar pra caramba (pra não dizer outra coisa!).

Museus de NY - Met

3. Evite visitar dois museus no mesmo dia

O Metropolitan, o Natural History e o Guggenheim ficam próximos uns dos outros, praticamente dentro do Central Park. Ao olhar no mapa, você pode ter a brilhante ideia de conhecer tudo num dia só e “matar” os principais museus de NY de uma vez. Genial, né? Tá, pode até ser que você curta, aguente e aproveite. Mas posso dar uma dica? Não faça isso. hehehe

Como eu já disse, nos museus de NY você anda MUITO. E cansa demais! Tem uma hora que, por mais que você esteja amando o passeio, a energia esgota, e aí você acaba não apreciando as coisas da melhor forma. Sendo assim, acho melhor equilibrar os passeios e colocar cada museu em um dia, principalmente o Metropolitan e o Natural History (que são os mais gigantescos).

4. Faça do mapa do museu o seu melhor amigo

Quando chegar, pegue o mapa do museu. Nele você vai poder entender tudo o que tem para ser visto e onde fica cada coisa (e mesmo assim, vai se perder lá dentro). Vai ser fundamental para não perder tempo rodando que nem uma barata tonta de um lugar pro outro.

5. Selecione os setores que você quer ver

A não ser que você tenha planejado passar o dia TODO dentro de um único museu, priorize somente aquilo que você mais deseja ver. O restante, dê uma breve passada. E pode ter certeza que já vai ser bastante coisa. Se você não fizer isso, seu tempo vai se esgotar, seu pique vai acabar e você não terá visto aquilo que acha mais legal. Por exemplo, no caso do American Museum Of Natural History, uma das alas mais bombadas é a dos dinossauros. E ela fica lá em cima. Então, ao invés de ficar perambulando pelo museu todo e chegar exausto nessa parte, ou pior, não dar tempo de ir, porque não priorizar e ir direto lá assim que chegar?

Quando fui ao Metropolitan, abri o mapa e vi que um dos setores do museu era sobre Egito Antigo (uma área E-N-O-R-M-E, com direito a tumbas, adereços e múmias originais!!). Eu sou louca-possuída-apaixonada por Egito Antigo. Então escolhi essa parte como prioridade, meu namorado escolheu a parte de Oriente (que ele também ama) e juntos escolhemos Grécia e Roma (que nós dois gostamos muito). E assim todo mundo saiu feliz! O museu tem muito mais partes, mas apenas demos uma passada geral nos outros setores quando eles estavam no nosso caminho, assim não saímos do planejado e vimos tudo o que queríamos. Essa lição nós aprendemos depois de visitar o Natural History… hehehe

Não tem jeito, gente. Para todo mortal que sabe que não vai ficar indo à Nova York milhões de vezes na vida, a palavra de ordem é priorizar. E isso vale para TUDO o que você for fazer na cidade. Infelizmente, não dá para ver tudo…

Museus de NY - Natural History

6. Atente-se ao tours guiados e programações especiais

No MoMA, por exemplo, estava tendo uma exposição especial do Matisse, que eu já tinha lido sobre no Blog da Julia Faria. É importante estar de olho nessas coisas para não perder a oportunidade. No balcão da recepção, pergunte por ingressos combinados com esses programas especiais. Quando fui ao museu, estava incluso no preço a visita ao Matisse, mas era preciso escolher um dos horários disponíveis (eles organizam tudo em fila e liberam uma galera por vez a cada x tempo. Fica mais organizado e todo mundo aproveita melhor).

No Metropolitan, me lembro da senhorinha na recepção nos dar um folheto com os vários tours guiados e algumas palestras que rolariam pelo museu. Me atraiu MUITO, mas não tínhamos tempo hábil…. Uma pena! Por isso, informe-se!

7. Fique de olho no preço dos ingressos

Tem horários ou dias da semana que a entrada é gratuita em alguns museus de NY. Também tem esquema de pagar o quanto quiser pelo ingresso, como no caso do Natural History, que tem o preço sugerido de US$25, mas você escolhe quanto quer pagar na bilheteria. Eu paguei esse valor. Vale cada centavo!

___________________

É isso, gente! Espero que isso ajude quem está indo pela primeira vez para a Concret Jungle a aproveitar a visita aos museus de NY e planejar sua viagem da melhor maneira!

Posso fazer um comentário? Eu AMEI de paixão o Metropolitan e o Natural History. Juro. Foi um dos pontos altos da viagem toda. Queria morar dentro dos dois! É tanta coisa linda, incrível, fascinante que, mesmo pra quem não curte museu, tenho certeza que vai se encantar.

Quem tiver mais dicas sobre os museus de NY para compartilhar, só deixar nos comentários!

5 dicas para escolher um bom hotel

Hoje em dia, pesquisar e reservar um quarto de hotel em qualquer lugar do mundo é a coisa mais fácil. Dezenas de sites agrupam milhares e milhares de opções para todos os gostos, bolsos e critérios. Mas justamente pela variedade de oferta, às vezes caímos na armadilha de comprar gato por lebre, sabe? Achar que estamos fazendo um bom negócio e se arrepender no minuto em que pisar na recepção.

Quando o hotel vai fazer sua própria descrição no seu site ou site de terceiros, tudo são flores, né? A localização é sempre a melhor, o café da manhã é delicioso, os quartos são incríveis, a limpeza é extraordinária. Mas, contudo, porém, entretanto, todavia, sabemos que não é beeeem assim…. Por isso, fizemos esse post com as 5 dicas para escolher um bom hotel e tentar evitar decepção e frustração. 

Bora?

5 dicas para escolher um bom hotel

5 dicas ara escolher um bom hotel:

1. Pesquise a opinião de pessoas que já se hospedaram naquele hotel

Eu considero essa é uma das principais dicas para escolher um bom hotel. Faço isso antes de qualquer coisa! Sites como Booking.com, Hoteis.com, TripAdvisor, Mundi, entre outros oferecem um campo onde os usuários podem escrever sua opinião sobre a estadia (de bom e de ruim) e avaliar quesitos como acomodação, preço, limpeza, etc.

5 dicas para escolher um bom hotel

Fique de olho na média de notas, nas pontuações e no que as pessoas criticam e elogiam. O ideal é que você tire uma média e pondere os comentários. Da mesma forma que tem gente que enxerga um mundo cor-de-rosa, tem aquelas pessoas que só criticam e são super negativas. Então, se você vê que TODO mundo elogiou a variedade de comida no café da manhã, mas um único ser humano criticou, desconsidere. Afinal, nem Jesus agradou todo mundo, né? 🙂

Outra coisa, também, é ver se aquilo que estão elogiando ou criticando muito, é relevante para você. Se o ponto alto do hotel é a proximidade do centro de exposições da cidade, mas você não vai a nenhum evento lá, não adianta nada essa “qualidade”, né?

5 dicas para escolher um bom hotel - comentários

 

5 dicas para escolher um bom hotel - comentários opostos

2. Olhe as fotos com atenção

Repare nos detalhes do quarto, banheiro, mesas do café da manhã, roupa de cama. Preste atenção na qualidade dos móveis, espaço do quarto, limpeza do banheiro. E na quantidade de fotos, também.

Se eu entro no site ou página de um hotel e vejo que quase não tem imagens, caio fora. Parto do princípio que, se o negócio é bom, eles vão querer mostrar (afinal, quanto mais informação você der para o consumidor, mais chances dele fechar com você), portanto, se não tem fotos, ou muito poucas, entendo que nem o próprio hotel acha bom mostrar suas dependências! Hahahah

3. Olhe no mapa a localização do hotel

Mesmo que você não entenda uma vírgula sobre mapas. Porque vamos combinar que quando o hotel se descreve como ter “excelente localização” ou “localização privilegiada”, é um tanto quanto vago né? Já me ferrei uma vez por reservar um hotel tão, mas TÃO fora de mão, que a grana que eu tive que gastar com táxi, daria para ter escolhido um hotel bem melhor e mais perto.

Por isso, é fundamental ter real noção de onde fica o hotel que você está pensando em reservar, para não ter surpresas quando chegar. Por exemplo, se você vai para o litoral e gostaria de ficar mais próximo da praia, certifique-se a quantas quadras do mar fica o seu hotel. “Perto da praia” pode ser bem relativo, e só você sabe qual a distância que prefere.

Para saber se você está em uma região bacana ou muito afastada, um dica bacana é olhar a quantidade de hotéis que tem naquela região. Se houverem dezenas deles no entorno, provavelmente você está, de fato, bem localizado. Mas se você ver que só tem aquele hotel por ali, e os demais ficam afastados e aglomerados em outro ponto, pode ser que esteja afastado e meio fora de mão.

5 dicas para escolher um bom hotel - mapa

Aproveite para ver a vizinhança e a fachada do hotel no modo Street View.  O mapa é bom para você ter ideias de distâncias, mas para ver a aparência real da coisa mesmo, só por meio das fotos tiradas pelo carrinho mágico no Sr. Google! É bom para evitar surpresas desagradáveis, né? If you know what I mean…

4. Confira o que o hotel oferece

E estou falando do básico mesmo. Veja, nas descrições do quarto e do hotel, se tem aquilo que você precisa ou faz questão: estacionamento, acesso para deficientes, wi-fi (pago ou gratuito), café da manhã (incluso ou à parte), quarto para fumantes ou não, elevador, ar condicionado, banheiro dentro do quarto (sim! preste atenção à isso quando for para outros países!!).

Ninguém merece chegar no hotel cheio de malas enormes e se dar conta que não tem elevador (isso pode ser comum na Europa e nos EUA). Ou, você contar que vai trabalhar assim que se acomodar e ver que não tem internet disponível. Ou que o café da manhã é à parte (também comum em outros países). Enfim. Detalhes que fazem a diferença.

5 dicas para escolher um bom hotel - cancelamento

5. Verifique as políticas de cancelamento e reembolso

Às vezes, os planos mudam. O voo atrasa. O roteiro se altera. As datas se modificam. A viagem é cancelada. Por isso, por mais que você tenha CERTEZA ABSOLUTA de que vai estar naquele dia, naquela cidade, naquele hotel, é sempre bom contar com a possibilidade de mudanças. No Booking.com, por exemplo, a maior parte das reservas é feita com cancelamento grátis, ou seja, você reserva, paga (ou não) ou parte antecipadamente e pronto. Precisou cancelar? Só cancelar. E se você já tiver pago alguma coisa, o valor é extornado para sua conta.

__________________

Alguém tem mais alguma dica? 🙂

Bora Bora: é lá que eu queria estar agora!

Nessa época de começo de ano, o que a gente mais quer é tirar férias e viajar. Reveillon, férias, verão, (muito) calor, praia, sol, uma coisa leva à outra e tudo o que queremos fazer é nos teletransportar para um lugar paradisíaco cheio de sol, praia e muito calor e levar um vidão de rei durante alguns dias… Fala sério, quem não gostaria???

Bora BoraPensando nisso, o post de hoje foi escolhido à dedo e mostra um lugar que, com certeza, é um sonho de viagem para qualquer ser humano… Tahiti! Já fizemos um post sobre o Tahiti AQUI! E acho que o lugar mais conhecido do Tahiti é a Ilha de Bora Bora. Compreende o Monte Pahia e o Monte Otemanu tendo o segundo 727m de altura. Ah sim, é um vulcão extinto (ufa!).

Além de ser um lugar M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O, o turismo é muito forte e a região vive basicamente dele. Dá para fazer mergulho e alimentar raias e tubarões (eu quero!!!), visitar antigas fortificações da época da Segunda Guerra Mundial, fazer trilhas pelos montes e apreciar a vista lá de cima, enfim, atividade ao ar livre é o que não falta!

Bora Bora Paradise

Por conta da força do turismo, vários hotéis de luxo dominam a ilha. Na próxima encarnação, quando for Paris Hilton, vou passar meu aniversário em algum deles… #aloka

Esse site aqui contém uma lista com vários hotéis de Bora Bora e suas respesctivas informações. Vale super à pena conferir.

É… Agora é só esperar a próxima vida e se jogar em Bora Bora!

Bjos

Sobre as férias do blog e um agradecimento especial

Fim de ano, férias, Natal, Reveillon, começo de ano. A melhor época do ano chegou, minha gente! É tempo de viajar (que a gente adora, claro), descansar, comer bastante, ficar com a família, dormir, fazer absolutamente nada o dia todo. Qualquer uma dessas coisas é maravilhosa, e somente uns diazinho de férias podem nos proporcionar. E como o blog também é gente, quer dizer, quem vos escreve aqui também é gente, é merecido um período offline para colocar as ideias em ordem e buscar novos conteúdos para 2015. Isso significa que, a parti de hoje, o blog entra em férias (todo mundo: “ahhhhhhhhh…”)!  #temosdireitos #queroférias #apesardeamaroblog

Férias

Maaaas, não é por isso que ficaremos sem post durante esse período. Jamais! Prevenida como sou, separei algumas dicas e curiosidades sobre alguns lugares legais com coisas diferentes (ou não) para ver e fazer, e postarei tudo isso nessas férias do blog! Uhu! Então, não, você não vai ficar sem ler nossos posts por vários dias (todo mundo: “aêêêêêê!!!”).

E para finalizar, gostaria de agradecer a todas as pessoas que nos acompanharam aqui e no Facebook durante esse ano. Muito obrigada, de coração, a quem perdeu uns minutinhos do seu dia curtindo nossos posts na Fanpage e lendo nossos textos por aqui. O objetivo é, sempre, é acrescentar, sugerir, mostrar coisas diferentes, compartilhar tudo o que eu acho bacana nesse universo de viagens. Eu amo viajar e adoro ajudar quem me pede dicas ou conselhos. Por isso, resolvi criar esse canal, onde eu posso colocar tudo o que eu curto, na tentativa de trazer novas ideias para outras pessoas. Por isso, ver que vocês acessam, leem, curtem, comentam e compartilham o conteúdo é muito, mas muito, importante. Sem vocês, esse espaço aqui não teria o menor sentido!

Mais uma vez, obrigada pelo seu tempo. Espero poder retribuir da melhor forma possível. Sempre! Esse ano foi fundamental para o crescimento e amadurecimento do blog, tudo graças a você. 🙂

Que todo mundo tenha um Natal abençoado, cheio de amor, alegria, paz e harmonia. E que 2015 venha lindo e cheio de viagens pra gente!

Até ano que vem!!!

Onde comer em Nova York (parte II)

A Big Apple tem milhões de coisas para ver, fazer e, claro, comer. E comer bem. E muito. No post Onde comer em Nova York – Parte I, já falei sobre alguns restaurantes/barraquinhas que adorei e não poderia deixar de compartilhar por aqui. Fomos do café da manhã, passando pelo lanche da tarde, ao jantar. Tudo muito, muito gostoso. Se você ainda não leu, clica aqui!

Mas como eram muitas dicas para um post só, acabei dividindo em duas partes 🙂 Vamos às sugestões, então?

Obs.: a ordem numérica não é ordem de preferência, tá? Fui escrevendo conforme fui lembrando (e ficando com água na boca de novo!).

Onde comer em Nova York

1. Five Guys

Esse não é nenhuma novidade. Todo mundo que eu conheço que já foi pra NY ou outros lugares dos EUA, como Orlando, me recomendou. A promessa é a de que o hambúrguer é o melhor de todos. De que a batata é surreal. E fui salivando esperando uma super experiência hamburguística.

E posso falar? É tudo isso mesmo. A carne vem num ponto perfeito, macia e saborosa, que desmancha na boca. O queijo, então, nem se fala. Delícia de tudo! A batata frita é feita na hora mesmo, não é aquela congelada. Tem até um pouco de casa. E achei diferente porque ela vem num copo, ao invés de uma travessa ou algo parecido.

Comer em Nova York - Five Guys

Tem várias unidades em Manhattan, mas eu fui na que fica na 55h Street. O local é bem simples, meio lanchonete popular mesmo, sabe? E em todas as paredes tem algum prêmio que a rede ganhou como melhor hambúrguer e afins. Não é fraco, não! Hehehe

Os preços são super em conta. O hambúrguer mais barato custa US$6,89; a batata frita pequena sai por US$2,99; um refrigerante grande (refil), custa US$2,79. Dá para come bem sem gastar tanto.

Recomendo para: almoço ou jantar, principalmente se você estiver perambulando pela região do Bryant Park (36 West 48th Street), fazendo compras na B&H (316 West 34th Street), visitando o MoMa (43 W 55th Street) ou saindo de um jogo de basquete no Madison Square Gardn (343 7th Ave.)

Para ver o menu e os demais endereços na cidade, clique AQUI.

2. Red Lobster

Famosíssimo restaurante de lagosta e frutos do mar, o Red Lobster é sempre must go quando se fala em comer bem nos EUA. Confesso que fui pela primeira vez depois de tantas recomendações – e realmente é muito gostoso, mas não sei se iria de novo.

Comer em Nova York - Red Lobster

Os pratos são grandes e variados. Tem opções com lagosta, camarão, peixes, macarrão e afins. Mas o preço é bastante salgado, viu? Especialmente na unidade da Times Square (claro né… um dos pontos mais caros do país!). Pedimos dois pratos e duas bebidas (ambas refil) e a conta deu singelos US$80. É, dá uma pesada no orçamento, mas acho que vale a experiência.

Comer em Nova York - Red Lobster Pratos

Recomendo para: acho mai bacana ir no jantar. Tem mais clima. Mas vá com fome e sem pensar em economias. A unidade da Times Squase (fora dos horários de pico) é uma excelente opção para quando você for ver as luzes da esquina mais famosa do mundo.

Para visitar o site oficial e ver as demais localizações, clique AQUI.

3. Europa Café

Tem várias unidades espalhadas pela cidade. Depois de tanto ver pelas ruas, em uma manhã onde não tínhamos um lugar planejado para tomar café, decidimos entrar pra ver qual era o esquema. Diversos tipos de cafés, croissants, sanduíches, salada de frutas, iogurtes, sobremesas e afins ficam à mostra no balcão. É só pedir e comer. Mas os meus olhos brilharam, mesmo, pela foto da panqueca que eu vi no cartaz. Foi amor à primeira vista e não tive dúvidas no meu pedido (eu AMO panqueca americana com maple syrup. Sou completamente viciada!).

Comer em Nova York - Europa Café

Comi horrores e deu pra segurar até o meio da tarde! Em um outro dia, voltamos lá à noite para comer cheesecake (que também tenho uma paixão absurda) e estava delicioso. Eles também servem almoço e comida árabe. Achei o Europa Café beeeem legal, com diversas opções para qualquer horário do dia. Indico!

Recomendo para: um café da manhã tipicamente americano, tanto para comer no local quanto para levar, ou para aquele momento de fome do rio da tarde enquanto você turista pela cidade. Existem várias unidades, mas eu fui na que fica na Times Square e em uma perto do Empire State, ótima opção de café da manhã para antes/depois de subir no edifício.

Para ver todas as localizações, clique AQUI.

4. Denny’s

Esse também não é nenhuma novidade. Mas é espetacular de maravilhoso! Meu Deus, como eu comi naquele dia… Fomos tomar café da manhã antes de atravessar a Brookling Bridge (tem uma unidade do lado da ponte, de cara no metrô!) e minha próxima refeição foi o jantar às 22h.  Pedi um prato gigantesco acompanhado de um belo chocolate quente e comi tudinho (ok, confesso que deixei um teco de panqueca… e para eu ter deixado PANQUECA, é porque não aguentava mais. Mesmo.).

Comer em Nova York - Denny's Pratos

Mas eles não servem apenas café da manhã. Tem de tudo no Denny’s, também. Almoço, jantar, sobremesa. Qualquer coisa que você quiser, a qualquer horário, tem no lá. E o preço é bom, viu? Cerca de US$10 o prato giga que pedi.

Comer em Nova York - Denny's CardápioRecomendo para: um belíssimo café da manhã, almoço ou jantar em um dia que você quer comer bastante mas sem gastar os tubos. Como o Denny`s fica na região sul da ilha (150 Nassau Street), programe-se para ir lá quando for visitar a Estátua da Liberdade, Memorial 9/11, Wall Street, Charging Bull

Para acessar o site oficial e ver mais endereços, clique AQUI.

5. 5 Napkin Burger

Esse foi um daqueles lugares que a gente acha do nada em um momento de desespero de fome e frio. Jantamos no 5 Napkin Burger no dia da Brooklin Bridge, Estátua da Liberdade e World Trade Center. Foi o dia mais frio que pegamos na viagem. Eu congelei de manhã até à noite, de verdade. Saímos no Memorial 9/11 à noite na maior friaca e fomos procurar algo para comer. Como era Domingo, muito lugar estava fechado, então andamos, e andamos, e andamos por mais de 1 hora até encontrar algo que nos apetecesse (que era hambúrguer, no caso).

Comer em Nova York - 5 Napkin Burger

Demos de cara com o 5 Napkin e estava bem badaladinho para um Domingo à noite. Independente do cardápio ou do preço, eu ficaria ali mesmo, pois já estava sem condições físicas de continuar andando.

E o achado foi uma bela surpresa! Hambúrgueres deliciosos, apetitosos, saborosos. Comi quase chorando de alegria, tomando uma belo de um chá para me esquentar (não, a cerveja da foto não era minha. E sim, eu comi hambúrguer tomando chá quente, mas estava frio demais… hehehe).

O preço eu achei justo. Nenhuma bagatela, mas nada exorbitante em se tratando de comer em Nova York. Cada lanche custou cerca de US$16. Nada mal, né?

Comer em Nova York - 5 Napkin Burger Lanche

Recomendo para: almoço ou jantar. Tem um unidade perto do museu de História Natural, o que pode ser uma boa parada para aquele almoço mais demorado depois de peregrinar pelo museu. Eu fui no da 14h Street, que pode ser uma boa opção se você estiver perto da NYU ou da Union Square. Já se você estiver na região do Rockefeller Center, dá para ir na unidade da 9th Ave.

Para mais informações e localizações, clique AQUI. Pelo site, vi que tem 3 unidades em NYC, uma em Miami e outra em Boston. 

6. Friedman’s

Esse restaurantinho fica dentro do Chelsea Market e é uma graça. Devo confessar que os pratos são um tanto quanto diferentes (no meu, por exemplo, tinha batata, pão torrado, uma mistura com ovos, mais batata, champignon e sei lá mais o que e abacate), mas super deliciosos.

Mesmo o café da manhã acaba sendo uma ultra refeição, o que é muito bom pra quem está passeando e não quer ficar parando o tempo inteiro pra comer em Nova York. Achei o lugar bem legal, super diferente e com uma comida bem boa.

Comer em Nova York - Friedman`s

Recomendo para: café da manhã, almoço ou brunch bem reforçado. É uma ótima pedida para depois caminhar por todo o High Line Park, que fica pertinho do Chelsea Market.

Para visitar o site oficial, clique AQUI.

______________________

Gostaram? Alguém já conhece algum desses lugares ou tem outras indicações de onde comer em Nova York ? Só deixar nos comentários!