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Onde comer em NY (parte I)

Não sou nenhuma expert em gastronomia (tampouco pretendo ser). Adoro sair para comer? É claro! A-M-O uma comidinha gorda e deliciosa? Sem dúvida! Mas confesso que não sou muito antenada em quais são os restaurantes da moda ou o que é super-mega famoso em determinado lugar.

Mas quando a gente vai viajar, ter algumas cartas na manga de onde (e o que) comer pode facilitar muito a nossa vida. Saber que existe um ou outro restaurante que t-o-d-o mundo indica ou um lugarzinho bacana que vende aquele prato típico que você sempre quis provar é de grande ajuda. Por que procurar lugar pra comer em outro país é sempre uma aventura, né? Podemos nos deparar com qualquer coisa! Hahaha.

E é por isso que escrevo esse post. Para dar algumas dicas para quem está de viagem marcada para os NYC e quer aproveitar bons achados gastronômicos. Sem nenhuma pretensão, apenas quero compartilhar o que achei de mais legal e imperdível em termos “alimentícios”. E para não ficar gigantesco, dividi em dois posts. Então… Onde comer em NY? Vamos lá?

Onde comer em NY - Parte I

1. Magnolia Bakery

Tá. Clichê total. Eu sei, eu sei. Não me julguem! Mas a tal da Magnolia é realmente uma delícia. Pensa num ser humano que passou 10 horas dentro de um avião, mais 3 para se descolar do aeroporto até o apartamento e, sem ao menos trocar de roupa ou desfazer as malas, andou nada mais, nada menos do que 50 quarteirões à pé. U-hum.

E depois de toda essa peregrinação, onde chego eu? Na Magnolia! Tendo em mente que a última coisa que eu havia comido foi o café da manhã do avião (dilícia!) lá pelas 4h30 da matina, e que a essa altura já eram 11h, imagina minha euforia ao me deparar com a vitrine lotada de cheesecakes e cupcakes da badalada Magnolia? Eu era a felicidade em pessoa naquele momento.

Pedi logo um cheesecake de strawberry e um chocolate quente e fomos comer num banquinho da praça do Rockefeller Center. Hehehe.

Onde comer em NY - Magnolia Bakery

 

Onde comer em NY - Magnolia Bakery

Recomendo para: um café da manhã rápido ou aquele lanchinho no meio da tarde, quando você está morrendo de fome e procurando por alguma coisa bem gorda 😉 A unidade que eu fui  (clique aqui para ver as localizações) fica bem perto do Rockefeller Center (Avenue of the Americas x 49th St.). Uma boa pegar seu pedido pra viagem e apreciar o movimento da praça, ou enquanto você aguarda seu horário de subir no Top of The Rock! #ficaadica

2. Burger Joint

Imagina um hambúrguer apetitoso. Delicioso. Saboroso. Bem gordo mesmo. Com a carne no ponto ideal. De comer agradecendo aos céus por aquela maravilha. Imaginou? Ótimo. Agora, visualiza um lugar escondido dentro da recepção de um hotel, sem placas ou qualquer tipo de sinalização. Imagina também, um ambiente minúsculo, escuro e com as paredes todas rabiscadas. É assim o Burger Joint.

A hamburgueria fica dentro do hotel Le Parker Meridien e, de fato, não há nenhuma placa indicando absolutamente nada. Você tem que saber que existe uma hamburgueria lá dentro. Não é um lugar que você descobre passando na frente e decide entrar pra ver “qual é”, sabe?

Onde comer em NY - Burguer Joint

 

Onde comer em NY - Burguer Joint 2

Recebemos essa indicação de uma pessoa que já foi várias e várias vezes à NYC, e ela foi enfática: é o melhor hambúrguer que eu já comi na vida. Vocês não vão se arrepender. Tá bom, né! Depois de uma recomendação dessas, não poderíamos deixar de ir!

Lá dentro é realmente bem peculiar. Não se parece em nada com o hotel bacanudo onde o Burger Joint fica inserido. Na porta, tem mini cardápios em várias línguas diferentes. Você pode pegar um, marcar com uma caneta o que vai querer pedir e entregar no caixa. Isso facilita a vida do turista perdido que não consegue se comunicar direito e acelera o processo.

Onde comer em NY - Burguer Joint Cardápio

O “menu” é bem simples. Praticamente, as opções são hambúrguer, cheeseburguer ou duplo cheeseburguer; acompanhamentos e bebidas. É isso. Não tem muito o que escolher nem muita frescura. E posso falar? Às 16h de uma sexta-feira, o negócio estava bombando!

Os preços são bem bons: US$8,27 um cheeseburguer, US$3,90 a bata frita (que vem bastante!!), US$2,30 o refrigerante ou limonada. Para os níveis nova-iorquinos de valores, estava bem barato!

Onde comer em NY - Burguer Joint - hambúrguer

Recomendo para: almoço ou jantar. O Burger Joint fica nos arredores do Rockefeller Center, Top of The Rock, MoMa, St. Patrick’s Cathedral. No dia em que estiver pelas redondezas, programe-se para uma paradinha lá. Você não vai se arrepender MESMO.

 3. Dunkin’ Donuts

Ok. De novo. Sei que não é nenhum achado mágico. Clichê também, será? O fato é que o Dunkin’ Donuts nos proporcionou um café da manhã maravilho. Talvez o fato de que pegamos o pedido pra viagem e comemos sentados num banquinho dentro do Central Park, de frente para aquele lago imenso emoldurado pelos clássicos prédios de NY ao fundo tenha ajudado a causar uma boa impressão. Talvez.

Onde comer em NY - Dunkin Donuts

Existem vários Dunkin’ Donuts espalhados pela cidade. Não é difícil achar um. Nós fomos em um que fica a uma quadra do Central Park, na 730 Columbus Ave. Pedimos nossos lanchinho e voltamos para comer no parque. Que ideia genial. Juro, foi muito bacana comer no meio daquele cenário.

O cardápio tem várias opões de lanches naquelas roscas redondas, hambúrguer, diversos tipos de cafés e donuts (claro). Tudo muito saboroso! Amei!

Recomendo para: café da manhã, almoço rápido, lanche da tarde. A qualquer hora do dia, vale uma parada do Dunkin’ Donuts!

4. Wafles & Dinges (barraquinha dentro do Central Park)

Eu postei a foto do bendito wafle com nutella e morango na fanpage do blog e foi o maior sucesso! E não era pra menos… Um típico wafle americano comprado em um dos mais famosos cartões postais da Big Apple. Como se não bastasse, foi um dos melhores wafles que já comi na minha vida. Sem exageros!

Onde comer em NY - Wafle

wafle com uma cobertura custa US$6. Como eu pedi duas (espertchénha!), custou US$7. E tem muitas opções gostosas… Chocolate, banana, doce de leite, etc… Hum…. 🙂

Onde comer em NY - Wafle

Ai gente… olha isso…

Recomendo para: qualquer hora, momento ou ocasião. Se você encontrar essa barraquinha por aí, pare e coma um wafle.

5. Hot Dog de rua

E na onda das barraquinhas, vamos a um clássico americano: o bom e velho hot dog de rua! As barraquinha estão em toda a parte – e não tem erro, elas são padronizadas, iguaizinhas. O dog não tem nada de especial e nem muitas opções: trata-se de pão, salsicha e mostra/ketchup se quiser. Pronto. Perfeito, não? Americano é mesmo muito prático!

Onde comer em NY - hot dog

Além dos hot dogs, essas barraquinha também vendem lanches (se você estiver com muita fome, aposte no Philly Cheese Steak, um sanduíche bem recheado com carne e afins), pretzels, churros e bebidas, como água, chás gelados e sucos de garrafinha.

O preço do hot dog varia… Achamos entre US$1 e US$3. Já o Philly Cheese Steak custou US$7. Veja as fotos abaixo com alguns dos valores:

Onde comer em NY - preços barraquinha

Recomendo para: um almoço rápido ou como salvador da pátria para aquele momento do dia que você está morrendo de fome!

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Ufa! Gostaram da seleção? Aguardem porque tem mais!

Te vejo em New York City, baby!

Ai ai… Finalmente esse dia chegou! Estou de malas quase prontas e prestes a embarcar para New York! Yay! Desembarco na cidade amanhã cedinho (dia 31/10, a.k.a. Halloween!) e serão 7 dias super movimentados na badalada concret jungle com tudo a que temos direito: passeios, comidinhas gostosas, compras e muita, mas muita história – e dicas! – pra contar!

Já estou com meu roteiro prontinho e, quando eu voltar, vou dizer o que achei sobre ele, se tenho coisas a incluir ou mudar. Também vou trazer muitas fotos (aqui e na FanPage! Curte a gente lá!), vídeos e o que mais for de interessante para ajudar todo mundo a montar o seu próprio roteiro para NYC. Combinado?

Como eu comentei anteriormente, tendo em vista o alto preços das diárias em hostels e hotéis, aluguei um quarto no apartamento de uma moça muito simpática próximo ao Central Park pelo Airbnb. Conhece? Expliquei direitinho como funciona o Airbnb e como alugar um apartamento em NYC. É só clicar nos links pra ler!

Mas olha, vou te contar que essa viagem deu pano pra manga, viu? Para falar de uma maneira BEM resumida, o fato é que o plano inicial era eu fazer a Rota 66 de moto com o meu pai, de Chicago a Los Angeles. Sim. Meu pai é dessas. E eu também! Hahaha. Mas por diversas razões que eu vou explicar em um outro post, o que era para ser uma viagem de moto cruzando os EUA de cabo a rabo por 20 dias com meu pai, acabou virando uma semana em NYC com meu namorado! #coisasdavida

Essa confusão toda explica porque a frequência de posts aqui e no Facebook deu uma diminuída nos últimos dias. Viagem já é algo que exige tempo e dedicação para planejar, né? Agora, imagina com um monte de coisas mudando há poucos dias do embarque?! Ufa… Nem me fale!

Mas para compensar a ausência, começa, a partir da semana que vem, uma série de posts sobre Santiago do Chile! Uma amiga minha esteve na cidade por 5 dias e vai compartilhar com a gente todas as dicas, passeios e sugestões que ela tem pra dar! Demais, né? Por isso, a programação nos próximos dias vai ser um pouquinho diferente e super especial 😉

new York

See you in NY!

Stonehenge, Salisbury e Old Sarum, na Inglaterra!

Stonehenge é um lugar bastante curioso. Trata-se de um círculo de pedras construído cerca de 5.000 anos atrás, pedras essas que chegam a ter 5 metros de altura e pesar 50 toneladas. Fica numa região próxima à cidade de Salisbury, na Inglaterra, e é um dos locais mais visitados do país. Afinal, não existe no mundo nada parecido com Stonehenge.

E para que serve? Quem construiu? Isso, ninguém sabe ao certo dizer. Estudiosos apontam que, provavelmente, essa construção tenha sido feita para fins astronômicos, religiosos ou até mágicos. Um dos detalhes que torna a atração famosa é o fato de que, no solstício de verão do Hemisfério Norte, o Sol fica exatamente alinhado com a pedra principal e é um espetáculo muito bonito de se ver.

Stonehenge

Eu visitei Stonehenge na minha viagem ao Reino Unido e foi super interessante de conhecer! Por ser perto de Londres, dá para fazer um bate-e-volta tranquilamente. Para quem for de carro, o trajeto leva 2 horas. Se você for de trem (como eu!), precisa descer em Salisbury e pegar um ônibus específico para Stonehenge. Ambos os trajetos são fáceis e super tranquilos. No total, contando trem + ônibus, deve dar cerca de 2h30.

Quando estávamos no trem sentido Salisbury, o mocinho que passa verificando os bilhetes e passes de trem dos usuários nos perguntou se estávamos indo visitar Stonehenge. Ele nos deu um folheto explicativo do lugar, algumas boas informações e já pudemos comprar o ticket do ônibus ali mesmo.

Stonehenge - Mapa

Ao descer na estação de Salisbury, é só perguntar onde fica o tal ônibus. E não tinha como não achar: ele estava bem na saída da estação e era todo pintado e escrito STONEHENGE em letras enormes! Hahaha não tinha como não ver!

O trajeto de ônibus dura pouco mais de 1 hora. No caminho, dá para descer em alguns pontos turísticos e depois pegar o próximo ônibus para Stonehenge que passar. Na ida, resolvemos não parar em lugar nenhum, pois preferimos não arriscar nos perder e acabar demorando muito para chegar no nosso destino.

Stonehenge - Visitando

Stonehenge - Vista de longeQuando se chega em Stonehenge, tem uma lojinha (claaaro), banheiro e áudio-guias que você pode pegar na sua língua. Tudo bem organizado e limpinho, mas cheio de gente, mesmo com o tempo horrível. Estava bastaaaante frio e garoando. Em termos de sensação de congelamento, esse dia se equiparou ao do Lago Ness (que eu contei aqui!). Sendo asism, dependendo da época que você for, leve blusa! E cachecol! E luvas! Hahaha

O círculo de pedras, propriamente dito, é bem cuidado e tem uma cerca de proteção envolta, de onde não é possível passar. Dá para rodear por toda a construção e olhar todos os detalhes. Mas o passeio em si é bem rápido, afinal, é aquilo que tem para ver. 20 ou 30 minutos são suficientes para apreciar a obra e tirar todas as fotos possíveis!

Pegamos o ônibus de volta e decidimos descer no meio do caminho para ver o Old Sarum, que são as ruínas de um antigo castelo. Como todo bom e velho castelo, esse também fica no alto de uma colina, então é preciso subir por umas trilhas até chegar na entrada. Mas o visual de lá de cima compensa: gramados imensos, a perder de vista, e a cidade de Salisbury ao fundo, bem pequena. É LINDO!

Tem uma lojinha de doces artesanais e outras coisinhas do tipo logo na entrada, onde você compra um “ingresso” para visitar as ruínas – que, na verdade, é mais como se fosse uma ajuda de custo, pois custa cerca de 2 libras.

Stonehenge - Old Sarum

Stonehenge - Old Sarum por dentro

Stonehenge - Ruínas de Old Sarum

E posso falar que a-d-o-r-e-i??? Todos os prováveis ambientes do castelo estão demarcados: sala, quartos, capela. Também há placas contando um pouco sobre a história do castelo, dos reis que por ali passaram e como começou a cidade que acabou surgindo em volta, Salisbury. Fiquei até emocionada, sabia? Acho bonito como os ingleses fazem questão de preservar sua História e mostrá-la pro mundo… #sentimentalismos

Acho que vale super a pena para no Old Sarum. É um passeio super diferente e bem curioso!! Saindo de lá, pegamos o ônibus de volta para Salisbury, almoçamos e passeamos na cidade. Não há muito o que ver por lá, mas ela é tão bonitinha que recomendo sair andando sem rumo até cansar. Aí, é só pegar o trem de volta pra Londres e pronto!

Stonehenge - Salisbury stonehenge-salisbury-2 stonehenge-salisbury-3

 

+ Mais sobre o Reino Unido:

– Para mais informações sobre Stonehenge e reserva antecipada de tickets, clique aqui.

– Dicas de roteiro em Londres, clique aqui.

– Castelo de Windsor, clique aqui

Stratford-upon-Avon, Cotswolds, clique aqui.

– Lago Ness, Escócia, clique aqui.

*Fotos: arquivo pessoal

Como funciona o Airbnb

Já comentei no post anterior o que me levou a alugar um quarto em um apartamento em Nova York: o preço! Agora, vou explicar melhor como funciona o Airbnb, caso você decida testar essa opção – que é muito criativa!

Como funciona o AirbnbO que é o Airbnb?

É um site onde pessoas do mundo inteiro se cadastram oferecendo um quarto ou mesmo a casa toda para alugar

Como funciona o Airbnb?

Funciona de forma muito semelhante a esses gigantes de busca de hotéis, como Booking.com e Hoteis.com. Você seleciona a cidade, o limite do valor que você quer pagar pela diária (se quiser), a data que você estará naquela cidade e pronto. Várias opções, ao lado de um mapa mostrando as localizações de cada uma delas, vai aparecer. Se quiser aperfeiçoar mais ainda sua busca, dá para colocar mais filtros, como quantidade de banheiros na casa, bairro, e até a língua do anfitrião!

Eu coloquei a data da minha viagem, estabeleci um limite de preço e filtrei por Manhatan. Só. Aí, basta entrar em cada uma das opções para ver os detalhes do anfitrião, do apartamento, localização, valor total e, o mais importante, a avaliação de outros hóspedes que já ficaram na casa daquela pessoa.

Você pode salvar aquele apartamento na sua wish-list e depois avaliar melhor, junto com outras opções.

Como funciona o Airbnb - Busca

como-funciona-o-airbnb-filtros

No que prestar atenção?

Na descrição do quarto: quantas pessoas acomoda, quantas e qual o tipo de cama (sofá-cama, colchão de ar, cama de verdade, enfim), se tem chave, se tem roupa de cama, armário, etc.

Na descrição do apartamento/casa: geralmente, os anfitriões falam se você tem direito a usar o wi-fi, se a casa tem mais de um quarto que já está sendo alugado (ou seja, mais pessoas dividindo a casa), se a cozinha é devidamente equipada e se você vai poder utilizá-la, se o quarto tem chave, se tem animal de estimação, enfim. Detalhes importantes que podem fazer a diferença na sua experiência.

Na descrição da redondeza: veja se o apartamento tem acesso fácil ao transporte público, mercado, restaurantes, enfim, se tem aquilo que você julga que vai precisar.

No valor: confira se você colocou o número correto de hóspedes e se tem taxa de limpeza. Não que prove alguma coisa de fato, mas a chance de você ficar em um lugar limpo é maior!

Como funciona o Airbnb - Valores

Na recomendação dos outros hóspedes: isso é importantíssimo! Nada mais eficiente para formar uma impressão correta sobre um lugar do que a avaliação de quem já ficou lá. Quem já se hospedou naquela casa/apartamento vai dar um feedback bem mais sincero de como é o anfitrião, limpeza, localização e demais qualidades/defeitos do lugar. Fique atento e leia todos os comentários!

Nos possíveis horários de check-in/check-out: tem anfitrião que coloca um horário limite para chegar ou sair do apartamento, principalmente aqueles que recebem hóspedes com bastante frequência. No meu caso, não seria interessante ter horário para entrar porque meu voo chega muito cedo na cidade, então escolhi aqueles que não estabeleciam nenhum tipo de horário.

Nas fotos: veja todas as fotos que o anfitrião colocou do apartamento/quarto/casa. Com elas dá para fazer uma ideia melhor do que você vai encontrar. Quanto mais, melhor.

No mapa: lá embaixo da página, tem um papa mostrando a localização do lugar que você vai alugar. É importante ver se a localização vai ser útil pra você.

Converse com o anfitrião antes de fechar negócio

Antes de se decidir por aquele quarto/apartamento, fale com o anfitrião. Apresente-se, diga de onde você é, com quem você vai e quantos dias vai ficar na cidade dele. Explique seus horários de chegada e saída, certifique-se de que você vai receber uma chave do apto e faça outras perguntas do seu interesse. Esclareça todas as sua dúvidas antes de fazer o pagamento.

Assim que realmente optar por aquele apartamento e realizar o pagamento, avise o anfitrião que fez a reserva e confirme se está tudo ok. Mas não se esqueça: todos os contatos (e pagamento!) entre hóspede e anfitrião devem ser feitos pela ferramenta do Airbnb! Você não deve entrar em contato ou aceitar qualquer tipo de contato que seja por fora do site. Se alguma coisa der errado, o Airbnb tem como investigar.

Sobre o pagamento

Você pode pagar via cartão de crédito ou Paypal (e não se esqueça do IOF!) diretamente pelo site do Airbnb. E ah, não se esqueça de que o pagamento é feito todo de uma vez, ok?

Como método de segurança, o Airbnb só vai repassar o dinheiro ao anfitrião 24 horas de pois que o hóspede realiza o check-in.

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É muito simples a forma como funciona o Airbnb e o site é bastante intuitivo de usar. Acho que vale a experiência que, como eu disse no post anterior, tende a ser muito interessante – e mais barata!

Airbnb – Alugando um apartamento em NYC!

Inventei de última hora uma viagem de uma semana para Nova York no final de Outubro (yay!!) e tive que sair à caça de um lugar para me hospedar o quanto antes. Depois de muito pesquisar, acabei descartando definitivamente o termo “hotel” das minhas opções. Gente, vocês já viram quanto custa a diária em um hotel bem mais ou menos em NYC? O preço da hospedagem chega a ser quase um assalto! Fiquei em choque!

Airbnb

Bom, depois de passado o susto, percebi que minha única alternativa seria um hostel. Acho a ideia bem bacana e tals, mas não sou a maior fã desse tipo de acomodação, devo confessar… MAS, a essa altura do campeonato, o importante era ter um lugar apenas razoável pra dormir e tomar banho, mesmo porque a ideia é passar o dia todo fora, né?

Mas acredita que achei o preço dos hostel também muito altos? E olha que não estava sendo nem um pouco exigente, viu? Minha única restrição era ficar em Manhatan. Só. Podia ser em qualquer lugar da ilha, qualquer condição. E olha, que dificuldade achar um lugar por um preço justo! Aceitável, pelo menos, sabe?

Vi opções caríssimas, com valores equiparados ao preço de um bom hotel em outros lugares do mundo, e isso para ter que usar banheiro compartilhado! Nada contra, mas poxa, pagar uma fortuna pra ter que pegar fila pra tomar banho é f@%#! No fim das contas, acabei reservando um hostel meio longe e com uma avaliação considerada média pelos usuários do Booking.com, que foi a melhor das opções que encontrei. Escolhi um quarto que tinha a possibilidade de cancelamento grátis, caso eu encontrasse alguma coisa melhor… Apesar de já estar bem desiludida! Hahaha Cada dia que entrava no site para olhar, as opções mais “baratas”, ou melhor, menos caras, sumiam e só iam sobrando as “facadas no bolso”.

Eis que me veio uma luz divina e me lembrei do Airbnb, uma plataforma de aluguel de quartos e apartamentos com gente cadastrada no mundo inteiro. Tem muita gente que mora sozinho ou apenas em duas pessoas em um apartamento de dois ou três quartos, por exemplo. E esses cômodos que sobram ficam sem ter muita utilidade, certo? E o que fazer com eles, então? Aluga para algum viajante que quer passar uns dias na sua cidade!

Airbnb - NYC

O bacana desse esquema do Airbnb é que o hóspede acaba vivendo a cidade de uma forma muito mais intensa. Você realmente mora durante aqueles dias na casa de um local mesmo, convive com ele, conhece seus hábitos, comidas, a decoração da casa. É como se você fizesse parte da cidade por alguns dias, vivendo o dia a dia. Se tornasse um “cidadão temporário”. É uma experiência muito mais rica e pessoal do que ficar em um hotel. Já a vantagem para o dono do apartamento (além de ganhar uma grana) é a possibilidade de conhecer gente de todos os lugares do mundo (ainda mais em uma cidade como NYC) e ter contato com diversas culturas, línguas e hábitos. E tudo isso, dentro da própria casa. Não é o máximo??

Eu já conhecia o conceito e até tinha dado uma espiada no Airbnb anteriormente, mas acabei não dando muita importância na ocasião. Mas quando comecei a pesquisar por apartamentos em NYC, não é que eu achei opções interessantíssimas?

No Airbnb, você pode reservar um apartamento inteiro ou apenas um quarto em um apartamento na cidade que você deseja. Acabei alugando um dos quartos de um apartamento de 3 dormitórios a três quadras do Central Park e da 5ª Avenida, no quarteirão de uma estação de metrô. A dona do apartamento é uma japonesa muito simpática, que já aluga o terceiro quarto para outras pessoas, então terá mais gente na casa, além dela. O custo benefício é muito melhor do que o aquele hostel que eu havia reservado pelo Booking.com (o qual eu cancelei a reserva, depois de fechar o negócio no Airbnb).

Combinei com a dona do apartamento todos os detalhes de horários e outras particularidades antes de fechar o negócio (que é muito importante eu eu explico no próximo post: Como usar o Aribnb). Depois de tudo esclarecido e acordado, foi só efetuar o pagamento e pronto! Já tenho onde ficar em NYC por um preço totalmente digno!

Eu acabei pagando um pouquinho nesse quarto pelo Airbnb do que me custaria ficar as 6 noites naquele hostel, mas tinham apartamentos ainda mais baratos – só que mais longes também. Como eu já estava com aquele valor na cabeça, qualquer coisa que fosse mais barata e/ou num lugar melhor localizado seria um bom negócio para mim. Sendo assim, preferi pagar algo próximo do que eu já ia pagar para ficar no hostel, mas ficar em um lugar de mais fácil acesso e ter mais privacidade (sim, pois apesar de ser a casa de uma pessoa que eu não conheço, vou ter um quarto só para mim e ter que dividir o banheiro somente com as pessoas que já moram lá ;)).

Conclusão: achei o Airbnb muito fácil, prático, seguro e intuitivo de usar. Em relação ao valor, é infinitamente mais em conta do que ficar em um hotel ou até em um hostel em uma cidade como NYC, que tem preços super inflacionados. Pode ser que eu não goste do lugar, ou da dona da casa, mas até aí, é um risco que se corre, né? Tô super ansiosa e acho que vai ser uma experiência muito legal!

Nesse post aqui, eu explico direitinho como funciona para fazer uma busca e reservar um quarto pelo Airbnb. Dá uma olhada lá!

Bjos!!

Cruzeiro Marítimo – O que levar na mala?

Viajar de navio é uma delícia! E isso todo mundo sabe, certo? Mas o que gera muitas dúvidas é sobre o que levar na mala para seu cruzeiro marítimo. A gente já falou por aqui sobre as 20 dicas práticas para sua viagem de navio (não leu ainda? Clica no link e resolve isso!). São dicas muito úteis e bem legais que todo marinheiro de primeira viagem deveria ler antes de embarcar.

Mas para não errar nas quantidades e levar o que de fato você vai precisar, separamos esse guia prático sobre O QUE LEVAR NA MALA NO SEU CRUZEIRO MARÍTIMO.

Cruzeiro Marítimo

Antes de falar sobre o que colocar dentro da mala, queria atentar ao TAMANHO da dita cuja. Não, você não vai precisar ficar andando com sua bagagem pelo corredores do navio, como eu já falei no post anterior. Você despacha sua mala assim que chega no porto (antes do check-in, inclusive) e depois só vai vê-la de novo na porta do seu quarto.

Mas, por mais que os cruzeiros sejam imensos e tals, ainda assim, é um navio, certo? Os espaços são compactos na medida. Sendo assim, não leve várias malas enormes porque vai faltar espaço para colocá-las dentro do quarto. 

Dito isso, agora vamos às dicas!

Cruzeiro Marítimo - NavioDe dia…

Se você estiver indo viajar no verão e, principalmente, com destino ao Nordeste, shorts, saídas de praia, biquíni/sunga, blusinhas finas, camisetas, chinelos e todo o combo que a gente costuma levar para um lugar de praia devem constar na sua mala.

Uma bolsa de praia também é uma ótima pedida, já que você vai passar boa parte do seus dias na área da piscina e vai poder curtir uma praia quando o navio parar. É bom ter onde guardar o protetor e os demais apetrechos.

Cruzeiro Marítimo - Piscina

E gente, atenção: não é permitido entrar somente com roupa de banho nos restaurantes do navio, ok? Nem mesmo durante o dia. Leve com você uma saída de praia e uma camiseta e coloque para evitar constrangimentos 😉

Dica de ouro: mulheres, evitem saias curtas e muito esvoaçantes no primeiro dia. Você vai ter que subir escadas, vai querer dar uma volta pra conhecer o navio e etc e vai pegar MUITO vento pelo caminho 😉

De noite…

Roupa de frio

Por mais que esteja um calorão do lado de fora, o navio é MUITO gelado por dentro, principalmente no teatro e nos restaurantes, que é onde você passa a maior parte da noite. Ar-condicionado bombando! Sendo assim, leve blusas leves, saias longas, lenços, leggins e até uma calça comprida. Você não vai se arrepender!

O Traje de Gala

Leve dois trajes de gala, pois em uma das noite acontece o “jantar do comandante”, que nada mais é do que uma apresentação do comandante e de toda a tripulação do navio, no teatro.

É a noite que as pessoas mais se produzem. Tem gente que vai super-hiper-mega arrumado, com vestido longo, smoking e até marca hora no salão do navio! Mas não precisa de tanto, é claro! Para as mulheres, um vestido mais arrumadinho e uma sandália descente já estão de bom tamanho; para os homens, pode ser uma camisa + calça social (ou até calça jeans, se preferir). Então, leve opções mais elegantes, mas sem exageros, ok?

A outra noite de gala é por razão nenhuma (hahaha), então, se não quiser se arrumar todo, não precisa. Geralmente, eu acabo repetindo o vestido que usei na noite de gala ou levo um outro mais simples para essa noite. Mas nada de mais. #fina #elegante #sqn  

Ocasiões especiais

Se fosse estiver indo fazer um cruzeiro marítimo de Natal ou Ano-Novo, separe uma roupa para usar nessa ocasião. Não existe um dress code muito específico. Cada um se arruma de acordo com suas tradições.

Só atente para roupas muito esvoaçantes, pois as festas de Natal e Reveillon são realizadas na área da piscina, lá em cima, na parte aberta. E o navio segue navegando a noite toda (a não ser que você vá ver os fogos em Copacabana ou algo parecido, aí ele pára), então venta muito e fica bem frio. Você não vai conseguir aproveitar se estiver preocupada em segurar a saia para não pagar calcinha no meio do povo, nem se estiver tremendo de frio. #ficacadica

Cruzeiro Marítimo - Reveillon

Fantasias!

Sempre rola uma festinha à fantasia na balada do navio, para quem quiser. Não é obrigatório, mas para os que curtem, é bom ter a opção. Mas se você for no Carnaval, levar fantasia é tão básico quanto escova de dentes! E sempre tem a noite do contrário, onde homens se vestem de mulher e vice-versa. Pense em levar roupas específicas pra essa ocasião também! Tende a ser hiper divertido!

Cuidado com o salto alto!

Se você não estiver acostumada a usar saltos muitos altos, não invente de querer aprender no navio, né? Sim, o navio é gigante. Não, ele quase não balança. QUASE. Dependendo da situação climática do lado de fora, o navio pode balançar sim, mas causa uma sensação mais parecida com tontura, na verdade, e você pode dar uma leve cambaleada de vez em quando.

Além disso, toda a parte interna do navio é de carpete, que pode não ser muito legal para saltos extremamente finos e altos. Mas tem muita gente que usa sem problemas, é mais uma dica para ficar atenta caso esse não seja muito o seu hábito!

Cruzeiroo Marítimo - Quando descer nas cidades

Conforto em 1º lugar!

#Peloamor, use roupas e calçados CONFORTÁVEIS. Não dá para ficar zanzando de salto alto, né? Tênis, chinelos, rasteiras, papetes e sapatilhas são a melhor pedida. Mulherada, deixe para desfilar em cima daquela anabela deslumbrante que você comprou para outra ocasião, tá? Areia, chão de paralelepípedo, eventuais buracos nas calçadas, degraus. Tudo isso vai pode aparecer pelo caminho, então é melhor estar adequadamente preparado!

Cruzeiro Marítimo - BúziosProteção

E não esqueça de levar chapéu ou boné e protetor solar, hein? Principalmente no Nordeste, o sol é MUITO forte e intenso, e ninguém quer estragar a viagem pegando uma insolação…

Cruzeiro Marítimo - ChapéuAquela jaquetinha básica

Se você for para o sul, como Montevidéu ou Buenos aires, por exemplo, considere que pode haver uma virada de tempo aí. No último cruzeiro marítimo que fiz com minha família durante a semana do Natal, o tempo resolveu mudar quando estávamos navegando para Buenos Aires. Caiu a maior tempestade durante a noite e o dia amanheceu friozinho e ainda chovendo… O jeito foi colocar uma calça jeans, uma sapatilha e uma blusinha para passear pela cidade. Depois acabou melhorando, mas é sempre bom estar prevenido.

Cruzeiro Marítimo - Buenos AiresNão esqueça do cartão!

Sempre que o navio parar, todos os passageiros que forem descer precisam apresentar o seu cartão-chave. Todo mundo recebe um no momento do check-in. Nele, constam seu nome, o número do seu quarto, seu turno, seu restaurante e sua mesa do jantar. Ele também é a chave que abre a porta do seu quarto. Além disso, é no cartão-chave que você vai comprar tudo o que quiser, desde a água no bar até aquela garrafa de Wisky da loja de conveniência.

Deu para perceber o quanto ele e importante, né? É como se fosse seu documento de identidade + cartão de crédito dentro do navio. Por isso, lembre-se de pegar os cartões de todo mundo que vai descer na cidade e, mais importante, tome muito, mas MUITO cuidado para não perdê-lo ou roubarem durante o seu passeio, já que sem ele, você não entra no navio de novo.

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É isso! Se alguém tiver mais alguma dúvida ou sugestão, é só deixar nos comentários!

Bjos!!

*Fotos: arquivo pessoal

11 dicas para enfrentar o aeroporto

Viajar é sempre uma delícia: escolher o destino, fazer as malas, conhecer lugares diferentes, tirar mil fotos incríveis (e postar todas elas no Instagram!). Mas se tem uma coisa chata no meio disso tudo é o trâmite embarque-desembarque: Fazer check-in, passar pela imigração, pegar as malas, mostrar passaporte, passar horas espremido em uma cadeira nada confortável de uma avião, esperar mais horas ainda para fazer uma conexão.

Além de chato e cansativo, o momento do aeroporto pode te trazer uma bela dor de cabeça se você não tomar alguns cuidados. Pensando nisso, separamos aqui 11 dicas para enfrentar o aeroporto numa boa e ter uma viagem tranquila do começo ao fim.

Vamos à elas!

– Faça o check-in assim que chegar ao aeroporto, antes de mais nada

Deixe para ir ao banheiro, tomar um café, olhar revistas para depois. O principal é garantir o seu assento no avião e despachar sua bagagem para não ter mais que se preocupar com ela. Ficar andando pelo aeroporto cheio de malas chama atenção de pessoas “má intencionadas”, por assim dizer.

Dicas para enfrentar o aeroporto - Bagagem de Mão

– Use um calçado fácil de tirar e colocar

Você nunca sabe quando vão pedir para você tirar o sapato para passar no raio-x. Calçados complicados demais vão te fazer perder muito tempo e você pode se atrapalhar.

– Tenha seu passaporte, passagens e cartões de embarque sempre à mão

O que não significa que você tenha que andar segurando eles, muito pelo contrário. Essas coisas são as mais importantes enquanto você está dentro de um aeroporto. Se perder qualquer uma delas, vai ter uma grande dor de cabeça. Por isso, elas devem ficar seguras mas fáceis de alcançar, já que você precisará mostrá-las o tempo todo.

– Não use bolsas ou mochilas difíceis de abrir/fechar

Pelo motivo descrito no item anterior, você precisará pegar seu passaporte e cartão de embarque várias vezes a partir do momento que você chega no aeroporto até desembarcar no próximo. Além disso, você pode ser solicitado a abrir a bolsa ou ter que tirar tablet/celular para passar no raio-x. Pense em ser o mais prático possível nessas horas!

– Preste atenção na sua bagagem de mão

Fique de olho quando estiver na sala de embarque ou for no banheiro. NUNCA deixe sua bagagem de mão sozinha ou peça para alguém tomar conta. Não tem essa de “vou ali e já volto”. Numa dessas, alguém pode colocar algo suspeito nas suas coisas e te causar um belo de um problema.

Também tente levar coisas na sua bagagem de mão que você não precisará ficar pegando durante seu voo. Abrir e fechar a mala, tirar e colocar do maleiro são coisas que podem chamar a atenção dos outros ou fazer com que você perca algum objeto.

Dicas para enfrentar o aeroporto - Etiquetas

– Identifique sua mala

Na hora de retirar sua mala da esteira rolante, é muito mais fácil e rápido se ela tiver alguma identificação. Uma fita colorida, uma etiqueta diferente ou até uma mala com cor mais chamativa. Dessa forma, evita-se confusão com a bagagem de outras pessoas também.

Ter algum tipo de identificação como nome, telefone e endereço ajuda muito caso sua mala extravie. Vale uma etiqueta colada, um crachá pendurado, qualquer coisa.

– Não aceite ajuda de estranhos

Hahaha essa dica parece àquelas que damos às crianças, né? Mas é bem isso. Tem gente se oferece para levar suas malas ou tomar conta enquanto você compra um cafezinho. Até aí, super inocente. O problema é que esse é um golpe muito utilizado onde essa “pessoa bacana e prestativa” coloca droga na sua mala, por exemplo. Por isso, fique sempre atento e não deixe ninguém mexer nas suas coisas.

– Leve sempre uma blusa extra com você

Por mais que você esteja indo para o deserto do Saara, não pense em viajar como se já estivesse no clima. Os aviões são super gelados e você vai se arrepender se não levar uma boa blusa com você.

– Em voos longos, levante a cada duas ou três horas

Dê uma volta no avião, vá ao banheiro, alongue-se. É muito importante andar de tempos em tempos, principalmente em voos muito longos. Ficar muitas horas seguidas sentado pode trazer dor muscular, dor nas costas, inchaço e até trombose. O mesmo vale para ir ao banheiro, que às vezes dá uma certa preguiça, eu sei, mas horas demais com a bexiga cheia pode causar infecção urinária. E ninguém quer isso quando estamos viajando, né?

Dicas para enfrentar o aeroporto - Necessaire

– Cuidado com líquidos e objetos cortantes na sua bagagem de mão

Ok, todo mundo sabe que não é permitido entrar no avião com nenhum objeto cortante ou mais de 100 ml de qualquer líquido por recipiente. Sendo assim, dificilmente alguém vai levar uma faca ou uma garrafa de Coca-Cola (eu espero). O problema são as coisas pequenas que a gente tem e nem se dá conta: pasta de dente, vidro de esmalte, perfume, base facial, creme facial, alicate de unha, canivete suíço, tesourinha. Dependendo da rigidez do país em relação à isso, você vai ter que deixar essas coisas pra traz.

– Não surte no primeiro free-shop que encontrar

Evite comprar mil coisas no free-shop de ida. Pense que você ainda terá vários dias de viagem pela frente e outros free-shops pelo caminho para poder se esbaldar. Comprar um monte de coisas logo no começo só vai encher ainda mais sua bagagem de mão e pode te trazer algum transtorno para entrar no avião.

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Espero que tenham gostado! São simples dicas para enfrentar o aeroporto  que podem ajudar muito a evitar problemas e desconfortos na sua sua viagem 😉

Bjos!

 

 

Dicas para planejar uma viagem ao exterior

Vai começar a planejar a sua viagem de férias para o exterior? Veja aqui algumas dicas preciosas que vão te ajudar a organizar seu roteiro sem esquecer os detalhes importantes! 

Planejamento Viagem1

É fundamental pesquisar. E muito. Pesquise antes de escolher o(s) país(es) de destino, mas mais ainda depois de já ter definido. Estude sobre cada uma das cidades que deseja visitar. Aprenda sua História mais básica. Entenda quais são os pontos fortes: o que mais atrai as pessoas para lá? Templos antigos? Natureza selvagem? Construções modernas e futurísticas? Praias paradisíacas? Provavelmente, você vai encontrar mais de uma opção, o que é ótimo e vai te ajudar a selecionar os pontos que deve visitar. 😉

Leia relatos de outras pessoas que já foram. Blogs, fóruns, sites de reserva de hotéis. Veja as opiniões sobre as hospedagens, os passeios, o trajeto, os preços, t-u-d-o. Os depoimentos e dicas de quem já conhece vai te dar uma visão muito mais real do que você vai encontrar pela frente e diminui as chances de surpresas desagradáveis. Planejamento Viagem2

Tenha SEMPRE um mapa ao seu lado. Tire um print do Google Maps ou, se preferir, arrume um mapa físico mesmo (nos guias turísticos, geralmente, tem). Conforme for avançando em suas pesquisas, você vai descobrir vários pontos interessantes e cidades imperdíveis e é importante entender a localização das coisas. Marque todos os lugares pelos quais você se interessou. Todos eles.

Depois de selecionar tudo o que quer conhecer, olhe para o seu mapa e veja se você não desenhou um Frankenstein. Lugares muito distantes uns dos outros acabam fazendo você perder muito tempo se deslocando. Mesmo em um país pequeno, como a Inglaterra, ficar indo e voltando, subindo e descendo, para um lado e para o outro dá trabalho, gasta-se dinheiro e perde-se tempo. Tente organizar suas cidades-destino de modo que fique um trajeto fluido e com trechos curtos. E isso nos leva ao próximo item!Planejamento Viagem3Essa é uma parte essencial: como e quanto tempo leva para ir de um ponto ao outro, seja dentro de uma mesma cidade, país ou continente. Conforme for pesquisando e descobrindo lugares e cidades que gostaria de conhecer, procure saber quais as possibilidades que você vai ter para ir de um lugar para o outro. Se existe metrô, trens nacionais, ônibus, balsas ou qualquer outro tipo de transporte público.

Cheque os horários de funcionamento das estações, principalmente em regiões menores. Verifique se existe algum tipo de passe de trem que te permita rodar por uma determinada área, por exemplo. Precisa reservar algo com antecedência? Se estiver de carro, informe-se sobre estacionamentos, vagas em hotéis, alguma regra específica local. Também calcule o quanto terá que dirigir de um ponto ao outro e as condições das estradas. Na Europa, alguma delas possuem um tipo de pedágio que você só passa se tiver um cartão específico e não tem nenhum funcionário para te atender. Isso é importante saber para tomar suas providências ou evitar o caminho.Planejamento Viagem4Não se esqueça que os horários de check-in e check-out dos hotéis nem sempre se adequam às nossas necessidades. Geralmente, o check-in começa entre meio-dia e 14h, enquanto o check-out vai até meio-dia. E por que isso é importante? Porque de nada adianta você se planejar para madrugar e chegar o mais cedo possível no seu próximo destino se não puder se instalar no hotel. A não ser que não se importe em ficar passeando com as malas no carro…

É um quebra-cabeça, muitas vezes, trabalhoso. Você tem que encaixar o número de dias para ficar na cidade + o tempo de deslocamento até ela + os horários do hotel. Mas algo que ajuda MUITO é perguntar no hotel se você pode deixar suas bagagens na recepção após o check-out e ir buscar depois (isso pode ser cobrado pelo hotel, ou não, mas se for, é uma quantia muito baixa). Tome seu café, faça o check-out e guarde suas malas na recepção. No final do dia, antes de seguir viagem para a próxima cidade, é só passar no hotel e pegar suas coisas. Essa é uma excelente maneira de resolver o problema para quem viaja sem carro, como foi meu caso no Reino Unido ano passado.

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Parecem dicas bobas e bastante óbvias, né? Mas quando estamos organizando uma viagem, são TANTAS coisas que temos que providenciar e estamos tão animados que esses detalhes podem passar batido – e causar dor de cabeça na hora do “vamo vê”!

Espero que tenham gostado!

Bjos 🙂

Viagem de férias: ir para um só país ou vários diferentes?

Rolou uma oportunidade de tirar 20 ou 30 dias de férias e já estamos de malas prontas para viajar, né? Mas aí pode rolar uma dúvida: é melhor passar esse tempo todo em apenas um país ou aproveitar para conhecer o maior número de países possíveis? Ambos tem a suas vantagens e desvantagens, e é isso que vamos ver nesse post para ajudar você a decidir seu próximo destinos (ou destinos!). Vamos ver?

Viagem de Férias - mapa.jpgUm só país

Recomendo ficar todo o período que você tem para viajar em apenas um país se você é daqueles que gosta de fugir dos lugares comuns feitos para “turista ver” e quer conhecer bem a cultura, os hábitos e dia-a-dia das pessoas. Mas atenção: ficar em apenas um país não que dizer fazer uma viagem mais tranquila. Muito pelo contrário! O grande barato dessa opção é justamente poder rodar por várias cidades diferentes, da capital e grandes centros urbanos até pequenos vilarejos do interior. 

Viagem de Férias - mapa.jpgÉ aquele tipo de viagem que, depois, você pode dizer “eu CONHEÇO tal país”. Porque, convenhamos, passar 3 dias em Roma não quer dizer que você CONHECE a Itália, né? A capital ou a principal cidade não resume um país inteiro. Você tem que rodar. Rodar muito. De ônibus, de trem, de carro, de carona (porque não? rsrs). Não importa, mas ande por tudo. Vá para o litoral, para o interior, para as montanhas, para as grandes cidades. Você pode se surpreender com o que vai encontrar!

Esse estilo também é ideal para aqueles que viajam, ou pretendem viajar, com uma certa frequência (amém! hehe). Se você planeja ter condições de fazer as malas uma vez por ano, ou a cada dois anos, por exemplo, pode se focar em apenas um país por vez. Aos pouquinhos, você vai poder conhecer outros, mas com a certeza de que REALMENTE conheceu mesmo, sabe?

Sem dúvida, ficar “restrito” a apenas um país é mais prático. Você não vai precisar ficar se preocupando em trocar moeda, ir atrás de vistos diferentes, entender outras línguas. Uma vez definido o país de destino e resolvida essas questões mais burocráticas, digamos, pronto!, você não vai ter que se preocupar com mudanças.

 

Vários países de uma vez

Pegar 20 ou 30 dias e rodar a Europa, por exemplo, é uma boa opção se você acha que não vai poder fazer esse tipo de viagem com a frequência com que gostaria. É uma oportunidade única, provavelmente? Aproveite para conhecer o máximo possível! 

Viagem de Férias - bandeiras4

Lembre-se que você vai ter que aprender a ser seletivo e escolher “lugares chave”. Selecione aqueles lugares que você sempre sonhou em conhecer, mas não se feche somente neles. Antes de bater o martelo e comprar as passagens, pesquise as milhares de opções disponíveis. Leia sobre todos os países que puder. Você pode encontrar lugares lindos e que nem imaginava que existiam!

Essa outra dica também vale para quem vai viajar apenas por um único país: leve em conta os deslocamentos antes de definir seus destinos. Você já vai ter que perder algum tempo indo de um lugar para o outro, claro. Mas evite ficar zig-zagueando pra lá e pra cá. Trace uma rota coerente, fazendo os menores trajetos possíveis entre um ponto e outro. Tente escolher uma região do país/continente com várias cidades legais para conhecer e que diminua ao máximo as distâncias a serem percorridas.

Viagem de Férias - TuristaPara quem vai ficar pulando de um país para outro, a opção mais óbvia de transporte parece ser o avião, certo? Mas não necessariamente. Apesar de ser, geralmente, a opção mais rápida, não se esqueça que você precisa se deslocar até o aeroporto (o que, em uma grande cidade, pode levar horas), chegar com antecedência, esperar sua bagagem no aeroporto de destino, passar pela imigração, enfim. Se for colocar na ponta do lápis, você acaba perdendo muitas horas nesse processo todo. Avalie se não há outras opções mais eficientes, como ferries, trens, ônibus ou carro.

E por último, não é porque a regra é conhecer o máximo de lugares possíveis que tem que esculachar, tá? Determine o número de dias que você vai ficar em cada cidade que sejam suficientes para ver TUDO o que tem para ver. Vamos combinar que não tem graça ir à Paris e não visitar o Museu do Louvre porque não deu tempo, né? Portanto, planeje-se! Veja todas as atrações, restaurantes, parques, museus, monumentos, igrejas e etc que são importantes e gostaria de ver e programe-se para não perder nada. Curta o melhor de cada lugar!

 

 

Dicas de Londres 4 – Harrods, Tower of London e Notting Hill

Continuando nossa série de posts sobre uma sugestão de roteiro para conhecer o principais pontos de Londres em 4 dias, vamos ao último, mas não menos importante, dia na cidade.

Como comentei no primeiro post da série (8 dicas para montar seu próprio roteiro para Londres), eu agrupei os pontos que queria ver por região e proximidade do metrô, assim o deslocamento fica mais fácil e perde-se menos tempo andando pra lá e pra cá. Mas, de novo, aconteceu de eu ter que jogar um passeio que era para ter acontecido no dia anterior, para esse dia. E como eu falei nesse post aqui, não tem jeito, em qualquer viagem as coisas sempre saem um pouco do planejamento. Tem que ter jogo de cintura e reprogramar! 😉

Londres dia4 - Harrods

Na verdade, o nosso 4º e último dia em Londres foi só metade. À tarde, já pegamos um trem rumo à Cardiff, no País de Gales. Começamos o dia pela Tower of London, que fica à margem do Tâmisa e ao lado da Tower Bridge. Dali dá para ter uma bela vista da ponte!

Foi esse o passeio que tivemos que encaixar nesse último dia. A ideia era ter ido no dia anterior, já que ficava no caminho de volta do nosso hotel, mas como chegamos na bilheteria cerca de uma hora antes de os portões fecharem, não nos deixaram comprar os ingressos (o passeio dura cerca de 3 horas). Kuén-kuén-kuén… Para evitar esse tipo de “remanejamento indesejado”, acesse esse link aqui e veja os horários de funcionamento da Torre 😉

Tower of London 1 e Harrods

Tower of London 2 e Harrods

Bom, chegamos lá num sábado de manhã e estava bem tranquilo, mas quando saímos, a fila para entrar estava GIGANTESCA. Ou seja, se for aos finais de semana, vá cedo! 

E ah, pegue um mapa lá dentro, porque é realmente bem grande. Além da Torre principal, tem várias construções menores que abrigam museus, prisões antigas e coleções reais. Tem hora que a gente não sabe se já foi ou não em determinado setor!

Saindo de lá, pegamos o metrô e fomos em direção à Harrods – confissão consumista: queria muito conhecer essa loja!  Não via a hora! hehehe. Descemos na estação Knightsbridge e demos praticamente de cara nela. Mulheres, escondam seus cartões de crédito! São vários andares enooooormes repletos de coisas maravilhosas. De maquiagem à decoração. Casacos de luxo à acessórios esportivos. Muita, muita, muita opção mesmo! Dá pra pirar lá dentro e passar horas olhando (só olhando, na maioria dos casos, porque os preços são salgados, viu?).

Harrods 1

Harrods 2

Depois da Harrods, fomos para Notting Hill (alô Julia Roberts!!). A principal rua do bairro é a Portobelo Road, uma espécie de 25 de Março, mas em uma versão muito mais organizada. São centenas de lojinhas e barraquinhas, a maioria antiquários. Mas nada muito muvucado, sabe? Cheio de gente, mas sem aglomeração, caos.

Atenção aos dias em que tem feirinha – me corrijam se eu estiver errada, mas acho que só funciona aos finais de semana. Como era Sábado, deu para pegar a feirinha bombando! Mas se a intenção não for passear nela, vale passar lá em qualquer dia da semana, pois o bairro é muito bonito e agradável.

Notting Hill 1

Notting Hill 2Sugestão de como chegar:

– A Tower of London fica bem atrás da estação Tower Hill (de novo, o nome da estação mais próxima é bem intuitivo). Não tem como errar. Você dá praticamente de cara na bilheteria!

– A Harrods fica perto da estação Knightsbridge. Basta andar uns dois quarteirões e PÁ, chegou!

– Por ser uma rua imensa, a Portobelo Road tem duas estações de metrô próximas, uma em cada extremidade, a Ladbroke Grove e Notting Hill Gate. Nós descemos na segunda e saímos no comecinho da Portobelo. Achei uma boa opção, bem prática.

Londres Mapa4Deu para perceber que esse mapa ficou bem mais “de longe” do que os outros, tudo porque tivemos que encaixar a Tower of London, que fica em uma região nada a ver com as outras duas atrações do dia. Tivemos que andar muito mais de metrô e perder mais tempo. Mas isso aconteceu por que? Porque eu não me atentei ao horário de visitação. hehehe Lição aprendida!

E assim terminou nosso último dia em Londres! Apesar das mudanças de plano, foi uma viagem sensacional! Quem tiver qualquer possibilidade de passar um dia na cidade, vá. Sem pensar. Desça em Westminster e lá você se acha. Se não se achar, pelo menos vai ficar com uma das imagens mais lindas a cidade na memória: o rio Tâmisa com a London Eye de fundo 🙂

Bjos!

 

UPDATE – Veja mais sobre os primeiros dias em Londres clicando nos links abaixo:

Dia 1 (Hyde Park, troca da guarda, London Eye e passeio de barco pelo Tâmisa).

Dia 2 (Museu de Cera Madame Tussauds, Oxford Street e musical).

*Fotos: arquivo pessoal