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11 dicas para enfrentar o aeroporto

Viajar é sempre uma delícia: escolher o destino, fazer as malas, conhecer lugares diferentes, tirar mil fotos incríveis (e postar todas elas no Instagram!). Mas se tem uma coisa chata no meio disso tudo é o trâmite embarque-desembarque: Fazer check-in, passar pela imigração, pegar as malas, mostrar passaporte, passar horas espremido em uma cadeira nada confortável de uma avião, esperar mais horas ainda para fazer uma conexão.

Além de chato e cansativo, o momento do aeroporto pode te trazer uma bela dor de cabeça se você não tomar alguns cuidados. Pensando nisso, separamos aqui 11 dicas para enfrentar o aeroporto numa boa e ter uma viagem tranquila do começo ao fim.

Vamos à elas!

– Faça o check-in assim que chegar ao aeroporto, antes de mais nada

Deixe para ir ao banheiro, tomar um café, olhar revistas para depois. O principal é garantir o seu assento no avião e despachar sua bagagem para não ter mais que se preocupar com ela. Ficar andando pelo aeroporto cheio de malas chama atenção de pessoas “má intencionadas”, por assim dizer.

Dicas para enfrentar o aeroporto - Bagagem de Mão

– Use um calçado fácil de tirar e colocar

Você nunca sabe quando vão pedir para você tirar o sapato para passar no raio-x. Calçados complicados demais vão te fazer perder muito tempo e você pode se atrapalhar.

– Tenha seu passaporte, passagens e cartões de embarque sempre à mão

O que não significa que você tenha que andar segurando eles, muito pelo contrário. Essas coisas são as mais importantes enquanto você está dentro de um aeroporto. Se perder qualquer uma delas, vai ter uma grande dor de cabeça. Por isso, elas devem ficar seguras mas fáceis de alcançar, já que você precisará mostrá-las o tempo todo.

– Não use bolsas ou mochilas difíceis de abrir/fechar

Pelo motivo descrito no item anterior, você precisará pegar seu passaporte e cartão de embarque várias vezes a partir do momento que você chega no aeroporto até desembarcar no próximo. Além disso, você pode ser solicitado a abrir a bolsa ou ter que tirar tablet/celular para passar no raio-x. Pense em ser o mais prático possível nessas horas!

– Preste atenção na sua bagagem de mão

Fique de olho quando estiver na sala de embarque ou for no banheiro. NUNCA deixe sua bagagem de mão sozinha ou peça para alguém tomar conta. Não tem essa de “vou ali e já volto”. Numa dessas, alguém pode colocar algo suspeito nas suas coisas e te causar um belo de um problema.

Também tente levar coisas na sua bagagem de mão que você não precisará ficar pegando durante seu voo. Abrir e fechar a mala, tirar e colocar do maleiro são coisas que podem chamar a atenção dos outros ou fazer com que você perca algum objeto.

Dicas para enfrentar o aeroporto - Etiquetas

– Identifique sua mala

Na hora de retirar sua mala da esteira rolante, é muito mais fácil e rápido se ela tiver alguma identificação. Uma fita colorida, uma etiqueta diferente ou até uma mala com cor mais chamativa. Dessa forma, evita-se confusão com a bagagem de outras pessoas também.

Ter algum tipo de identificação como nome, telefone e endereço ajuda muito caso sua mala extravie. Vale uma etiqueta colada, um crachá pendurado, qualquer coisa.

– Não aceite ajuda de estranhos

Hahaha essa dica parece àquelas que damos às crianças, né? Mas é bem isso. Tem gente se oferece para levar suas malas ou tomar conta enquanto você compra um cafezinho. Até aí, super inocente. O problema é que esse é um golpe muito utilizado onde essa “pessoa bacana e prestativa” coloca droga na sua mala, por exemplo. Por isso, fique sempre atento e não deixe ninguém mexer nas suas coisas.

– Leve sempre uma blusa extra com você

Por mais que você esteja indo para o deserto do Saara, não pense em viajar como se já estivesse no clima. Os aviões são super gelados e você vai se arrepender se não levar uma boa blusa com você.

– Em voos longos, levante a cada duas ou três horas

Dê uma volta no avião, vá ao banheiro, alongue-se. É muito importante andar de tempos em tempos, principalmente em voos muito longos. Ficar muitas horas seguidas sentado pode trazer dor muscular, dor nas costas, inchaço e até trombose. O mesmo vale para ir ao banheiro, que às vezes dá uma certa preguiça, eu sei, mas horas demais com a bexiga cheia pode causar infecção urinária. E ninguém quer isso quando estamos viajando, né?

Dicas para enfrentar o aeroporto - Necessaire

– Cuidado com líquidos e objetos cortantes na sua bagagem de mão

Ok, todo mundo sabe que não é permitido entrar no avião com nenhum objeto cortante ou mais de 100 ml de qualquer líquido por recipiente. Sendo assim, dificilmente alguém vai levar uma faca ou uma garrafa de Coca-Cola (eu espero). O problema são as coisas pequenas que a gente tem e nem se dá conta: pasta de dente, vidro de esmalte, perfume, base facial, creme facial, alicate de unha, canivete suíço, tesourinha. Dependendo da rigidez do país em relação à isso, você vai ter que deixar essas coisas pra traz.

– Não surte no primeiro free-shop que encontrar

Evite comprar mil coisas no free-shop de ida. Pense que você ainda terá vários dias de viagem pela frente e outros free-shops pelo caminho para poder se esbaldar. Comprar um monte de coisas logo no começo só vai encher ainda mais sua bagagem de mão e pode te trazer algum transtorno para entrar no avião.

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Espero que tenham gostado! São simples dicas para enfrentar o aeroporto  que podem ajudar muito a evitar problemas e desconfortos na sua sua viagem 😉

Bjos!

 

 

Orlando sem carro

Será que dá para ficar em Orlando sem carro? É REALMENTE necessário alugar um? Sem dúvida, a cidade não tem nenhum impedimento para se andar de carro: ruas largas e planas, estradas sem fim muito bem sinalizadas, estacionamentos enormes nos parques, enfim. Quem optar por alugar um carro não vai ter dificuldade nenhuma, e eu não tenho absolutamente nada contra isso.

Há aqueles que sempre vão preferir essa opção, já que ter um carro traz mais liberdade, mobilidade e certas facilidades. Outros, porém, preferem evitar se for possível, talvez pela preocupação em estacionar, de causar algum acidente, não saber ou não querer dirigir durante as férias. 

Orlando sem carro - Parques 1O fato é que eu fui para Orlando e me virei muito bem sem carro. Muito bem MESMO. A única coisa que providenciei daqui foi um transfer aeroporto/hotel e hotel/aeroporto que comprei pela CVC (também comprei as passagens e os ingressos dos parques, mas não foi pacote, ok? Fui com minha irmã totalmente à parte de qualquer tipo de excursão), mas daria perfeitamente para ter pego um táxi. De resto, não tinha a menor ideia de como faria para me deslocar por lá, como faria para ir e voltar dos parques, etc.

Mas imaginei que, por ser uma cidade totalmente construída em torno do turismo, não haveria nenhum tipo de dificuldade em arrumar uma maneira de se locomover. E não, realmente não tem nenhuma dificuldade. Nenhuminha. Zero.

Orlando sem carro - Parques 2Me informei na recepção do hotel quais as alternativas que eu tinha para ir aos parques. Para ir ao Sea World, bastava pegar um ônibus (tipo um street car) na própria International Drive – uma das principais avenidas da cidade e onde estão localizados o parque e o hotel que nos hospedamos. Sem erro. Ida e volta bem sossegadas.

Dica de ouro: se não for ficar nos hotéis dentro do complexo da Disney, a International Drive é uma excelente opção. Tem de tudo por lá, desde os restaurantes badalados até parques, lojas, mercados e outlets. Hotéis, então, nem se fala! É muito prático, vale à pena principalmente se você estiver sem carro e for visitar outros parques além dos da Disney.

Orlando sem carro - Parques 4Para ir aos parque da Disney e da Universal, a opção mais confortável seria pegar um transfer. É um ônibus de viagem que vai parando em vários hotéis pegando as pessoas e deixa todo mundo no estacionamento do parque de destino. Os próprios hotéis já tem o contato das empresas que realizam esse serviço. É só falar com eles e agendar com a empresa para o dia seguinte. Você decide para qual parque quer ir e qual horário (dentro das opções que a empresa dá, tipo, 8h, 8h30, 9h, etc). Na hora combinada, é só esperar o ônibus na recepção, mostrar seu voucher e entrar. A volta é livre, você pode pegar o ônibus no horário que preferir. É só ficar atento ao último horário para não ficar pra trás!! 😉

Esse serviço, ida e volta, custa, se não me falha a memória, algo em torno de U$10 a U$20 por pessoa. Para aqueles que não gostam muito de dirigir, o custo x benefício é bem bom.

Dica de ouro 2: dentro do complexo da Disney existem algumas formas de se deslocar entre um parque e outro, como o Monorail, que liga o Magic Kingdom ao Epcot. Usamos essa opção uma vez e é fantástico! A tecnologia do trem e das estações é impressionante, vale muito o passeio!

Orlando sem carro - Parques 3No penúltimo dia na cidade, fomos no Orlando Premium Outlet, que também fica na International Drive, e pegamos o mesmo tipo de ônibus que fomos para o Sea World, mas para o sentido contrário. Descemos quase enfrente à entrada. O único perrengue foi a volta, já que tivemos que andar até o ponto, subir no ônibus e depois andar até o hotel com milhões de sacolas enormes e abarrotadas. Fora o mico de parecermos duas sacoleiras dentro do ônibus com as sacolas espalhadas pelo chão e todo o mundo olhando. Mas tudo bem. A gente fingiu que não era com a gente, mantivemos a dignidade e deu tudo certo. HAHAHA

E foi isso! Sem dúvida ter um porta-malas teria nos ajudado a evitar o mico com as compras, rsrs, mas não foi nada muito dramático também (tá, foi sim, as sacolas estavam MUITO pesadas! hehehe). O fato é que dá para se virar tranquilamente sem carro em Orlando!

Obs.: Não fomos para o Busch Gardens, que fica em Tampa, mas a recepção do hotel nos informou que também existia ônibus para lá no mesmo esquema que para os parques da Disney. Acredito que deva ser igualmente fácil 🙂

Espero ter ajudado!

Dicas para planejar uma viagem ao exterior

Vai começar a planejar a sua viagem de férias para o exterior? Veja aqui algumas dicas preciosas que vão te ajudar a organizar seu roteiro sem esquecer os detalhes importantes! 

Planejamento Viagem1

É fundamental pesquisar. E muito. Pesquise antes de escolher o(s) país(es) de destino, mas mais ainda depois de já ter definido. Estude sobre cada uma das cidades que deseja visitar. Aprenda sua História mais básica. Entenda quais são os pontos fortes: o que mais atrai as pessoas para lá? Templos antigos? Natureza selvagem? Construções modernas e futurísticas? Praias paradisíacas? Provavelmente, você vai encontrar mais de uma opção, o que é ótimo e vai te ajudar a selecionar os pontos que deve visitar. 😉

Leia relatos de outras pessoas que já foram. Blogs, fóruns, sites de reserva de hotéis. Veja as opiniões sobre as hospedagens, os passeios, o trajeto, os preços, t-u-d-o. Os depoimentos e dicas de quem já conhece vai te dar uma visão muito mais real do que você vai encontrar pela frente e diminui as chances de surpresas desagradáveis. Planejamento Viagem2

Tenha SEMPRE um mapa ao seu lado. Tire um print do Google Maps ou, se preferir, arrume um mapa físico mesmo (nos guias turísticos, geralmente, tem). Conforme for avançando em suas pesquisas, você vai descobrir vários pontos interessantes e cidades imperdíveis e é importante entender a localização das coisas. Marque todos os lugares pelos quais você se interessou. Todos eles.

Depois de selecionar tudo o que quer conhecer, olhe para o seu mapa e veja se você não desenhou um Frankenstein. Lugares muito distantes uns dos outros acabam fazendo você perder muito tempo se deslocando. Mesmo em um país pequeno, como a Inglaterra, ficar indo e voltando, subindo e descendo, para um lado e para o outro dá trabalho, gasta-se dinheiro e perde-se tempo. Tente organizar suas cidades-destino de modo que fique um trajeto fluido e com trechos curtos. E isso nos leva ao próximo item!Planejamento Viagem3Essa é uma parte essencial: como e quanto tempo leva para ir de um ponto ao outro, seja dentro de uma mesma cidade, país ou continente. Conforme for pesquisando e descobrindo lugares e cidades que gostaria de conhecer, procure saber quais as possibilidades que você vai ter para ir de um lugar para o outro. Se existe metrô, trens nacionais, ônibus, balsas ou qualquer outro tipo de transporte público.

Cheque os horários de funcionamento das estações, principalmente em regiões menores. Verifique se existe algum tipo de passe de trem que te permita rodar por uma determinada área, por exemplo. Precisa reservar algo com antecedência? Se estiver de carro, informe-se sobre estacionamentos, vagas em hotéis, alguma regra específica local. Também calcule o quanto terá que dirigir de um ponto ao outro e as condições das estradas. Na Europa, alguma delas possuem um tipo de pedágio que você só passa se tiver um cartão específico e não tem nenhum funcionário para te atender. Isso é importante saber para tomar suas providências ou evitar o caminho.Planejamento Viagem4Não se esqueça que os horários de check-in e check-out dos hotéis nem sempre se adequam às nossas necessidades. Geralmente, o check-in começa entre meio-dia e 14h, enquanto o check-out vai até meio-dia. E por que isso é importante? Porque de nada adianta você se planejar para madrugar e chegar o mais cedo possível no seu próximo destino se não puder se instalar no hotel. A não ser que não se importe em ficar passeando com as malas no carro…

É um quebra-cabeça, muitas vezes, trabalhoso. Você tem que encaixar o número de dias para ficar na cidade + o tempo de deslocamento até ela + os horários do hotel. Mas algo que ajuda MUITO é perguntar no hotel se você pode deixar suas bagagens na recepção após o check-out e ir buscar depois (isso pode ser cobrado pelo hotel, ou não, mas se for, é uma quantia muito baixa). Tome seu café, faça o check-out e guarde suas malas na recepção. No final do dia, antes de seguir viagem para a próxima cidade, é só passar no hotel e pegar suas coisas. Essa é uma excelente maneira de resolver o problema para quem viaja sem carro, como foi meu caso no Reino Unido ano passado.

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Parecem dicas bobas e bastante óbvias, né? Mas quando estamos organizando uma viagem, são TANTAS coisas que temos que providenciar e estamos tão animados que esses detalhes podem passar batido – e causar dor de cabeça na hora do “vamo vê”!

Espero que tenham gostado!

Bjos 🙂

Hora marcada na balsa. Você usaria esse recurso?

Quem aí costuma fazer alguma travessia de balsa com certa regularidade sabe o quão irritante e cansativo é ter que enfrentar horas na fila somente para poder ir de um ponto ao outro. Tão perto e tãããão longe… rsrsrs. Basta um fim de semana de sol ou um feriadinho qualquer e,batata!, é fila na certa. E muita, dependendo do caso! Só para exemplificar: No dia 02 de Janeiro do ano passado, a fila da balsa para sair de Ilhabela passava de 10 horas de espera. DEZ HORAS. D-E-Z H-O-R-A-S! Haja paciência, né, minha gente? Acho que eu me jogava no mar e ia nadando! #atéparece

Para amenizar evitar esse tipo de transtorno, existe a opção de reservar sua vaga na balsa. Oi? Como assim, é só chegar e ir entrando? Tipo, “dá licença que eu tô passando!”? Basicamente, sim! Pelo site da Dersa você seleciona a travessia que deseja, registra seu veículo, escolhe o dia e horário e paga. Pronto! É só chegar lá no horário agendado e seguir as placas de Hora Marcada. A próxima balsa que chegar, você entra 🙂 Obviamente, esse tipo de “serviço” é muito mais caro que a regular. No caso de Ilhabela mesmo, enquanto uma travessia normal (ida e volta) custa cerca de R$21, a hora marcada só de IDA em um feriado ou fim de semana passa dos R$70 (!!). Dá para ver a tabela completa com todas as travessias e preços aqui.

Hora Marcada na Balsa

Apesar do precinho salgado, muita gente prefere se garantir e fazer logo sua reserva. Afinal, se você chegar lá e preferir entrar na fila convencional, dá para deixar essa hora marcada como “crédito” e utilizar em outra ocasião (mas somente para o mesmo carro e mesmo trecho, of course!).

Mas tem um outro ponto de vista que faz com que muitos sejam contrários a essa prática: beneficia somente os que tem condições de pagar. É como se fosse uma forma “dentro da lei” de furar fila, onde o dinheiro se sobrepõe ao direito dos demais. Nesse tipo de visão, quem não quer pegar fila, que busque um horário alternativo, e não passe na frente dos outros. Tem suas razões, né?

Acho polêmico e não tenho uma opinião formada… Concordo que privilegia quem consegue sair na frente e “comprar” sua vaga, mas só quem já enfrentou horas e horas de fila sabe a felicidade que é entrar direto na balsa #malandrinha #nãomejulgue

Qual sua opinião?? Você usaria a Hora Marcada na balsa?

Bjos!!

Optando pelo transporte público em viagens

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Cada um tem uma preferência quando de trata de locomoção em diferentes países: transporte público, carro particular, ônibus de excursão, enfim. São muitas as opções quando queremos viajar por um lugar diferente! Mas como escolher a melhor delas?
Confesso que, quando viajamos em família, meu pai prefere alugar um carro por conta da autonomia e liberdade que esse meio proporciona, mas quando viajei sozinha ou com mais uma pessoa, acabei optando por transporte público. Excursão eu não curto muito, então fica fora da minha lista de cogitação… Absolutamente NADA contra, só não é meu perfil 😉 Também não gosto de ter muitas preocupações quando viajo, e para mim, a responsabilidade de ter um carro, principalmente fora do país, pesa na hora de tomar a decisão. Sei lá, coisa minha. Talvez um dia mude de opinião! rsrs
Quando fui para o Canadá aos 15 anos, obviamente não aluguei carro porque era menor de idade (hihihi), mas mesmo assim não valeria muito a pena porque fiquei um mês somente em Toronto – com exceção de um feriado onde viajei para outras cidades – então o ônibus e metrô para mim eram mais do que suficientes!
Em Orlando, com minha irmã, também não alugamos carro. Como estávamos somente em duas pessoas, o valor do ônibus que nos levava até os parques (dentro e fora do complexo da Disney) compensava, e de bônus eu não teria a tal da “preocupação” com o carro. Mesmo porque lá, tudo é minimamente pensado para o turista, então é muito fácil se locomover para qualquer lugar, inclusive para os outlets mais afastados. Perguntamos na recepção do hotel no dia que chegamos como ir aos parques e na hora já nos mostraram várias opções de transfers, era só escolher qual parque iria no dia seguinte. Muito tranquilo! Mas se eu fosse hoje de novo, talvez escolhesse o carro para ter mais conforto, agora que já sei como é prático também por lá!
Em Fortaleza também optei por transfer e foi bem fácil, para minha surpresa! É uma das poucas cidades do Brasil – sinceramente! – que tem um mínimo de infraestrutura para receber turistasperdidos e oferece boas condições de transporte entre as praias, os ônibus que pegamos eram ótimos. Cheguei de madrugada no hotel e o recepcionista conseguiu um transfer para o dia seguinte logo cedo para nos levar ao Beach Park. Tinha folhetinhos com várias opções de empresas que realizam esse serviço no balcão da recepção. Achei bem bacana. Recomendo!
No Reino Unido, confesso que fiquei em dúvida, no início do planejamento da viagem, se seria melhor alugar um carro para passear entre as cidades (jamais em Londres! rsrs) ou ir de trem. Acabei optando pela segunda maneira e deu tudo muito certo… Só acho que, numa próxima, levaria uma mala menor… rsrsrs… Por mais que alguns vagões tenham espaço para bagagem, aquela mala gigante acaba atrapalhando um pouco o entre e sai dos trens e estações… Mas né? Vivendo e aprendendo!
É o que sempre falo… Tudo depende muito do objetivo da viagem e do perfil do viajante. Cada um tem um gosto e uma preferência, mas é preciso se informar sobre os prós e contras de cada opção para tomar a decisão mais acertada – sempre que possível 😉

 

Utilizando os trens da Europa – Reino Unido

Quando defini que iria para o Reino Unido nas minhas férias e que queria passear pelo máximo de lugares possíveis, já comecei a matutar como faria o deslocamento entre as cidades/países: ônibus, trem, avião, carro, jegue… Como mencionei no post anterior, não curto muito excursões e nem alugar carro by myself, então passei a pesquisar sobre as formas coletivas de viajar por lá, e facilmente percebi que o trem era uma excelente opção!

Como nunca tinha viajado nesse esquema, fiquei com um pouco de receio em deixar pra comprar as passagens de trem na hora, no balcão. Sei lá, e se não fosse fácil conseguir vaga ou não tivesse opções de horários? Além disso, vi que, para quem vai fazer mais de duas viagens, acaba ficando caro comprar por trecho. Por exemplo, na época em que estava pesquisando, o trecho Londres/Cardiff custava cerca de $90 libras… outch!

Passe de Trem - Exterior do trem

Passe de Trem - Interior do trem

Acabei descobrindo um site em português chamado Rail Europe onde você encontra várias opções de passagens de trem pela Europa toda, bem como explicações sobre qual forma é a que mais se adequa à sua necessidade. Por exemplo, se você for fazer uma ou duas viagens em dias já determinados, pode comprar o bilhete somente para o trecho que deseja, escolhendo o horário de partida do trem. Mas se o seu caso for como o meu, que fiz cerca de 10 viagens sem dias marcados, você pode escolher passes de trem que cobrem um ou mais países e você pode viajar por x dias.

Eu comprei o BritRail Pass (engloba Inglaterra, País de Gales e Escócia – Irlanda não comprei porque fui de avião até lá e não iria usar o trem internamente), que dava direito a quantas viagens eu quisesse fazer durante 15 dias corridos, começando a partir do meu primeiro deslocamento. PS.: paguei mais barato que minha mãe porque me enquadrava na categoria “Jovem”. \o/

Passe de Trem - RailEuropeFiz a compra pelo site e os passes chegaram bonitinhos em casa uns dias depois, com espaço para preencher alguns dados como nome e número de passaporte. Na viagem, foi extremamente prático usá-lo! Alguma estações são menores e não tem ninguém verificando os bilhetes dos passageiros, então é só esperar o trem na plataforma e entrar. Alguns minutos depois, passa um fiscal sempre muito gentil pedindo para que todos mostrem o bilhete. Quam não tinha, podia comprar na hora em uma maquininha pendurada no pescoço dele #facilidades. Eu apenas mostrava meu passe e ok! Tudo resolvido! E foi assim em todos os trechos 🙂

Achei o serviço do site e a opção ótimos, deu super certo para o que eu precisava. Aprovado!

Metrô de Londres: minha experiência :)

Quando viajamos para lugares diferentes, acho que o  mais bacana é conhecer os hábitos e rotina dos moradores daquele lugar, como fazem para comer, trabalhar, morar, passear, se relacionar ou se locomover. Claro que os pontos mega turísticos fazem super parte e é indispensável constarem no roteiro de qualquer um, mas não tem nada como entrar em contato com o dia-a-dia das pessoas, vivenciar o que elas vivem. Aí sim você pode dizer que realmente conheceu o lugar!!

Como eu acho isso muito importante, não tive dúvidas no quesito “locomoção” na hora de planejar minha viagem para o Reino Unido nas minhas férias desse ano! A não ser por um pequeno trajeto da viagem toda (depois explico qual e porquê!), nem me passou pela cabeça alugar um carro. Vamos se virar no transporte público! #soudopovo

Ônibus Vermelho Londres

A primeira cidade de destino seria Londres (por falar nisso… já viu o post sobre como montar seu próprio roteiro para a cidade? Não? Então, clica aqui e resolve isso logo!), e até aí é muito fácil pensar em deslocamento estando em uma cidade que tem como um de seus cartões postais um ônibus e possui a maior cobertura de linhas de metrô do mundo (que esse ano estava completando 150 anos, by the way). Não tinha muito o que pensar a respeito disso, né?

Devo dizer que não é a coisa mais fácil do mundo se localizar no metrô de Londres, todo maluco e cheio de linhas pra lá e pra cá, mas nada como se perder algumas vezes para se achar! Para falar a verdade, acho que nem quem mora lá sabe de cabeça todas as linhas e estações; são muitas!! Pra ter uma ideia, nosso hotel ficava a três ou quatro quadras da estação Whitchapel, na District Line (linha verde), e só essa linha tinha 5 sentidos diferentes e, pelo que pude contar em uma longa viagem, cerca de 56 estações. Tá bom ou quer mais? srrsrs

Mapa do Metrô de LondresEssa é uma foto que eu tirei do mapa do metrô… Um tanto quanto confuso, eu diria! hahaha Mas dá para perceber que ele tem uma cobertura enorme e você chega em QUALQUER LUGAR. Todos os pontos turísticos tem uma estação logo na frente! Fora que os nomes delas já são bem intuitivos…. Por exemplo, a estação Westminster fica em frente à Abadia de Westminster… A estaçãoTower Hill fica em frente à Tower of London… A Notting Hill Gate fica no famosos bairro de – adivinha? – Notting Hill. A estação Hyde Park Corner fica – já adivinhou? – em uma das entradas do Hyde Park…. E por aí vai! Facinho!!

Muitas das estações de metrô também são interligadas com os trens nacionais, ou seja, de Londres você consegue pegar um trem para qualquer cidade (e estou considerando também País de Gales e Escócia, viu?) com a maior praticidade…. Mas isso eu continuo em um outro post porque esse aqui já ficou longo demais! 😉

Muito amor pelo metrô de Londres <3 <3 <3