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Para visitar a história dos Beatles – Liverpool e NYC

Quem aí é fã de Beatles? \o/ Eu confesso que não sou nenhuma apaixonada pela banda, mas sei cantar grande parte das músicas e reconheço a importância que esses meninos tiveram para toda uma geração (e as seguintes também!). Mas, como uma apaixonada de verdade por viagens e cultura, não perderia a chance de visitar a cidade cidade onde a banda começou e conhecer um pouco mais da história dos Beatles. Afinal, já que eu estava por ali mesmo… 😉

Se você também tem curiosidade de conhecer um pouco mais sobre a trajetória deles, veja as dicas desse post  e planeje sua próxima viagem! 🙂

Quando fui para o Reino Unido em 2013 e decidi que faria um tour de trem pelas cidades mais interessantes, não tive como deixar Liverpool de fora. Primeiro, porque é a terra do Beatles, o que já traz algum tipo de curiosidade. Segundo, porque ficava no meio do caminho entre as Cotswolds e York, minha próxima cidade de parada. Então, pensei, por que não?

Confesso que a cidade de Liverpool, em si, não me chamou taaaanta atenção. De todas as 12 que eu visitei nessa viagem, seria a última na minha lista de preferências. Ela não tem nenhum grande diferencial, comparada com as outras, a não ser pelo fato de que uma das maiores bandas de todos os tempos nasceu ali. Mas ela não é nem tão grande, nem tão pequena, nem tão antiga, nem tão moderna. É muito normal, na verdade. Mas tem alguns pontos interessantes para passear, como a Liverpool Cathedral (que é gigantesca e vale super a pena entrar!), a região do porto, o centro de compras (tipo um calçadão cheio de lojas e restaurantes legais), as ruas perto da estação de trem central. Enfim. Sair perambulando pela cidade é bem bacana.

História dos Beatles - Liverpool Cathedral

Dica: nos hospedamos no Novotel, que fica relativamente perto da estação de trem central da cidade e dá para ir para todos os pontos turísticos que mencionei à pé! As instalações do hotel são excelentes e o café da manhã é muito bom! 😉

História dos Beatles - Porto de Liverpool

Mas o que mais chama atenção mesmo são as coisas relacionadas aos Beatles. Uma parada imperdível é visitar o The Beatles Story, que fica perto do porto (clique AQUI para acessar o site oficial). Trata-se de uma exposição sobre a banda com milhões de fotos, imagens, áudios, matérias de jornais e revistas, programas de televisão. TUDO o que você possa imaginar para contar a história dos Beatles, os meninos que deixaram sua marca no mundo. Dá para passar umas boas hora lá dentro e, até para mim, que não sou grande fã, foi um super passeio! Adorei! E a parte final é emocionante… “Imagine” tocando ao fundo, e um óculos igual ao de John Lennon sobre um piano. Ui! Lindo, lindo!

História dos Beatles - The Beatles Story

É também em Liverpool que fica o famoso Cavern Club, bar onde os Beatles se apresentavam no início de carreira. Fica numa região chamada Cavern Quarter, alguns quarteirões onde só se anda a pé, meio apertado, e cheio de barzinhos. Ele é meio chatinho de encontrar, e tem um com um nome muito parecido que fica bem perto do original, e precisa tomar cuidado para não entrar no lugar errado! Eu fiz isso e só fui perceber depois de um bom tempo… hahaha #abafa

Acho que vale fazer um pit-stop no Cavern Club para tomar umas cervejas e ficar apreciando o lugar – que não tem nada de mais… parece uma caverna mesmo, como o próprio nome sugere. Mas é curioso ficar lá imaginando os Beatles tocarem naquela época… Para acessar o site oficial, clique AQUI.

História dos Beatles - Cavern Club

Outro marco de Liverpool que a banda eternizou foi a famosa Abbey Road, a icônica esquina em que os quatro rapazes aparecem andando e que foi capa do disco. Eu acabei não conseguindo ir até lá, mas para quem tiver interesse, fica perto da estação de metrô St John’s Wood (Jubilee Line). De qualquer forma, tirei uma foto na “Abbey Road” dentro do The Beatles Story! Olha aí:

História dos Beatles - Abbey Road

Mas não foi só de Inglaterra e Liverpool que se fez a banda. Os EUA também fazem parte da história dos Beatles e criaram marcos não menos famosos. Em minha viagem à Nova York, aproveitei para completar a “saga” de Beatles visitando o Edifício Dakota, onde Lennon viveu seus últimos anos e foi assassinado na esquina, e o Strawberry Fields, uma singela homenagem à banda dentro do Central Park, na entrada em frente ao Dakota. Quem tiver oportunidade, dê uma passadinha por lá para conhecer e tirar umas fotos, não leva mais do que 5 minutos!

História dos Beatles - NYC

Bjos!

Visitando a fábrica da cerveja Guinness e ao bar panorâmico – Dublin

Em minha viagem ao Reino Unido no ano passado (que eu já contei várias vezes aqui), em companhia da minha ilustríssima mãe, a nossa última cidade de destino foi Dublin, na Irlanda. Durante minhas pesquisas sobre os pontos turísticos e o que ver na cidade, descobri que dava para visitar a fábrica da cerveja Guinness, a Guinness Storehouse.

(PS.: Devo confessar que eu, um ser zero ligado em bebida, nem sabia que a fábrica ficava lá… Hehehe).

Fábrica da cerveja Guinness

O fato é que fique hiper animada com a possibilidade de conhecer a fábrica por dentro, apesar de eu não ser a maior fã de cerveja. Conhecer as instalações, entender um pouco mais sobre o processo de produção da bebida e, por que não, fazer uma pequena degustação in loco. Heheheh. Mas uma das coisas que mais me chamou a atenção nesse passeio à fábrica da cerveja Guinness foi o tal do Gravity Bar. Ele fica lá no alto da fábrica e oferece uma vista panorâmica da cidade por meio de suas paredes de vidro. Parecia muito promissor!

Bom, você já começa se surpreendendo antes mesmo de entrar na fábrica. Enquanto você anda e anda (e, no meu caso, se perde) e anda até a porta principal, vai passando por vários quarteirões com armazéns enormes e antigos, tudo parte da cervejaria. É realmente impressionante a enormidade daquilo, gente! Você já fica maravilhado só de ficar do lado de fora! Hahahah #mecontentocompouco # mentira

Fábrica da cerveja Guinness - quarteirões

Fábrica da cerveja Guinness - quarteirões 2

Chegando – finalmente – à recepção, compramos os ingressos por cerca de 16 euros por pessoa e entramos. (Clique aqui para mais informações sobre valores). É gigantesco lá dentro, parece um shopping! Tem vários andares e escadas rolantes, e você pode andar por tudo.

Toda a história da cervejaria e o processo de produção é contado em forma de textos, fotos e áudios por todo o espaço. Tem uma área para degustação e uma loja de souvenir com uma infinidade de itens originais da marca. Mas achei beeeem carinho, viu? Se quiser sair com uma lembrancinha de lá, prepare seus euros! 😉

O passeio é super interessante a nada boring, caso possa dar essa impressão. Se você quiser fazer um tour guiado com um especialista que te explica todos os detalhes, também existe essa possibilidade. Eu e minha mãe fizemos por conta mesmo e acho que valeu super à pena.

Fábrica da cerveja Guinness por dentro

Fábrica da cerveja Guinness - degustaçãoDepois de subir várias escadas, láááá em cima, chegamos ao famoso Gravity Bar. E estava LOTADO. Cheio de gente por todos os cantos! Nem um banquinho para sentar a gente conseguiu… Mas isso não foi um problema! Pedimos nosso copão de chopp e ficamos perambulando pelo ambiente tentando encontrar brechas entre as pessoas para conseguir ter a vista da cidade. Como o bar é redondo e é todo envidraçado, em qualquer lugar que você fique a vista é linda.

Um detalhe que achei super legal é que, olhando na direção de alguns dos pontos turísticos da cidade, há um texto colado no vidro explicando um pouco mais sobre aquele local e sua relação (se tiver) com a Guinness. Achei a ideia brilhante! Assim, fica divertido AND educativo!

Essas fotos eu peguei de alguns sites de turismo porque dá para ver melhor e entender o formato do Bar. Espia só:

Fábrica da cerveja Guinness - Gravity Bar

Fábrica da cerveja Guinness - Gravity Bar Vidro

Essa já é uma das fotos que eu tirei lá dentro:

Fábrica da cerveja Guinness - Gravity Bar cheio

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Bacana, né? Eu adorei! Alguém aí também já foi?

** A Guinness Storehouse abre todos os dias para visitação das 9h30 às 17h. Para mais informações, acesse o site oficial.

Stonehenge, Salisbury e Old Sarum, na Inglaterra!

Stonehenge é um lugar bastante curioso. Trata-se de um círculo de pedras construído cerca de 5.000 anos atrás, pedras essas que chegam a ter 5 metros de altura e pesar 50 toneladas. Fica numa região próxima à cidade de Salisbury, na Inglaterra, e é um dos locais mais visitados do país. Afinal, não existe no mundo nada parecido com Stonehenge.

E para que serve? Quem construiu? Isso, ninguém sabe ao certo dizer. Estudiosos apontam que, provavelmente, essa construção tenha sido feita para fins astronômicos, religiosos ou até mágicos. Um dos detalhes que torna a atração famosa é o fato de que, no solstício de verão do Hemisfério Norte, o Sol fica exatamente alinhado com a pedra principal e é um espetáculo muito bonito de se ver.

Stonehenge

Eu visitei Stonehenge na minha viagem ao Reino Unido e foi super interessante de conhecer! Por ser perto de Londres, dá para fazer um bate-e-volta tranquilamente. Para quem for de carro, o trajeto leva 2 horas. Se você for de trem (como eu!), precisa descer em Salisbury e pegar um ônibus específico para Stonehenge. Ambos os trajetos são fáceis e super tranquilos. No total, contando trem + ônibus, deve dar cerca de 2h30.

Quando estávamos no trem sentido Salisbury, o mocinho que passa verificando os bilhetes e passes de trem dos usuários nos perguntou se estávamos indo visitar Stonehenge. Ele nos deu um folheto explicativo do lugar, algumas boas informações e já pudemos comprar o ticket do ônibus ali mesmo.

Stonehenge - Mapa

Ao descer na estação de Salisbury, é só perguntar onde fica o tal ônibus. E não tinha como não achar: ele estava bem na saída da estação e era todo pintado e escrito STONEHENGE em letras enormes! Hahaha não tinha como não ver!

O trajeto de ônibus dura pouco mais de 1 hora. No caminho, dá para descer em alguns pontos turísticos e depois pegar o próximo ônibus para Stonehenge que passar. Na ida, resolvemos não parar em lugar nenhum, pois preferimos não arriscar nos perder e acabar demorando muito para chegar no nosso destino.

Stonehenge - Visitando

Stonehenge - Vista de longeQuando se chega em Stonehenge, tem uma lojinha (claaaro), banheiro e áudio-guias que você pode pegar na sua língua. Tudo bem organizado e limpinho, mas cheio de gente, mesmo com o tempo horrível. Estava bastaaaante frio e garoando. Em termos de sensação de congelamento, esse dia se equiparou ao do Lago Ness (que eu contei aqui!). Sendo asism, dependendo da época que você for, leve blusa! E cachecol! E luvas! Hahaha

O círculo de pedras, propriamente dito, é bem cuidado e tem uma cerca de proteção envolta, de onde não é possível passar. Dá para rodear por toda a construção e olhar todos os detalhes. Mas o passeio em si é bem rápido, afinal, é aquilo que tem para ver. 20 ou 30 minutos são suficientes para apreciar a obra e tirar todas as fotos possíveis!

Pegamos o ônibus de volta e decidimos descer no meio do caminho para ver o Old Sarum, que são as ruínas de um antigo castelo. Como todo bom e velho castelo, esse também fica no alto de uma colina, então é preciso subir por umas trilhas até chegar na entrada. Mas o visual de lá de cima compensa: gramados imensos, a perder de vista, e a cidade de Salisbury ao fundo, bem pequena. É LINDO!

Tem uma lojinha de doces artesanais e outras coisinhas do tipo logo na entrada, onde você compra um “ingresso” para visitar as ruínas – que, na verdade, é mais como se fosse uma ajuda de custo, pois custa cerca de 2 libras.

Stonehenge - Old Sarum

Stonehenge - Old Sarum por dentro

Stonehenge - Ruínas de Old Sarum

E posso falar que a-d-o-r-e-i??? Todos os prováveis ambientes do castelo estão demarcados: sala, quartos, capela. Também há placas contando um pouco sobre a história do castelo, dos reis que por ali passaram e como começou a cidade que acabou surgindo em volta, Salisbury. Fiquei até emocionada, sabia? Acho bonito como os ingleses fazem questão de preservar sua História e mostrá-la pro mundo… #sentimentalismos

Acho que vale super a pena para no Old Sarum. É um passeio super diferente e bem curioso!! Saindo de lá, pegamos o ônibus de volta para Salisbury, almoçamos e passeamos na cidade. Não há muito o que ver por lá, mas ela é tão bonitinha que recomendo sair andando sem rumo até cansar. Aí, é só pegar o trem de volta pra Londres e pronto!

Stonehenge - Salisbury stonehenge-salisbury-2 stonehenge-salisbury-3

 

+ Mais sobre o Reino Unido:

– Para mais informações sobre Stonehenge e reserva antecipada de tickets, clique aqui.

– Dicas de roteiro em Londres, clique aqui.

– Castelo de Windsor, clique aqui

Stratford-upon-Avon, Cotswolds, clique aqui.

– Lago Ness, Escócia, clique aqui.

*Fotos: arquivo pessoal

Visitando o Castelo de Windsor

Castelo de Windsor Foto

Dica: se clicar nas imagens, ela ficam maiores! 😉

Se você estiver planejando uma viagem para Londres, não deixe de tirar um dia para visitar o Castelo de Windsor. Como o próprio nome sugere (dã!), o Castelo fica na cidadezinha de Windsor, a cerca de 1 hora de trem da capital.

Como é muito perto e a cidade é super pequena, um dia é suficiente para conhecer tudo. Chegando em Windsor pela manhã, dá para visitar o Castelo com folga, passear pela cidade, almoçar e ainda voltar para seu hotel em Londres no fim da tarde. Muito prático, gente!

Castelo de Windsor Onde Fica

Como chegar

Tá aí uma das inúmeras vantagens de se viajar em um país desenvolvido: transporte público de qualidade e alta cobertura. São duas principais opções para chegar ao Castelo de Windsor de trem:

>> Via Waterloo: essa estação fica bem perto da London Eye, no centro da cidade. É a opção mais prática porque o trem vai direto para Windsor, sem paradas.

>> Via Paddington: a estação fica um pouco pra cima do Hide Park e é ENORME. Nesse caso, o trem para em Slough e, se não me engano, precisa descer e pegar um outro até Windsor. Nada muito complicado, basta perguntar, mas a primeira opção é mais fácil (e foi a que eu fiz).

Castelo de Windsor Mapa

O Castelo de Windsor fica praticamente enfrente estação de trem (Windsor & Eton Riverside), então basta andar uns 5 minutos até lá e pronto. Não tem como não encontrar. De qualquer jeito, ele fica na parte mais alta da cidade (como era costume na época, devido à visão ampla e privilegiada que essa posição oferecia), então você consegue vê-lo de qualquer ponto da cidade, mesmo se você se perder hehehe

Como eu mencionei nesse post aqui, toda a minha viagem pelo Reino Unido eu fiz de trem com o passe da Rail Europe. Comprei o BritRail Pass, que me dava direito a usar qualquer trem por toda a Inglaterra, Escócia e País de Gales durante 15 dias corridos, inclusive para esses trajetos mais curtos, como Londres – Windsor. Veja aqui como funciona o esquema de trens pelo UK e como comprar o passe pelo site (brasileiro).

O Castelo

Gente, esse castelo é simplesmente i-n-c-r-í-v-e-l. É enorme e muitíssimo bem cuidado. Jardins maravilhosos do lado de fora e salas super imponentes do lado de dentro. Juro, esse passeio é imperdível!

Além dos objetos e decoração fantásticas no interior do Castelo (é uma pena que não pode tirar foto :/), a parte aberta é ainda mais maravilhosa. Os jardins são gigantes e super coloridos. Cheios de flores, folhas, árvores, plantinhas, banquinhos, etc. Tudo milimetricamente arrumado. Você não vê uma folhinha fora do lugar. É realmente impressionante.

Dá para ficar o dia todo passeando pelo Castelo de Windsor. Tem lugar pra sentar, paisagens lindas pra tirar foto e muita coisa interessante para visitar. Vá porque vale à pena DEMAIS!

Castelo de Windsor

E se você ainda der sorte, pode ver a troca da guarda. Sim, da mesma maneira que acontece no Palácio de Buckingham (e que eu falei aqui), a guarda de Windsor também faz um espetáculo para os turistas. É bem bonitinho, mas se você já viu o de Londres, não acho que vale perder muito tempo assistindo à esse 🙂

Castelo de Windsor - por Dentro

Quanto custa

Nós pagamos menos de 20 pelo ingresso, e você pode ficar quanto tempo quiser dentro do Castelo.

É possível comprar o ingresso na hora, diretamente na bilheteria. Eles também tem um esquema onde você compra um determinado ingresso que te dá direito a visitar o Castelo durante um ano. Se você for ficar um bom tempo na Inglaterra, vale à pena se informar.

Como os horários e valores podem variar de um mês para o outro, acesse esse link aqui para saber melhor esses detalhes.

A cidade

A cidade de Windsor é uma das mais bonitinhas que vi pela Inglaterra, com certeza absoluta! Saindo do Castelo, logo você vê uma ruela toda fofa cheia de lojinhas e restaurantes. Uma ótima opção para almoçar! Nós comemos um típico fish and chips e estava uma delícia!

Dica de ouro: Algo que você não deve deixar de fazer é sentar em um dos vários bancos que ficam na calçada do Castelo e observar o movimento das pessoas. Pegue um sorvete ou qualquer outra sobremesa e sente lá. E olhe. E aprecie. E delicie-se. Te garanto que você vai amar!

Castelo de Windsor - BanquinhosTambém acho super válido sair andando pela cidade totalmente sem rumo. AMO fazer esse tipo de coisa. É muito bacana quando a gente sai do circuito turístico e vê a cidade de verdade, sabe? As casas, as igrejas, uma pessoa andando com sacola de compra, outra lavando o carro na garagem, outra assistindo TV dentro de casa. Sim, porque a segurança é tanta que você consegue ver as pessoas dentro da própria casa. Não tem grades nem muros, é tudo aberto. E isso, meu amigo, a gente não vê nunca muito por aqui, né?

Castelo de Windsor - a CidadeWindsor é um excelente opção para se passar o dia. Sabe quando a gente decide que vai curtir um domingo no parque, por exemplo? Ou passar um dia na praia ou no campo? Então. ir para Windsor dá essa mesma sensação. Passar um dia fora da cidade grande. Um lugar perto o suficiente para a viagem não ser cansativa, mas longe o bastante para mudar de ares. Acho a combinação ideal! E, de quebra, você ainda visita um Castelo 😉

Obs.: Sei que coloquei muita foto, mas não consegui cortar nenhuma! E olha que selecionei, viu? Hehehe

+ Mais sobre o Reino Unido:

– Stonehenge, clique aqui.

– Dicas de roteiro em Londres, clique aqui.

– Lago Ness, Escócia, clique aqui

– Stratford-upon-Avon, Cotswolds, clique aqui!

 

+ Mais sobre o Reino Unido:

– Para saber sobre Stonehenge, clique aqui!

– Para ver dica de roteiro em Londres e as opiniões sobre os passeios, clique aqui!

– Para conhecer Stratford-upon-Avon, cidade natal do Shakespeare que fica nas Cotswolds, clique aqui!

*Fotos: arquivo pessoal

Lago Ness – Tudo sobre o passeio

Um dos passeios mais curiosos que fiz na minha viagem ao Reino Unido foi uma excursão até o famoso Lago Ness. Sim, aquele do monstro mesmo. Quando comecei minhas pesquisas sobre os países que iria percorrer e fui descobrindo lugares incríveis e que eu não poderia deixar de ver, me deparei com o tal lago. Pode parecer ignorância da minha parte (e sim, talvez seja!), mas eu não tinha a menor ideia de que o Lago Ness ficava na Escócia (!).

E nunca pensei nele como um simples lago de fato. Para mim, o nome Lago Ness estava naturalmente associado à palavra monstro. Tipo Monstro-do-Lago-Ness. rsrs

E posso falar? Foi um passeio muito legal e eu estava ansiosamente esperando para que esse dia chegasse! Não tinha muita ideia se realmente iria dar certo e se eu encontraria uma forma de conhecer o Lago, sabendo que eu tinha apenas 3 dias em Edimburgo. E nas minhas pesquisas, não encontrei muitos lugares que dessem informações mais concretas sobre o lugar e com chegar lá. Mas não podia perder a oportunidade de jeito nenhum! Afinal, não é todo dia que estamos na Escócia, né?

Por isso escrevi esse post, para ajudar quem está planejando uma viagem pela região e gostaria de conhecer o Lago Ness. Ou apenas para quem tem curiosidade sobre o assunto mesmo!

Lago Ness - Monstros

O Lago Ness: obviamente, você não vai dar de cara com nenhum monstro. Mas os britânicos de maneira geral sabem aproveitar muito bem cada oportunidade e cada lugarzinho para transformá-lo em atração turística (e com isso, ganhar muito dinheiro). Eles fazem muita questão de conservar a lenda do monstro, pois isso gera curiosidade. E curiosidade gera turista! Se não fosse isso, como atrairiam milhares de pessoas para conhecer um lago escuro no alto das montanhas do norte da Escócia, um lugar frio e longe para caramba?!

Sendo assim, não espere ver nada fenomenal. Sem dúvida, o Lago é muito bonito e tem uma paisagem maravilhosa, mas não deixa de ser somente um lago. De qualquer maneira, eu recomendo muito fazer o passeio! Todo o trajeto até chegar no lago tem paisagens espetaculares que parecem ter sido tiradas de filmes. É l-i-n-d-o. Maravilhoso. Deslumbrante! Fora que é diferente, pois é um tipo de cenário que não temos aqui no Brasil. E não podemos perder a oportunidade de conhecer o lendário Lago, estando tão perto. É uma chance única!

Lago Ness - Barco 1

Lago Ness - Barco 2

Lago Ness - Lago 1

Lago Ness - Lago 2

Como ir: se você estiver em Edimburgo e não quiser alugar um carro, vá até o ponto de informações turísticas no centro da cidade e pergunte sobre as excursões para o Lago Ness. Prontamente eles vão te apresentar várias empresas que fazem esse passeio. Existem os passeios estilo bate-e-volta (que foi o que eu fiz), uns que duram 3 dias, 5 dias, enfim. Para quem tiver mais tempo na Escócia, talvez seja muto interessante fazer esses passeios mais longos, já que a região das Highlands (em tradução livre: terras altas, e onde fica localizado o Lago) é extraordinariamente linda.

Em relação às excursões bate-e-volta, são apenas alguns detalhes que diferenciam uma empresa da outra: umas tem áudio-guia em Português, outras não; umas fazem paradas em certos lugares, outras em outros; em umas, o ônibus pega você no hotel, em outras, você tem que ir até a agência. Essas coisas, nada muito diferente!

Escolha a que melhor se adequa às suas necessidades. Como estava com a minha mãe, eu escolhi a empresa que fornecia áudio-guia (chamada Highland Explorer Tours). Em compensação, tínhamos que ir até a porta da agência para pegar o ônibus (ele não passava nos hotéis), mas como era bem perto ali do centro e já havíamos aprendido o caminho, não tivemos problema nenhum.

Lago Ness - Ônibus

Lago Ness - Áudio-guia

Quanto tempo dura: cerca de 11 ou 12 horas. Só para ir são umas 5 horas, aí temos mais umas 2 horas no Lago e mais umas 4 ou 5 horas para voltar. Nosso ônibus saiu umas 8h da manhã e retornamos quase 19h da noite. Portanto, não agende mais nenhum compromisso para esse dia. 

Quanto custa: o passeio de barco custou cerca de 12 libras por pessoa. A excursão em si, algo em torno de 40 libras (se não me falha a memória!).

O que levar: leve uma mochila com água e comida. Por mais que eles deem uma lanchinho para cada um, não se esqueça que o passeio dura o dia todo, e mesmo estando frio é importante se manter hidratado.

Também leve blusa! E cachecol. E luvas. E mais blusa. Gente, é ABSURDAMENTE FRIO naquele lugar. E olha que eu fui para lá no fim de Junho, início do verão europeu, hein? E foi um dos dias que mais passei frio na vida! No passeio de barco principalmente. Juro: agasalhe-se muito bem!

Como funciona o passeio: o motorista vai explicando várias curiosidades sobre a Escócia, a região e o Lago durante o percurso e faz algumas paradas estratégicas em pontos lindos para tirar foto e em uma loja de produtos tipicamente escoceses, que dá para ir ao banheiro também. Essa loja é uma graça, vende cobertores, cachecóis, blusas e afins feitos de lã escocesa e vários outros souvenirs.

Antes de chegar no Lago, eles oferecem lanche e fruta, inclusos no pacote.

Lago Ness - Paisagem 1

Lago Ness - Paisagem 3

Lago Ness - Paisagem 2

Chegando ao Lago, quem optou pelo passeio de barco que foi oferecido e pago no ônibus durante o caminho, já se direciona para a plataforma de embarque. É tudo muito bem organizado e feito no tempo previsto. O passeio deve ter durado no máximo um hora, se não me engano, e tem um guia que vai explicando as curiosidades do lago (em inglês). O barco é bem seguro e preparado para receber turistas. Fomos sentadas na parte de cima, que é aberta e dá para ver melhor (mas é muito mais frio também). A parte de baixo é fechada e tem um bar onde é possível comprar bebidas e ir ao banheiro.

Na volta, paramos em uma cidadezinha muito fofa que fica nas Highlands para ir ao banheiro, comer alguma coisa e dar uma volta. Vale à pena, é uma cidade muito fofa!

Lago Ness - Volta_______________

É isso! Espero que tenham gostado e ajudado um pouco!

Bjs!!

 

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* Fotos: arquivo pessoal

Stratford-upon-Avon: o que fazer, onde ficar e como chegar

Stratford-upon-Avon é uma cidade pequenininha localizada na região das Cotswolds, interior da Inglaterra. Ela poderia ser apenas mais uma das várias cidadezinhas minúsculas com hífen no nome que existem na vizinhança, como Burton-on-the-Water, Moreton-in-Marsh, Stow-on-the-Wold e muitas outras. Mas Stratford tem um “algo a mais”, que atrai milhares de turistas ao longo do ano. É a terra natal de William Shakespeare.

Stratford-upon-Avon - Welcome

Se puder, não deixe de visitar Stratford-upon-Avon. A cidade mantém o clima antigo e o estilo de construção da época de Shakespeare (meados do século XVI). Parece uma maquete, uma cidade de boneca. É tudo muito arrumadinho e bem conservado. Mistura muito bem o ar interiorano de séculos atrás com as facilidades e modernidades de hoje em dia.

2 dias na cidade são suficientes para conhecer todos os pontos turísticos com calma. Se tiver tempo, reserve um dia a mais e faça um bate-e-volta para outra cidadezinha ali perto. No final do post eu falo mais sobre isso.

Vamos ver como chegar, onde ficar e o que fazer!

Dica: clique nas fotos para ampliá-las 😉

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Como chegar

Chegar na cidade não é problema. Pegamos um trem em Oxford e descemos na estação de Strarford-upon-Avon, bem próxima ao centro (aliás, quase tudo é bem próximo ao centro…). Tivemos que ir à pé para o nosso hotel porque o taxista não quis nos levar, devido à curta distância hehehe. Realmente, foram apenas 10 minutos,  mas que parecem uma eternidade quando a gente tem que puxar uma mala gigante com uma mochila pesada nas costas pela rua 😉

Para quem for de carro, é melhor parar no bolsão de estacionamento que existe logo na entrada da cidade. Na Inglaterra como um todo, a prioridade definitivamente não é carro (e vamos combinar que não deveria ser aqui no Brasil também, né?), por isso, achar estacionamento ou vaga na rua é a maior dificuldade. E não porque é lotado, mas porque simplesmente não tem!

É mais chato se locomover entre as cidadezinhas de ônibus e trem, por isso um carro acaba sendo a melhor alternativa. Mas quem quiser, como a gente, dá para fazer tudo à pé ou de ônibus, sim. Tranquilamente.

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O que fazer

– Visite o circuito Shakespeare.

1. Holy Trinity Church, igreja onde Shakespeare foi batizado e enterrado. Grande parte dela é dedicada a contar mais sobre a vida do poeta, como fotos, fatos e cronologia. Além de term os túmulos dele e da esposa. Imperdível!

Stratford-upon-Avon - Igreja2. Hall’s Croft, a casa onde viveu a filha de Shakespeare com seu marido. A casa toda é muito conservada, sendo que boa parte da construção e dos objetos são originais. Mesas, utensílios, camas, armários, cadeiras. Tem tudo lá.

Stratford-upon-Avon - Hall's Croft3. Nash’s House & New Place, a casa onde o poeta viveu seu últimos anos. Além disso, há no quintal uma área de escavações onde foram encontrados objetos importantes de Shakespeare. E não deixe de ir nos jardins no fundo da casa, é a coisa mais linda!

Stratford-upon-Avon - Nash's House4. Shakespeare’s Birthplace, a casa onde ele nasceu e hoje funciona como uma espécie de museu. Fica bem no centro e tem muita coisa interessante!

Stratford-upon-Avon - Birthplace5. Anne Hathaway’s Cottage, a fazenda onde morou a família da esposa do poeta. Sem dúvida, uma das atrações que mais gostei em Stratford-upon-Avon. Tem uma espécie de guia que te explica tudo o que você quiser saber sobre o lugar e os hábitos e cultura da época (só se você quiser, claro). E o jardim? ESPETACULAR. Não deixe de ir!!!

Stratford-upon-Avon - Cottage

– Faça um passeio de barco pelo rio Avon.

O rio corta a cidade e passa ali, bem no meio da pracinha central. A água é cristalina e as margens são limpíssimas, mesmo não havendo nenhuma cerca ou muro de proteção. Bem na praça ficam uns barquinhos parados e uma placa com os próximos horários de passeio – que duram uma meia hora. É só chegar lá, esperar pelo próximo barco e pronto!

Stratford-upon-Avon - Rio Avon

O ingresso custou cerca de 11 libras por pessoa, e o pagamento é feito durante o passeio (e não aceita cartão, ok? Só dinheiro!). O barco é muito bem arrumado e limpo. Boa parte dos bancos ficam na parte coberta, já que a chance de estar ventando ou garoando é grande. O roteiro é bem simples: uma volta para um lado e para o outro da praça. Mas é muito bacana! Tem várias casas enormes na margem do rio que é um espetáculo de olhar. É aquele típico rolê tranquilo, para admirar a paisagem e descansar.

– Passe horas andando pelas ruas do centro.

Escolha uma rua e vá. Saia andando. Sem destino, sem pressa. Olhe as vitrines, entre nas mil lojinhas de souvenirs. Atravesse o rio para o outro lado, depois volte. Fique na pracinha olhando o rio e o movimento das pessoas. É uma excelente maneira de recarregar as energias, pode ter certeza!

– Faça um bate-e-volta para alguma das cidadezinhas da região.

Eu fui para Burton-on-the-Water em me APAIXONEI! É conhecida como “a Veneza das Cotswolds” por causa do rio que corta a cidade. Parece uma cidade de boneca, juro! Super pequena, é super limpinha e organizada. Uma parada para um almoço ou chá da tarde é suficiente. Mas ande. Ande por tudo. Tem bairros residenciais que parecem de filme! As casas não tem muro, nem cerca, nem portão. Mas tem muitos jardins e flores por todos os cantos. É uma das cidades mais lindas que já vi. Um sonho! PS.: dá pra voltar já???

Stratford-upon-Avon - Burton

Para chegar lá, pegamos um ônibus no centro de Stratford, descemos em Moreton-in-Marsh e pegamos outro para Burton-on-the-Water. Parece complexo mas não é! Só é um pouco demorado, levamos cerca de 2 horas, mas compensa muito quando você chega no destino final! Fora que a paisagem do caminho todo é espetacular! A gente acaba passando dentro de várias cidades…. Uma mais linda que a outra, um encanto!

Se estiver de carro, é bem mais rápido, com certeza. Pergunte no centro de informações que eles indicam o melhor caminho. São super atenciosos e solícitos!

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Onde ficar

Recomendo MUITO o The Legacy Falcon Hotel. É maravilhoso! A decoração não chega a ser exatamente rústica, mas tem um ar de casa de campo, uma pegada de interior com um quê de elegância. Acho que as palavras que melhore definem o hotel são: conforto e elegância. A diária custou cerca de 150 libras em um quarto para duas pessoas. Ficou bem na média do que gastamos nos demais hotéis.

Os quartos são super aconchegantes e espaçosos. O café da manhã tem várias boas opções e tem até garçom perguntando se você quer um pão torrado – branco ou integral – que eles preparam na hora e te levam na mesa. O restaurante serve um jantar espetacular, vele à pena comer por lá.

Stratford-upon-Avon - hotel

A localização também é excelente. Alguns quarteirões para a esquerda e você chega no centro e na pracinha. Andando para a direita, fica a casa do Shakespeare e, mais um pouquinho, a Igreja onde ele foi batizado.

Na verdade verdadeira, acabamos caindo nesse hotel meio que no desespero! Quando fiz a reserva para Stratford, não percebi que reservei um quarto de uma casa (isso é muito comum por lá, mas eu não estava habituada!). Ao chegar lá, fomos atendidas pela dona da casa – de pijama. Só para resumir: havia dado problema no meu cartão e a reserva não foi confirmada. #shithappens! Depois de olhar os aposentos, não gostamos muito e preferimos procurar outro hotel (de verdade, dessa vez). Acessei o Booking.com e na hora reservei um quarto no The Falcon, que era ali perto. E pronto! Decisão mais do que acertada!!

 

É isso gente! Espero que tenham gostado das dicas! E, sinceramente, não deixe de conhecer Stratford-upon-Avon se tiver oportunidade. Nem que for por apenas um dia 😉

 

+ Mais sobre o Reino Unido:

Stonehenge, clique aqui.

– Dicas de roteiro em Londres, clique aqui.

– Castelo de Windsor, clique aqui

– Lago Ness, na Escócia, clique aqui!

*Fotos: arquivo pessoal e site do hotel

Dicas de Londres 4 – Harrods, Tower of London e Notting Hill

Continuando nossa série de posts sobre uma sugestão de roteiro para conhecer o principais pontos de Londres em 4 dias, vamos ao último, mas não menos importante, dia na cidade.

Como comentei no primeiro post da série (8 dicas para montar seu próprio roteiro para Londres), eu agrupei os pontos que queria ver por região e proximidade do metrô, assim o deslocamento fica mais fácil e perde-se menos tempo andando pra lá e pra cá. Mas, de novo, aconteceu de eu ter que jogar um passeio que era para ter acontecido no dia anterior, para esse dia. E como eu falei nesse post aqui, não tem jeito, em qualquer viagem as coisas sempre saem um pouco do planejamento. Tem que ter jogo de cintura e reprogramar! 😉

Londres dia4 - Harrods

Na verdade, o nosso 4º e último dia em Londres foi só metade. À tarde, já pegamos um trem rumo à Cardiff, no País de Gales. Começamos o dia pela Tower of London, que fica à margem do Tâmisa e ao lado da Tower Bridge. Dali dá para ter uma bela vista da ponte!

Foi esse o passeio que tivemos que encaixar nesse último dia. A ideia era ter ido no dia anterior, já que ficava no caminho de volta do nosso hotel, mas como chegamos na bilheteria cerca de uma hora antes de os portões fecharem, não nos deixaram comprar os ingressos (o passeio dura cerca de 3 horas). Kuén-kuén-kuén… Para evitar esse tipo de “remanejamento indesejado”, acesse esse link aqui e veja os horários de funcionamento da Torre 😉

Tower of London 1 e Harrods

Tower of London 2 e Harrods

Bom, chegamos lá num sábado de manhã e estava bem tranquilo, mas quando saímos, a fila para entrar estava GIGANTESCA. Ou seja, se for aos finais de semana, vá cedo! 

E ah, pegue um mapa lá dentro, porque é realmente bem grande. Além da Torre principal, tem várias construções menores que abrigam museus, prisões antigas e coleções reais. Tem hora que a gente não sabe se já foi ou não em determinado setor!

Saindo de lá, pegamos o metrô e fomos em direção à Harrods – confissão consumista: queria muito conhecer essa loja!  Não via a hora! hehehe. Descemos na estação Knightsbridge e demos praticamente de cara nela. Mulheres, escondam seus cartões de crédito! São vários andares enooooormes repletos de coisas maravilhosas. De maquiagem à decoração. Casacos de luxo à acessórios esportivos. Muita, muita, muita opção mesmo! Dá pra pirar lá dentro e passar horas olhando (só olhando, na maioria dos casos, porque os preços são salgados, viu?).

Harrods 1

Harrods 2

Depois da Harrods, fomos para Notting Hill (alô Julia Roberts!!). A principal rua do bairro é a Portobelo Road, uma espécie de 25 de Março, mas em uma versão muito mais organizada. São centenas de lojinhas e barraquinhas, a maioria antiquários. Mas nada muito muvucado, sabe? Cheio de gente, mas sem aglomeração, caos.

Atenção aos dias em que tem feirinha – me corrijam se eu estiver errada, mas acho que só funciona aos finais de semana. Como era Sábado, deu para pegar a feirinha bombando! Mas se a intenção não for passear nela, vale passar lá em qualquer dia da semana, pois o bairro é muito bonito e agradável.

Notting Hill 1

Notting Hill 2Sugestão de como chegar:

– A Tower of London fica bem atrás da estação Tower Hill (de novo, o nome da estação mais próxima é bem intuitivo). Não tem como errar. Você dá praticamente de cara na bilheteria!

– A Harrods fica perto da estação Knightsbridge. Basta andar uns dois quarteirões e PÁ, chegou!

– Por ser uma rua imensa, a Portobelo Road tem duas estações de metrô próximas, uma em cada extremidade, a Ladbroke Grove e Notting Hill Gate. Nós descemos na segunda e saímos no comecinho da Portobelo. Achei uma boa opção, bem prática.

Londres Mapa4Deu para perceber que esse mapa ficou bem mais “de longe” do que os outros, tudo porque tivemos que encaixar a Tower of London, que fica em uma região nada a ver com as outras duas atrações do dia. Tivemos que andar muito mais de metrô e perder mais tempo. Mas isso aconteceu por que? Porque eu não me atentei ao horário de visitação. hehehe Lição aprendida!

E assim terminou nosso último dia em Londres! Apesar das mudanças de plano, foi uma viagem sensacional! Quem tiver qualquer possibilidade de passar um dia na cidade, vá. Sem pensar. Desça em Westminster e lá você se acha. Se não se achar, pelo menos vai ficar com uma das imagens mais lindas a cidade na memória: o rio Tâmisa com a London Eye de fundo 🙂

Bjos!

 

UPDATE – Veja mais sobre os primeiros dias em Londres clicando nos links abaixo:

Dia 1 (Hyde Park, troca da guarda, London Eye e passeio de barco pelo Tâmisa).

Dia 2 (Museu de Cera Madame Tussauds, Oxford Street e musical).

*Fotos: arquivo pessoal

Dicas de Londres 3 – Abadia de Westminster e St. Paul’s Cathedral

Dando sequência ao nosso roteiro de 4 dias em Londres, o 3º dia ficou todinho somente para a Abadia de Westminster e a St. Paul’s Cathedral.

Se você está meio perdido e quer ver 8 passos para montar seu próprio roteiro para Londres, clique nesse link. Para ver dicas sobre o dia 1 (Hyde Park, troca da guarda, London Eye e passeio de barco pelo Tâmisa), clique aqui. E para saber mais sobre o dia 2 (Museu de Cera Madame Tussauds, Oxford Street e musical), clique aqui!

Logo de manhã, a fila para comprar os ingressos para entrar na Abadia de Westminster estava gigante, enorme, infindável. Mas como a possibilidade de não entrar estava descartada para mim, enfrentamos cerca de 1 hora de fila mesmo assim (ui, rimou!). O ingresso custou cerca de 22 libras por pessoa – um tanto quanto caro, mas totalmente justificável. Todas as atrações e pontos importantes lá dentro são numerados e você pode ouvir a história e explicação de cada um por meio de um áudio-guia que eles entregam logo na entrada, basta pedir (tem disponível em várias línguas, mas o Português é só o de Portugal mesmo… Mas dá para entender perfeitamente!).

Abadia de Westminster 1

Abadia de Westminster 2

 

Abadia de Westminster 3

Prepare-se para gastar metade do seu dia na Abadia. Aquela imponência toda que vemos de fora se reflete em um interior GIGANTESCO. Tem realmente muita coisa para ver! Minha dica é olhar tudo com calma, ouvir as explicações do áudio-guia, entender o que cada uma daqueles túmulos, estátuas e peças significam. É impressionante o que aquele lugar guarda de História, meu Deus! De longe, foi uma das coisas que eu mais gostei de fazer em Londres!

De lá, seguimos de metrô para a St. Paul’s Cathedral. Ela fica embrenhada em meio a prédios comerciais e avenidas super movimentadas, que contrasta com o ar antigo e imponente da catedral. O ingresso na bilheteria custa cerca de 16 libras, mas vi pelo site que dá para comprar online também. Apesar de ser bem menor do que a Abadia (o que não quer dizer muita coisa, porque dificilmente alguma coisa vai ser maio que ela!), não se iluda porque leva algumas horas para conhecer tudo com calma.

St. Paul's Cathedral

PS: não tenho muitas fotos da Catedral. Como eu disse, ela fica no meio de muitos prédio comercias e avenidas movimentadas, então não dá ângulo suficiente porque ela é muito grande! E no interior, obviamente, fotos não são permitidas.

Não deixe de descer até a cripta. Lá tem túmulos e homenagens aos ingleses mortos de diversas guerras. É bem “O Código Da Vinci” feelings, sabe? Imperdível! Olhe cada túmulo com calma e leia todas as inscrições (meio mórbido falar isso! Hahaha mas esse é o intuito no passeio!). Tem muuuuita História também!

Após conhecer toda a parte de baixo, suba até o Domo. São muitos degraus. Centenas. Vários mesmo. E cansa. Muito! Mas para quem tem algum tipo de dificuldade física, tem elevador (claro, acessibilidade sempre bombando na Inglaterra). Ao redor do domo, na parte interna mesmo, tem lugar para sentar e ouvir a parede sussurrar. É bem estranho, mas divertido! Vale demais a visita! Não deixe de ir peloamor!

Dica: tem um restaurante dentro da Catedral, na cripta. É uma boa opção para almoçar ou tomar um cafézinho!

Depois dessa overdose de Igrejas, o dia acabou e voltamos para o hotel, exaustas. Fica bem cansativo e sobrecarregado fazer esses dois passeios no mesmo dia. Evite se puder. A gente passa muito tempo em pé e andando pra lá e pra cá, fora o sobe e desce das escadarias da St. Paul’s. Acho que o melhor roteiro é realmente fazer a London Eye + passeio de barco no Tâmisa + Abadia de Westminster no mesmo dia. Fica muito mais equilibrado – e mais perto! 😉

Londres Mapa3

Sugestão de como chegar:

– A Abadia de Westminster, como mostrei nesse post aqui, fica pertinho do Big Ben e Parlamento, praticamente no mesmo quarteirão. Sendo assim, se for aproveitar para conhecer todos eles no mesmo dia, vale desce na estação Westminster (dã!). É só atravessar a rua e pronto, chegou.

– A St. Paul’s Cathedral fica bem próxima à estação St. Pau’l. Pra vocês verem como é fácil andar intuitivamente pela cidade, né? Não precisa ser muito gênio para adivinhar qual a estação mais perto de cada atração… É quase sempre o mesmo nome! hehehe Apesar de não ser muito longe, é um rolezinho ir da abadia até a Catedral, já que a primeira fica na linha verde e, a segunda, na vermelha, então precisa fazer baldeação.

Bjos!!

 

*Fotos: arquivo pessoal

Dicas de Londres 2 – Madame Tussauds, Oxford Street e “Viva Forever”

Vamos para o segundo dia em Londres, continuando nossa série sobre como montar seu próprio roteiro para a cidade e acompanhando as dicas e sugestões com base no roteiro que eu fiz por lá! E ah, para ver como foi o primeiro dia, clique aqui!

Londres Dia 2 - Madame Tussauds

Começamos o segundo dia pelo famoso Museu de Cera Madame Tussauds. Compramos o ingresso na hora, sem filas ou espera. Estava cheio de gente, o que atrapalha um pouco na hora de tirar as fotos com os “artistas”, mas nada que prejudicasse a visita. Mas prepare-se para gastar um bom tempo lá dentro, pois o museu é ENORME. Além das estátuas de cera, também tem um cinema 3D e um passeio sobre trilhos que conta a história de Londres. Essas demais atrações estão inclusas no valor do ingresso e fica tudo dentro do museu. Vale à pena! Para mais informações, clique aqui.

Madame Tussauds 1

Madame Tussauds 2

Madame Tussauds 3

De lá, fomos andando até a Oxford Street, avenida conhecida por suas inúmeras lojas – de grife e fast fashion. É uma bela caminhada do museu até lá, mas como o propósito era conhecer a cidade, foi ótimo! Para quem curte compras, é um passeio imperdível. Gigantes como Forever 21, H&M, TopShop, Zara, GAP e muitas outras estão espalhadas por toda sua extensão. Se você realmente quiser se aprofundar e entrar em todas as lojas, pode reservar um dia inteiro, viu? E não precisa se preocupar em ter que andar quilômetros com mil sacola na mão pra voltar pra casa, pois existem várias estações de metrô ao longo do caminho, muito útil quando você está só o pó de tanto andar e louco para voltar para o hotel 😉

Chegando no hotel, entrei na internet e comprei ingressos para assistir ao musical “Viva Forever” para aquela mesma noite no London’s Piccadilly Theatre. Todinho feito com as músicas mais bombadas das Spice Girls, não queria perder essa oportunidade. Chegamos ao teatro e os ingressos estavam me esperando na recepção bonitinhos, foi só dar meu nome e pronto. É uma pena que eu não tenha mais o link que usei para comprar os ingressos, pois foi muito eficiente e funcionou normalmente com meu cartão de crédito. Outra coisa… pelo que eu sei, esse musical não está mais sendo exibido no Piccadilly Theatre, mas quem tiver interesse em saber mais, é só clicar aqui 😉

Musical1

Musical2

Sugestão de como chegar:

A estação de metrô mais próxima ao Madame Tussauds é a Baker Street, mas tem a Regent’s Park também como alternativa. Não sei porque mas a gente se perdeu para chegar ao museu. E olha que a estação é do lado! rsrs

Para chegar na Oxford Street de metrô, sugiro descer na Marble Arch, que fica logo no começo da avenida e é melhor para poder andar por ela toda. Mas você também pode descer na Bond Street, Oxford Circus ou Tottenham Court Rd, que ficam ao longo dela. No nosso caso, como eu disse, fomos à pé. Apesar de longe, é um passeio muito agradável!

O London’s Piccadilly Treatre fica em Piccadilly Circus e a estação mais próxima tem esse mesmo nome. A região é uma delícia! Mesmo se você não for ao teatro, não deixa de passear por lá de noite, é lindo demais e super movimentado! Tem uma pegada mais jovem, cultural. Cheia de gente sentada conversando ou alguém tocando alguma coisa animada na calçada. É uma outra cara de Londres. Juro, é i-m-p-e-r-d-í-v-e-l!!!

Londres Mapa2

Bjos!

Dicas de Londres 1 – London Eye, Tâmisa, Troca da Guarda, Big Ben

Continuando a série de posts com dicas de como montar um roteiro para Londres, vamos seguir com o detalhamento dos passeios dia a dia. Se você estiver planejando uma viagem de 4 dias para Londres, essas sugestões podem ser bem úteis!

Só para refrescar a memória, o roteiro final ficou assim:

Dia 1: Hyde Park, troca da guarda no Palácio de Buckingham, London Eye e passeio de barco pelo rio Tâmisa

Dia 2: Museu de Cera Madame Tussauds, Oxford Street e musical “Viva Forever”

Dia 3: Abadia de Westminster e St. Paul’s Cathedral

Dia 4: Tower of London, Harrods e feirinha de Notting Hill

Mas antes de começar, claro, parada em frente ao Big Ben pra foto! 😉

Dicas de Londres - BigBen

Agora sim! Vamos ao primeiro dia em Londres!
Londres dia1

Para chegar ao Palácio de Buckingham, descemos em umas das estações de metrô atrás do Hyde Park e cruzamos ele por dentro. Assim, já aproveitamos para conhecê-lo. O parque é GIGANTESCO e vale muito à pena reservar umas boas horas do seu dia para ficar por lá, se você tiver tempo – que não foi o nosso caso, infelizmente!

Passamos pelo Green Park e chegamos ao Palácio pela lateral. A troca da guarda acontece todos os dias às 11h (para validar os dias e horários das apresentações, clique aqui!). E lota. Muito. Por isso, é bom chegar com, pelo menos, 1 hora de antecedência para pegar um lugar bem de cara no portão. Todo o “espetáculo” dura cerca de uma hora e pouco. É bem interessante! O mais legal é ver o quanto eles preservam uma tradição tão antiga e fazem dela um cartão postal da cidade. Tem que ir!

Dicas de Londres - Palácio1

Dicas de Londres - Palácio2

Dicas de Londres - Palácio3

Obs.: o Palácio também é aberto a visitações, mas não tivemos tempo de ir. Clique aqui ara saber mais detalhes!

De lá, fomos andando até a London Eye pela avenida The Mall (linda! Vale o passeio!). Havíamos comprado os ingressos para ela e o passeio de barco juntos, que sai mais barato (shame on me, mas eu não me lembro do preço! Deve ter sido algo em torno de 30 libras por pessoa). A volta na roda-gigante é simplesmente s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l. Indescritível. As cabines por dentro são incríveis, super amplas e totalmente fechadas. Quem tem medo de roda-gigante (como minha mãe! rsrs) pode ficar tranqüilo, pois é super seguro e nem dá a sensação de que estamos em movimento!

Dicas de Londres - London Eye 1

Dicas de Londres - London Eye 2

passeio de barco pelo Tâmisa estava agendado para as 14h. Sim, tem horário marcado porque é muita gente, né? Assim fica organizado e ninguém corre o risco de perder a viagem ou ficar horas na fila. A área de embarque é bem pertinho da entrada da London Eye, então eu recomendo já fazer os dois no mesmo dia, um após o outro. Assim, evita ficar indo e vindo. O barco é super seguro e limpo. Dá para sentar no andar de cima e ter uma vista privilegiada de Londres. Só de lá dá para ver o Parlamento tão de pertinho…. Maravilhoso! Ah, tem um guia que vai explicando as atrações por um microfone. É bem divertido e instrutivo, dá para aprender bastante sobre a cidade!

Dicas de Londres - Tâmisa 1

Dicas de Londres - Tâmisa 2

Sugestão de como chegar:

– O Palácio é cercado por 4 estações próximas: Hyde Park Corner, Victoria, St. James Park e Green Park. Se você gosta de caminhar por belas paisagens, desça na Hide Park Corner e ande até o Palácio por dentro do Green Park. É lindo e super arborizado!!

– Big BenParlamento e Abadia de Westminster : todos eles ficam praticamente no mesmo quarteirão, um do lado do outro. Desça na estação Westminster e você sairá de frente para o Big Ben. Não tem erro!

– London Eye: a estação mais perto é a Waterloo, mas se quiser aproveitar a caminhada para tirar muitas fotos, sugiro descer na estação Westminster mesmo. Cruze a ponte sobre o Tâmisa e você terá as melhores vistas de Londres. E as fotos mais bonitas!

Dicas de Londres - Mapa 1Para fechar o dia, nossa ideia era fazer o passeio pela Abadia de Westminster, MAS, chegando lá, demos de cara com o portão fechado e uma placa com horários e dias de visitação. Pois é, falha minha. Não imaginei que lá pudesse ter dias e horários específicos e não me preocupei em me informar sobre isso. Então, que sirva de alerta! Fiquem atentos aos horários de funcionamento de todas as atrações! Segue aqui um link com todas as informações necessárias sobre a Abadia.

Nisso, já era fim de tarde e resolvemos voltar para o hotel. A Abadia ficou para o 3º dia!