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Saint Decor Café: o que achei sobre o lugar

Como eu a-d-o-r-o café da manhã. É a melhor refeição do dia para mim! Por isso eu tenho uma queda enorme por brunchs. Sabe aquela refeição poderosa que você faz no meio/fim da manhã e tem que ser bem reforçada porque a próxima vai ser só no fim do dia? Que é um café da manhã meio almoço? Onde você toma chá comendo omelete? Então. Amo.

E vamos combinar que não tem coisa com mais cara de final de semana do que um belo brunch. Com tudo o que tem direito. Ja falei nesse post AQUI sobre a Condimento, um bistrôzinho muito do fofo e elegante que fica no Tatuapé, em São Paulo, e serve as comidinhas mais gostosas de todos os tempos. Sou fá número 1 de panqueca americana com maple syrup, e a Condimento serve umas como ninguém aqui no Brasil. #recomendo. Sendo assim, num belo domingo de sol eu e meu namorado acordamos na vibe do brunch e fomos direto na Condimento. E PÁ! Decepção. Eles não abrem mais aos domingos. Meu mundo caiu, fiquei sem chão, perdida na vida, triste e com fome, então acabamos indo parar em uma padaria qualquer.

Em outro domingo qualquer, no mesmo momento em que surgiu novamente a vontade de um delicioso brunch, veio junto a tristeza de que a Condimento estaria fechada. Aí, me lembrei que uma amiga minha (thanks, Mari!) havia comentado sobre um outro bistrôzinho fofo e gostoso que ficava no Anália Franco, também em SP. Depois de umas Googladas, encontramos o endereço do Saint Decor Café e pensamos “por que não?”. E #partiubrunch!

Saint Decor

Confesso que fomos um pouco receosos. Apesar da boa recomendação da minha amiga, havíamos tido uma experiência um tanto quanto ruim em outro desses bistrôs. O lugar era super bonitinho e com cara de bistrô francês, e parecia que iria atender nossas expectativas. Entretanto, o cardápio era mega sem graça e com um preço super abusivo para o que era servido. Sabe um pão de queijo custar tipo uns R$8? Caso típico do famoso “raio gourmetizador“, onde eles colocam um nome todo requintado, servem coisas totalmente básicas e comuns e cobram os olhos da cara. Ficamos bem decepcionados e saímos de lá antes mesmo de fazer o pedido.

Pois bem. Chegamos ao Saint Decor Café um tanto desconfiados. Havíamos lido algumas reclamações na internet sobre o atendimento, que era meio demorado e ruim, mas decidimos ir ver “qual era”. Ja gostei do lugar logo de cara. Decoração mais fofa ever, tudo bonitinho, arrumadinho, bem aconchegante. Ao passar os olhos pelo cardápio, vimos bastante potencial. Várias opções de chás e cafés, um mais diferente que o outro, waffles, lanches, pães e até massas e pratos mais almoço mesmo. Fiquei perdida com tanta opção e demorei para decidir o que pedir. Acabei optando por um chá todo diferente, um panini de queijo brie, geléia de damasco e macadâmia e um waffle de chocolate com morango para sobremesa. Meu namorado foi de um mocaccino com lascas de côco (uma delícia!), um lanche de mortadela com rúcula e uma mostarda diferentona e dividiu o waffle comigo.

Saint Decor - Pratos

De fato, as opções de lanches e sanduíches não são aquela coisa mega inovadora. Nem muito grandes. Mas gostosos. Sofreram um pouco com o “raio gourmetizador” também (nossa conta de R$100), mas nada que não fosse esperado. Atendeu às nossas expectativas. Sabe aquela coisa de “não é um fenômeno, mas é bom?”. Tipo isso. Voltaríamos lá sem sombra de dúvidas (só não o fizemos ainda por falta de tempo). Não é um lugar barato, mas nenhum desses bistrôs são. Então estava de acordo.

Saint Decor - conta

Sobre o atendimento? Realmente, é um pouco demorado, mesmo com poucas mesas ocupadas. Reparamos que o próprio garçon preparava também os pratos na cozinha. Acho que por isso a demora. Acredito que quando está mais cheio, deve demorar bastaaaante. Mas como era domingo e estávamos sem pressa, não nos importamos muito 🙂

Conclusão: para mim, a Condimento continua sendo imbatível, mas recomendo o Saint Decor Café como uma boa opção para um brunch, café da manhã, da tarde ou até mesmo um almoço gostoso, apesar de não ter provado os pratos. A vantagem é que eles não tem horário específico para cada refeição, como acontece na Condimento, ou seja, você pode pedir o que quiser a qualquer hora. Mas vá sem pressa e preparado para gastar um dinheirinho. Também vi que lá eles tem locais específicos para um reunião ou um encontro entre amigos, é só conversar com o responsável. Acho uma opção super bacana e diferente para um fim de semana tranquilo!

Quem for, conta se gostou!

Endereço: Rua Padre Landell de Moura, 152, Vila Formosa, São Paulo.

Pousada Corujas em Itu: como foi a experiência!

Antes de mais nada, não, eu não estou recebendo jabá para falar sobre a Pousada Corujas. Estou falando porque gostei tanto, mas tanto, que me sinto no dever de compartilhar com a mundo! Hahaha

Pois bem. Sabe quando você tem vontade de ir para um lugar para não fazer absolutamente nada? Ficar no meio da natureza, sem ter horários, nenhuma programação, compromisso? Eu sei que isso pode parecer pavoroso para muita gente, e eu mesma, assim como a maioria das pessoas que moram em cidades grandes, tenho um ritmo de vida um tanto quando acelerado (apesar de eu trabalhar em casa!). E quando chega o fim de semana, parece que queremos abraçar o mundo e fazer tudo o que não pudemos fazer de segunda à sexta em apenas dois dias. E de repente, já é domingo à noite, o fim de semana voou e você nem percebeu.

E eu estava cansada justamente dessa sensação. De estar sempre correndo, fazendo mil coisas, encaixando o máximo de atividades possíveis para poder “aproveitar” o fim de semana. E aí que, semana passada, resolvi que ia enfiar eu e meu namorado em uma pousadinha bem simples, no meio do nada, pra não precisar fazer nada. Queria um hotel-fazenda com pensão completa, onde não é preciso sair nem pra comer (dica: conhece o hotel-fazenda Vale do Sol, em Serra Negra? Fiz post sobre ele AQUI!). Mas como essa opção é um pouco mais cara do que a verba que tínhamos disponível, acabei pensando em outras alternativas. E nas minhas buscas no Booking.com, encontrei a Pousada Corujas. Gostei das fotos, do descritivo, do local (fica em Itu, cerca de 1h30 de Santo André) e do preço: R$340 o fim de semana para o casal em um chalé (vale ressaltar que foi um preço promocional, ok?).

Hum. Bem interessante. Ainda por cima, o horário do check-out era às 17h (perfeito! Não me conformo como hotéis que recebem turistas de fim de semana inda tem check-out ao meio-dia…), ou seja, daria para curtir o domingo todo e era permitido levar comida e até carne para churrasco. Não, infelizmente a Pousada Corujas não oferece pensão completa, mas os chalés são equipados com fogão, pia, frigobar e alguns apetrechos de cozinha para cada um poder fazer aquilo que quiser. E achei isso muito bom, porque dá pra economizar! Sai bem mais em conta comprar uns lanchinho e comidinhas no mercado do que almoçar e jantar fora todos os dias. Então pronto. A Pousada Corujas ganhou meu coração.

O atendimento foi bastante elogiado na avaliação dos hóspedes no Booking.com. E pudemos comprovar de perto. A própria dona me ligou na sexta-feira perguntando se eu sabia chegar e se tinha alguma dúvida. E depois, mandou um e-mail com algumas “dicas” do que levar. Achei muito bacana essa atenção e, com certeza, é um super diferencial!

E a Pousada era exatamente aquilo que estávamos procurando (e precisando!). Muito verde, café da manhã gostoso, um chalé aconchegante, ninguém para encher o saco, nada para fazer. A área da Pousada é extremamente bem cuidada, a grama perfeitamente aparada, as piscinas (aberta e aquecida) com água cristalina, tudo muito limpo, bonito e organizado. Pronto. Estávamos no paraíso!

Pousada Corujas - Chalé

 

Pousada Corujas - Chalés

Lá não tem mesmo muitas atividades, e se o tempo estiver meio ruim, só vai te sobrar a piscina aquecida (que estava com problema nesse fim de semana, mas a dona ficou tão chateada com o imprevisto e quis nos compensar de todas as formas, mas nem nos importamos :). A piscina aberta é enorme e linda de viver. Passamos boas horas esparramados nos colchões ao redor dela lendo, entrando na água vez ou outra, batendo papo, olhando pro céu. Perfeito.

Pousada Corujas - piscina aberta

Pousada Corujas - piscina aquecidaPara quem curte uma atividade física, espaço é o que não falta. Além dos gramados impecáveis que dá para fazer caminhada, tem quadra e campo de futebol. Na descrição do site, vi que tem uma trilha, mas acabamos não indo atrás para saber se tem mesmo e como é. Disse que a ideia era não fazer NADA, né? Então. hehehe. Também tem um ou outro brinquedo para criança e uma piscina pequena para elas também. E os chalés acomodam, pelo menos, 4 pessoas, sendo uma cama de casal embaixo e duas de solteiro no andar de cima. Perfeito para casais e famílias. Mas acredito que dê para modificar conforme a necessidade.

Pousada Corujas - campo e quadra

O local é bem silencioso, tranquilo e privado. E por isso mesmo, é longe da cidade. No sábado e domingo à noite, fomos jantar no recomendado Bar do Alemão, no centro de Itu (o parmegiana é o carro-chefe e super indico!). Leva uma boa meia hora para chegar lá, mas é super fácil e tranquilo.

Pousada Corujas - gramado

Posso dizer que foi o fim de semana que estávamos querendo. E adoramos tanto o lugar que queremos voltar muito em breve! Recomendo 😉

DICAS

Como chegar

É bem fácil! No Km 85 da Rodovia Castello Branco, para quem sai de São Paulo, você vai encontrar uma placa escrito Jockey Club Sorocaba, à direita. É só entrar nessa placa e seguir as indicações para a Pousada Corujas. A partir daí, a estrada é de terra, mas bem cuidada e sem grandes problemas.

Se você chegar à noite, não vai ver nenhuma placa dizendo que você chegou na pousada (nós, pelo menos, não vimos). Mas não tem como errar. É o único lugar iluminado desde que você sai da Castello!

Pousada Corujas - Mapa

O que levar

– Repelente e inseticida. Não tem muito pernilongo ou outros bichinhos que ficam picando loucamente, apenas insetos típicos de quando se está no meio do mato. Mas pode acontecer de algum pernilongo perdido entrar no seu chalé à noite e atrapalhar seu sono de beleza. Por isso, é sempre bom estar prevenido.

– Tênis. Para fazer uma caminhada, trilha ou mesmo andar à cavalo (ofereceram essa opção no domingo, mas acabamos não indo).

– Comidas e bebidas. A Pousada só oferece café da manhã, então é bom você ter, pelo menos, umas comidinhas para enganar a fome até você sair para almoçar/jantar (se for o caso). Se quiser fazer churrasco, leve carvão, álcool e tudo o mais que for necessário.

– Toalhas de piscina. No quarto tem roupa de cama, travesseiros e toalhas de banho e rosto, mas para usar na área da piscina, você deve levar a sua.

– Um livro. Para quem gosta de ler, é uma boa opção para passar o tempo!

 O que esperar

Não conte com sinal de telefone e internet. Ora pega, ora não pega. Então, se você tiver trabalho para fazer que dependa de conexão ou for viciado em Facebook, cuidado. Não dá para contar com acesso por lá.

– Sossego. Como eu disse, lá não tem NADA para fazer. É o local perfeito para curtir a companhia da família/namorado (a), jogar conversa fora, dormir, respirar ar puro. Não adianta ir pra lá e ficar entediado! 😉

– Tem gente que se hospeda lá para saltar de paraquedas em Boituva. Fica perto, então vale a dica também!

Como foi o fim de semana no Vale do Sol

E depois de um trânsito delícia pra sair de São Paulo, de um GPS doido que jogou a gente em uns lugares fora do planeta Terra e de dois celulares sem bateria (e, consequentemente, sem Waze), chegamos em Serra Negra! uhu!!

Achar o Vale do Sol é a coisa mais simples do mundo, porque assim que você entra na cidade já tem várias placas sinalizando a direção. Fizemos o check-in e, ao entrar no nosso quarto, nos deparamos com um local amplo, chão e móveis de madeira, super limpinho e aconchegante. Bem carinha de fazenda, mesmo, sabe? A vontade de se enfiar debaixo das cobertas naquele friozinho leve que estava fazendo era grande, mas a fome falava mais alto e fomos procurar o restaurante para aproveitar o jantar. Eita comidinha deliciosa! Super caseira, várias opções de saladas, sopinhas e caldos quentes, sobremesas. Era o que faltava para coroar a noite!

Mas a melhor surpresa veio no dia seguinte. Saímos do quarto de manhã para ir tomar café e demos de cara com uma vista de tirar o fôlego: sol, céu azul e a Serra da Mantiqueira se estendendo bem a nossa frente, imensa. Uau! Que paz, que tranquilidade! Queria ficar lá o resto do dia, só admirando a paisagem… Mas o dia estava tão bonito que optamos por dar uma caminhada para conhecer as dependências do hotel e, de quebra, praticar um exercício físico #projetoverão2020.

O hotel

Piscinas

O restaurante

Lá realmente tem bastante coisa pra fazer, e conseguimos aproveitar o fim de semana do jeitinho que queríamos: caminhamos, tomamos sol, relaxamos na piscina, descansamos, conversamos muito e comemos mais ainda! Além disso, sou só elogios para o Vale do Sol: comida caprichada e variada, a infra-estrutura excelente, atendimento acolhedor. Não tenho nada a reclamar, de verdade! Foi, sem dúvida nenhuma, a escolha perfeita, que se encaixava com o momento. E como fez bem, afe! Na segunda-feira éramos outras pessoas. Renovadas. Mais leves. Mais felizes. É impressionante como esse tipo de escapada e um pouco de loucurinha faz diferença na vida, né não?

Viajar, para qualquer lugar que seja e pelo tempo que for, areja a mente, distrai a cabeça, renova as energias. Pode ser um simples bate-e-volta para a praia, um fim de semana nas montanhas ou um mês na Europa. Não importa. O que vale é ir. Tem mil possibilidades para todos os gostos e bolsos. É só se jogar!

Fui!

Hotel Fazenda em Serra Negra – delícia!

 

Hotel Fazenda Vale do Sol

Decidimos que queríamos viajar para algum lugar diferente no próximo final de semana. Nada muito elaborado (e nem caro!), mas com um “quê” especial. Um local onde pudéssemos curtir, descansar e aproveitar a companhia um do outro. Sem pressa. Sem nada muito planejado. Sem obrigações ou atividades mil. Pode fazer o que der na cabeça, sabe?

As opções eram infinitas, não havíamos pensado em nada… Mas acho que o fato de ser Agosto deu aquela vontadezinha de ir para o campo, no alto das montanhas, pegar um friozinho e observar uma bela paisagem. Concluí que o que precisávamos mesmo para aqueles dois dias que se aproximavam era de um hotel fazenda. Parecia o encaixe perfeito com o que estávamos buscando! E então, comecei minhas buscas.

Encontrei várias opções, dos baratinhos aos mais caros, dos rústicos aos luxuosos. Até com campo de golfe tinha! Mas nenhum deles deu aquele “clique”, sabe? Nada me chamou tanta atenção. Eis que, depois de algum tempo, dei de cara com o Hotel Fazenda Vale do Sol. Localizado em Serra Negra, ficava a cerca de 3 ou 4 horas de São Paulo. Perfeito! Longe o suficiente da cidade grande, mas fácil e rápido de chegar. O preço? Bem compatível com o que estávamos dispostos a gastar 😉

Pelo site me pareceu tudo muito bem cuidado e com uma excelente infra-estrutura. As fotos mostravam chalés com carinha de fazenda, daqueles que você olha e já se imagina enrolado debaixo das cobertas curtindo um friozinho delícia. Fora a vista, né? Montanhas para tudo quanto é lado, uma overdose de verde.

Atividades também não faltariam. Piscinas (frias e aquecidas), lago para pesca, cavalos, pista de cooper, tabuleiro de xadrez gigante (rsrs). Café da manhã, almoço e jantar inclusos – e à vontade. #praticidades #comercomosenãohouvesseamanhã

Não tínhamos mais dúvidas de que aquele era o hotel fazenda perfeito para o fim de semana que estávamos buscando. Pelo telefone mesmo tirei algumas dúvidas e fizemos a reserva. Simples assim.

Serra Negra, nos aguarde!

Bjos,

UPDATE: clique aqui para ver como foi o fim de semana!