Tag Archives: intercâmbio

Intercâmbio de um mês vale a pena?

INTERCÂMBIO DE UM MÊS VALE A PENA?

Será que fazer intercâmbio de um mês vale a pena? Se você está pensando em se aventurar em outro país por algumas semanas mas está em dúvida se compensa, ou não, esse post pode te ajudar!

Antes de mais nada, gostaria de esclarecer que eu não tenho a pretensão de convencer ninguém de nada, muito menos de apontar o que é certo ou errado, bom ou ruim. Minha intenção é apenas compartilhar minha opinião sobre o assunto para poder gerar alguma reflexão em quem está pensando em viajar e, quem sabe, ajudar um pouquinho!

Como eu falo muito, preferi separar em tópicos para ficar mais fácil de entender meus devaneios! Espero que possam ser úteis, pelos menos! Let’s go? 😉

Intercâmbio de um mês vale a pena?

+ Tudo o que você precisa saber sobre fazer intercâmbio na Austrália!

1. O aprendizado da língua

Na maioria dos casos, acredito que quem faz intercâmbio está procurando aprender ou aperfeiçoar uma língua estrangeira. Sendo assim, como sabemos que não existe mágica e que ninguém vai voltar fluente depois de um mês no exterior, acho que temos que pensar sempre em otimização. Já que o tempo é curto, aproveite-o da forma mais inteligente possível!

– Sobre desenvolver novas habilidades

Como já falamos, não dá para pegar fluência em um mês e voltar pra casa falando como um nativo! Quem pretende fazer esse tipo de investimento tem que ter isso em mente, mas se esforçar para aprender o máximo possível.

Aproveite para desenvolver habilidades que são mais difíceis de praticar no Brasil, como ouvir, falar e aprender termos e expressões do cotidiano, que geralmente não nos ensinam nos livros. Acredito ser essas as conquistas mais importantes no aprendizado de uma língua em um intercâmbio curto.

Intercâmbio de um mês vale a pena? - Estudo

– Sobre viajar já tendo alguma noção da língua

Com base no que já observei, acho que a curva de aprendizado em intercâmbios curtos é maior para quem já tem uma noção da língua (mas é só minha percepção, ok? Cada caso é um caso! :). Isso porque a pessoa chega já conseguindo se comunicar, mesmo que minimamente e de forma errada, mas é mais fácil evoluir a partir dali, sabe? Quando já se é familiarizado com a língua, é mais fácil ouvir e falar palavras novas, pois já se entende a estrutura gramatical e a forma de “pensar” daquela língua. Quem chega muito “cru” tem que partir do zero e pode demorar um tempo até conseguir entender alguma coisa e se soltar – e quando vê, já é hora de voltar pra casa.

Sendo assim, talvez seja melhor investir em um curso no Brasil durante uns meses para chegar no seu intercâmbio com alguma base, e não deixar para aprender tudo lá. Acho um pouco de desperdício. É melhor utilizar seu pouco tempo em outro país já podendo se comunicar minimamente, até para que você se sinta mais seguro também.

– Sobre foco e dedicação

Acredito que o que mais vale mesmo é o esforço e dedicação de cada um. Se você não estudar, conviver somente com brasileiros e não tentar conversar na nova língua, realmente você não vai evoluir nada. Nem em um mês, nem em um ano. Já conheci gente que estava há mais de um ano estudando fora e o inglês, no caso, continuava uma m*da. Por isso, meu conselho é: faça valer o seu tempo e dinheiro. Vá às aulas, faça os exercícios de casa, saia para passear sozinho, peça informação na rua, converse com pessoas de diferentes nacionalidades. Fazendo isso, com certeza seu intercâmbio de um mês vale a pena!

2. Intercâmbio não é só aprender outra língua

Mesmo que esse seja o objetivo principal, um intercâmbio pode trazer pra sua vida muito mais benefícios do que aprender uma língua. E essa eu acho que é a maior das consequências. Morar fora, não importa pelo tempo que for, muda nossa forma de pensar, ser e agir. Nos instiga a ser mais curiosos, nos arriscar, tentar, ousar, fazer diferente. SER diferente. Somos obrigados a sair da nossa zona de conforto. Ter que se virar sozinho em meio a uma cultura e língua totalmente diferentes pode ser apavorante no início, mas é uma experiência de vida insubstituível!

Intercâmbio de um mês vale a pena? - Autoconhecimento

Acho que é tudo questão da forma como você decide tirar proveito das oportunidades, sabe? Uma vez que você está investindo tempo e dinheiro para fazer o tão sonhado intercâmbio, não foque somente em aprender outra língua! Explore tudo o mais que a experiência pode te proporcionar. Evolua como ser humano. Tente se conhecer melhor. Tire as amarras. Pense, repense, questione. Acho que se questionar é fundamental e é muito mais fácil e natural fazer isso quando saímos da nossa rotina e da nossa casa. Acontece de forma orgânica. Apenas pare e preste atenção nos seus próprios pensamentos.

E como fazer tudo isso? Tentando coisas diferentes, experimentando, ousando, se arriscando. Faça programas que nunca pensou em fazer antes. Prove novos pratos. Converse com gente estranha. Observe como a cidade funciona. Observe as pessoas. Observe o trânsito. A rua, as calçadas, as casas. Cumprimente as pessoas na rua. Vá a um restaurante sozinho. Ande sem rumo e por horas em um bairro qualquer. Entre em lojas que geralmente não entraria. Sente em um banco qualquer enquanto pensa em nada. Ou em tudo. Acorde cedo para ver o nascer do sol. Ou durma tarde. Alugue uma bicicleta.

3. Você vai se descobrir muito mais capaz do que imaginava

Quando a gente resolve se aventurar por outros países, sempre dá um frio na barriga. Em se tratando de um intercâmbio, então, nem se fale! Pensar em ter que fazer tudo sozinho, viver na casa de estranhos, comer uma comida totalmente diferente, lavar roupa, pegar ônibus, achar o caminho da escola… Parece tudo muito difícil, né? Especialmente quando se é jovem e não fazemos isso nem na nossa cidade!

Mas você consegue. Consegue fazer tudo isso e mais um pouco. É impressionante como o ser humano só aprende na necessidade. Quando você PRECISAR fazer qualquer coisa, você VAI fazer. Tem medo/vergonha só de pensar em pedir informação na rua em outra língua? Quando você estiver perdido e não tiver ideia de como voltar pra casa, você VAI pedir. Não sabe nem ligar uma máquina de lavar roupa em casa? Quando a pilha de roupas sujas estiver enorme e você não tiver mais nada pra vestir, você VAI aprender. Pode acreditar em mim!

Quando eu tinha 15 anos, fiz um intercâmbio de um mês no Canadá, em Toronto. 11 anos se passaram e aquela experiência ainda se reflete em mim. Em muitos momentos, eu me recordo de aprendizados de vida que tive durante aquele mês e percebo como sou influenciada por eles até hoje. Passado todo esse tempo, olho pra trás e vejo como foi importante para eu poder me descobrir, começar a entender quem eu era, do que eu era capaz, como resolvia problemas. E isso, minha gente, não tem preço!

_________________

Bom, espero que eu tenha conseguido passar a mensagem que gostaria! E se eu acho que intercâmbio de um mês vale a pena? Com certeza! Basta saber aproveitar seu tempo da melhor forma possível e se dedicar a aprender. Sobre outra língua e sobre você 🙂

E você? Acha que intercâmbio de um mês vale a pena? Quem já fez? Tem alguma experiência pra contar? Deixa nos comentários!

Diário Austrália: Como foi a primeira semana!

E não é que já faz uma semana que eu cheguei aqui em Gold Coast, costa leste da Austrália? Pois é, minha gente… O tempo passa rápido demais! Tantos meses de planejamento, preparação psicológica, tantas coisas para resolver antes de viajar e, de repente, uma semana inteirinha aqui já se foi! Afe… (Ah, se você não está por dentro do que eu tô falando, clica AQUI pra ler o post onde eu explico sobre essa viagem!!)

Diário Austrália - Primeira Semana

Então resolvi fazer um vídeo para contar mais detalhadamente como foi essa primeira semana, falar sobre a viagem, a casa, escola. Essas coisas mais básicas, sabe? A adaptação, as primeiras impressões, diferenças, enfim.

Para quem não sabe, a minha irmã está morando aqui na Austrália há mais de um ano (em Gold Coast, também). Depois de 6 meses em Gold Coast, no ano passado, eu fiz uma entrevista completa com ela perguntando t-o-d-o-s os detalhes sobre a viagem, desde a tomada da decisão, passando pela agência, escolha da cidade, como tirar o visto australiano, experiência com o curso e trabalho, rotina, futuro e mais mil coisas. Tá bem completinho! Se você ou um amigo seu está pensando em vir para a Austrália, PRECISA ler os posts a seguir (é só clicar nos links, ok?):

1. A decisão / Agência / Curso de Inglês

2. Trabalho / Moradia

3. Rotina / Família / Futuro

4. Como tirar o visto australiano

Também estou preparando um outro vídeo (uia, que chiquêza!) com várias dicas pra quem está planejando passar um tempo aqui na Austrália. Dessa vez, com as minhas impressões e opiniões 🙂 Tá ficando bom o negócio!

Mas chega de lenga-lenga e aperta o play aí!

Gostaram? Deixa sua opinião/dúvidas/dicas/reclamação/etc nos comentários!

Ah, e se você está com viagem marcada, precisa assistir esse vídeo onde eu dou uma dica TOP para economizar espaço na mala! Clica AQUI e me conta se gostou!

Bjos!

E eu vou viajar para Austrália, baby!

É isso mesmo que você leu aí no título. Esse domingo, dia 24 de Maio, embarco com destino à terra dos cangurus. Mais precisamente, para Gold Coast. Mas como assim? Porque? O que você vai fazer lá? Quanto tempo vai ficar? Calma, meu caro leitor. Responderei a todas essas questões 🙂

Viajar para Austrália

 1. O que vou fazer em Gold Coast?

Vou fazer um curso de Marketing, que tem a ver com a minha área de formação e atuação, publicidade. Mas devo confessar que o curso é só para cumprir tabela mesmo, pois é preciso ser estudante para conseguir um visto de permanência maior e um emprego, se preciso.

E por que não fazer um curso de Inglês? Primeiro porque eu já falo a língua, segundo porque os cursos de Inglês são um pouco mais puxados, com aulas todos os dias, e não estou com paciência para tanto. Terceiro, porque são mais caros 🙂

Mas o intuito real dessa viagem é mais introspectivo. Me conhecer melhor, me encontrar, saber o que quero da vida. Pode parecer bobagem, mas essa parece ser a melhor forma de conseguir tudo isso, pelo menos pra mim. Cada um tem seus motivos, né? Acredito que passar um tempo sozinha, ter que me virar, viver certas experiências, ficar comigo mesma vai ser muito bom pra mim. #oremos

2. Quanto tempo vou ficar por lá?

Serão quase 7 meses, ou seja, volto para o Brasil em Dezembro.

3. Onde vou morar?

Quem se lembra, sabe que minha irmã está morando em Gold Coast há mais de um ano. Fiz uma entrevista com ela sobre vários aspectos, como a relação com a família, distância, planos para o futuro, dicas de trabalho, agência, moradia, valores e etc quando ela estava lá havia alguns meses. (Clica AQUI para ver tudo isso detalhado!) Mas não, eu não vou morar com ela!

Acontece que ela mora com o namorado em uma unit, que é um apartamento super pequeno feito para duas pessoas. Mesmo. Por isso, ficar com eles mesmo que por alguns dias seria apertado complicado. Então estou procurando um lugar para mim, ou seja, um quarto alugado na casa de alguém! (Espero que quando você estiver lendo esse post, eu já tenha um teto definido!!). Falo mais sobre esse processo todo depois!

4. Por que Gold Coast?

Não, não foi por causa da minha irmã, apesar da idea ter surgido por causa dela. Pesquisei em algumas agências de intercâmbio sobre outros países em que é possível trabalhar legalmente como estudante, e as opções são poucas. E viajar para Austrália me chamou a atenção por ser um país grande, cheio de cidades legais para conhecer, perto de outros países ainda mais legais para viajar e com um dólar mais barato. E dentre todas as cidades australianas, Gold Coast foi a única que preencheu meus pré-requisitos: uma cidade pequena o suficiente para ser tranquila e cheia de natureza, mas grande o suficiente para ter ofertas de emprego e estudo. Além disso, ela está no meio da costa leste, perto de vários lugares lindos para visitar!

Para conhecer um pouquinho a cidade e babar, dá uma olhada nesse vídeo:

5. Como fica o meu trabalho? Como vou ganhar dinheiro lá?

Essa é a parte mais incrível. Para quem não sabe, hoje em dia eu trabalho da minha casa escrevendo conteúdo para redes sociais. Resumindo: escrevo os posts de Facebook, Twitter, Instagram e outros para grandes empresas. E isso é feito totalmente online. Ou seja, é um trabalho que eu faço daqui e farei quando viajar para Austrália também. Por isso, minha fonte de renda atual vai continuar! Isso facilita muito a vida, sem dúvida… Mas, caso eu ache que preciso complementar a verba para viajar ou apenas para ter novas experiências, eu posso arrumar também um emprego por lá, como garçonete, por exemplo.

6. E como fica o blog?

Essa é a melhor parte, né?! Morando durante quase 7 meses em um dos países mais lindos do mundo, vou ter bastante conteúdo pra postar aqui! Pretendo tirar muitas fotos, gravar muitos vídeos e escrever muito posts aqui e no Facebook (curte lá!!). Vai ser uma experiência super bacana e vou poder dar várias dicas e informações para quem quer fazer a mesma coisa, ou para quem apenas gosta de ler sobre viagens! Aguardem… 😉

7. E a família? E o namorado?

Pois é, minha gente, o namorado fica no Brasil… Ahhhhhhhh! A ideia de viajar para Austrália partiu dele e tudo foi feito com bastante diálogo, nós dois de acordo em todos os detalhes. Está sendo um processo super bacana e ele tem sido incrível! Está super animado com a minha viagem e tem certeza de que será fundamental para minha vida. É muito bom poder colocar um projeto tão grande e tão pessoal em prática com a pessoa que você ama do seu lado, te dando apoio, né? 🙂 #sorte

Viajar para Austrália - mala8. Mas para tanto tempo de viagem… E a mala?

Desde que surgiu a ideia de viajar para Austrália, em Dezembro de 2014, já tenho pensado sobre a mala. Hahahaha #mejulguem #mulheres! O que levar? O que não levar? O que comprar lá? Depois de meses pensando e comparando com outras viagens que já fiz, cheguei a algumas conclusões. Resolvi que estou em uma fase de desapego. De aprender a viver com menos coisas. Pretendo levar somente peças de roupa que combinem entre si, o menor número de sapatos possível e só as coisas que eu realmente uso. E daí se eu não levar minha calça azul e, de repente, bater uma vontade louca de usar ela por lá? Vou ter que esperar a vontade passar. O que quero dizer é que não vou levar uma roupa que só combina com 2 ou 3 peças que tenho no armário só para o CASO de eu querer usar ela. Não vou usar e pronto.

Inclusive, fiz um post (com vídeo!) AQUI dando dica sobre como arrumar espaço na mala de viagem com aquelas embalagens à vácuo e como usar. Também falei AQUI sobre o que levar na mala e qual foi minha experiência no Reino Unido com o tamanho da mala AQUI. Vale a pena conferir!

__________________

Acho que é isso, gente! Quem tiver mais perguntas, pode deixar nos comentários! Aos poucos, vou trazendo mais posts sobre o assunto, contando minhas experiências, reunindo dicas e tudo o mais pra vocês!

Intercâmbio na Austrália: rotina, família e futuro

E continuando essa série delícia sobre intercâmbio na Austrália, os temas abordados hoje serão dia a dia, família e futuro. Para quem chegou agora e pegou o bonde andando, eu explico: minha irmã, Vanessa, foi fazer um intercâmbio na Austrália e está lá já faz 6 meses – e ao que tudo indica, deve ficar por mais um ano e meio ainda.

Ela mora em Gold Coast, terminou o curso de inglês que fez na Bond University e trabalha como garçonete em dois restaurantes (e está fazendo um bico de faxineira em um hotel enquanto não começa seu próximo curso, de Business) para pagar as contas e juntas uma graninha.

Austrália

Eu bolei uma série de perguntas, que ela respondeu lindamente, abordando vários temas importantes e que causam muitas dúvidas em quem gostaria de fazer a mesma coisa. No primeiro post, falamos sobre a decisão de viajar, a agência que a auxiliou e o curso de inglês. No segundo, tratamos as questões moradia e trabalho, onde ela explica detalhadamente e dá algumas dicas para quem se propõe a fazer um intercâmbio.

Contexto dado, bora continuar, então?

6. O dia a dia

– Como é sua rotina?

“No momento estou de férias dos estudos. MAS, quando eu estava estudando na Bond, eu costumava ir todo dia pra aula (ia mais cedo pra ir na academia), saia umas 3pm (só a Bond tem aula das 8:30 até às 3pm, porque as outras escolas geralmente terminam na hora do almoço) e aí dependia do dia, ficava por lá ou voltava pra casa.

Mas depois q passei a trabalhar todos os dias, sempre voltava pra casa, dava uma descansada e já saía pra trabalhar. Nos finais de semana, trabalho no almoço e no jantar.

Eu escolhi trabalhar bastante… Mas mesmo assim, saí bastante no meu tempo livre sim. Pelo menos aqui em Gold Coast, é muito comum a galera se reunir e fazer um barbecue (em frente às praias tem vários espaços públicos pra fazer churrasco e reunir a galera), ir pra balada (na qual mulher entra e bebe de graça hahaha)… Mas atualmente uso todo o meu tempo livre pra descansar, fazer meus afazeres domésticos e ficar com meu namorado 🙂

Agora que estou de férias dos estudos, estou trabalhando como cleaner na parte da manhã.” 

– Seu dia a dia é bem diferente do que você tinha aqui no Brasil. Como foi o processo de adaptação nessa nova vida?

“No começo foi tudo LINDO E MARAVILHOSO. Aquela empolgação de coisa nova, cidade nova, país diferente. Depois que comecei a cair na rotina e perceber que aqui também é vida real, e q também temos dias de tédio e nada pra fazer, foi que bateu umas bads no começo. A famosa Homesick* (leia-se: pior sentimento do mundo). É difícil falar, mas tudo foi se tornando uma rotina num processo bem natural (tirando a parte da homesick, que é bem comum acontecer nos 3 primeiros meses, quando passa a fase inicial de empolgação).

Mas hoje em dia estou ótima e até renovando o visto 😉 Pelo menos pra mim, a adaptação foi bem tranquila, isso porque sempre estive ocupada, que é bom pra ocupar o tempo e a cabeça!!”

* Homesick seria tipo uma saudade imensa de casa, da família, dos amigos. Uma tristeza profunda mesmo.

– O que você gosta de fazer no seu tempo livre?

“Descansar, pois estou sempre correndo hahaha Mas Gold Coast eh uma cidade turística, então tem muita coisa pra fazer (como parques temáticos)… E claro, as praias né! Mas é que agora é inverno, então não está rolando muita praia não…”

Austrália

 

Austrália Praia

– Você vai para todos os lugares de bicicleta. É melhor comprar ou alugar? Quanto você pagou por ela?

“Comprar bike nova e alugar é caro. Geralmente, compramos bikes usadas pelos grupos do Face! Dá pra achar uma bike boa, com locker(cadeado) e capacete por menos de 100 dólares.

Estou na minha terceira bike (a primeira era emprestada; a segunda, paguei 80 dólares numa usada, que foi destruída por algum vândalo – leia-se: nunca deixe sua bike estacionada num lugar público durante a madrugada). Essa que eu tenho hoje é uma bike boa, semi usada e que comprei numa loja de bikes mesmo (que é mais caro)… Eu paguei 150, mas foi um ótimo investimento! Minha bike, minha vida!”

– Acha que compensa comprar um carro em Gold Coast?

“Comprar carro aqui é barato. Ninguém compra carro zero, é tudo caro. A galera que volta pro Brasil vai repassando, e assim por diante… Eu não tenho detalhes de valores, mas dependendo do quanto você usa o carro, vale a pena sim. Principalmente porque muitos empregos necessitam ter carro.”

– Como é o transporte público? Você costuma usar?

“Aqui em Gold é busão e trem, mas é super caro e eu não uso quase nunca. Por isso faço tudo de bike! Economizo muita grana… Mas aqui tem um esquema, não lembro ao certo, mas quando você usa mais de 9 vezes na semana, a partir da décima você anda de graça, até o final da semana (realmente não lembro detalhes, mas é algo assim).”

– Quais tipos de passeios você faz por aí? Já conheceu outras cidades?

“Muitos passeios que fiz foi com a Bond. Já fui pra Byron Bay (é tipo uma cidade, uns 30 min de carro de Gold Coast, que tem um farol e uma vista top), e tem muitas praias lindas aqui também, como Coolangata. Já fui pra um dos parques temáticos, o Sea World… Já fui no zoológico, porque TODOS TEM QUE TIRAR UMA FOTO COM O KOALA E VER KANGURU. Já conheci Brisbane, que é a cidade vizinha! Mas não fiz muitos passeios ainda porque comecei a trabalhar logo que cheguei…

7. A família

– Como é lidar com a distância da família e dos amigos?

“Falar que é fácil é mentira… Mas vai muito da pessoa né. Eu, que sou uma pessoa SUPER apegada, já me deparei várias vezes querendo voltar pro Brasil. Mas isso tudo depende muito do jogo que você faz com o seu psicológico e como você se comunica com sua família e amigos. Mas é fato que depois de um tempo, fica um pouco natural e a gente aprende a lidar.”

Austrália - Koala

– Você passou por um período chamado homesick (saudades de casa, da família, etc). Como foi isso para você? E como você superou?

“PÉSSIMO. Foi um período interminável, acho que durou por volta de um mês… Foi terrível! Mas todo aspirante a intercambista já tem que vir psicologicamente preparado pra isso, porque é NORMAL, e faz parte do processo.

O que me ajudou foi o trabalho, a distração e claro, o apoio da minha família. Minha mãe sempre fala comigo no Skype muito alegre, me incentivando o tempo todo… E isso foi o que me deu forças aqui. 

Nada como o TEMPO pra curar. a saudade não passa, mas você aprende a viver com ela.”

Austrália - Vista

– Teve algum momento em que pensou em desistir e voltar pra casa?

“Desistir, não. Mas antes de vir, sabia q meu visto era até Setembro e que queria ficar mais.

O que passou na minha cabeça foi de não renovar e voltar em 7 meses mesmo. Mas nunca desistir no meio do caminho, porque eu sabia que a homesick ia passar e o quanto eu esperei pra vir pra cá. E que, a partir do momento que eu visse meus pais, a saudade ia passar e pronto, BACK TO REALITY.

– Do que você mais sente falta do Brasil?

“De todos os detalhes que você possa imaginar. Desde os meus pais e amigos, até das roupas passadinhas que a minha mãe passava pra mim. De pequenos a grandes detalhes… Quando você fica muito tempo longe, TUDO te dá saudades.

Mas o principal, claro, é a falta da minha rotina em casa, com a minha família. Os jantares, as conversas e até as broncas pelo meu mau humor… hahaha” 

8. O futuro

– Seu visto vence em Setembro/14 e você vai renová-lo para poder ficar mais tempo. Como funciona esse processo e quanto custa a renovação?

“A primeira renovação custa 540 dólares (535 + 5, porque é feito online). A partir da segunda, seré sempre 540 + 700, ou seja, é cada vez mais caro renovar, por isso já estou renovando pra mais um ano!

O processo eh mais simples que o primeiro. Você tem que fazer o pagamento do curso, esperar a carta de oferta da escola, e aí você pode dar entrada no visto, pagando as taxas pertinentes e também, o seguro obrigatório, que é proporcional ao tempo do seu visto. O visto sai bem mais rápido e é mais fácil que a primeira vez que você vem pra Austrália.”

– Agora que o curso de inglês acabou, o que você pretende fazer?

“Vou estudar Business & Management, que é uma especie de especialização da minha área, já que sou formada em administração de empresas no Brasil.”

– Você pode ficar na Austrália sem estar estudando?

“Com o visto de estudante, não. Você SEMPRE deve estar estudando algo. Por isso muitas pessoas optam por cursos mais baratos e “várzeas”, apenas para renovar o visto.”

– O que você pretende fazer quando voltar pro Brasil? Acha que essa experiência vai te ajudar em que sentido?

“Procurar emprego hahaha. Não estou pensando na minha volta, mas com com certeza estou mais preparada, tanto pessoalmente quanto profissionalmente. A experiencia fora eh impagável. Estou um milhão de vezes mais madura e dando muito mais valor pras coisas . E claro, também estou voltando menos fresca (antes tinha nojo da minha própria louca de casa… Hoje em dia, tiro prato sujo dos outros e limpo cozinha de pessoas que nunca vi na vida).”

– Qual foi o valor gasto até agora, desde o primeiro documento que você teve que providenciar até hoje?

“Meus gastos foram aqueles que somam 16 mil reais (entre curso, hospedagem na homestay e outras taxas) + passagem aérea + valores do visto. Tudo isso, totaliza cerca de R$22 mil.”

 

Tudo sobre intercâmbio na Austrália!

Faz um pouquinho mais de 6 meses que minha irmã, Vanessa, foi fazer um intercâmbio na Austrália. Mais precisamente, na cidade de Gold Coast. Ela fez um curso de inglês durante esse período na Bond University e trabalha como garçonete em dois restaurantes. Agora que o curso acabou, ela está em processo de renovação de visto (que, a princípio, eram somente de 6 meses) e vai começar um outro curso, dessa vez de Business.

Quando ela chegou, ficou um mês morando em casa de família (que já foi pago e acordado daqui) e, depois desse período, precisava arrumar uma casa para alugar – que é onde ela mora até hoje!

Intercâmbio na AustráliaComo essa é uma experiência super diferente e que muita gente tem vontade de fazer – mas não tem a menor ideia de por onde começar, ou acha que deve ser muito complicado/caro -, resolvi criar uma série de posts com TODAS as informações necessárias para quem gostaria de seguir o mesmo caminho. E ninguém melhor para explicar direitinho como funciona, dar opiniões e recomendações do que a minha irmã, né? Alguém com conhecimento de causa e que ainda está vivendo a experiência para poder relatar t-u-d-i-n-h-o.

Formulei várias perguntas (do tipo entrevista mesmo! #phyno) que ela respondeu da maneira mais sincera e completa possível. Os temas abordados foram: “A decisão”, “A agência”, “O curso de inglês”, “Visto”, “Moradia”, “Trabalho”, “Dia a dia”, “Família” e “Futuro”.

A ideia é que isso sirva como um guia para quem tem vontade de fazer um intercâmbio na Austrália – ou em qualquer outro lugar do mundo -, estudar e/ou trabalhar fora do país, mas ainda tem muitas dúvidas a respeito. Uma mudança dessas precisa de tempo, planejamento e informações. Quanto mais você souber, melhor vai ser as escolhas que você fará!

Como são muuuitas as informações, vou separar essa primeira parte em três posts, para poder tratar de cada assunto com o máximo de detalhes possível. Se alguém tiver alguma dúvida ou informações complementares, pode deixar nos comentários, por favor! Vamos lá?

1. A decisão

– Quando e por que você decidiu passar uma temporada fora do Brasil?

“Em dezembro de 2012 eu estava me formando na faculdade… nessa época eu trabalhava há um ano como estagiária comercial e seria efetivada na empresa logo apos minha formatura. Eu estava naquela fase pensativa da vida de quando se termina mais uma etapa. Em paralelo, eu sempre tive vontade de prestar pra um processo de treinee, mas não me sentia segura com o meu inglês, que até então eu o classificava como intermediário, mas sem fluência alguma. 

Além disso, eu já tinha ficado um mês morando no Canadá quando tinha 15 anos e sempre tive vontade de fazer um intercâmbio mais longo, mas somente depois de acabar a faculdade. Então, em um dia de tédio no trabalho, a ideia me veio na cabeça: estou acabando a faculdade, eh o fim do caminho, o que eu vou fazer agora? 

E a comecei a pensar sobre o assunto… e concluí que o melhor momento para morar fora seria aquele: fim da faculdade, nada me prendia no Brasil (a não ser família e amigos, que são pra sempre), inicio da carreira.. era AQUELE momento que eu tinha pra investir na minha carreira e na minha vida pessoal.”

Intercâmbio na Austrália - Praia

– Houve um processo de pesquisa para a escolha do país/cidade ou você já tinha em mente que seria a Austrália?

“No começo, pesquisei sobre vários países.. comecei pelos EUA! Contudo, eu não estava afim de ser bancada pelo meu pai, e comecei a procurar por um país que permitisse o trabalho, a fim de me manter enquanto estivesse fora. Dentre as opções, eu tinha Austrália, Canadá e Irlanda, que permitem que com o visto de estudante, você possa trabalhar legalmente no país.

Depois de um tempo lendo sobre o assunto, comecei a ir nas agências de intercâmbio pra saber mais detalhes e também pra quantificar quanto sairia essa brincadeira. Tudo isso sem falar pra ninguém. Orcei os 3 países… mas desencanei do Canadá porque eu já tinha estado lá em 2007.

Sobre a Irlanda, eu não me senti muito animada.. Crise na Europa e tal, pensei que talvez fosse ser mais difícil conseguir emprego. Daí me restou a Austrália… que pra mim sempre foi uma coisa muito utópica, longe, cara… e não sei porque, tive um feeling, um amor à primeira vista pelo país.

Depois que decidi que seria Austrália, meu ex-chefe me indicou uma agência especializada só em Austrália, chamada Austrália GO.  Marquei uma visita e fui la conversar.

Acho que escolhi Gold Coast primeiramente por causa da Bond University. Me apaixonei logo de cara e o melhor de tudo era que o preço não era muito diferente das escolas tradicionais de inglês. Ou seja, eu iria estudar dentro de uma universidade, com uma infraestrutura PARADISÍACA, podendo usufruir de tudo (academia, piscina, library, etc etc), por uma diferença de uns 2 mil reais em relação as outras escolas. FORA a qualidade do ensino.”

– Quanto tempo levou desde a ideia inicial até a data da sua viagem?

“Desde a decisão até o dia do embarque, foram aproximadamente um ano e uns meses… Mas isso porque eu me planejei financeiramente e profissionalmente: após ser efetivada, trabalharia mais um ano na empresa para guardar dinheiro e para ter 2 anos de empresa no total. Tive a ideia em Outubro de 2012 e embarquei em Fevereiro de 2014.”

Intercâmbio na Austrália - Surfers Paradise

Intercâmbio na Austrália - Canguru

2. A agência

– Você procurou alguma agência? Qual? Você recomenda?

“Como citei anteriormente, fiz vários orçamentos, mas fui indicada para a Austrália GO, que é especializada apenas na Austrália e o melhor: possui uma agência em Gold Coast!

Com certeza indico. Além disso, estou renovando o visto com eles também!

Muita gente vai por conta própria, ate porque sai mais barato. Mas eu particularmente me senti muito mais segura fazendo tudo pela agência, até porque não manjava nada de intercâmbio!”

– Que tipo de suporte essa agência te dá? No que eles te ajudaram antes de ir e o que ainda fazem por você aí?

“Desde a primeira conversa, eles me mostraram tudo: cidade, escola, como é o processo de trabalho… Eles deram todo o suporte, do começo ao fim. Agora, estou em contato de novo porque estou renovando o visto. E nesse processo eles me mostraram as escolhas e tudo o mais.”

– Que tipo de visto é preciso ter para poder estudar e trabalhar no país?

“Então, com o visto de estudante você tem permissão de trabalhar, mas só durante 20 horas por semana, e sempre estudando (mas se você estiver de ferias, pode trabalhar quantas horas quiser).”

– Quanto custa o visto* e é válido por quanto tempo?

“Visto: 535 dólares – fui na agência e paguei com um cartão de crédito internacional

Despachante: R$100

Exame médico: R$300 

Raio-x: R$80 (nesse caso, consegui uma parcela de reembolso pelo meu tipo de convênio…)

Sedex: R$35

O visto dura o tempo de curso + 1 mês de ferias. Ou seja, paguei 6 meses de estudo e me deram um visto de 7 meses.”

* O visto tem todo um capítulo à parte com um monte de informações detalhadas. Tudo isso virá em outro post!

Intercâmbio na Austrália - Gold Coast

3. O curso de Inglês

– Você resolveu fazer um curso de inglês na Bond University. Por que escolheu essa instituição? No que ela é melhor que outras, na sua opção?

“Quando fui na Austrália GO conversar sobre o intercâmbio, lembro que o Cris me mostrou as escolas de idiomas que a agência trabalhava, dentre as cidades da Austrália. Quando ele me mostrou a Bond, me apaixonei… primeiro porque a infraestrutura é ANIMAL, uma perfeição!! Isso já chama a atenção. Outra coisa que destaca a Bond das outras escolas é que ela é uma universidade, que possui uma escola de idiomas chamada BUELI… Isso diferencia a Bond das outras “escolas normais de inglês”, porque por um custo apenas um POUCO superior do que das outras escolas, podemos usufruir de todo o campus (piscina, library, academia…)!!!

Antes de vir pra cá, eu não sabia o quão superior o ensino da Bond seria perante sobre todas as escolas. Mas desde que cheguei, sempre ouvi falarem muito bem da Bond, e que ela era diferenciada perante as outras escolas.

Não estudei nas outras escolas pra saber, mas só pela infraestrutura da Bond, a BUELI já é vencedora, na minha opinião.”

Intercâmbio na Austrália - Bond University 2

Intercâmbio na Austrália - Bond University 3

Intercâmbio na Austrália - Bond University

– Agora que o curso acabou: qual o balanço que você faz sobre o seu progresso e aprendizado da língua? Achou que valeu à pena?

“Com certeza meu inglês melhorou MUITO… Antes de vir pra cá, era muito insegura com a língua, principalmente no speaking. Fiquei com medo de chegar aqui e não entender nada, até porque diz a lenda que o inglês australiano é o mais difícil de entender.

Mas, no meu caso, me sai muito melhor do que eu esperava… Meu inglês, em 6 meses, se tornou avançado, mas isso devido ao mix do dia a dia e também dos estudos né.

É importante dizer que num intercambio há uma coisa delicada chamada ESTAGNAÇÃO. Todo estudante que chega aqui, seja qual for seu nível de inglês, vai notar uma melhora drástica na língua, mas isso porque vamos aprendendo a nos virar e a nos sentirmos mais seguros… Contudo, se você não estudar POR CONTA PRÓPRIA e pedir para ser corrigido, seu inglês estagna.

Tô falando isso porque aqui, mesmo falando errado, as pessoas te entendem e você consegue se comunicar. Por um lado isso é bom, mas por outro é ruim porque ninguém irá te corrigir. Então, se você mesmo não for atrás de aprender a falar certo, você vai continuar a falar errado pra sempre. Eu, por exemplo, peço sempre pro meu namorado e pra minha ex-hostmother me corrigirem. E quando não sei como falar algo, pergunto a eles. Se eu não fizer isso, nunca vou sair do lugar.”

– Quanto custou** o curso completo?

“Aproximadamente, uns R$12.000.”

** O tema “custo” também virá detalhado em outro post separado.

______________________

E aí, gostaram? Bem detalhado né? Os próximos posts terão as categorias “Moradia” e “Trabalho” (que já está no ar! Clica aqui para ler!); “Dia a dia”, “Família” e “Futuro”. Além disso, como mencionei acima, vamos ter um especial só sobre o visto, explicando todos os processos, como funciona, quais os documentos exigidos e etc. Pra ninguém mais ter nenhuma dúvida!! 🙂

Quero morar no exterior. Por onde começar?

Morar no exterior por um tempo é o sonho de muitos brasileiros. Segurança, qualidade de vida, oportunidade de emprego, novas experiências, mudar de vida. São muitas as razões que levam uma pessoa a querer largar tudo e viver essa aventura por alguns meses (ou anos)!

Mas por onde começar? Como escolher o lugar certo? Quanto custa? Acho que a primeira questão que quem pensa em fazer algo do tipo deve responder é qual o objetivo da viagem. Pode ser ganhar dinheiro, fazer uma faculdade, turbinar o inglês, “turistar”, enfim. Mais um monte de opções! Pense qual é o objetivo dessa sua temporada fora e comece a se organizar para isso.

aviao-decolando

Comece pesquisando sobre os países e cidades que gostaria de morar. Clima, custo, receptividade e oportunidades do local devem ser colocados na balança. Se você é uma pessoa que detesta frio, não vai gostar de viver na Escócia por muito tempo, por exemplo 😉 Escolha umas três ou quatro cidades e pesquise sobre elas: veja fotos, vídeos, depoimentos, participe de grupos de discussão na internet, informe-se! Assim você vai ter material suficiente para entender melhor cada lugar e fazer a escolha que mais combinar com seus objetivos (e couber no seu bolso!).

Descubra como são as oportunidades de empregos, de estudo, se exige visto de trabalho/estudante. Existem várias agências especializadas no assunto, como a CI, STB e Austrália Go. Cada uma tem um foco, então vale conhecer algumas e ver se o que elas oferecem se encaixa com o que você procura.

Como esse é um assunto MUITO longo, vamos quebrá-lo em vários posts para podermos nos aprofundar mais!

Bjos!!